E AGORA?

Um conto erótico de Marquesa de Sade
Categoria: Heterossexual
Contém 1074 palavras
Data: 14/02/2026 12:56:46
Última revisão: 14/02/2026 13:24:25

Baseado na letra da música E AGORA? de Chitãozinho e Xororó. Consta no álbum INSEPARÁVEIS (2001), 7ª faixa. O enredo é perguntar “e agora?”, se alguém que você ama, de repente, quis mudar o rumo da história. Uma simples traição é um mero deslize – a gente esquece o que aconteceu, e principalmente se a culpa é nossa, tudo volta ao normal. Mas...

Era um dia de previsão de chuva. Ao fim da tarde, a escuridão das nuvens veio tremenda. A cueca de Arthur, vereador da cidade de Londrina-Pr insistia em aguentar a pressão. A esposa, mulher enxutésima de 38 anos, estava apertada em um tomara-que-caia. Fazia as caras e bocas de um boquete bem caprichado – aquele em que a baba escorre pelos cantos dos lábios, mas ela puxa novamente com maestria.

A maestrina estava deslumbrante. Puxava a barra do vestido até além do fundo de renda da calcinha. Era um vermelho tenro, quase no marrom, mas ainda vermelho. O carro já estava estacionado. 18:30 – hora do rush - e não é possível que alguém, que veja vá implicar. “E se eu der só um beijão de língua enquanto manobro os grãos?”, pensava Arthur. Ele deu o beijo, mas a santa do pau oco foi abaixando, desatando a fivela com as unhas num esmalte impecável.

“Londrina das matas, e das derrubadas”, cantarolava Neide, quando empurrou a calça de Arthur para além dos joelhos fletidos do mesmo. “Dos grandes poentes, das tardes douradas”, e a cueca tava enroscada na mão. O pau de Arthur estava maravilhosamente duro. Uma molecadinha de colégio vinha vindo, e o figurão ficou orgulhoso no banco do motorista, enquanto a gulosa começou a ser feita.

Os lábios carnudos de Neide ficaram lindos deslizando o corpo do cacete em riste, e era um espetáculo, estar brilhando, o batom permanente da mulher do vereador, em contato com a porrinha que já escorria. Arthur estava no céu dos legisladores que recebem gargantas profundas em out door, e em ruas movimentadas. A gritaria de um ônibus chamou a atenção de uma viatura. Sabe-se lá, e para dificultar a possibilidade de pagar propina, tinham 4 policiais dentro dela – mas em prejuízo de dona Neide, que sempre sonhou em dar para 5 homens que não o marido. Um para o cu, outro para a buceta; o terceiro, evidentemente na boca; sobrando 2 para as mãos.

Neide acordou de um sonho, mas eram 10 para as 7 da noite, e não da manhã. Estava na rua, dentro do veículo do marido, que a puxava com delicadeza, segurando-a pela mecha de trás. Quando desceu, as pregas do vestido demoraram, aos olhares dos policiais, a retomarem a posição gravitacional. A babinha, que tava no queixo, também era uma atração da patrulha. Neide ainda pôde perceber os volumes se formando nas calças apertadas, enquanto, ela e o marido, eram empurrados para dentro de um barracão.

Era uma construção embargada pelo governo, e Arthur perguntou:

− O que vão fazer com a minha reputação de bom legislador?

− Que reputação pode ter alguém que é chupado por uma vagabunda em pleno trânsito movimentado? – indagou o policial chefe.

− Ela não é uma vagabunda qualquer, mas a minha mulher. – Neide sorriu com o comentário, mais ou menos infeliz do marido.

Quem achou mais graça ainda, até se descontraindo, foi o patrulha-mor, e a carinhação de saco se intensificava na equipe. Foram obrigados a ficarem ajoelhados, o casal, enquanto os policiais insistiam em ficar com aquela parte do corpo bem pertinho da boca de Neide, se revezando na posição. Sendo assim, a esposa percebeu que tinha de se sacrificar em função de proteger a imagem do marido, e solicitou:

− Já entendi. Costumo comandar orquestras, e os senhores podem abaixar as vestimentas oficiais, que sou boa com a língua. – depois, preocupando-se avisou: − Mas meu marido é hétero e vai ficar só no apoio moral.

O chefe deu um tapinha no rosto de Neide, mas fraquinho, com 0,1 decibéis, e tinha que ser feito – protocolo X da polícia em caso de tentativa / aceite de suborno. E perguntou:

− Ok, ele é hétero. A senhora engole?

Neide deu uma gargalhada, que levou o marido vereador ao mar das dúvidas e vexações de cornos mais ou menos conscientes.

− Sim. E a propósito... – olhou para o esposo ajoelhado – a dose diária lá de casa tá mesmo insuficiente.

Foi a deixa, a descontração correu solta, e foi só policiais retirando a parte de baixo da vestimenta, mas mantendo a pistola do peito. Neide aproveitou para caprichar nas mamadas, até tentando enfiar duas de uma vez na boca. Aproveitou também, para dar umas lambidas nos sacos, já que o marido é fraco nessa parte, e geralmente solta o líquido precocemente nessa hora.

As sugadas e o barulho demonstravam prazer, e Arthur ficava, a cada segundo, mais constrangido. Era só tomar umas lindas esporradas na boca – e Neide nem lembrava mais da última suruba oral – que os caras deixariam-na em paz, haja vista que não tinha a assento para meteção no local. Santa inocência de Neide: enquanto ela fazia a festa em 3 dos 4 cacetes da ocasião, um dos moços foi na rua, e removeu o acento do passageiro da frente da viatura.

Colocaram o banco de automóvel no chão, reclinado ao máximo, e o chefe fez questão de ser o de baixo – aquele que penetra o cu, segurando nas ancas da vadia. O cavalheiro da frente foi o rapaz que removeu o banco do veículo. Arthur via a cena, bem como a satisfação de Neide sendo comida numa DP, até sem muita dificuldade de penetração – Será que... !?

“Definitivamente nosso casamento não será o mesmo daqui em diante”, pensava Arthur quando uma rola grossa foi forçada na garganta de Neide, quando o cara a pegou pela nuca, e sem nenhuma delicadeza. Era o fim de uma era, e começo de outra. Já pensou, que Neide estava completamente suspensa, nessa posição com os 3?

O quarto homem se aproximou e enfiou um pé inteiro da esposa de Arthur na boca – o esquerdo. Daí, o vereador viu um pé da esposa ficar vago – aquele pezinho lindo de mulher delicada. Neide não podia gemer alto com a dupla penetração bem ritmada, dado o fato de que tinha uma rola generosa na garganta, e só os olhos denotavam um prazer que superava qualquer incômodo.

Arthur pegou aquele pé, e conseguiu introduzi-lo completamente na boca. Neide fechou os olhos nesse momento. “Acho que agora, o prazer foi completado”, concluiu Arthur.

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Foto de perfil de Marqueza de SadeMarqueza de SadeContos: 105Seguidores: 33Seguindo: 0Mensagem Sou de Astorga, e qualquer título com nome de música de Chitãozinho e Xororó não é uma mera coincidência.

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