Faz 1 hora que cheguei em casa. Tomei um banho demorado, peguei um café com pão e geleia de morango. Cheguei faminta. Passei a noite toda sendo feita de puta, de objeto sexual. Foi a primeira vez que saio com um homem negro. A primeira vez que sinto o que é ser dominada, pegada de jeito até os fios do cabelo se arrepiarem. A inda sinto o latejar de sua pegada na pele. O gosto de sua porra na boca e na face o seu contato morno e viscoso. Minha boceta com seus grandes lábios toda sensível e inchada de tanto receber as estocadas dele. Por todo meu corpo há sinais dessa noite, dessa selvageria animalesca. Minha cabeça dói e minha pressão está um pouco alta. Pode ser frescura da minha parte, mas sou uma moça de 22 anos, magra, franzina, de 1,62 que passou a noite toda com um negão forte, com porte atlético. Mesmo me pegando sem grosseria, eu sentia seus apertos.
Faz meio ano que me mudei para a capital, vinda de Botucatu, uma cidade no interior de São Paulo. Não que eu era santa lá, mas por ser uma cidade pequena, temos que ter cuidado para não ser mal falada. Fiquei com alguns meninos, fiz sexo com dois, um era meu namorado por um ano e meio. Fazia sexo regularmente, mas como éramos inexperientes, não era aquilo tudo. Terminamos e vim pra capital. Cristo Deus, que cidade maravilhosa! Que liberdade cultural e diversidade que há aqui. É um contraste colossal comparado ao interior. Aqui são quase 13 milhões de pessoas, ninguém vê ninguém. Me senti livre. Vim para começar a faculdade de medicina na Unesp. Conheci uma galera e arranjei um emprego temporário de vendedora em um shopping, até arranjar um estágio. E foi aqui que vi ele pela primeira vez, perto das lojas Americanas. Era uns 20 centímetros mais alto que eu, 29 anos, cabeça raspada e cavanhaque fino, dentro de um terno preto padrão, ficava incrível nele. Passando por ele todos os dias e recebendo seu esplêndido bom - dia, com um sorriso perfeito. Me encantei por esse homem a ponto de sonhar com ele, me masturbava com sua imagem na mente, imaginando sendo toda dele, deixando fazer o que quisesse de mim. Era mais do que um fetiche da branquinha com o negão, eu desejava ele, e percebi que aqui nessa imensidão de terra poderia ser possível, mas me tremia de pensar em chegar nele, — nele e em qualquer outro homem — não faço isso. Já até parei pra conversar um pouco sobre alguns lugares de Sp, usando a desculpa que era nova aqui, jogando a isca pra ver se colava, mas não colou. Tudo aconteceu graças a uma colega de trabalho que percebeu o que estava acontecendo e tomou a iniciativa. É uma descarada ela, não tem vergonha alguma. Vi ela dar em cima de diversos clientes aqui na loja, mas foi graças a ela que cheguei em casa um dia e vi uma mensagem de um número desconhecido, era dele. Surtei. Não sabia o que fazer. Mandei mensagem para a safada da minha colega perguntando se sabia de algo, ela disse rindo que deu meu número para o segurança. " Dá logo e pronto. Fica fazendo cu-doce. A terra vai comer mesmo." disse ela. Vagabunda, mas era uma vagabunda sincera. Conversei com ele e marcamos de nos vermos em um bar perto do shopping que a gente trabalha. Fiquei ansiosa, tremendo de nervosismo, nem sabendo que roupa ir. Me arrumei, usando um vestido vermelho que ia até os joelhos, decotado nas costas com zíper, e na frente, em V deixando meus pequenos peitos um pouco à mostra. Estava linda. Passei um batom cor de pele e um perfume suave. Estava um tesão. Ele chamou o Uber e cheguei primeiro. Peguei uma mesa do lado de fora, estava delicioso o clima, uma brisa fresca no rosto. Ele chegou, estava um tesão, com uma camisa polo branca, relógio prateado e corrente de pescoço, tudo discreto. E que cheiro, Cristo! Quando me cumprimentou seu cheiro me deixou excitadíssima. Tivemos uma conversa interessante, tomamos umas cervejas, fui ao banheiro e quando voltei, minha cadeira estava colada com a dele. Sentei, cruzei as pernas, joguei os cabelos longos pro lado e deixei meu pescoço e minha orelha à mostra, todo pra ele. Conversa vai e vem, chopp e alguns petiscos até ele elogiar meu perfume e pedir para sentir mais de perto meu aroma. Primeiro seu nariz passando em minha pele, até seus lábios grossos tocarem meu pescoço e lançar beijos. Fechei os olhos sentindo seus toques, seu cheiro, sua respiração, seus lábios deslizando até chegarem ao meu ouvido, sussurrando que me achava um tesão. Me derreti toda. Virei o rosto até sua boca encontrar a minha e nossas línguas se entrelaçarem. Queimava-me em tesão. Beijávamos loucamente, como amantes antigos. Foi uma eternidade de carícias, já estávamos quentes, eu sentia minha calcinha molhada, misturado com o álcool que tinha subido para a cabeça, estava louca para me entregar a esse homem. Então veio o convite: vamos sair daqui? Quero você toda. Aceitei. Fomos para um motel ali perto mesmo.
Era um motel bacana, com um quarto bem espaçoso e banheiro com hidromassagem. Uma cama enorme e do lado frigobar. Havia um quadro em preto e branco de uma linda mulher em cima da cama, só de lingerie.
Coloquei a bolsa na cama e quando fui me virar, suas mãos grandes envolveram meu corpo, com sua boca na minha costas, beijando-me até chegar no pescoço.
— Gosta de um negão, gostosa...
— Muito. — disse gemendo.
— Essa noite você é toda minha. Todinha.
Ele apertava seu corpo sobre o meu, sentia seus músculos e o pau já duro na minha bunda.
Beijou-me as costas até o limite do vestido, puxou o zíper, descia meu vestido lentamente conforme seus lábios avançavam, até minha calcinha estar à mostra e suas mordidas em minha bunda. Estava delirando de tesão, viajando sobre efeito de narcóticos.
Virou meu corpo e beijou minha boca. Agarrávamos um ao outro, até cair na cama. Retirou meu sutiã e mamou em meus pequenos peitos. Seus lábios foram descendo até minha calcinha, onde sem tirar ela, provocou-me beijando os cantos de minha virilha, dando mordiscadas e beijando minha boceta por cima do tecido. Minha virilha já estava toda babada dos pegas anteriores, agora estava escorrendo. Aquilo me deixou maluca. Louca em brasa.
Puxou o tecido até sair pelos meus pés e me arrastou até a beirada da cama, se ajoelhou em um travesseiro e me chupou loucamente. O que foi aquilo! Sua língua passeava por toda a região, entrava em mim e saia passando pelos grandes, pequenos lábios e dançar no clitóris. Gozei gostoso. Gozei de me tremer toda na boca dele. Enquanto ele retirava a roupa, seus olhos de prazer estavam em min, se admirando pelo prazer que me deu. Eu gemia baixinho olhando ele fixamente se despindo. Que negro gostoso era. Quando tirou a cueca, o pau todo duro e babado para a esquerda, com sua cabeça preta em formato de capacete, o membro em pé, minha boca salivou. Não pensei duas vezes em sentir seu gosto, de quatro, com a bundinha empinada saboreando todo aquele pau. Era perfeito em tamanho, não grande que não caiba na boca e nem pequeno para frustrar. Passava toda a cabeça na cara, babando toda minha face. Tapas de leve batiam em minha bunda. Juntou meus cabelos em suas mãos, pedindo que eu olhasse em seus olhos. Ele queria minha boceta, queria sentir ela por dentro. Virei, toda empinada, suas mãos alisando meu corpo, seu pau batendo no meu cuzinho e boceta até a cabeça entrar aos poucos e chegar na parede pélvica. Gritei, afundando a cara na cama, gemendo. Começou devagar até aumentar o ritmo e a pressão. Me fodeu sem dó. Ficava segundos e mais segundos martelando meu útero depois desacelerava o ritmo para sentir minha boceta quente e molhada. Quando retomou as estocadas fortes, não aguentei, me mijei toda, encharcando o lençol, tendo um orgasmo. Deitei e fiquei tremendo, sentindo as vibrações do clímax pelo corpo. Ele deitou na cama, cheio de tesão, querendo mais. Pediu para eu ir por cima. Obedeci. Descia devagar com toda aquela tora preenchendo minha boceta. Batia nas bolas e voltava, gemendo e gritando. Segurou na minha cintura e começou a meter, aí me judiou com vontade. Sua pélvis batia com força de voar mijo para todo lado, estava vermelha, como se tivesse em uma maratona. Nunca tinha feito com um pau desses nem nessa potência. Mas delirava de tesão mesmo não aguentando. O segurança puxou para perto de seus lábios grossos, beijou-me gostoso e sussurrou onde eu queria tomar leite. Pedi na boca — na boquinha. Me chamou de puta e ordenou que eu ajoelhasse fora da cama sobre o travesseiro. Chupei seu pau todo babado e mijado com meus fluidos até o jato grosso de porra cair nos meus lábios e língua, queixo e escorrer para meus peitos. Boa parte engoli, como se fosse leite condensado, queimei de tesão. Mamei até ver que não restava mais nada e ele voltar a forma menos dura. Tomamos um banho quente, eu a todo momento acariciando aquele pênis gostoso, não conseguia ficar longe. Momentos depois sua dureza voltou, e ali no chuveiro ele me pegou encostada no box, empinada. Pedi que me pegasse no colo, sempre fantasiei ser comida assim, com um macho me segurando em seus braços. Levantou-me que nem uma pena. Foi desconfortável no começo, mas quando encaixou, foi surreal. Quase saia do próprio corpo com suas estocadas, gritava agarrada em suas costas, com seu membro me socando. Gozei horrores. Gozei de sentir esguichos saírem com intensidade. Ele adorava ver eu desse jeito, toda acabada, mijada me tremendo que nem bambu.
Eu me pergunto, como fiquei tanto tempo sem experimentar algo assim, tal prazer tão intenso e saboroso? Não sei. Só sei que em breve quero mais. Quero muito mais desse negro gostoso com pegada. Depois que voltamos pra cama, ficamos juntos nos abraçando e beijando, dando um tempo. Conversamos, rimos, bebemos mais umas cervejas do frigobar, quando esquentou de novo, de ladinho, com jeitinho me comeu, beijando minhas costas, meu pescoço, suas bombadas mais intensas e lentas. Sussurrou que iria gozar, perguntando se queria na boquinha de novo, aceitei. Virou meu corpo, passou as coxas sobre meu tronco e gozou na minha língua, toda sua porra, sem deixar cair nada para fora. Engolia aos montes, era grossa e viscosa, mas adorei aquilo. Quando não restava mais nada em minha boca, ele me beijou intensamente. Ficamos juntos por algumas horas até me levar pra casa. Ao nos despedirmos, perguntou se haveria uma próxima vez. Com certeza haveria. Entrei, me banhei, e aqui estou, toda satisfeita, leve e bem cansada — exausta, melhor dizendo — mas realizada. Que tesão que foi essa noite. Agora pretendo tirar um cochilo e sonhar com esse homem.