Caso queiram saber como meu rolo com minha cunhada começou, leiam os contos anteriores.
Era um sábado qualquer e decidimos jantar no shopping. Meus pais, meu irmão, sua namorada e eu. Chegamos no shopping e estava muito cheio. O restaurante tinha uma fila enorme. Colocamos nossos nomes na lista e ficamos esperando.
A espera seria de, pelo menos, 45 minutos. Meus pais decidiram ver uma mala de viagem que precisavam. Ficamos meu irmão, Bruna e eu. Estamos todos no celular esperando o tempo passar.
Eu: acho que vou ali na Riachuello ver se encontro uma camiseta preta, estou precisando.
Meu irmao: ok
Bruna: Nossa, posso ir junto? Queria ver uma calça jeans. Você se importa de ficar esperando, amor?
Meu irmao: não, vão lá. Só não demorem.
Acho que em 5 minutos escolhemos as roupas e fomos ao provador. Para nossa surpresa, não eram provadores separados, mas sim todos juntos. Era um corredor com provadores dos dois lados. Fizemos a contagem de peças com a funcionária, pegamos a plaquinha com o número de peças e seguimos pelo corredor.
As primeiras cabines estavam ocupadas, mas do final do corredor estavam livres. Bruna abriu a porta de um provador, entrou, e eu entrei atrás, surpreendendo ela.
Ela: tá doido?
Eu: ninguém viu, estávamos sozinhos no corredor.
Ela: tem certeza?
Eu: cala a boca vai
Jogando ela contra a parede, a beijei. Meu pau endureceu pressionado contra o corpo dela. Enquanto me beijava, ela abria o zíper da minha calça e abaixava minha cueca, colocando meu pau pra fora.
De costas para o espelho, abaixou e começou a lamber toda a cabeça. Olhando pra mim e sorrindo, abriu a boca e chupou. Chupava com vontade enquanto olhava nos meus olhos. Passava a língua por todo o meu pau e abocanhava novamente.
Sempre forçando para colocar tudo na boca, me deixava fazer o movimento e forçar a garganta dela cada vez mais.
O celular fez barulho.
Ela: continua.
Sem tirar meu pau da boca, ela pegou o celular para ver o que era. Enquanto eu colocava bem devagar na boca dela, ela me mostrou a mensagem... tinham apenas 2 meses na nossa frente.
Ela: Goza, amor. Precisamos voltar.
Eu: tá bom, então chupa com vontade.
Ela: não me suja, tá?
Balancei a cabeça que sim e ela voltou a chupar. Segurei ela pelo cabelo, tirava e colocava tudo na boca dela até gozar. Gozei muito na boca dela. Ela pressionou os lábios contra o meu pau para ir tirando sem escorrer nada, com medo de se sujar. Engoliu todo o leite e se recompôs.
Olhamos discretamente se poderíamos sair do provador sem ser visto e quando havia uma pessoa no corredor, de costas pra gente, saímos de fininho.
Ela: Pega minha calça, vai passar no caixa.
Eu: mas voce nem experimentou.
Ela: depois eu troco, se não servir. Você que vai pagar.
Eu: você abusa
Ela: acabei de engolir 1 litro de porra, eu mereço... vai lá pagar. Aliás, fazia quanto tempo que você não gozava? Preciso cuidar mais de você.
Eu: Fazia um tempinho já. Precisa cuidar de mim mesmo, esse cuzinho cuidaria bem de mim
Ela: vai sonhando...
Passei a compra no totem e fomos para o restaurante, quando chegamos lá já estavam nos chamando. Acredito que ninguém tenha desconfiado de nada.
Contarei mais em breve.