Olá meus caros sou a Mariana, Mary pros íntimos. Sempre fui apaixonada por contos, um vício secreto desde minha adolescência. Sempre gostei de escrever, mas nunca tive coragem de trazer minhas aventuras, até que fui incentivada pela minha amiga, já que, o que não me falta são histórias.
Comecei minha vida sexual muito cedo e nunca mais parei, pois até hoje, em meus 24 anos, não encontrei prazer melhor que o sexo, e por conta disso, já fiz as mais diversas loucuras. Uma delas aconteceu nesse último final de semana, e por estar bem recente na memória, decidi que seria um ótimo conto inaugural. Fico arrepiada só de lembrar o que descreverei aqui, ainda mais quando lembro que tudo aconteceu em público.
Fui convidada para um casamento de uma amiga, seria um final de semana de celebração em uma chácara, nesse ponto da vida, sol, piscina, bebida, era tudo que eu precisava. Estava animada pra viagem, mas por conta do trabalho, teria que ir sozinha de ônibus. Uma viagem longa de São Paulo a Bauru.
Era uma noite agradável, muito calor, a rodoviária estava cheia como de costume, mas não tão movimentada a ponto de ter grandes filas. Cheguei, abri meu celular e vi minha passagem, me perdi um pouco, só que não demorou muito para me localizar e achar minha plataforma, porém, para minha frustração, estava adiantada, talvez pela ansiedade, cheguei bem mais cedo, meu ônibus demoraria a sair; O jeito seria sentar, puxar um livro e deixar o tempo passar.
O barulho não me deixara me concentrar em meu livro, em meio ao vai e vem de pessoas, notei um olhar. Era um rapaz jovem, deveria ter mais de 20 anos, branquinho, cabeludo, usava óculos, alto com um porte atlético, usava uma camisa polo e uma bermuda de tactel. Não vi quando chegou e quanto tempo estava me olhando, mas estava na mesma plataforma que eu, aguardava pelo embarque, não sei se para o mesmo destino. O rapaz me chamou atenção, a primeira vista não tinha nada demais, mas olhando melhor, vi que que era bem atraente e estava me secando, fingia olhar pra outro lugar, a verdade é que não estava sabendo disfarçar, me olhava de cima a baixo, estava me comendo com os olhos, só que não o culpo. Por conta do calor, eu estava usando apenas um meio vestido( tava mais pra macacão pois a parte de baixo era um shorts) verde, bem aberto atrás deixando minhas costas nuas, não cobria nem metade das minhas coxas grossas, detalhe, não usava sutiã, marcando um pouco dos meus peitos. Sou uma mulher branquinha, pele clara, cabelos loiros de luzes, olhos claros, baixinha de 1,66, peitos redondos e firmes( não são tão grandes) magra mas com bundão, tatuagens pelo corpo, combinação que naturalmente chama atenção.
Quem me conhece sabe que não sou de passar vontade, se quero eu pego, fiquei interessada nele, mesmo assim decidi ficar na minha, estava muito tranquila e esperaria por uma atitude. Ainda sim, joguei um charme, mexi e joguei o cabelo, dei alguns sorrisinhos, olhei, dei diversos sinais, era só chegar e puxar um assunto, nada difícil, bom, eu não seria nada difícil, mas, logo vi que o rapaz era bem lerdinho, desviava o olhar, era tímido. Decidi ficar no meu canto, não faria nada dessa vez. Então estava fazendo minha leitura, quando percebi que ele estava vindo em minha direção, me fiz de desentendida, finalmente tomou coragem, eu estava sentada, pernas cruzadas, tinha bancos livres ao meu lado, tudo favorável, porém para minha surpresa, o garoto passou reto, me mediu todo sem jeito e seguiu em direção ao banheiro que estava próximo a mim. Nessa hora eu desisti, já tinha passado muito tempo nesse joguinho, ele não tomaria atitude. Pouco depois meu ônibus chegou, entre a a movimentação de embarque não o vi mais, ele não tinha voltado para a plataforma.
Entrei no ônibus, meu lugar era o último, o pior possível, ao lado do banheiro, detestei. Tentei ajeitar o ar mas não funcionava, o compartimento de água estava vazio,pra piorar, o ônibus ainda estava atrasado e eu estava sem meus fones de ouvido. Já estava irritada, e pra completar alguém ainda sentaria ao meu lado pra atrapalhar meu sossego, mal sabia que a viagem estava a ponto de melhorar. Percebi que não lotou muito, estava relativamente vazio, os bancos a minha frente não tinha ninguém, os passageiros estavam mais concentrados na parte frontal do ônibus. De qualquer jeito, seria uma longa viagem. Me acomodei, cruzei os braços e bufei com raiva.
Estávamos prontos para partir, até que chegou um último passageiro, estava deitada mas me sentei para ver melhor, para minha surpresa era o garoto de antes. Bem que não tinha visto ele entrar até aquele momento. Ele foi atravessando o corredor, passando todas poltronas até que chegou do meu lado, por coincidência, seu assento era do meu lado, lógico que tinha que ser ele, por sorte fiquei na janela. Demos uma risadinha sem graça um pro outro, puxei aqueles assuntos típicos dessa situação, enquanto guardava sua mochila e se organizava. Já que não viria uma iniciativa por parte dele, tentei ser legal e conversar um pouco, seu nome era Henrique, tinha somente 18 aninhos apenas seis a menos que eu, mas bem mais novo do que imaginei, isso e o fato dele não dar muita abertura, sendo até um pouco estranho, não me deu muita vontade de continuar o papo, a conversa morreu ali, não rolaria nada. Virei o rosto pra janela fechei os olhos e tentei dormir assim que o ônibus partiu.
Percebi que Henrique me olhava sem parar, mas decidi ignorar e tentar dormir. Não demorou muito para que a brincadeira começasse. Ele estava se aproximando, fazendo nossas peles se encostarem. Saquei, se esse então seria o seu jogo, eu seria sua cúmplice, um pouco pela atração e um pouco pela curiosidade de como aquilo terminaria. Em certo momento eu já estava "dormindo". Ele cruzou seus braços, de modo que seus dedos encostavam no meu braço, com movimentos leves e bem discretos passava os nós dos dedos e me acariciava. Vendo que não reagia, Henrique agora passava os dedos de cima para baixo. Virei o rosto em sua direção ainda fingindo dormir, decidi provocar um pouco, fui abaixando a cabeça lentamente, no que seria o movimento natural, e fui me deitando em seu ombro aos poucos, esperou um pouco e voltou a acariciar com a mão que estava livre, movimentos sutis, que não me acordariam ou não deveriam. Logo começou abrir os braços de forma que minha cabeça foi deslizando pra baixo, quando percebi, o safado já estava me abraçando com minha cabeça em seu peito. Aquilo já estava passando do ponto mas deixei rolar, estava confortável. Seus dedos foram subindo de forma lenta, pelos meus braços, meio que testando minha reação. Confesso que estava gostoso deitar em seu peitoral, senti seus dedos subindo até que chegaram em meus seios, na hora me arrepiei toda, ele foi passando o dedo fazendo movimentos lentos e circulares, todos toques sutis. Abri os olhos e olhei pra baixo, seu pau estava marcando na bermuda fina de Tactel, o volume chamou atenção, tive que me controlar para não me mexer. Henrique continuou passando os dedos, até que teve coragem de pegar, sua mão direita se encheu com meu seio, qualquer pessoa normal teria acordado, eu apenas me inclinei um pouco mais pra baixo, o garoto agora pegava e massageava, estava se empolgando e eu adorando, desci mais e agora estava deitada em sua barriga, ele se acanhou, seu pau pulsava na bermuda, ficamos um tempo assim, até que ele teve coragem de pegar de novo, agora também usava a mão esquerda no outro peito, que delícia.
Percebendo meu "sono pesado" agora apertava e brincava com meus peitos, a essa hora os mamilos já estavam duros, sei que ele sentiu pois logo começou apertar, meu controle foi muito forte para não gemer nem ter outra reação. Apenas continuei deslizando, até que já estava com a cabeça em seu colo, seu pau estava bem a minha frente, eu estava criando coragem para agarrar aquilo fui levantando minha mão de forma discreta.
Estava quase chegando quando percebemos que alguém estava vindo. Droga, eu tinha esquecido que era um ônibus cheio de passageiros, eu estava indo longe demais. Ele parou na hora assustado, eu continuei deitada, seu pau pulsando bem na minha frente, já estava empolgada, não iria parar. Era uma menina que estava vindo, uma adolescente que estava indo usar o banheiro do ônibus, ela abriu a porta e clareou todo local, com medo de ser pega, fui me levantando lentamente, fingindo que estava acordando e pedindo desculpas para Henrique por estar deitada nele, eu tentando disfarçar e o garoto todo sem graça, seria o fim da brincadeira?
Quando a menina saiu ele perdeu a coragem que tinha, decidi usar o banheiro também, pedi licença, o garoto ao meu lado estava quase levantando quando me levantei e de propósito passei sarrando minha bunda no seu pau, aproveitei pra dar uma reboladinha bem discreta, que instrumento grande aquele, estava em um posição que encaixou perfeitamente entre minhas nádegas no vestido colado, foram milésimos de segundo mas senti que foi bem mais.Ja no banheiro me ajeitei arrumei o vestido, meus peitos estavam marcando e quase pra fora, que garoto safado.
Abri a porta e vi que meu companheiro de viagem esfregava seu pau por cima da bermuda discretamente, pensei em sarrar de novo, mas quando pedi licença ele virou as pernas pro lado, mesmo assim passei de costas pra ele e fiz questão de empinar minha bunda, tenho certeza que ele olhou. Aquela seria a hora, finalmente rolaria algo, fiquei sentada, de olhos abertos esperando alguma atitude e mesmo assim nada, só olhava, mas pra abusar de mim ele tinha coragem esse frouxo, só era corajoso com quem não podia reagir. Vi que não viria nada dele, deitei e virei de lado de uma forma que minha bunda ficou toda empinada para ele, deixei minhas costas toda visível. Novamente no escuro, voltei a "dormir".
Quando tinha levantado vi que ninguém estava perto, nenhum outro passageiro conseguia nos ver a menos que estivesse do nosso lado. A essa altura já estava provocando mesmo. Estava esperando para ver se tinha coragem de passar a mão em mim de novo.
Covarde demais pra falar comigo mas safado demais pra não aproveitar a chance, e aproveitou. Não demorou, começou passar os dedos pelas minhas costas, depois a mão e foi descendo de vagar. Logo senti passar pela minha bunda, não me mexi, não reagi, apenas deixei, só que ficou só nisso, ficou um bom tempo acariciando de forma sutil. Já estava me irritando um pouco. Virei pra trás e disse:
- muleque se você vai fazer isso, faz com vontade, aperta sem medo.
Henrique se assustou, ficou sem reação e nào se mexia, ficou em choque sabendo que estava acordada esse tempo todo. Homens frouxos não valem meu tempo, aliás estávamos em um ônibus. Virei de volta pra janela e fechei os olhos, dessa vez iria dormir de verdade, meio frustada confesso. Não demorou muito senti sua mão novamente, dessa vez, apalpou minha bunda, ficou apertando minhas nádegas com vontade. Me virei sorri, ele sem graça. Peguei em seu pau por cima da bermuda, ele imóvel. Aquela peça era era grande e grossa, quando senti, não quis saber de mais nada, peguei sua mão e puis em minha buceta. Agora não tinha mais volta, ele se soltou de vez, começou acariciar, esfregou, eu completamente molhada o garoto duro igual pedra.
- Eu quero ver, tira pra fora. - sussurrei no seu ouvido
Vi seu sorriso safado, ficou feliz ao ouvir, todo empolgado, se inclinou e foi abaixando a bermuda. Assim que aquilo saltou pra fora eu fiquei chocada, que instrumento lindo, branquinho, bem depilado, cabeça rosada, grande e grosso. Peguei com vontade e balancei. Quando vi aquilo, perdi os sentidos, esqueci meu nome, onde eu tava, puis o vestido de lado deixando minha bucetinha a mostra, punhetei um pouco e comecei me masturbar também, logo foi a mão de Henrique que estava deslizando na minha parte, ficamos nessa brincadeira, eu completamente excitada e gemendo bem baixinho. O garoto sabia o que estava fazendo massageava meu clitóris, enfiava os dedos, explorava enquanto seu pau parecia crescer em minhas mãos, duro demais, gostoso demais. Ficaríamos assim por um bom tempo, só que novamente vinha alguém, foi só ali que lembrei a situação em que estavamos. Nos arrumamos enquanto uma senhora se dirigia ao banheiro. Ficamos nos entre olhando sem graça. Lembrei que tinha um cobertor na minha bolsa peguei e nos cobri, de baixo do pano voltamos para aquela sacanagem.
- Você é virgem? - perguntei baixinho enquanto a senhora voltava ao seu lugar.
Recebi uma negativa que me deixou frustada, aquele garoto não era virgem, pelo menos dizia que não, jurava que seria sua primeira, o jeito que me masturbava demonstrava experiência de fato, além do que estava resistindo bastante tempo, um virgem teria gozado de cara. Muitos detalhes, mas estava louca para sentir aquilo
- Então vem me fode - sussurrei manhosa
Me virei de lado, ele veio, colocou o vestido de lado, roçou a cabecinha, roçou mais um pouco e foi enfiando devagar, não pois camisinha, nem lembramos, não nos preocupamos, estava louca, ele foi metendo, lento e foi acelerando e eu me entregando, suas mãos foram nos meus peitos, que não demoraram a ficarem nus, ele tirou pra fora e apertava enquanto metia. Eu tentava me conter, segurava meus gemidos, estava gostando de sentir aquele membro me invadindo, sentia suas bolas batendo em minha bunda, fiquei com medo do barulho, só que não tentei para-lo, fiquei completamente entregue. Cada estocada fazia meu corpo todo tremer e delirar, estava me preenchendo por completo.
Henrique parou e foi se afastando, olhei pra trás e percebi o porque, tinha mais gente vindo, tinha que vir logo agora. Desa vez foi um tiozão gordo, que não demorou mas nos olhou com cara de safado pois percebeu a movimentação em baixo do cobertor, nesse meio tempo até ele chegar, usar e sair, eu estava punhetando o pau do Henrique, não tentei disfarçar. Quando o tiozão sumiu de vista, fui pra baixo do lençol e comecei a chupar, eeu chupava, lambia, descia e subia com aquele mastro na boca, enquanto isso o garoto se tremia e gemia baixo. Queria sentir dentro de mim novamente, me levantei pedi para que abrisse as pernas, puis meu vestido ainda mais pro lado, eu estava em pé entre as poltronas de costas pra ele, peguei seu pau e puis na entrada da minha buceta, quando me dei conta, já estava sentado, sentava forte, querendo gemer, Henrique tampou minha boca, eu sentava e rebolava, na posição que estava tinha visão de todo o ônibus, saberia se alguém estivesse vindo, mas se viesse eu não pararia, queria aproveitar o momento, senti cada centímetro daquele pau, não demorou muito, gozei em cima dele, gozei e ainda sentei mais um pouco, não queria parar, será se os passageiros conseguiam ouvir? Me excitei com a chance de ser pega. Henrique anunciou que também gozaria. Sai de cima dele, olhei pra ver se não vinha ninguém e cai de boca novamente, continue chupando até que gozou tudo em minha boca, amei sentir o leite dele na boca e engoli.
No final estávamos um do lado do outro ofegantes, tentando se recuperar da loucura que fizemos, ficamos nos olhando sem falar nada, apenas respirando e tentando disfarçar. Espero que nenhum passageiro tenha percebido, e mesmo que tivessem ouvido ou visto, já tinha acontecido. Logo ele se levantou e foi no banheiro, depois fiz o mesmo. É assim até o nosso destino, ficamos conversando, se acariciando, se chupando e gozando. Trocamos contato e ficamos de marcar uma nova aventura
No fim foi uma ótima viagem, melhor do que imaginei, mas isso não foi tudo, foi apenas a ida, naquele fim de semana, muita coisa aconteceu, começou dessa forma e ficou melhor ainda, trepei igual cadela no cio naquela chacara, porém esse conto já está demasiado longo, volto para contar mais muito em breve. Esse é apenas meu primeiro conto, mas como disse, o que não falta são histórias. Com amor BelaRosa