Novinha sacana com dois coroas no banheiro da academia - Um conto de Alicia

Um conto erótico de Alicia
Categoria: Heterossexual
Contém 2291 palavras
Data: 02/02/2026 08:19:11

Oieeee, Alicia aqui com vocês para mais um conto picante!

O que estão achando de nossos contos, deixem nos comentários. Estamos escrevendo bem, os contos estão muito arrastados..enfim... queremos saber a opinião de vocês.

Enfim, sou uma moça morena de 20 anos, cabelos castanhos, com 1,65m e 78kg. Muito simpática e extrovertida, que adora um gordinho. Se for +40, melhor ainda... vou contar como foram os primeiros dias na academia. Eu tinha em torno de 1.6 anos, queria ficar definida... mais gostosa... E nas primeiras semanas, nada poderia me parar.

Era um sábado de manhã, estava friozinho, mas me preparei. De calça legging, topzinho colado e blusa de frio, parti pra academia.

— Sério, Alicia?!? Vai querer mesmo ir nesta chuva?

— Sim, mãe, me leva!

Fomos de carro e pensei que aquele era o melhor momento.

— Bom que a academia vai estar vazia! — falei mexendo na minha mochila. — Que droga! Esqueci meus fones. Mas, tudo bem!

Entrei na academia. Como imaginei, havia poucas pessoas. Guardei minha mochila no armário junto com minha blusa de frio e fui pra esteira que ficavam nos fundos.

Para chegar até as esteiras, subi por uma escadinha de concreto.

— Bom dia, mocinha!

— Oi... oi!!

Fiquei sem graça. Havia um senhor de uns 50 e poucos anos, deduzi. Tinha um sotaque baiano, bem moreno, cabelo raspadinho.

— Vou usar esta mesmo. — Falei ligando a esteira.

Reparei que o coroa olhava meus seios que já eram bem grandes. Ele usava uma camisa regata preta que marcava muito bem a barriga e um short tactel colorido.

— Pelo visto, hoje não vai vir muita gente?

Percebi que ele queria puxar assunto.

— Pois é! Está bem vazia. É sempre assim?

Ele riu.

— Quando está chovendo, o pessoal não anima de vir. Meus amigos mesmo... não podem ver uma chuvinha que desistem. Não sabem o que estão perdendo!

Senti uma certa malicia naquela frase.

— O ruim é o frio, né? — brinquei. — Se tivesse mais quente, teria vindo de shortinho.

— Nossa! Eu ia querer ver isso! Sou Sergio e você?

— Alicia. Bem, eu até trouxe meu shortinho, mas...ainda tá frio.

Ele coçou a cabeça.

— As bicicletas são boas pra isso.

Algumas bicicletas ergométricas estavam diante das esteiras. Claro, parei a esteira e fui na que estava bem em frente a esteira dele. Me posicionei e comecei a pedalar.

De onde ele estava, deslumbrava a minha bunda que eu fazia questão de mexer de um lado para o outro. Virei um pouco a cabeça e vi ele secando.

— Seu Sergio, minhas pernas já estão queimando!

Ele chacoalhou a cabeça como se saísse de um transe.

— Está indo muito bem. Continua... Mas joga o corpo mais pra frente e pedala.

Olhei para frente, empinei bem a bunda e pedalei. Como eu estava com uma calcinha fininha, comecei a piscar o cuzinho. Certeza que ele percebeu.

— Puta que pariu! Que isso?!?

Novamente, me virei de lado, o coroa estava vidrado na minha bunda.

— Estou fazendo certo?

Ele saiu da esteira e veio ao meu lado. Seu short parecia que iria explodir.

— Com certeza. Vou começar meu treino... Antes, preciso ir no banheiro.. a gente se vê!

Ele desceu a escada, deu alguns passos e entrou pela porta do banheiro. Tomei coragem e o segui. Mesmo sabendo eu poderia me dar mal, olhei para dentro do banheiro. Escutei o coroa mijando no box.

— Meu irmão..to te falando! Tem uma morena aqui que é uma delicia que só.

Ele estava no celular. Falava alto devido ao barulho da chuva que caia no telhado. Resolvi arriscar e entrei no banheiro. Havia apenas dois box e a pia. O coroa mijava com a porta do box aberta enquanto segurava o celular.

— O que?!? Bem mais gostosa, irmão. Cara, te falo até que estava com o cuzinho piscando... AHNN! O que eu fiz? Vim pro banheiro, lógico!

Comecei a apertar meus seios ouvindo ele falar.

— Minha benga estava quase rasgando o short. Tá louco?!? Claro... se tivesse chance meteria gostoso naquele rabo.

Ele parou de mijar e chacoalhou.

— Pode crê! Até mais.

O coroa desligou o celular.

— E agora? Quer saber... acho que vou ter que bater uma!

Ele se virou e levou um susto.

— OH, PORRA! Que está fazendo aqui?

Dei alguns passos, passei pela porta e a fechei.

Seu Sergio apenas riu.

— Estava escutando minha conversa, né? — perguntou colocando o celular em cima do vaso. — É isso que veio procurar?

Apertou a pica dura que marcava o short.

Me ajoelhei já abaixando o short dele. Um cacete preto saltou, 17cm, duro e grosso.

— Chupa, moreninha assanhada!

Segurei a rola com as duas mãos, olhei para cima e ele me encarava.

— Que foi? Nunca mamou antes?

— Um pirocão assim? É a primeira vez. Olha o tamanho dessa cabeça.

Passei a língua em torno da chapeleta e ele deu um gemidinho.

— Vai, gracinha. Todo seu!

Segurei o saco dele com uma mão, levantei a piroca encostando na barriga e chupei da base até a ponta.

Seu Sergio enrolou meus cabelos na sua mão. Pegou a pica e bateu na minha cara.

— Vai ficar assim, é? Toma! Toma!

A pica batia na minha cara e eu sorria.

— Abre a boca, cadela! Bota a língua pra fora!

Obedeci e logo, a rola entrou rasgando. Faltou pouco pra eu engolir tudo.

GLUB, GLUB, GLAB

Ele movia minha cabeça com uma mão e segurava a rola com a outra.

— Biscatee! ASSSIMMM! HUMMM

Eu babei tanto que começou a escorrer para o saco dele.

— Gostosa do caralho! Quenga! Chupa meus ovo, anda!

Ele me soltou e cai de boca naquele saco liso e enrugado.

— UINN! AINNN!

Ele gemia baixinho.

— Vem aqui, cachorra.

Me colocou de pé, passou a mão na alça do meu topzinho e abaixou tudo.

— OLHA SÓ ISSOOO, RAPAZZZZ!

Segurou meus seios comas duas mãos.

— São pesados! Essa vaquinha deve estar cheia de leite pra soltar!

— OUNNN! AINNN!

Ele chupou meus bicos, as vezes, dava umas mordidinhas. Foi quando me jogou contra a parede do vaso.

— Agora, esse cuzinho!! Tava piscando pra mim, né!

Antes que eu falasse algo. O coroa abaixou minha calça legging e puxou o fiozinho da minha calcinha de renda.

— Não sei pra que está usando isso? Só serve pra atrapalhar.

Ele fez força com as mãos e arrebentou minha calcinha.

— HEYY! Não precisa disso!

PLAFT

Deu um tapa na minha cara.

— Cala boca, puta! Se faz tanta questão, te compro quantas quiser. Vai ser minha cachorra daqui pra frente! Então... se acostuma com seu macho!

Ele encurvou e chupou meu cuzinho.

— AINN, SEU Sergioooo!

O coroa apertava minha bunda com força.

— Aoba! Sérgio?!?

Escutamos uma voz. O coroa riu, subiu o short e abriu a porta do box.

— Fala, Jorge!

— Mas... que putaria tá rolando aqui?

Seu Jorge é um homem com seus 40 e poucos anos, branco, todo robusto. Estava usando um short azul e camiseta regata branca.

— Essa é a morena que te falei.

— E ai, mocinha! Alicia...humm! Nome de putinha mesmo!

Os dois riram, levantei minha calça e meu topzinho; e fui saindo. Mas, Seu Sérgio agarrou meu braço.

— Aonde você vai, amorzinho? Tá com medo de encarar nós dois?

Seu Jorge foi até a porta do banheiro.

— Que bom que eles deixam a chave aqui. Alicia, posso trancar a porta?

Eu sabia o que iria rolar se aceitasse. Dei um empurrão em Seu Sérgio, fui até a porta, a fechei e tranquei.

— Bom... nunca fiz DP sempre tem a primeira vez.

Segurei Seu Jorge pela camiseta e o beijei. O coroa apertou minha bunda e, logo, Seu Sérgio chegou por trás me encoxando.

Os coroas me colocaram de lado, Seu Jorge me ajudou a tirar o topzinho e Seu Sérgio abaixou a minha calça.

— Que morena fogosa, Sérgio! PORRAANNN!

— Te falei, cara. Essa deve meter que é uma beleza!

Seu Sérgio me puxou e grudou em meus seios enquanto o outro coroa alisava minha bunda.

Foi ai que sai de perto deles, fui até perto da pia. Eles me seguiram.

— O que vai fazer, biscatinha? — perguntou Seu Jorge.

Sentei no chão ajoelhando sobre as pernas dobradas.

— Quem vai me dar rola, primeiro?

Os dois, rapidamente, abaixaram o short e tiraram as camisetas, colocando-as sobre a pia.

— Duas picas pra você, bbzinha! Qual quer, primeiro? Minha caceta preta?

Eu estava maravilhada. Assim, como a rola preta de Sérgio, a pica branca de Seu Jorge também era grossa. Peguei cada pau com uma mão e fiquei punhetando ambas.

— Bem... eu já senti essa boca. — disse Seu Sérgio colocando a mão na minha cabeça e guiando para a do amigo. — Engole tudo, puta!

GLUB, GLUB, GLUB

— CARALHOOO! QUE DELICIAAA...PORRAAA!

Seu Jorge colocou as mãos na cintura.

— Isso que é vida! AINNN!

GLUB, GLUB, GLUB

Comecei a revezar a mamada em cada rola. Punhetava um e mamava o outro enquanto os coras me xingavam.

— Que piranha safada. — disse Seu Jorge.

— Tá prontinha pra ser adestrada no pau. — afirmou Seu Sérgio.

Fiquei de pé, Seu Jorge se agachou e jogou minha perna direita sobre seu ombro.

— E essa xota?!?

Seu Sérgio ficou por trás de mim e ajoelhou. Logo, sua língua se encontrava em meu cuzinho. Eu me equilibrava segurando na pia.

— AINNN! UINNN!

Eles me chuparam até minhas pernas tremerem.

— Hora de fuder com a puta! — disse Seu Sérgio se deitando no chão. — Caralho! Que chão gelado. Mas que se foda.

Seu Jorge se levantou e me deu um tapa na bunda.

— Anda, Alicia! Senta na caceta dele.

O pau de Seu Sérgio estava durasso apontando para o teto. Me agachei e posicionei a rola na minha bucetinha que estava lubrificada. Fui descendo com calma.

— EITAAAA! CARALHOO! BUCETUDAA DA PESTEEE! AHNNN!

Foi quando levei um tapa na cara de Seu Sérgio.

— Cavalga, sua égua!

PLAU, PLAU, PLAU

Comecei a fuder bem gostoso. Seu Jorge parou do meu lado, entrelaçou meu cabelo em sua mão.

— Chupa aqui...chupa, princesinha!

Ali estava eu, sentando na pica do negão e mamando até o talo.

— ISSOOOO! Pula! Pula! Pula!

Seu Jorge me soltou, Seu Sérgio ficou parado deitado e ofegando.

— Alicia, joga o corpo pra frente e empina esse rabo!

PLAFT

Logo, Seu Jorge estava penetrando em meu cuzinho guloso.

— AINNN! CARALHUUU! PORRAAA!

Eles riram e Seu Sérgio falou:

— Primeira vez, vagabunda?!?

— SIMMM! OHNNN!

PLAU, PAU, PLAU

Seu Sérgio ficou parado enquanto Seu Jorge comia meu cu.

— Estou enfiando até as bolas...que delicia, porra!

PLAU, PLAU, PLAU

Até que Seu Jorge parou.

— Fode com nós dois...vamos!

Comecei a me mexer, meio sem jeito.

Até que eles aceleraram a metida.

— ASSIMMM NAUNNN!! UINN! AINNN!

As duas pirocas me invadiam com força. Mas eu gostei, estava servindo dois homens que provavelmente eram casados, tinham até netos. Eu ali, sendo devorada por eles, comecei a gemer.

— GOSTOSOOOO! OHHNNN! AINNN!

PLAU, PLAU, PLAU

Seu Jorge me soltou e se levantou. Me pegou pelo braço.

— Vem aqui. Já estou quase gozando, cachorra!

Seu Sérgio também ficou de pé. O negão me pegou pelas pernas e, com a ajuda do amigo, me ergueu e me colocou em sua pica. Quando encaixou, deu sinal para o Seu Jorge.

— Vamos mostrar pra ela... Vagabunda! Ahnnn!

Seu Jorge posicionou a rola em meu cuzinho. Logo, eu estava sendo erguida pelos dois coroas que fudiam simultaneamente, minha bucetinha e meu cuzinho.

— UINNN! ASSIMMM! OHHNNN!

Até o timbre da minha voz tinha mudado. Eu gemia fino e eles riam.

— Vou meter um filho nessa cachorra!

— Que isso, Sérgio?!? Vai gozar dentro!

PLAU, PLAU, PLAU

Eu escutava calada já revirando os olhos.

— Então... vou encher o cu da puta também!

Eles aceleraram ainda mais. O cheira de macho suado se misturava ao meu suor. Eu delirava enquanto eles me arremessavam para cima a para baixo em suas pirocas.

— OHNNN! VOU GOZAAAAA! — Gemi alto abraçando Seu Sérgio. — OHNNN!

— PORRAAA! ARGHHH! CARALHOOOO! — Seu Sérgio tremeu ao sentir minha xota contraindo.

— ARGHHH! O CUUU DELAAA! ARGHHH! TA QUERENDOOO! — Gemeu Seu Jorge esporrando em mim.

Quando paramos, estávamos exaustos. Eles tiraram a pica de mim e a porra pingou no chão. Me colocaram no chão e cai ajoelhada.

— Essa garota é um depósito de porra! Puta que pariu! — zombou Seu Sérgio segurando a rola.

— Eu ainda to soltando leite! — afirmou Seu Jorge. — Vem, Alicia... deixa a mamadeira bem limpinha.

Grudei na pica dele e dei algumas sugadas.

— Aqui pra você! — disse Seu Sérgio colocando a rola na minha cara.

Eu dei um sorrisinho bem sacana.

— Vocês acabaram comigo, hein! Nossaa!

Eles começaram a pegar as roupas e se vestiram em silêncio.

— Queria ver a cara das suas esposas se soubessem a putaria que fizemos aqui.

Seu Sérgio riu.

— Elas não iriam acreditar. Mesmo se você contasse.

— Por isso é bom ser um bom marido, Alicia. — disse Seu Jorge. — Elas nem desconfiam porque gostamos tanto de academia. É difícil... mas, ás vezes, surge umas putinhas como você sedentas por sexo.

Me vesti em silêncio.

— HUMMM! Pensei que fosse a primeira vez de vocês!

Seu Sérgio riu e me deu um tapa na bunda antes de ir até a porta.

— Uma gostosa dessas?!? É a primeira vez, mesmo. Mas, já botei a filha dele pra me mamar.

Seu Jorge riu.

— Já chupei a buceta da filha dele várias vezes.

Os coroas saíram rindo e fiquei pasma. Sai do banheiro e me tremi toda. Os dois coroas estavam sorrindo, ao lado deles, duas mulheres estavam com duas jovenzinhas.

“Se elas soubessem o que acabamos de fazer.”

Empinei a bunda, passei entre eles e sorri.

— Até amanhã, Seu Sérgio e Seu Jorge!

As mulheres começaram a questioná-los. Peguei minhas coisas, aproveitei que a chuva tinha parado e fui pra casa.

Este foi mais um conto sacana da sua moreninha. Se gostaram, comentem. Quem aí gostaria de fazer academia comigo?... Teriam algum amigo para participar?hahaha

Bjoss!

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