Na casa deles, o amanhecer foi puro aconchego conservador. Leonardo acordou primeiro, preparando café fresco na cafeteira, o aroma enchendo a cozinha minimalista. Adriane desceu de robe de seda curto, cabelos desgrenhados, beijando sua bochecha com um "Bom dia, Leonardo". Sentaram à mesa com croissants quentes e suco natural, conversando sobre o Dia 1 — "Você foi incrível ontem... mal posso esperar pela noite", disse ela sorrindo, mão leve no joelho dele. Ele retribuiu elogiando a comida: "Seu jantar foi perfeito". Sem toques além de carícias casuais, vestiram-se para o trabalho — ternos impecáveis, beijo casto na porta —, partindo com olhares cúmplices.
Aqui em casa, amanhecemos revigorados, o sol filtrando pelas cortinas. Marcelo, de cueca boxer justa, preparava café forte na cozinha; eu, de camisola leve de algodão que mal cobria minhas coxas, cortava frutas na bancada. "Dormiu bem depois da loucura?", perguntou ele, voz rouca, olhos devorando minhas curvas maduras. Ri, relembrando o Dia 1: "Como esquecer você me comendo na parede?". Nossas mãos se tocaram "acidentalmente" ao pegar a torradeira — faíscas elétricas subiram. Beijos começaram suaves, lábios se roçando sobre o suco derramado; ele me ergueu na pia de granito frio, camisola subindo, boceta úmida exposta. "Aqui mesmo?", gemi, pernas envolvendo sua cintura enquanto ele chupava meus seios por cima do tecido, pau endurecendo contra mim. Penetrou devagar, vaginal intenso de pé — glande esticando-me, bombadas ritmadas batendo na pia, unhas minhas cravadas em suas costas musculosas, gemidos ecoando "Mais fundo... assim!". Viramos de quatro na mesa de café, ele metendo selvagem por trás, mãos nos meus quadris largos, ritmo urgente mas natural como respiração. Gozei trêmula, contrações apertando-o; ele explodiu dentro, sêmen quente escorrendo. Banho quente depois, corpos colados sob a água, sabonete escorregando entre nós — rimos da "rotina nova", prontos para o trabalho.
O dia passou em névoa de reuniões e mensagens safadas — eu no escritório fantasiando com Marcelo, ele me enviando fotos discretas da cueca tensa.
Às 20h, Marcelo voltou primeiro, regata colada ao peito suado do expediente, e assumiu a cozinha — macarrão ao alho e óleo com molho caseiro de tomate fresco, aroma italiano enchendo o ar quente e úmido. Eu cheguei logo após, short curto jeans marcando a bunda empinada e redonda, top solto deixando os seios cheios balançarem livres a cada passo. "Deixa eu ajudar com o jantar", disse natural, pegando a faca para cortar manjericão na tábua ao lado dele, nossos braços roçando de leve a cada movimento, eletricidade sutil no ar. Vinho tinto leve nas taças de cristal, goles suaves aquecendo o papo descontraído sobre os filhos na escola e viagens antigas pela Europa, mas olhares famintos traíam a tensão — "Ontem você me deixou louca o dia todo... imagina aqui na cozinha?", provoquei baixinho, minha coxa pressionando a dele de forma casual sob a bancada, sentindo o calor subir.
Às 21h, servindo os pratos fumegantes e perfumados na mesa de madeira rústica, sua coxa roçou a minha com mais insistência enquanto se inclinava — "Ops, desculpa", murmurou com sorriso safado. Ri nervosa, o som ecoando leve, e puxei sua mão grande para a minha cintura exposta, selando com beijos lentos e exploratórios que viraram urgentes em segundos, línguas famintas dançando com gosto azedo-doce de vinho tinto, respirações ofegantes misturando-se ao vapor dos pratos. Mãos exploraram por cima da roupa com urgência crescente: as dele apertando meus seios cheios e pesados, polegares roçando mamilos duros sob o top fino; as minhas descendo ao pau latejante e grosso sob o jeans apertado, sentindo veias pulsarem. "Não aguento mais esperar por você", grunhiu rouco contra meu pescoço, erguendo-me com facilidade para a bancada alta de granito frio, short jeans arrancado devagar junto com a calcinha úmida — boceta depilada e inchada brilhando sob a luz LED crua da cozinha, lábios carnudos entreabertos e melados. Ele ajoelhou ali no piso frio, boca voraz chupando os grandes lábios com sucção faminta, língua ávida circulando o clitóris inchado e sensível em círculos rápidos, dois dedos grossos curvados penetrando devagar e bombeando meu ponto G com precisão ritmada, sucos quentes escorrendo pela borda da pia e pingando no chão. "Você é viciante, Andressa... tão molhada e doce pra mim", rosnou entre lambidas profundas, o prazer acumulando como pressão insana — gozei arqueando as costas contra os armários, pernas tremendo violentamente ao redor de sua cabeça, ondas pulsando enquanto sucos encharcavam seu queixo e pescoço.
Puxei-o para cima ainda ofegante do meu orgasmo, o corpo dele quente e firme contra o meu, mãos trêmulas descendo ao zíper do jeans com urgência faminta, revelando o pau grosso e veiudo ereto como pedra, glande vermelha e inchada latejando visivelmente sob a luz crua da cozinha, pré-gozo perolando na ponta. A penetração vaginal veio de pé contra a pia gelada e dura, minhas pernas grossas envolvendo sua cintura com força instintiva, calcanhares pressionando as nádegas musculosas dele para puxá-lo mais fundo; bombadas começaram lentas e deliberadas, glande rompendo a entrada apertada e sensível da minha boceta ainda pulsando do chupado, pau preenchendo cada centímetro vazio com fricção ardente e esticadora, veias salientes roçando as paredes internas encharcadas, esticando-me ao limite delicioso que arrancava gemidos roucos meus. Seus quadris batiam com força crescente contra os meus, o impacto ecoando úmido pela cozinha vazia, unhas minhas cravadas e riscando as costas suadas e musculosas dele, deixando marcas vermelhas de posse, gemidos altos e descontrolados escapando "Me fode aqui na cozinha, Marcelo... quebra minha boceta madura de vez, não para!". Ele acelerou impiedoso, ritmo virando animalesco, bolas pesadas e peludas batendo ritmadas na minha bunda empinada e carnuda a cada estocada profunda, suor pingando copioso de sua testa e pescoço para molhar meus seios cheios e balançantes, traçando riachos quentes pela pele arrepiada; o som molhado e obsceno de pele contra pele encharcada misturava-se aos nossos grunhidos animais e à respiração ofegante, o ar denso com cheiro de sexo cru, alho e tomate fervido.
O clímax se aproximava inevitável, fome primal acumulada explodindo sem aviso: virei de quatro instintivamente sobre a mesa de madeira rústica, pratos fumegantes e taças empurrados com pressa desleixada para o lado, talheres tilintando no chão, ele posicionando-se atrás de mim sem pausa, metendo fundo por trás com uma estocada única e possessiva — pau inteiro desaparecendo na boceta encharcada e escorregadia, glande beijando o colo do útero a cada fundo, mãos grandes e calejadas apertando meus quadris largos com força bruta, dedos afundando na carne macia, ritmo selvagem e natural como uma tempestade, puxando-me contra ele enquanto bombava sem misericórdia. Tapas leves na bunda carnuda e marcada pelo tempo ecoavam com palmadas secas e ardentes, pele corando sob os impactos "Pega tudo, Andressa... toda essa rola grossa é sua, aguenta!". O prazer subia em espiral insana, clitóris latejando com cada batida das bolas dele, paredes internas convulsionando; gozei gritando primeiro, ondas violentas e convulsivas explodindo do âmago, apertando-o como um torno vivo e ritmado, leite grosso e quente escorrendo em fios pelas minhas coxas trêmulas e bambas, corpo arqueando em espasmos incontroláveis. Ele resistiu só segundos, explodindo dentro logo após com rugido gutural, jatos quentes e espessos de sêmen inundando meu útero em pulsos potentes, enchendo-me até transbordar, sêmen cremoso escorrendo devagar pelas pernas marcadas enquanto colapsávamos juntos no chão frio e duro da cozinha, suados, ofegantes e saciados, rindo entre suspiros do caos molhado ao redor — o aroma almiscarado de sexo cru misturando-se perfeitamente ao molho de tomate esquecido, selando mais uma noite de pacto incendiário.
Adriane orquestrou tudo com precisão elegante. Às 20h, levou Leonardo à sala de jantar iluminada por velas tremeluzentes, acomodando-o na cadeira de encosto alto: "Sente-se aqui, Leonardo... prove isso da minha mão". Vinho branco gelado nas taças altas, ela alimentava-o com ostras frescas e salgadas direto da concha e filé mignon tenro cortado em pedaços pequenos, sussurros autoritários suaves "Mastigue devagar... sinta o gosto de mim nisso", dedos roçando seus lábios a cada mordida, o ar carregado de tensão sensual. Beijos profundos e lentos evoluíram natural, línguas se entrelaçando com sabor de vinho cítrico, mãos dela despindo-o devagar com paciência — camisa primeiro, revelando o peito largo; calças depois, pau ereto e pulsante saltando livre sob toques leves e provocantes que o faziam gemer baixo.
Às 21h30, sexo dela por cima lento e controlado na mesa posta com toalha branca impecável: ela subiu sobre ele com graça felina, posicionando a boceta úmida, depilada e rosada bem na glande salgada e inchada do pau dele, engolindo-o centímetro por centímetro com descida ritmada — paredes internas apertadas e quentes pulsando ao redor da grossura média, fricção interna ardente acumulando calor como brasa lenta, quadris dela ditando compasso preciso e implacável, subindo e descendo em ondas controladas que faziam a mesa ranger de leve. Gemidos baixos e abafados dela ecoavam "Assim... devagar, obedeça meu ritmo, sinta como eu te controlo", mãos finas pressionando os ombros dele, unhas curtas marcando pele vermelha enquanto o vinho amplificava cada pulsação profunda, ele arqueando as costas para ir mais fundo, rosnando "Você é incrível... não para". O prazer crescia em camadas: ela girava os quadris em círculos lentos no fundo de cada descida, clitóris roçando a base peluda dele, sucos melados escorrendo pelas bolas tensionadas; ele gemia rouco "Mais... por favor", submisso ao comando dela, mãos inertes nas laterais até ela permitir que as usasse nas coxas esguias. Acelerou sutil no clímax, contrações ritmadas e profundas pulsando ao redor do pau como um torno suave e vivo, corpo esguio arqueando em ondas trêmulas e elegantes até gozar com suspiro longo e satisfeito, unhas cravadas levemente.
Oral dela nele veio logo após, ainda na mesa: ajoelhada graciosa entre as pernas dele, chupada devagar e controlada como extensão do comando — língua plana e quente circulando a glande salgada e latejante em espirais ritmadas, sugando com maestria precisa a cabeça inchada enquanto uma mão massageava as bolas cheias, a outra bombeando a base veiuda devagar; saliva escorrendo pelo comprimento, olhos dela fixos nos dele para manter o domínio, até ele gemer entre dentes "Você manda tão bem... vou explodir". Ele gozou na boca dela com jatos quentes e grossos, ela engolindo com sorriso cúmplice antes de subir para carícias guiadas — mãos dela traçando o peito suado dele, sussurrando ordens suaves "Toque aqui... devagar", sem pressa ou fúria, só controle sensual. Gozaram juntos em ondas suaves e prolongadas na segunda rodada vaginal breve, sêmen enchendo-a completamente enquanto ela arqueava satisfeita, corpos colapsando em abraços preguiçosos.
Massagem mútua pós-clímax com óleo essencial nas costas dele, sono abraçados sob lençóis frescos — intimidade doce, prometendo mais comandos serenos.
Nós dois, ainda suados da cozinha, traçamos planos casuais e instintivos: uma noite de jogos de tabuleiro na sala ampla, com damas, xadrez e cartas eróticas improvisadas na mesa de centro baixa, petiscos leves como queijos e uvas, vinho rosé gelado em taças altas. "Vamos começar inocentes, mas aposto que te chupo debaixo da mesa na terceira rodada", provoquei por mensagem, imaginando o riso virando gemidos enquanto ele me pega vaginal de lado no tapete felpudo, mãos na manta, sexo urgente com o jogo espalhado ao redor — unhas nas costas dele, sussurros sujos entre jogadas, suor salgado na pele. Sem frescuras, só desejo natural brotando do entretenimento caseiro, terminando com corpos colados no sofá.
Eles optaram pelo refinado e controlado: transformar a sala em cinema particular com streaming de um filme clássico erótico ("Último Tango em Paris"), pipoca artesanal caramelizada e taças de espumante brut na mesa de centro, luzes baixas e cobertor macio. "Você fica quieto e obedece durante as cenas... se eu mandar, me chupa devagar no sofá", comandou ela por áudio, prevendo sexo dela por cima ritmado no assento largo, oral controlado dele nela entre pausas do filme, ritmo ditado por sussurros — "Devagar, sinta o filme em mim". Final sereno com abraços sob o cobertor, conversa sobre cenas, sono tranquilo na cama.
Os planos selavam o pacto — brincadeiras caseiras versus prazer orquestrado, tudo dentro de casa, prontos para mais um dia de trocas transformadoras.