Divorciada do Tinder

Um conto erótico de Terapeuta Tântrico
Categoria: Heterossexual
Contém 1199 palavras
Data: 13/02/2026 23:37:52

Passeando pelos likes do Tinder, me deparo com uma moça chamada Kelly. Morena, na biografia dizia ser enfermeira, 42 anos, divorciada e à procura de um amor verdadeiro. Totalmente ao contrário do meu perfil: 35 anos, em busca de momentos de prazer, sem cobranças, sem planos futuros. Mas bateu uma curiosidade de saber o porquê de ela ter dado match. Leu minha biografia? Foi apenas pela foto? Ou pelo fato de eu ser Terapeuta Tântrico? Mandei uma primeira mensagem de abordagem...

Kelly, confesso que seu match me deixou curioso. Vi que você busca algo real e eu busco o sensorial. Foi o meu perfil de terapeuta que te chamou atenção ou você também gosta de desafios?

(Ela) — Oi Dante, então, li sim sua biografia, me interessei pelo "conjunto da obra". Mas confesso que estou necessitando de uma boa massagem. Também fiquei curiosa para saber dessa tal de massagem tântrica; já ouvi falar, vejo posts no Instagram, mas nunca tive coragem ou oportunidade de receber uma. Na verdade, nem massagem profissional mesmo.

Nisso, então, expliquei para ela como funcionava a massagem tântrica e o medo que muitas pessoas colocam por trás dela, se aproveitando sexualmente da terapia em si para levar vantagem. Ofereci a ela uma cortesia. Como eu não tinha espaço próprio alugado, disse que ela poderia pagar apenas o valor da locação do espaço, que era um valor bem simbólico.

Ela ficou bem curiosa, a fim de conhecer mais da massagem e, claro, de receber também. Agendamos para um sábado de manhã, na saída do plantão dela.

Aqui está a correção da terceira parte, mantendo sua linguagem e garantindo a fluidez da leitura:

📖 A Divorciada do Tinder (Parte 3) - Corrigida

Cheguei na sala alugada por ela, próximo à Paulista. Organizei tudo: venda, óleo, gel, vibrador, luz baixa e som para massagem...

O interfone toca, autorizei a entrada. Ela chega: linda, alta, sorridente, mas visualmente cansada. Disse que estava exausta e que quase desmarcou por não dar conta de ficar acordada.

(Eu) — Pode ter certeza de que não irá se arrepender desse esforço. Sairá daqui muito melhor do que chegou, já querendo marcar uma próxima sessão.

A sala de terapia que alugo é bem completa e aconchegante: tem banheiro, toalha, cafeteria, poltrona e maca. Fiz um café para ela enquanto eu explicava detalhadamente como era a massagem, se ela tinha alguma restrição ou dores em algum local específico — um checklist completo que sempre faço antes da massagem, normalmente antes mesmo de a pessoa me encontrar.

Antes mesmo de eu oferecer a ela uma toalha para ir ao banheiro se despir e vir enrolada, ela simplesmente tira a alça do vestido que estava vestindo e deixa-o cair, revelando seu corpo bem cuidado e uma lingerie branca fio-dental.

(Ela) — Tiro tudo?

(Eu) — Se se sentir mais à vontade, vai ser melhor. Os toques serão mais detalhados em cada parte do seu corpo.

Ela, então, tira tudo. Desabotoa o sutiã, deixando aqueles seios à mostra, já com os bicos pontudos.

(Eu) — Está com frio? — falo, olhando para seus mamilos.

Ela apenas sorri, coloca a venda, deita na maca de bruços e diz:

(Ela) — Estou pronta.

Como ela estava cansada, com algumas dores musculares, comecei com uma massagem relaxante; uns 15 minutos de massagem sem toque sensual. Então, como sempre faço na minha massagem tântrica, gosto de conhecer o corpo da pessoa a fundo: a reação de cada toque, a sensibilidade, a respiração. Por isso, sempre começo pela sensitiva, focando na respiração profunda da cliente. No toque sensitivo, a pessoa se arrepia toda. Normalmente eu faço com as pontas dos dedos, mas dessa vez fiz com uma pena, despertando sentidos que ela jamais imaginou. Uma sensação tão prazerosa que ela chega a se contorcer na maca antes mesmo do primeiro orgasmo. Quando toquei com a pena em seu abdômen, ela se tremeu toda, levantando o quadril e mordendo os lábios... Ali, a massagem sensitiva tinha surtido o efeito esperado.

Na segunda parte, eu começo com óleo, mas também quis fazer diferente: usei vela quente de massagem. Pedi para que ela se virasse novamente de bruços e fui pingando lentamente a vela pelo seu corpo, das pernas até a nuca. Ela soltava uns gritinhos de prazer; os dedos dos seus pés se contorciam, e suas mãos apertavam o lençol da maca.

Começo a massagem pelos pés, tocando suavemente alguns pontos e subindo até chegar em suas coxas. Abro as pernas dela, fazendo toques mistos — ora lentos, ora rápidos — próximo ao seu ânus e à sua gruta. Subi pela lateral do seu corpo, cheguei à nuca e desci novamente, explorando a parte externa de sua boceta, que já estava quente e molhada. Em movimentos circulares, pedindo licença ao seu corpo, fui invadindo cada parte dele, cada detalhe. Ela gozou, então, antes mesmo de eu pedir para ela se virar, tremendo-se toda e gemendo baixinho.

(Ela) — Hummm, que delícia esses toques... por mim, pode continuar assim.

(Eu) — Não. Vire-se para mim. Agora vem a melhor parte.

Ela então se virou e nem precisei pedir para afastar as pernas; ela mesma o fez por conta própria. Novamente usei a vela, pingando em seus seios e no abdômen, fazendo-a soltar alguns suspiros. Faço, então, massagem em seus seios e mamilos usando o óleo da vela, de leve, com as pontas dos dedos, descendo até chegar novamente à sua preciosa — que, depois de gozar, já estava toda lambuzada, tanto que nem foi preciso lubrificante. Começo com toques sutis, como de costume: parte externa, grandes e pequenos lábios, até chegar ao seu clitóris. Ao tocar seu clitóris, imediatamente:

(Ela) — Caralho, eu vou gozar de novo!

Tremendo as pernas, ela se agarrou em mim e apertou os lábios, mas continuei. Aumentei a velocidade dos toques, fazendo-a ter um orgasmo segundos após o outro. Encontro, por dentro de sua boceta, o seu ponto G. Com dois dedos, faço o movimento de vai e vem; introduzo meus dedos e não os tiro, deixo-os lá, dançando com seu ponto de êxtase, até que sinto sua boceta literalmente expulsar meus dedos para fora, fazendo-a ter o primeiro squirt da sua vida. Não foi nada exagerado, mas o suficiente para molhar a maca. Por fora, toquei rapidamente seu clitóris, fazendo-a gozar mais e mais.

Para minha surpresa, ela toma a iniciativa: tira a venda, abaixa minha calça e começa a me chupar. E fomos assim: ela me chupando, eu a tocando e ela gozando. O oral dela era maravilhoso: babado, molhado, quente.

(Eu) — Isso é para me fazer gozar também? Porque se for, está quase conseguindo.

(Ela) — Caralho, que pau gostoso, mão gostosa, dedos gostosos... goza logo na minha boca!

Gozei. Gozei gostoso na boca dela. Ela fez questão de se lambuzar com minha porra, de espalhá-la por todo o seu rosto. Essa parte não estava no combinado, rs... mas confesso que gostei; ou melhor, gozei gostoso. Ela, no fim, disse que nunca tinha chegado a esse tipo de orgasmo, que nenhum homem tinha encontrado o ponto G dela e que achava que aquela sensação era xixi, mas agora aprendeu que é um squirt. Saiu de lá já com outro agendamento, rs, e dizendo que iria me recomendar para as suas amigas.

srcafajeste.sp@gmail.com

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Nick Safado a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários