A Massagem Tântrica

Um conto erótico de Terapeuta Tântrico
Categoria: Heterossexual
Contém 889 palavras
Data: 13/02/2026 22:16:24

— Puta que pariu, caralho, eu não paro de gozaaaar...

Essa foi a frase que me fez entrar de vez no mundo da terapia tântrica. Até então, tinha feito alguns cursos online apenas por curiosidade e para satisfazer namorada, esposa, etc.

Mas, conversando com uma amiga do trabalho em uma festa da empresa, ela me disse que precisava de uma massagem, que andava muito estressada, com o corpo todo duro e dolorido. Então, soltei para ela que tinha feito alguns cursos de massagem relaxante, podal e tântrica; se ela quisesse, sem compromisso, ela poderia ser minha primeira cliente, claro, sem custo. Na hora ela ficou surpresa, mas não disse que sim nem que não, e por fim nos desencontramos na festa. No final da festa, esperando o Uber na porta da empresa, ela aparece.

Naquele dia estava chovendo, ela morava bem longe e o Uber dela estava muito caro. Perguntou se eu estava indo para o mesmo caminho. Eu disse que não, mas se ela quisesse eu poderia ir, já deixando o convite no ar... Ela, sorrindo, então disse:

(Ela) — E então, se fizer aquela massagem que você disse que faz? Podemos ir para outro lugar.

(Eu) — Seria um enorme prazer para mim e para você. Só preciso passar antes em alguma farmácia ou sex shop, rs... comprar um óleo de massagem.

Então, pedi o Uber, coloquei o destino no motel com parada antes na farmácia. Comprei energético, água, óleo de massagem, lubrificante e preservativos...

Chegando no motel, senti ela meio nervosa. Mesmo ambos tendo bebido na festa e estando um pouco alterados, era perceptível o nervosismo dela. Coloquei, então, uma playlist própria para massagem... Pedi uns drinks que ela disse que gostava, bebemos, convidei-a para a hidro, para ficar mais relaxada, solta...

Já na hidro, ambos sem roupa, cheios de espuma, peço para ela ficar de costas para mim, para já iniciar uma massagem em sua nuca, ombros e braços. Sinto-a mais relaxada; ela solta uns gemidos curtos...

(Ela) — Humm, que delícia, que mãos gostosas... Se esse início está gostoso assim, nem quero imaginar o depois.

Então, peguei-a no colo e coloquei-a na cama. Como estava sem venda, deixei a meia-luz vermelha do quarto, baixei o som e pedi para ela ficar de bruços. Antes, comecei a massagem sensitiva apenas com as pontas dos dedos, bem lentamente, fazendo o corpo dela ficar em alerta, arrepiado, onde ela soltou mais alguns gemidos. Espalhei óleo pelo corpo dela, comecei a massagear seus pés e lentamente fui subindo: panturrilha, coxas (parte externa), lombar, ombros, braços, pescoço... Depois desci. Fui descendo com toques mais ousados, cheguei até suas coxas e comecei a tocar na parte interna. Afastei as pernas dela. Antes mesmo de tocá-la, era visível a sua excitação, escorria. Quando encostei meus dedos na parte externa da vulva dela, ela gemeu mais forte e segurou firme o lençol da cama. Mas eu não queria avançar o sinal; queria proporcionar a ela a melhor experiência da vida dela.

Com toques suaves próximo à entrada de sua boceta, deixei-a mais sensível. Explorei a vulva dela por inteiro sem mesmo penetrar sequer um dedo ainda. Senti o clitóris dela todo inchado. Senti que ela já queria gozar. Parei. Ainda não era a hora.

(Ela) — Caralho, continua, não para, quero gozar...

(Eu) — Você vai gozar quando for a hora de gozar...

Pedi para ela se deitar de frente. Meu pau já estava a ponto de bala, mas eu me controlei. Fiz a massagem sensitiva nela de frente para mim; depois, mais óleo pelo seu corpo. Massagem suave na ida e mais ousada na volta. Abusei dos toques em seus seios; ela disse que eram muito sensíveis e que não gostava muito de toques neles, mas quando toquei, ela se rendeu, gemeu, sua respiração ficou mais forte... Fiz uma massagem lenta e muito sensual em seus mamilos, usei a ponta dos dedos, usei a ponta da minha língua. Ela quase gozou novamente. Desci massageando pela lateral de seu corpo até suas coxas, abri as pernas dela e comecei lentamente com toques em sua vulva. Fui mexendo, explorando, peguei o clitóris dela, puxei o capuz e fiquei mexendo nele até ficar bem durinho, à mostra. Fiz massagem nos pequenos e grandes lábios usando as duas mãos. Ela se contorcia, queria gozar, até que pressionei o clitóris dela e soltei. Ela, então, gozou pela primeira vez. Seu corpo arrepiava; ela, em vez de apertar o lençol, pegou no meu pau e apertou.

(Ela) — Caralho, me fode, por favor, enfia esse pau em mim, quero gozar no seu pau.

Ignorei. Continuei a massagem, desta vez introduzindo um dedo dentro da boceta dela e outro massageando seu clitóris. Senti seu ponto G, enfiei mais um dedo, aumentei a velocidade. Então, fiz ela ter mais um orgasmo, desta vez um squirt, molhando toda a cama.

(Ela) — Puta que pariu, caralho, eu não paro de gozaaar...

Então, fiz ela ter vários squirting seguidos, vários orgasmos seguidos, até ela dizer...

(Ela) — Não aguento mais, calma... chega...

Foram vários. Um atrás do outro, até que o corpo dela, exausto e trêmulo, pediu clemência.

— Não aguento mais... calma... chega...

Dormimos abraçados. Pela manhã, o Uber a levou de volta para a realidade. Mas ela nunca mais seria a mesma mulher que entrou naquele carro sob a chuva.

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