Peguei Meu Pai Comendo Minha Irmã

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 1109 palavras
Data: 13/02/2026 21:52:47

Meu nome é Aline. Tenho dezoito anos recém-completados, ainda moro com meu pai e minha irmã mais velha, a Laura. A gente sempre foi só nós três desde que a mãe morreu, há uns cinco anos. Meu pai nunca mais namorou ninguém de verdade — pelo menos não que a gente soubesse. Ele trabalha muito, chega cansado, toma banho, come e vai dormir. Às vezes assiste futebol no sofá com uma cerveja na mão, mas no geral é um homem quieto, de poucas palavras, daqueles que mais mostram carinho com gestos do que com falas.

A Laura tem vinte e dois. Ela é tudo o que eu queria ser e nunca vou conseguir. Alta, corpo cheio de curvas, seios grandes que parecem desafiar qualquer blusa, bunda redonda, cabelo longo castanho-escuro que ela deixa solto ou prende num rabo de cavalo alto quando tá com calor. Todo mundo na rua vira pra olhar quando ela passa. Eu já ouvi muito “nossa, que mulherão” sussurrado atrás dela, e confesso que sinto uma pontada de inveja misturada com orgulho. Ela é minha irmã, afinal. Mas, ao mesmo tempo, olhando pro meu corpo ainda meio infantil — peitinhos pequenos, cintura fina, quadril que mal começou a arredondar —, eu sempre penso: “Por que ela ganhou tudo isso e eu fiquei com o pacote básico?”

A gente se dá bem, mas tem aquela diferença clássica de irmãs. Ela é mais solta, sai bastante, tem amigos, já teve uns namorados que eu conheci de vista. Eu sou mais na minha, gosto de ficar em casa lendo, vendo série, mexendo no celular. Às vezes a gente assiste filme juntas no sofá, dividindo uma coberta, e ela me zoa dizendo que eu ainda sou uma menininha. Eu retruco que ela é exibida demais, e a gente ri. Mas no fundo eu admiro ela. Sempre admirei.

Desde pequena a Laura cuidava de mim. Era ela quem me dava banho quando a mãe tava ocupada ou brigando com o pai. Eu me lembro muito bem daqueles banhos. A gente entrava na banheira juntas, água morna, espuma por todo lado. Ela lavava meu cabelo, passava sabonete nas minhas costas, e eu ficava olhando pros peitos dela crescendo ano após ano, invejando cada centímetro novo. Às vezes a brincadeira virava outra coisa. Ela me ensinava onde tocar pra sentir “aquela coisinha boa”. Primeiro era só o jato da ducha batendo no grelo, depois ela me ensinando como usar os dedos. Era tudo muito inocente na minha cabeça, só uma brincadeira de irmãs, uma troca de experiências sobre crescimento.

Meu pai eu sempre vi como… pai. Alto, ombros largos, barba rala que ele deixa crescer uns dias e depois raspa, voz grave que acalma qualquer coisa. Ele nunca foi de abraçar muito, mas quando abraçava era forte, de verdade. Eu gostava de subir no colo dele quando era pequena, sentir o cheiro de sabonete misturado com suor do trabalho, o peito largo. Às vezes eu sentia uma coisa dura roçando na minha bunda por baixo da calça, mas achava que era só “coisa de homem”, nem entendia direito. Ele dizia “vai brincar, filhota” e me colocava no chão. Eu saía correndo sem pensar mais nisso.

Até aquela noite.

Era uma quinta-feira comum. Eu tinha chegado da aula mais cedo porque o professor de química faltou. A casa tava silenciosa, só o barulho da geladeira e do ventilador da sala. Meu pai normalmente chega depois das oito, mas o carro dele já tava na garagem. Estranhei, mas não dei muita bola. Subi pro meu quarto, tomei banho, coloquei um shortinho e uma regatinha velha, deitei na cama mexendo no celular.

Foi quando ouvi.

Primeiro um gemido baixo. Depois outro, mais alto. Vinha do quarto do meu pai, no fim do corredor. A porta tava entreaberta — coisa que ele nunca deixa. Meu coração deu um pulo. Achei que alguém tinha invadido a casa, que ele tava machucado. Levantei devagar, pé ante pé, coração na boca.

Cheguei na porta e congelei.

Lá dentro, na penumbra, minha irmã tava de quatro na cama, completamente nua. Os seios enormes balançando a cada estocada. Meu pai atrás dela, também nu, segurando a cintura dela com as duas mãos, metendo com força. O pau dele — meu Deus — era grosso, comprido, veias saltadas, brilhando de tão molhado. Entrava e saía da buceta peluda dela com um barulho molhado que eu nunca tinha ouvido na vida.

— Isso, pai… mete mais fundo… — a Laura gemia, voz rouca, empinando a bunda pra trás.

— Porra, filha… você é tão apertadinha… — ele respondia, voz grave, quase um rosnado.

Eu não conseguia me mexer. Minhas pernas tremiam. Senti um calor subindo pela barriga, descendo até entre as pernas. Minha calcinha ficou molhada na hora. Eu sabia que era errado ficar olhando, mas não conseguia parar. Era como se meu corpo tivesse desligado o cérebro.

A Laura virou o rosto de lado, cabelo grudado na testa suada, boca entreaberta. Nossos olhares se cruzaram por um segundo. Ela não parou. Pelo contrário: sorriu de leve, um sorriso safado, e continuou rebolando, gemendo mais alto, como se quisesse que eu ouvisse cada palavra.

— Ai, pai… vai… me fode gostoso…

Eu levei a mão por dentro do short sem nem perceber. Meus dedos encontraram o grelo inchado, escorregadio. Comecei a me esfregar devagar, olhos grudados na cena. O pau do meu pai entrando e saindo, os lábios da buceta dela se abrindo e fechando em volta dele, o saco dele batendo na bunda dela. Tudo aquilo era errado, sujo, proibido… e me deixou molhada pra caralho.

Quando ele acelerou, grunhindo baixo, eu acelerei também. Senti meu corpo inteiro se contrair. Gozei em silêncio, mordendo o lábio com força pra não gemer, enquanto via meu pai dar as últimas estocadas fortes e gozar dentro da minha irmã. Ele ficou parado uns segundos, ofegante, ainda enterrado nela. A Laura se contorceu, gemendo alto, gozando junto.

Eu saí correndo na ponta dos pés pro meu quarto, tranquei a porta, joguei o corpo na cama e enfiei a mão de novo na calcinha. Gozei mais duas vezes seguidas só lembrando da cena. O pauzão do meu pai. Os gemidos da Laura. A porra escorrendo pela coxa dela quando ele saiu de dentro.

Naquela noite eu não dormi direito. Acordava suada, excitada, com a imagem grudada na cabeça. E uma pergunta que não saía da minha mente:

Por que eu queria aquilo também?

No dia seguinte, assim que meu pai saiu pro trabalho, a Laura entrou no meu quarto sem bater. Sentou na beira da cama, passou a mão no meu cabelo e falou baixinho:

— Precisamos conversar, Aline.

Meu coração disparou. Eu sabia exatamente sobre o quê.

Continua...

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