Depois da viagem pra Cancún, a Júlia não parava de falar sobre repetir a experiência. Ela queria muito, mas tinha receio de envolver alguma amiga próxima, medo de ciúme depois, de amizade azedar, de virar assunto no grupo. “Melhor alguém que a gente não veja todo dia”, ela repetia. Conversamos bastante e decidimos tentar na balada mesmo, num lugar onde a bebida e a música ajudam as coisas a fluírem. Escolhemos o Villa Country: grande, animado, sertanejo que a Júlia adora pra dançar coladinho, e sempre tem uma galera solteira ou a fim de curtir.
Era um sábado à noite, umas três semanas depois da viagem. Chegamos por volta das dez e meia, o lugar já lotado, cheiro de couro, cerveja e perfume misturado, som alto de sofrência com pisadinha. Pegamos uma mesa na Praça do Cavalo, perto do bar em forma de ferradura, pra observar o movimento. Júlia estava linda: jeans apertado, cropped preto decotado, cabelo solto, batom vermelho. Eu de camisa xadrez aberta no peito, boné virado pra trás, tentando entrar no clima country sem exagerar.
Bebemos umas long necks geladas, dançamos algumas músicas, ela rebolando em mim, roçando de propósito, sussurrando no meu ouvido coisas tipo “tô imaginando alguém aqui com a gente de novo...”. O tesão já subindo. Foi quando, no meio de uma roda de dança, ela parou de repente e falou: “Meu Deus... é a Carol!”.
Carol era uma amiga antiga da faculdade dela, agora com uns 27 anos. Elas tinham perdido contato fazia uns quatro anos, desde que a Carol foi morar em Campinas pro mestrado, mas antes eram bem próximas: saíam juntas, confidências, rolês. Loira natural, agora com umas luzes mais clarinhas, corpo atlético de quem faz crossfit, peitos fartos, bunda durinha. Estava com um short jeans curtinho, botas country, top cropped vermelho e chapéu de cowboy. Veio com umas amigas que a gente não conhecia, dançando animada.
Júlia acenou empolgada, as duas se abraçaram forte, gritando por cima da música. “Menina, quanto tempo! Você tá um arraso!”. Carol riu, olhou pra mim: “Felipe, né? Lembro de você das festas da república”. Beijinho no rosto, cheiro de perfume doce e um leve suor da dança. Elas começaram a conversar sem parar, atualizando a vida: mestrado concluído, Carol de volta em SP trabalhando numa consultoria, solteira fazia uns meses depois de um término ruim. “Tô aqui pra me divertir hoje”, ela disse com um sorriso tímido.
A noite seguiu solta. Chamamos ela pra nossa mesa, pedimos mais rodadas de drink: caipirinha de cachaça envelhecida pras duas, cerveja pra mim. A conversa foi esquentando aos poucos. Carol perguntou da viagem pra Cancún, Júlia deu uma versão leve, mas com um sorrisinho: “Foi... bem intensa”. Carol ficou curiosa: “Intensa como?”. Júlia olhou pra mim, mordeu o lábio e falou baixinho: “A gente experimentou umas coisas novas... com outra menina”. Carol arregalou os olhos, mas sorriu: “Sério? Nossa... conta mais”.
Júlia se aproximou mais, encostou a perna na dela por baixo da mesa. “Foi incrível. E eu tô com saudade daquela sensação”. Carol ficou vermelha, deu um gole grande na bebida, mas não desviou o olhar. “Eu nunca... nunca fiz nada assim”, admitiu, voz mais baixa. Júlia sorriu devagar: “Nem precisa ter pressa. A gente só tá conversando”.
Dançamos os três juntos numa pista mais escura, perto da Praça Sertaneja. Júlia no meio, eu atrás dela, Carol na frente. As duas rebolando coladas, mãos passeando discretamente: Júlia passando os dedos na cintura da Carol, Carol encostando de leve os peitos no dela. Em certo momento, Júlia virou o rosto da Carol com a mão no queixo e deu um beijo leve, só roçando os lábios. Carol hesitou um segundo, mas correspondeu, um beijo lento, tímido no começo, depois mais molhado. Eu assisti tudo, coração acelerado, pau latejando na calça.
Júlia sussurrou pra mim: “Vamos levar ela pra casa?”. Eu assenti na hora. Carol topou, um pouco nervosa mas animada: “Tô sem carro hoje, vim de Uber com as meninas. Posso ir com vocês?”.
Eu estava de carro mesmo, então saímos os três. No estacionamento, Júlia abriu a porta de trás e puxou a Carol pra sentar junto. Eu entrei no volante, ajustei o retrovisor e comecei a dirigir. No banco de trás, as duas já estavam se pegando: beijos mais quentes agora, mãos explorando. Júlia desceu a boca pro pescoço da Carol, mordendo de leve, chupando a pele até deixar uma marquinha rosada.
Carol gemia baixinho, mãos no cabelo da Júlia, puxando de leve. Eu olhava pelo retrovisor sempre que dava, vendo as duas se beijando com vontade, Júlia abrindo o zíper do short da Carol, mão descendo por dentro da calcinha. Carol arfou: “Ju... aqui no carro...”. Júlia sussurrou: “Relaxa, amor... ninguém vê”. Carol se entregou, abrindo mais as pernas, gemendo rouca enquanto Júlia mexia os dedos devagar.
Chegamos no apê em Pinheiros por volta das três da manhã. Luz baixa na sala, playlist lenta no Spotify, garrafa de vinho aberta. Sentamos no sofá grande, Júlia no meio de novo. Elas começaram se beijando devagar, mãos no rosto uma da outra. Júlia tirou o chapéu da Carol, jogou no chão. Desceu a boca pros peitos dela por cima do top, lambendo o tecido até os mamilos ficarem duros marcando. Carol gemia baixinho, olhos semicerrados.
Júlia olhou pra mim: “Tira a roupa, amor. Só olha por enquanto”. Eu obedeci, fiquei só de cueca, pau marcando forte. Elas se levantaram, tiraram a roupa uma da outra devagar. Carol ficou de lingerie preta rendada, sutiã meia taça deixando os peitos quase pulando pra fora. Júlia de calcinha vermelha fio dental. Caíram no sofá, Carol em cima, chupando os peitos da Júlia com vontade: lambendo os mamilos duros, circulando a língua devagar na auréola rosada, mordendo de leve a ponta e puxando com os dentes até Júlia soltar um gemido agudo, as costas arqueadas. Júlia gemia alto, mão no cabelo da Carol, empurrando a cabeça dela pra baixo enquanto rebolava devagar, o corpo já quente e suado.
“Vai, desce... quero tua boca em mim”. Carol desceu devagar, beijando a barriga da Júlia com lambidas longas e molhadas, descendo pela pele arrepiada até a virilha, mordiscando de leve a parte interna das coxas antes de arrancar a calcinha com os dentes. Quando a língua encostou no clitóris inchado, Júlia arqueou as costas inteira: “Caralho... assim...”. Carol chupava com calma no começo, lambendo em círculos lentos, explorando cada dobrinha com a ponta da língua, depois mais fome, chupando o clitóris, enfiando um dedo devagar, depois dois, mexendo em movimentos de “vem aqui” que faziam a Júlia tremer. Júlia rebolava na cara dela, gemendo rouca: “Isso... chupa minha buceta... não para... porra, que delícia...”, as unhas cravadas no encosto do sofá, o suor escorrendo entre os peitos.
Eu tava na poltrona do lado, batendo uma devagar, olhando tudo, o pau latejando na mão. Júlia me chamou com a voz rouca, olhos vidrados: “Vem amor... me come por trás enquanto ela me chupa”. Posicionei atrás dela no sofá. Ela empinou a bunda alta, abrindo mais as pernas, a buceta brilhando de tão molhada. Carol deitou de costas embaixo, língua voltando pro clitóris com fome renovada.
Entrei devagar na Júlia, sentindo a entrada quente e escorregadia, o pau deslizando centímetro por centímetro até bater no fundo, ela apertando em volta de mim com contrações leves. Comecei a meter ritmado, fundo, segurando nos quadris dela com força, cada estocada fazendo o som molhado ecoar na sala. A língua da Carol roçava meu saco a cada vez que eu metia até o talo, o calor úmido da boca dela se misturando com a buceta apertada e ensopada da minha esposa. Júlia gemia alto: “Porra... os dois... me fode... mais forte...”, rebolando pra trás no meu pau enquanto empurrava a buceta na boca da Carol.
Ela gozou primeiro, tremendo toda, buceta pulsando forte no meu pau em ondas violentas, gritando nossos nomes misturados num gemido rouco que virou quase um choro de prazer, o corpo convulsionando, as coxas tremendo incontroláveis. Carol continuou lambendo os lábios inchados devagar, sugando o excesso de umidade enquanto eu metia mais lento pra ela descer do orgasmo, sentindo as contrações finais apertarem meu pau.
Júlia virou pra Carol, ainda ofegante, rosto vermelho: “Agora eu quero ver ele te comendo”. Carol sorriu, um pouco tímida mas excitada: “Tá bom...”. Deitou de costas no tapete, abriu as pernas devagar, a buceta dela brilhando, lábios rosados inchados e escorregadios do tesão acumulado. Júlia se ajoelhou do lado, masturbando ela devagar com círculos leves no clitóris, enfiando um dedo pra lubrificar mais enquanto sussurrava: “Relaxa, vai ser gostoso”. Coloquei só a cabeça na entrada, olhando pra Júlia, ela assentiu, olhos vidrados: “Vai, amor... come ela gostoso pra mim”.
Entrei até o fundo, devagar no começo pra ela se acostumar, sentindo a buceta dela quente e apertada envolver meu pau inteiro, depois mais forte, estocadas profundas que faziam os peitos dela balançarem ritmados, os mamilos duros apontando pro teto. Carol gemia alto: “Isso... assim... mais forte... porra, que pau gostoso...”, segurando nos meus braços, unhas cravadas levemente na pele. Júlia se masturbava olhando fixo, uma mão no próprio clitóris em círculos rápidos, a outra apertando o peito da Carol com força, beliscando o mamilo até ela gemer mais alto. As duas se beijavam loucamente enquanto eu metia, línguas brigando com desespero, gemidos abafados na boca uma da outra, Júlia mordendo o lábio inferior da Carol e puxando de leve.
Carol gozou primeiro, buceta apertando meu pau em espasmos intensos, corpo tremendo inteiro, gritando rouca enquanto arqueava as costas, as pernas envolvendo minha cintura pra me puxar mais fundo. Júlia mandou com a voz grossa de tesão: “Goza dentro dela, amor... quero ver”. Acelerei, metendo fundo e rápido, sentindo ela pulsar em volta de mim, o calor e a umidade me levando ao limite. Gozei forte, jatos grossos e quentes enchendo ela inteira, pulsando dentro enquanto Carol gozava de novo junto, o corpo dela convulsionando em ondas, gemendo alto. Júlia gozou se masturbando olhando a cena, um squirt leve jorrando quente e molhando o tapete, tremendo toda com os olhos fixos na gente.
Depois Júlia desceu a boca na buceta da Carol, igualzinho à primeira vez com a Britney em Cancún, chupando toda a porra que escorria devagar, lambendo os lábios inchados com a língua larga, enfiando pra dentro pra pegar cada gota misturada com o gosto dela, sugando com fome até não sobrar nada. Subiu e beijou a Carol com a boca cheia, as duas dividindo minha porra devagar, línguas se lambendo sujas e safadas, engolindo juntas enquanto sorriam ofegantes.
Capotamos os três na cama, suados, ofegantes. Carol dormiu no meio, eu e Júlia de conchinha nos dois lados. De manhã acordamos por volta das dez, com a luz do sol filtrando pela cortina. Rolou mais uma rodada lenta e preguiçosa: Carol começou chupando a Júlia devagar, língua preguiçosa circulando o clitóris ainda sensível da noite anterior, lambidas longas e molhadas que faziam a Júlia suspirar baixinho, abrindo mais as pernas e passando a mão no cabelo da Carol. Eu posicionei atrás da Carol de ladinho, entrei devagar na buceta dela ainda quente e úmida da noite, metendo num ritmo lento mas profundo, sentindo ela apertar em volta de mim a cada movimento.
Júlia tinha a mão no clitóris da Carol, masturbando em círculos leves enquanto as duas se beijavam preguiçosamente, gemidos suaves e abafados. O tesão subia devagar, sem pressa, até que Carol gozou primeiro, tremendo levemente, buceta pulsando no meu pau. Júlia veio em seguida, arqueando as costas com um suspiro longo, e eu finalizei dentro da Carol de novo, gozando calmo, enchendo ela com jatos mornos. Ficamos ali abraçados uns minutos, ofegantes mas satisfeitos, beijos leves e risadinhas.
Carol foi embora por volta do meio-dia, com um beijo demorado na porta e um “a gente se fala, hein?”. Júlia me abraçou depois: “Foi perfeito... ela foi tão natural, e eu não senti ciúme nenhum. Acho que agora eu quero mais”.
E assim nossa nova fase continuou. Mas isso fica pra próxima história.