Suzanna: Um Presente de Martha para Freud

Um conto erótico de Freud Sincero
Categoria: Heterossexual
Contém 2531 palavras
Data: 13/02/2026 16:24:09

Caros leitores, bem-vindos a mais uma página do nosso diário. O que vocês estão prestes a ler é um dos clássicos da nossa coleção, uma história que ajudou a moldar a complexa e deliciosa dinâmica do nosso relacionamento. Algumas fantasias não são discutidas, são simplesmente... presenteadas.

Martha tem um talento peculiar para me surpreender. Naquela noite, ela decidiu me dar um presente inesperado: uma mulher. Uma profissional, contratada para satisfazer meus desejos mais diretos, enquanto ela saía para o shopping. Mas, como em tudo que envolve Martha, nada é tão simples quanto parece. O que acontece quando a fantasia se materializa na sua sala de estar, por ordem expressa da mulher que você ama?

Esta é a crônica de uma noite que testou nossos limites e redefiniu o prazer. Uma noite com a misteriosa Suzanna. Mergulhem conosco e descubram até onde um presente pode nos levar.

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-Freud, hoje você tem um encontro.

Era um fim de tarde e a luz do sol que entrava pela sacada do pequeno apartamento pintava de laranja a sala onde eles estavam sentados no sofá. Freud lia um livro, Martha mexia no celular. Entretido com o livro, Freud demorou a processar a frase. Fechando o livro, deu atenção à ela:

-Encontro com quem, Martha?

-Com a Suzanna, uma garota de programa. Vou passar teu contato para ela. Já combinei tudo e ela vai te mandar uma mensagem.

Mesmo acostumado com as fantasias do casal, Freud foi pego de surpresa com esse diálogo. Esse tema específico ainda não havia sido conversado entre eles. Tateando, para saber onde estava pisando e evitar falar alguma besteira, ele quis saber mais:

-E onde você a conheceu, Martha?

-Pela Internet, Freud. Ela é gostosa, bonita e você vai gostar, tenho certeza.

-E que horas será isso, Martha?

-Marquei com ela às vinte horas, Freud. Eu vou ao Shopping e vocês ficam aqui. Depois você me conta tudo. Quero saber todos os detalhes.

Não seria a primeira garota de programa na vida do Freud, ainda que há anos ele não usasse os serviços de uma profissional do sexo. A ideia o animou. Ainda sem entender qual era exatamente o papel e os desejos de Martha com essa fantasia, ele se conteve na animação.

-Tudo bem, Martha. Vou aguardar o contato dela.

Freud voltou à leitura, agora com o pensamento longe, obviamente. E Martha continuou mexendo no celular.

O nome da garota de programa acendeu uma luz amarela em Freud. Era o mesmo nome de uma antiga namorada e pela qual Martha não tinha grande simpatia. Aliás, nenhuma simpatia. Deve ser só uma coincidência, ele imaginou.

As páginas do livro teimavam em não fazer mais sentido e Freud abandonou a leitura. Ligou a televisão, colocou vídeos de música no YouTube e partiu, cheio de chamegos, para cima da Martha, que percebendo o movimento, já velho conhecido, pulou do sofá:

-Vou tomar banho. E você, guarde-se para o seu encontro.

Faltava mais de uma hora para o encontro e a tal da Suzanna ainda não havia enviado nenhuma mensagem. Martha foi para o banho e Freud ficou na sala mexendo no celular.

Alguns minutos depois, uma mensagem pelo WhatsApp:

-Boa tarde, Freud. Você é o meu cliente de hoje, certo?! Algum pedido especial?

O nome que apareceu na tela não deixou dúvidas: era ela, Suzanna. A ausência de uma foto incomodou. Freud salvou o contato, imaginando que assim teria acesso à foto dela, mas sem sucesso.

-Sim, sou eu. E sim, tenho um pedido: posso ver sua foto?

-Não, não pode. Fui instruída pela contratante a não mostrar minha foto, para que você tenha uma surpresa quando eu chegar. Posso dizer que nunca perdi um programa por causa do meu rosto ou do meu corpo. Pelo contrário, sempre foram alvos de elogios. E até de gorjetas.

A situação incomodou um pouco, ao mesmo tempo que a confiança da moça transmitiu muita segurança. Freud seguiu em frente:

-Tudo bem. Então, tenho outro pedido: eu gosto de bunda. Vou poder comer sua bunda?

-Meu cachê para atendimento completo é de quinhentos reais por duas horas.

Caro, pensou Freud, mas tudo bem. Que seja.

-Combinado. Quero o atendimento completo.

-Ótimo, mais algum pedido?

Ainda com um pé atrás em relação ao papel da Martha naquilo tudo, ele preferiu parar por ali:

-Não, apenas esse está ótimo.

-Tudo bem, então. Pode me confirmar seu endereço?

Freud passou o endereço e ela concluiu:

-Ótimo, não é longe da minha casa. Chegarei ao seu apartamento às oito em ponto.

Freud se perguntava onde Martha havia encontrado Suzanna. Em algum site de acompanhantes? Indicação de alguém? Será que ela, Suzanna, era uma pessoa confiável? Ele ainda pensava sobre isso quando Martha saiu do banho:

-Freud, quer ir tomar banho? Afinal, você tem um encontro, né?!

-Sim, Martha. Troquei mensagens com a Suzanna e ela confirmou que chegará às oito. Tudo bem mesmo?

-Claro, Freud. Quero que se divirta e depois me conte tudo.

Freud foi para o banho, enquanto Martha foi se aprontar. Enquanto ele estava no chuveiro, ela secava o cabelo, usando o espelho da pia. Depois, fez ali a sua maquiagem. Saiu do banheiro e logo ele a ouviu:

-Freud, estou saindo. Vou ao Shopping. Divirta-se.

Freud ainda estava no banho e nem teve tempo de se despedir dela. Terminou o banho com calma, fez a barba, caprichou no perfume e colocou uma calça jeans e uma camiseta preta, sua roupa preferida. Também colocou as camisinhas e o lubrificante na mesinha de cabeceira. Ligou o ar do quarto e foi para sala esperar. Faltavam menos de quinze minutos para as oito horas.

Na sala, ligou o ar condicionado, colocou uma playlist de jazz na televisão e abriu um vinho. Estava esperando o interfone quando escutou batidas na porta. Quando abriu, se deparou com Suzanna.

-Boa noite, Freud, posso entrar? Martha abriu a porta da garagem para mim e deixei meu carro lá, tudo bem?

-Sim, claro. Entre.

Trocaram um abraço e os beijinhos protocolares e Freud pode então apreciar o que tinha à sua disposição pelas próximas duas horas.

Loira, com cabelos na altura dos ombros, bem penteados e levemente cacheado. Um pouco mais alta do que Martha, talvez por causa do salto alto que usava. Linda, com olhos verdes penetrantes e um sorriso encantador. O vestido bem colado ao corpo realçava sua bela forma física, com menção honrosa à bunda belíssima. Uma mulher espetacular.

Ainda surpreso com a aparência de Suzanna, Freud teve seus pensamentos interrompidos por ela:

-Pode-me servir um vinho?

-Claro, desculpe.

Com as taças cheias, sentados no sofá que Freud e Martha dividam até horas atrás, brindaram:

-Ao nosso encontro, Suzanna.

-Aos prazeres do nosso encontro, Freud.

Ela tomou um longo gole e perguntou:

-Então você gosta de bundas. Gostou da minha?

-Sim, sua bunda é linda. Certamente vou me esbaldar com ela.

-Sim, vai. Martha me contou que vocês ainda são cautelosos no sexo anal. Comigo, não precisa disso. Não tenha dó do meu rabo.

Isso foi música para os ouvidos de Freud e ele sentiu seu cacete dar sinais de vida.

Suzanna continuou:

-Pode não parecer, mas ainda não tenho muita experiência com os atendimentos. Então, me diga: o que devo fazer agora?

-Bem, pode começar me fazendo um boquete.

Suzanna tomou mais um gole do vinho, colocou a taça sobre a mesinha e se ajoelhou entre as penas de Freud. Ele fez menção de abrir o cinto mas ela o interrompeu:

-Deixa que eu faço isso.

Freud se acomodou no sofá, enquanto ela abriu o cinto, depois o zíper e tirou sua calça. Ajoelhada, ela alisou o cacete de Freud por sobre a cueca.

-É, bem que Martha me avisou que você tem um belo cacete. Vou me dar bem.

Danada, Freud, pensou. Elogiando o pinto do cliente para massagear seu ego, uma das táticas do arsenal das garotas de programas.

Sem saber dos pensamentos de Freud, Suzanna, alisava e beijava o cacete por sobre a cueca. Depois a puxou com as mãos e deixou o pinto saltar na frente do seu rosto. Deu uma lambidinha nele todo, tirou a cueca e o segurou com as duas mãos. Então, começou um boquete que fez Freud suspirar no sofá.

Ela beijava o cacete todo, passava a língua na cabeça, depois colocava na boca e ainda punhetava com a mão macia. Tudo isso olhando nos olhos do Freud, que se contorcia de prazer.

-Que boquete gostoso! Continua! Está muito bom!

Sem tirar o cacete da boca, Suzanna sorriu e continuou. Quase dez minutos de boquete e ela percebeu que a respiração de Freud estava mais intensa, então tirou da boca e punhetando o cacete, disparou:

-Você tem gel? Eu preciso colocar um brinquedo na minha bunda, para prepará-la para esse cacetão.

Freud se levantou e buscou o lubrificante no quarto. Quando voltou à sala, Suzanna estava de joelhos no sofá, com calcinha abaixada e o vestido levantado. Nas mãos, um plug anal. Com o rosto virado para trás, entregou o plug ao Freud e pediu:

-Coloca ele na minha bunda? Faz com cuidado, para não me machucar.

Freud lambuzou o plug e abriu a bunda da Suzanna com as mãos. Parou para apreciar aquele rabinho lindo que logo seria preenchido pelo seu cacete. Espalhou ali um pouco de gel e começou a colocar o plug. Sem pressa, ele pressionava e tirava, sentindo o cuzinho se ajustando ao invasor, até que, numa pressão mais forte, o plug se alojou lá dentro. Suzanna reagiu:

-Ai, sempre dói quando entra. Espera um pouquinho.

Freud alisava seu cacete, duríssimo, esperando Suzanna se acostumar. Ela logo comandou:

-Enfia na minha buceta. Quero sentir os dois dentro de mim.

Freud encostou a cabeça do seu cacete na buceta de Suzanna e sentiu o calor que emanava dali. E ela estava molhada, muito molhada. Freud sorriu e enfiou com cuidado, pouco mais do que a cabeça. Começou a se movimentar, só com esse pedacinho dentro dela. Suzanna não aguentou muito:

-Enfia tudo! Quero seu pau inteiro na minha buceta!

Freud atendeu e enfiou tudo. Aproveitou para segurar o cabelo dela próximo da nuca e puxá-la para trás, fazendo com que arqueasse as costas e deixasse a bunda ainda mais arrebitada.

-Que delícia! Mete tudo. Eu gosto. Sem dó, vai!

Freud obedeceu. Enfiou com força. Tirou e voltou a enfiar. Iniciou um vai e vem ritmado, fundo que fazia Suzanna se arrepiar. Logo ela anunciou seu primeiro orgasmo:

-Vou gozar! Enfia, enfia! Vou gozar! Tô gozando!

Freud enfiou e manteve seu pau lá no fundo, sentindo o corpo dela tremer sob o efeito de seu orgasmo. Logo depois, ela encostou as costas no corpo do Freud, virou-se para ele e disse:

-Martha está bem servida, hein?! Que cacete gostoso!

Mesmo sabendo da tática dela, Freud não pode deixar de sentir orgulho. Massagear o ego de um homem funciona sempre, ele pensou.

Suzanna sentou no sofá, pegou o vinho, serviu mais uma dose. Ao seu lado, Freud fez o mesmo, com o pau ainda duro, apontando para cima. Suzanna apertou o cacete com a mão livre e olhando nos olhos do Freud, disparou:

-Pronto para enfiar isso na minha bunda?

Freud apenas sorriu. E o repuxo no seu cacete foi a resposta que Suzanna esperava. Ela tomou o restante do vinho na taça, voltou à posição de joelhos no sofá e tirou o plug, que colocou no braço do sofá. Com um dedinho, fez um sinal de vem cá para Freud, que deixou a taça ainda quase cheia de vinho na mesinha, pegou o gel e lambuzou seu cacete.

Suzanna se ajeitou na posição, encostando seus braços no encosto do sofá e apoiando a cabeça sobre eles. Disse a frase que todo homem se arrepia ao ouvir:

-Come minha bunda!

Com uma das mãos, Freud abriu as polpas e com a outra direcionou seu cacete para aquele cuzinho que piscava, ansioso pelo que enfrentaria em seguida. Ajudado pelo gel, a cabeça abriu caminho e Freud não parou até enfiar tudo. Suzanna reagiu:

-Puta que pariu, que cacete grande! Espera um pouco!

Freud se manteve quieto, com seu pau dentro da bunda dela. Ela respirava profundamente e aos poucos foi se movimentando, esfregando a bunda para lá e pra cá, se acostumando com o invasor no seu rabo.

Minutos depois, Suzanna comandou:

-Pode meter!

Freud segurou sua cintura e tirou o cacete quase todo. Voltou a enfiar. E repetiu esse movimento, longo e devagar. Ele olhava admirado para aquele buraquinho pequeno abraçando todo o seu pau. Se sentia um homem privilegiado de estar vivendo aquela experiência.

-Que bunda gostosa!

-Fode! Mete no meu rabo! Pode meter! Sem dozinha! Eu aguento!

Freud obedeceu e aumentou a velocidade. Suzanna continuava com suas palavras de ordem, aumentava a respiração e a intensidade de seus gemidos. Os vizinhos, certamente, estavam ouvindo.

-Caralho, que cacete gostoso! Ai, meu rabo! Mete, fode minha bunda! Vai, sem dozinha! Mete que eu aguento!

Mais um pouco e ela anunciou:

-Vou gozar! Vou gozar dando a bunda!

Ele não aguentou:

-Vou gozar nesse rabo também!

-Goza, goza no meu cu! Caralho, que delícia! Mete, vai! Come meu rabo! Enche meu cu de porra!

Chegaram a um intenso orgasmo praticamente juntos, com Freud despejando toda a porra acumulada no dia inteiro no rabo de Suzanna. Ela tremia, intensamente.

Os dois se sentaram no sofá, e esperaram a respiração voltar ao normal.

-Freud, puta que pariu. Você acabou com o meu rabo. Nunca achei que conseguiria aguentar desse jeito, amor.

-Martha, nem eu achei que você conseguiria. Adorei, minha putinha.

-Gostou da Suzanna, Freud?!

-Adorei, minha putinha. Pode chamá-la sempre que quiser.

-Tá achando que é fácil assim, é?!

-Ah, eu gostei. Sempre que ela estiver disponível, quero encontrá-la. Aliás, porque escolheu esse nome de guerra?

-Homenagem a uma outra puta que você sabe muito bem quem é. E, falando nisso, pode me passar o PIX. Quinhentos reais.

Rindo, Freud ensinou uma das primeiras lições que uma garota de programa deve aprender, se quiser ter sucesso na profissão:

-Martha, dinheiro na mão, calcinha no chão. Dinheiro não viu, calcinha subiu. Sinto muito, você deveria ter cobrado antes.

-Puta que pariu, Freud! Vou tomar calote no meu primeiro programa?!

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E no fim, a profissional do sexo era a minha própria putinha. A surpresa de descobrir Martha sob a peruca de 'Suzanna' é um daqueles momentos que solidificam nossa cumplicidade. Essa é a Martha que eu amo: audaciosa, entregue e, claro, com um péssimo tino para negócios.

Vocês acabaram de ler um capítulo marcante, uma das histórias fundadoras da nossa dinâmica. Mas essa noite é apenas uma peça no quebra-cabeça da nossa vida. No nosso site oficial, você não encontra apenas capítulos soltos, mas o diário completo. São centenas de outras aventuras, todas em ordem cronológica, revelando a evolução do nosso relacionamento e das nossas fantasias.

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Foto de perfil de Freud SinceroFreud SinceroContos: 33Seguidores: 2Seguindo: 26Mensagem O Freud Sincero. Autor do blog Aventuras de Freud e Martha. Aqui na Casa dos Contos, publico uma Seleção Especial dos nossos clássicos e rapidinhas. O Diário Oficial, com a cronologia completa, centenas de aventuras e os relatos inéditos da semana (sem censura), é exclusivo do nosso site. Acesse aventurasdefreudemartha.com/casa para destravar a coleção total gratuitamente.

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