Heleninha e o Motoboy

Um conto erótico de slut wife
Categoria: Heterossexual
Contém 1731 palavras
Data: 13/02/2026 16:06:16

Oi pessoal! Meu nome é Helena, tenho 25 anos e sou casada há 4. Sou uma mulher bem gostosa, morena, tenho 1,68m de altura, seios e bunda bem fartos, além de uma cintura mais fina (típico corpo "ampulheta")

Me casei cedo por pressão da família com um homem que é o sonho de consumo de todo pai pra sua filha. Ele me trata bem, é muito bonito, responsável e trabalhador. Já conquistamos muitas coisas juntos e tenho uma vida de princesa. Trabalho por escolha, para bancar meus mini luxinhos e ocupar a cabeça. Mas apesar de todas essas qualidades, tem uma única coisa que ele não me satisfaz: sexo. Apesar do tratamento de rainha, na cama eu sou uma puta e meu marido (vamos chama-lo de "F") é certinho demais.

Eu sei do que gosto desde nova, não casei virgem e já tive algumas aventuras durante esse tempo de casada, mas ainda tenho muitas fantasias que quero realizar. Hoje, só pra começar, vou contar da primeira vez que trai meu marido.

Depois de uns 6 meses de casada minha rotina finalmente estava se alinhando. "F" e eu nos dávamos super bem, nossa casa já estava mobiliada e a empresa em que ele é sócio crescia a cada dia. Ao mesmo tempo, parecia que meu corpo iria subir pelas paredes. Fazíamos sexo 3x na semana e esse homem gozava feito louco, mas só um round, sempre na posição papai-mamãe ou eu cavalgando por cima. Minha buceta precisava de mais que isso e um belo dia a oportunidade de uma escapada surgiu. Eu trabalho em sistema híbrido numa empresa de design gráfico da região, então em vários dias estou de home office, sozinha em casa.

Já tinha passado o horário do almoço e eu ainda não tinha feito meu intervalo, estava correndo para finalizar a última entrega do dia, então decidi pedir um delivery para focar ainda mais no trabalho. Depois de alguns minutos a campainha tocou e quando fui receber meu pedido vi que o motoboy era um antigo colega de colégio. Ele sempre foi muito bonito, mas agora era nítido como também estava um grande gostoso.

- Nossa, quanto tempo André. Nem sabia que você ainda morava por aqui.

- Ah, faz tempo mesmo hein, Heleninha. Da ultima vez que a gente se viu você era só uma menina ainda.- Nessa hora minha xaninha já começou a se molhar toda. Sabia que um flerte com ele poderia dar bom.- Eu tinha ido pra capital fazer faculdade, mas voltei pra casa faz algumas semanas. Meu lugar é aqui na cidade mesmo.

- Você continua um gato em, certeza que fez a alegria de muitas paulistanas- joguei um charme encostando a mão no ombro dele e fazendo carinha de safada.

- E você virou mulher de um homem só, é?- disse segurando minha mão e olhando pra aliança- Que desperdício. - André deu um sorriso sacana que quebrou a última barreira moral que me restava.

- Eu sempre quis ser a sua refeição, mas você nunca me deu bola. Poderíamos aproveitar a oportunidade que o destino nos deu e fazer acontecer. Topa? - falei abrindo um pouco mais o portão de casa

- Caralho gostosa, não precisa pedir duas vezes. Ta sozinha em casa? Deixa eu guardar a moto ai pra ninguém desconfiar.

André colocou a moto na garagem e já veio pra cima de mim, me beijando e agarrando com força. Eu estava só com um vestidinho curto, sem nada por baixo então não demorou pra ele perceber minha buceta escorrendo

- Que vadia. Já esta prontinha pra levar pica, né sua cachorra?- assenti e ele deu um tapa na minha bunda que me fez arfar- me leva pro seu quarto. Quero te comer na cama do corno.

Fomos nos agarrando pelo caminho e assim que passamos pela porta fui jogada na cama e aquele homão de 1,80m foi logo subindo meu vestido e chupando meus peitos. Enquanto mordia e lambia um bico, a mão apertava e massageava o outro. Meu sangue parecia ferver nas veias de tanto tesão. A adrenalina do proibido parecia ampliar todos os meus sentidos. Eu precisava daquele homem me comendo, foda-se as preliminares.

- Me come logo. Eu preciso sentir você. Mete essa pica na minha buceta, cachorro- disse puxando a calça dele pra baixo, aproveitando para apalpar aquela rola gostosa que já estava a ponto de bala

- Ta com pressa né, piranha? Hoje eu vou te comer do jeito que eu quiser, usar essa sua xota de puta, mas depois eu volto pra fazer o serviço completo, viu?

Não precisou de mais conversa. Em dois tempos eu já estava nua, de quatro na cama, com a cabeça apoiada no travesseiro e abrindo as bandas da bunda para dar espaço pro André.

- Pode me comer sem camisinha, quero sentir sua porra quente em mim. Eu tenho DIU.

- Olha que puta profissional! Eu estou limpo, amor, e acredito que você também, então hoje você vai passar a tarde toda pingando minha gala

A primeira estocada foi tão lenta que parecia uma tortura. Minha excitação fazia aquela rola de 20cm entrar deslizando, mas André não queria facilitar e manteve esse ritmo por um tempo, depois foi aumentando a força das metidas, mas na mesma velocidade de antes. Eu me sentia completa, cheia até o fundo e gemia manhosa.

O André sabia o que estava fazendo, foi aumentando a intensidade do sexo aos poucos e quando dei por mim já estávamos numa foda intensa. Ele com as mãos na minha cintura, me segurando bem firme, intercalando com tapas no meu rabo. As bolas batendo no meu clítoris molhado, o pau entrando e saindo num atrito tão gostoso. Meus gemidos saíram de manhosos pra súplicas e gritos abafados.

- Ai, ai minha buceta. Me fode bem gostoso vai!

- Bem que falavam na época da escola que você era uma delícia de comer, mas agora sentindo essa xaninha babada eu tenho certeza que você nasceu pra ser puta, Heleninha. E eu vou te comer sempre que eu quiser a partir de agora. Vou te encher de porra e depois você vai dar pro corninho usando minha gala como lubrificante

- Isso. Me faz sua puta. Usa meu corpo pra te satisfazer. Seja meu dono André!

Mal tinha terminado de falar, senti um tapa mais forte na bunda, enquanto ele tirava o pau da minha buceta e forçava na entrada do meu cú. Eu nunca tinha feito sexo anal antes, apesar de ter muita vontade. Meus ex nunca mereceram e meu marido nunca quis. Sentir aquela rola grossa e cabeçuda me abrindo era uma sensação nova. Dolorida e deliciosa ao mesmo tempo.

- O cuzinho da puta é virgem? Que delícia, vou tirar esse cabacinho aos poucos. Hoje você vai sentir só a cabeça alargando suas pregas. - enquanto dizia isso, ele intercalava entre meter fundo na buceta e usar meu mel para forçar passagem no meu buraquinho.

Depois de algumas tentativas a cabeça entrava fácil e eu sentia meu corpo pressionando pra acomodar aquela pica. Ficamos assim engatados, ele dando tapas na minha bunda e segurando meu pescoço, dando aquela leve enforcada gostosa.

- Toca gostoso nesse grelinho, vai. Goza com a minha rola no seu cú, pra depois eu te encher de porra, gostosa.

Ouvir aquele comando foi como ativar um botão dentro de mim. Comecei a masturbar meu clitóris, sentindo a buceta começar a pulsar e escorrer cada vez mais. André usou dois dedos pra me penetrar e eu gemia com gosto, mostrando meu lado mais safado. Em menos de 2 minutos eu já estava toda mole na cama, sem forças, depois de um orgasmo intenso. Meu macho saiu de dentro de mim e virou meu corpo de barriga pra cima, levantou minhas pernas numa posição de frango assado e antes de meter de novo na minha buceta me deu um tapinha leve no grelo.

- Ahhh

- Ta sensível é, vagabunda? Como você foi uma putinha bem obediente, agora vou te dar seu pagamento. Segura as pernas bem abertas assim pra mim, vai.

E meteu aquele caralho com tudo dentro de mim. Gritei. Minha xaninha ainda estava se recuperando do clímax, mas eu quase gozei de novo. André parecia fora de si, metendo sem parar e com força. Só de lembrar do som dos nossos corpos se chocando e o cheiro de sexo no quarto eu já fico excitada. Os gemidos e grunhidos que saiam da boca daquele homem me levaram ao paraíso. Homem gemendo é um tesão.

Ele seguiu nessa energia por cinco minutos, sem parar, e depois deu uma última estocada forte e bem mais funda, gozando bem gostoso.

Me faltam palavras para descrever a sensação daquele esperma quente me preenchendo, inclusive acho que esse é um dos meus maiores fetiches: ser depósito de porra. Sentir aquele pau inchando e pulsando dentro de mim foi o suficiente para eu gozar também, sugando cada gota daquele orgasmo pra mim. Minha pele se arrepiou e meu corpo tremeu. André saiu de dentro de mim e caiu ao meu lado da cama, me puxando pra um beijo gostoso, bem molhado.

Descansamos um tempinho e logo ele se levantou para voltar ao trabalho. Nossa loucura não passou de uns 40 minutos, mas era perigoso ele sumir assim. Quando olhou pra mim na cama, ainda com as pernas abertas e escorrendo porra, André usou dois dedos para empurrar tudo pra dentro de novo.

- Vai segurar a marca do seu macho ai dentro mais um pouco, vadia. Vou voltar pro trabalho, mas você vai passar o resto do dia depois escorrendo e lembrando quem é seu dono de verdade.

Ele se despediu com mais um beijo. Salvou meu contato no celular e marcamos de nos encontrar de novo.

Depois desse dia meu lado depravado se aflorou ainda mais. André sabia como uma mulher deve ser tratada na cama, além de ser fogoso igual a mim. Ficamos juntos por quase um ano, até ele precisar se mudar, e eu fui muito bem comida. Foi com ele que me tornei oficialmente uma puta submissa adestrada.

Meu marido nunca desconfiou de nada e até hoje jura que sou fiel. Várias vezes saímos para jantar enquanto eu guardava um "segredo" dentro da calcinha. Somos muito felizes assim e muitos tem nosso casamento como relacionamento modelo. O segredo é o que mantem meu casamento perfeito. Toda perfeição precisa de bastidores...

Em breve volto com mais uma aventura, ou fantasia.

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