Conto escrito por Frank e Becca
POV: Baltazar
Eu olhei para Melissa pendurada e dei uma risada. Ela achou que era brincadeira, mas agora sentia o peso das correntes.
— Não adianta chorar, Melissa. Você é minha prisioneira. Assinou o acordo e agora o seu corpo me pertence. Vou te dar a lição que você está pedindo faz tempo.
Fiz o chicote estalar no chão com força, só para ver ela pular de susto. Cheguei perto dela, sentindo o cheiro daquela fêmea nua e indefesa. Dava para ver de longe que ela estava morrendo de tesão; os mamilos estavam duros e apontados, parecendo duas pedras. Ela queria ser castigada como a cadela safada que é.
Dei a primeira chicotada, de leve, bem nas pernas. A pele dela estremeceu na hora. Depois fui para trás dela. Aquela bunda enorme estava bem na minha frente, pronta para o abate. Dei um golpe seco com o chicote. Ficou a marca vermelha na hora.
— Cala a boca e engole o choro! — gritei, vendo ela se contorcer. — Você tem que aguentar. Cada vez que esse couro bater em você, imagine que é o meu pau entrando com tudo. Cada chicotada é para te deixar mais louca, como se você estivesse se masturbando sem parar.
Desferi outra chicotada com toda a força nas costas dela. As correntes balançaram e o barulho do metal se misturou com o gemido de dor e prazer que ela soltou. Eu estava ficando com o pau duríssimo vendo aquela cena. Eu sou o Baltazar, e essa vadia vai aprender quem manda aqui dentro.
Eu não parei nas costas. Queria ver aquela carne branca marcada por inteiro. Dei a volta e fiquei de frente para ela, vendo Melissa arqueada, com os braços esticados pelas correntes. Meus olhos foram direto naqueles peitos que eu tanto queria.
— Olha como eles balançam... — falei, passando a mão bruta no bico de um dos seios dela.
Ela soltou um gemido alto enquanto eu apertava com força, quase esmagando a carne. Peguei o chicote e, em vez de bater, usei o cabo para circular a aréola dela. O couro estava frio, mas a pele dela fervia.
— Tá sentindo isso, Melissa? O seu pai vai moer esses seus peitos se você não se comportar.
Desci o olhar para baixo. A buceta dela estava bem ali, na altura dos meus olhos, toda aberta por causa da posição das pernas presas. Dava para ver que estava encharcada; o melaço escorria pelas coxas, brilhando na luz fraca do porão.
— Mas olha só que cadela imunda... tá toda molhadinha, né?
Enfiei dois dedos de uma vez dentro da buceta dela, sem nenhum carinho. Melissa deu um grito que ecoou pelo porão inteiro, as correntes chacoalhando enquanto ela tentava fechar as pernas, mas não conseguia. Eu mexia os dedos lá dentro com força, sentindo o aperto daquela carne quente e úmida, enquanto a outra mão voltava a chicotear a coxa dela.
— Chora, vadia! Grita pro seu pai! Você quer que eu enfie o chicote aqui dentro também? Ou prefere um cabo de vassoura?
Peguei o cabo de vassoura e coloquei bem no meio das pernas dela que ela gemeu loucamente pedindo pra enfiar tudo dentro dela.
...
POV: Melissa
Eu ouvi o primeiro estalo do couro contra o chão e meu corpo todo se contraiu. As correntes nos meus pulsos cortavam a pele, mas o que mais doía era o peso do olhar de Baltazar sobre mim. Eu estava nua, pendurada como um pedaço de carne no açougue, e o pior de tudo não era o medo... era o fato de que eu estava adorando ser tratada como escrava dele.
Quando o chicote beijou minhas pernas, um choque elétrico subiu direto para a minha buceta. Eu tentei fechar as coxas, mas as correntes me obrigavam a ficar escancarada para ele. Eu sou a filha dele, pelo amor de Deus, e ali estava eu, sentindo meus mamilos arderem de tesão só de ouvir a voz grossa dele me chamando de cadela.
— Ahhh! — o grito escapou quando o chicote rasgou a pele da minha bunda.
A dor era quente, latejante. Eu senti a marca vermelha subindo e o calor se espalhando. Eu queria implorar para ele parar, mas dava bastante excitada pra isso. Quando ele veio para a minha frente e apertou meus seios com aquela mão pesada, eu perdi o ar. Ele não tinha delicadeza; ele queria me machucar, queria deixar claro que aqueles peitos eram dele para esmagar quando quisesse.
Eu fechei os olhos, mas não consegui escapar da humilhação. Senti os dedos dele entrando em mim de forma bruta, sem aviso. Ele não estava me acariciando, ele estava me invadindo. Eu estava tão encharcada que meus próprios sucos escorriam pelos dedos dele, e o som daquela umidade sendo revirada no meio do porão era a coisa mais suja que eu já tinha ouvido.
Depois, ele voltou com o cabo de vassoura. Na hora, me tremi toda. Por que diabo ele estava fazendo aquilo com aquela vassoura? Foi então que ele abriu minhas pernas e senti o cabo entrar.
— Oh, pai, por favor... está me machucando...
Não adiantava o jeito que eu falava, nem que eu implorasse. Poderia chorar, gritar, pedir socorro, mas, em vez disso, eu estava ali, pelada e amarrada, pendurada naquele porão enquanto sentia o cabo de vassoura entrar na minha xota. Fechei os olhos e senti uma sensação estranha; será que era prazer? De repente, pensei que estava transando com meu namorado. Mas, ao abrir os olhos, estava lá: o meu pai. O homem que me deu a vida, me masturbando com aquele cabo de vassoura... Tive um orgasmo...
Não aguentei e falei a palavra mágica:
— Xoxota Molhada!
Ele soltou o cabo, que caiu no chão, e me tirou das correntes. Foi uma experiência que nunca iria esquecer. Depois, saímos do porão; toda aquela fantasia tinha acabado e voltamos para a realidade.