ESBÓRNIA FÉTIDA NO VALÃO DE ESGOTO (A SURUBA MAIS IMUNDA QUE VOCÊ JÁ LEU AQUI NESSE SITE)

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Grupal
Contém 1432 palavras
Data: 13/02/2026 14:00:02

O valão fedorento cortava a favela como uma veia aberta, pulsando merda e veneno dia e noite. O cheiro era uma porrada no nariz, três quarteirões antes: merda fresca misturada com chorume de esgoto, carcaças de cachorro inchadas boiando, espuma química que borbulhava como pus de ferida infectada. Mas pros malucos que moravam ali, aquilo não era repulsa – era tesão puro. O valão chamava, sussurrava promessas de fodas imundas, onde o nojo virava gozo.

Era noite de lua minguante, e a galera já descia a ribanceira escorregadia, uma fila torta de corpos suados e fedorentos. O Zé Mané ia na frente, pau duro pra fora da calça esfarrapada, rindo como um doido varrido. "Vamo nessa, cambada! Hoje o valão tá cremoso, vai engolir a gente inteiro!" Ele escorregou na lama úmida, caiu de cara no mato molhado, e a Maria do Beco, uma vadia magricela com pernas cheias de varizes, pulou em cima dele. "Me come logo, seu porco! Enfia esse pau fedido na minha buceta que já tá babando de tesão!" Ela arrancou a saia suja, cheia de manchas de sangue menstrual antigo, e sentou nele ali mesmo, no barro. O pau dele entrou com um som molhado, como chupar sopa de uma colher, e ela gemeu alto, "Ah, caralho, tá fedendo a mijo e merda, mas é bom pra caralho!"

Outros vinham atrás, nus ou quase. Um negão chamado Tico, com o corpo coberto de tatuagens de caveira e feridas de sarna, carregava uma garrafa de pinga. Ele tropeçou num rato enorme, inchado como um balão de pus, que correu entre as pernas abertas da Dona Rita, uma velha gorda com peitos caídos até a barriga. "Olha o rato, sua puta! Vai lamber tua xoxota!" gritou Tico, rindo e peidando. Rita nem piscou, abriu mais as pernas e disse, "Deixa ele vir, se ele morder meu grelo, eu gozo que nem uma louca!" O rato passou roçando, deixando um rastro de pelo molhado e fedorento na coxa dela, e ela riu, "Vem, Tico, enfia teu pau aqui enquanto o rato lambe minha buceta!"

A primeira trepada de verdade rolou encostada num cano de ferro, que cuspia espuma química verde como vômito de defunto. O casal era o Carlinhos, um magrelo com dentes podres, e a Juju, uma novinha com cabelo cheio de piolhos. Ela se apoiou no cano, bunda pra cima, e gritou, "Me fode forte, Carlinhos! Quero sentir tua porra cheia de pus de gonorreia misturada com essa merda verde!" Ele enfiou o pau nela por trás, o cu dela fedendo a diarreia recente, e começou a bombar, a lama espirrando nas bolas dele. "Tá fedendo a cu de morto, sua puta! Mas teu buraco tá apertado como cloaca de galinha!" Ele pegou o rosto dela e enfiou na água negra do valão, bolhas subindo enquanto ela gargarejava o esgoto, "Afoga eu nessa merda, me faz engolir água de bosta enquanto tu goza dentro de mim!" Ela cuspia uma espuma fedida, lambendo os lábios como se fosse mel, e gozou gritando, o líquido dela misturando com o esgoto, escorrendo pelas pernas.

Aí a coisa virou bagunça. Todo mundo pulou no valão como se fosse piscina de resort. A corrente de merda líquida corria devagar, cheia de pedaços de plástico, preservativos usados e toletes de bosta flutuando. Um grupo de três – dois caras e uma mina – se jogaram debaixo da água imunda. O primeiro cara, um baixinho chamado Pedrão, chupava o pau do outro enquanto a mina cavalgava ele, a água negra entrando na boca deles. "Chupa meu pau, seu viado! Tá salgado de mijo e merda da vira lata que enrabei hoje cedo!" gritava o outro, enfiando a cara do Pedrão na espuma. A mina gemia, "Me enche de porra, seus imundos! Quero gozar com a boca cheia de porcaria!" Eles voltavam à superfície cuspindo bocados de espuma fedorenta, lambendo uns aos outros, línguas passando por peles cobertas de crostas de sujeira, chupando feridas empustemadas abertas como se fossem grelos inchados. Um dedo enfiado num buraco – cu ou corte purulento? Ninguém ligava. "Enfia mais fundo, sua puta! Tá saindo pus ou merda? Foda-se, lamba tudo!"

Ninguém mais sabia quem fodia quem. Corpos se fundiam no breu oleoso, uma massa de carne suja e nojenta. Um cara lambia uma ferida aberta na coxa de uma mulher, sugando o pus amarelo como se fosse leite materno, enquanto ela enfiava o punho inteiro no cu dele, cheia de unhas sujas e quebradas. "Ah, seu filho da puta, tá fedendo a bosta seca! Enfia tua língua na minha ferida, lambe o sangue misturado com merda!" Outra cena: uma vadia deitada na lama, pernas abertas, um rato peludo correndo sobre a barriga dela enquanto dois caras a penetravam ao mesmo tempo, um arrombando a buceta fedorenta de dias sem banho, outro arregaçando a pica no cu escorrendo diarreia pelas laterais das pregas. "Me rasga, cambada! Quero sentir os ratos roçando meu grelo enquanto vocês gozam nos meus buracos!" Os paus entravam e saíam com sons molhados, gosmentos, porra amarelada misturando com o marrom do esgoto, fedendo a podridão e loucura. Duas ratazanas roçavam seus pelos no grelo dela, apreciando o pau sujo entrando e saindo da xoxota imunda.

Um velho bêbado, o Seu Manoel, passava pela rua de cima, cambaleando com uma garrafa na mão. Ele parou pra olhar, olhos vidrados no caos lá embaixo. "Que porra é essa, gente?" murmurou. Mas dez mãos o puxaram pra ribanceira, ele escorregando na lama, gritando "Me solta, seus demônios!" Arrancaram as calças dele, revelando uma bunda flácida cheia de hemorroidas inchadas. "Olha o cu do véio, parece uma couve flor!" riu uma mina, enfiando o gargalo de uma garrafa quebrada no rabo dele, o vidro cortando a pele, sangue escorrendo misturado com merda. "Deixe eu te foder, véio! Teu cu tá fedendo a morte, e eu gosto disso!" gritou um cara, montando nele enquanto outros gozavam na barriga cheia de feridas do idoso. Ele desmaiou, corpo mole como trapo, mas continuaram: usavam ele como colchão, trepando em cima, paus e bucetas escorrendo fluidos sobre o rosto inconsciente. "Goza em cima do véio, sua vadia! Faz ele acordar com o seu corrimento fedido na boca dele!"

Aí o pesadelo começou a rastejar pra dentro do valão. A espuma tóxica crescia, engordava, borbulhava mais forte, como se o esgoto respirasse vida. Do fundo ergueram-se criaturas viscosas, feitas de lixo acumulado: preservativos esticados como peles, seringas cravadas como espinhos, ratos grudados uns nos outros formando corpos deformados. Um rato gigante, com olhos vermelhos e pelo gosmento, surgiu com uma boca que parecia um buraco de cu latejando. Em vez de pânico, a galera surtou de tesão. "Olha o monstro feito de merda! Vem foder com a gente!" gritou Maria do Beco, pulando em cima de uma criatura feita de sacolas plásticas e fezes endurecidas, cavalgando como se fosse um pau gigante. "Me enche de pica, seu rato fdp! Teu pau de bosta tá fedendo a carne necrosada, mas soca bem no fundo da minha buceta!"

Homens gozavam dentro de bocas de ratos vivos, o sêmen escorrendo pelos bigodes sujos de fezes, enquanto mulheres chupavam seres de espuma química, línguas lambendo preservativos velhos cheios de sêmen seco. Um cara enfiava o pau numa ferida aberta de uma criatura, gritando "Tô fodendo com um tumor, porra! Outra mina, enlouquecida, gritava "Eu tô engravidando do valão! Vai nascer um bebê meio merda meio rato!" Os corpos deformados eram montados, chupados, fodidos – um rato grudado dentro de um preservativo virava dildo vivo, enfiado em buracos imundos, saindo coberto de pus e gozo, tentando fugir da camisinha suja de muco e merda.

Não tinha mais linha entre o real e a loucura. O valão parecia vivo, pulsando, engolindo corpos e cuspindo de volta monstros híbridos: um homem fundido com um rato, o pau virando uma cauda peluda, sendo chupado por dez bocas ao mesmo tempo. Diálogos viravam grunhidos chulos: "Me come, rato filho da puta! Enfia tua cauda no meu cu todo cagado!" "Goza na minha boca podre, sua vadia! Lambe o pus do meu pau de gonorréia!" O caos crescia, espuma subindo como tsunami de merda, afogando todos em uma orgia eterna.

Quando a madrugada acabou, ainda não tinha parado. Corpos ainda transavam no lixo boiando, gemidos ecoando pelo bairro como um coral devasso, gosmento. Na manhã seguinte, quem passava pela avenida jurava ver seres deformados se contorcendo no valão, com o prazer maior que o nojo, maior que a morte. O esgoto tinha vencido, engravidado todos com uma loucura libertina, e o caos nunca mais pararia de aparecer de vez em quando.

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