Antes de provar o do meu pai, eu provei o pau do meu tio

Um conto erótico de garoto do papai
Categoria: Gay
Contém 3266 palavras
Data: 02/02/2026 08:08:32

Mais do que a descoberta solitária de todo garoto, o aprendizado do prazer está em ser capaz de reconhecer o poder de sua virilidade em todos os seus contrastes. No meu caso, eu tive duas influências bem distintas. Uma era o animal masculino em sua forma mais primitiva, que à noite se exauria de tanto gozar, metendo e fodendo a minha mãe no quarto ao lado, e alimentava todas as minhas fantasias.

E minha outra influência, completamente oposta, era o meu primo. Com ele eu aprendi a delicadeza do contato mais íntimo. Depois das nossas primeiras experiências, eu aproveitei uma visita da minha mãe à minha tia e resolvi passar o fim de semana inteiro, que deveria ser a nossa primeira vez.

Naquela noite, depois de um dia cheio de expectativa, fomos dormir, dividindo camas separadas no seu quarto. Lembro que era uma sexta-feira, o dia em que meu pai chegava em casa no meio da noite, e como uma fera gemia e fazia gemer a minha mãe.

Se estivesse em casa, eu estaria acordado pra ouvir tudo atentamente. Mas, dessa vez, o que me fazia estar acordado a uma hora daquelas era o meu primo. Depois de me meter na cama dele, a nossa noite começou.

Sob o efeito da adrenalina, com o sangue correndo pelas veias, acumulando-se onde devia naquele momento, e revelando-se numa visível ereção, nós estamos um sobre o outro. E de um beijo, o que o corpo pede é a consumação carnal que nos toma.

De um toque sob os lençóis, na busca do prazer escondido, até a construção lenta de uma cumplicidade única. Eu encontro o seu pau, numa intensa masturbação que o faz suspirar na minha boca.

— A gente pode fazer ao mesmo tempo dessa vez! — ele sugere.

E depois de tirar a roupa toda, nós assumimos a posição 69. Ambos ansiamos pelo prazer de chupar um ao outro simultaneamente. E o desejo de sentir, de envolver, apenas aumenta. Os lábios tocam a glande ao mesmo tempo. Cada um segura o corpo do pênis, pensando no prazer que proporcionam um ao outro e no prazer que o outro recebe.

Cada um acaricia a glande, envolvendo com lábios que se abrem para receber o pênis do outro, como um gesto de entrega mútua.

Apesar do prazer intenso, da última vez não houve penetração. E a nossa mente virgem parece tomada de imagens fantasiadas de sexo anal. Deslizando e acariciando cada parte dos nossos corpos, nossas mãos nos proporcionam o que têm para dar, satisfazendo a excitação que nos domina.

Então, quando cada cabeça desce sobre a parte de trás da língua um do outro, mergulhando nas profundezas de um desejo indizível, no há como descrever o que se sente naquele momento. Sentimos nossos corpos responderem ao estímulo, num mesmo tremor que nos percorre, enquanto ejaculamos, cada jato de esperma juvenil na garganta um do outro.

O prazer flui por cada um no círculo completo que formamos. Cada um se agarrando à sensação do ápice, abraçando-se como se nunca tivesse havido um momento como este em toda a vida.

Depois daquela experiência de uma sucção intensa, e de provar o nosso gozo, deitamos lado a lado, ainda meio ofegantes. Mas dessa vez eu sei o que eu quero, e não consigo evitar a excitação que ainda me deixa de pau duro. Normalmente, depois de gozar, meu corpo precisa de um tempo, diminuindo o ritmo até voltar ao jogo do prazer.

Mas naquela noite a minha ereção pedia algo mais. Então, seguindo o instinto que me domina, eu me posiciono atrás do meu primo enquanto ele me lança aquele olhar que me diz: "Vamos mesmo fazer isso?"

E na hora, nem deu tempo de dizer nada. Quando eu vi, já tinha encontrado o lugar certo, e comecei a penetrá-lo por trás. Era a primeira vez que eu experimentava a sensação de estar dentro de outro; nem a mais intensa masturbação poderia se comparar àquilo.

Enquanto fodia o meu primo, eu segurava o seu pau, como se tentando fazê-lo sentir o mesmo que me invadia naquele momento. Acho que chega uma hora em que isso aflora dentro de nós naturalmente, e um garoto de repente sente uma necessidade incrível e precisa saciar o corpo, num intenso instinto de penetração.

E mesmo sendo a primeira vez, não demora muito e eu já começava a pegar o jeito, metendo e fazendo meu primo gemer baixinho no travesseiro. Eu lembrava dos sons da minha casa, nas noites de sexta, e tentava cadenciar as investidas, alternando com cada retirada.

Sem saber, meu pai tinha me ensinado direitinho a sua arte na cama. E enquanto ofegava, eu me lembrava do seu ritmo, numa sinfonia de penetração e gemidos que me mantinha acordado. Até que ambos enfim chegávamos ao ápice do prazer, ele gozando na minha mãe, e eu na minha masturbação.

Mas aquela noite foi diferente; dessa vez eu gozei dentro de outro... no cuzinho do meu primo, num orgasmo avassalador.

E depois então foi a vez dele. Me virei pro lado da parede, me deixando penetrar. Abrindo um pouco as minhas pernas, ele foi se metendo dentro de mim, com seu corpo contra o meu.

Por um instante, ele se deteve, como que indeciso se devia ou não fazer o mesmo.

— Anda logo! Mete de uma vez! — eu sussurrei pra ele.

Ao mesmo tempo em que abria mais as pernas, eu levava a mão à sua cintura, puxando ele pra fazer o que devia. Ele então se encostou mais e eu pude sentir a sua ereção me roçar a pele. Até que, numa intensa investida, ele finalmente conseguiu fazer a cabeça do seu pau romper dentro de mim.

Eu sentia cada uma das minhas pregas começarem a se distender, tentando relaxar enquanto era penetrado. Sentir um pau dentro de mim sempre foi a minha fantasia mais ousada. Eu sonhava que aquela primeira vez seria com meu pai. Queria que ele fosse meu primeiro homem, aquele que me daria tudo de si; seu ímpeto, sua potência, e finalmente, seu gozo.

Tive que respirar fundo, ao sentir que havia algo dentro de mim. E enquanto se movia intensamente, me fodendo sem parar, ele me segurava pela cintura. Eu tentei gemer, mas fiquei sem palavras, e apenas abafei no travesseiro o que sentia.

Do mesmo jeito que eu tinha feito, ele me masturbava enquanto metia no meu cu, suspirando ofegante na minha nuca. E não demorou muito pra que ele começasse a gozar, o que me deixou fraco, me deixando conduzir pelo seu ritmo.

Depois de um gemido mais suave no meu ouvido, ele soltou seu último jato de porra dentro de mim. Eu me sentia molhado entre as pernas, mas queria que ele não terminasse, que continuasse me fodendo mais um pouco.

— Continua! — e me virava pra beijá-lo.

Ele me segurava pelos quadris, com a respiração aos poucos voltando ao normal. E enquanto nos beijávamos, eu podia sentir na sua língua o gosto do meu próprio gozo. Aquela minha fantasia parecia quase real, no escuro do quarto do meu primo: sentir o meu pai dentro de mim, enquanto me beijava e me fodia. Mas, afinal de contas, eu tinha perdido a virgindade, de um jeito ou de outro.

Acho que nem me importei com mais nada, de tão feliz com a experiência daquela noite. E dormimos agarrados, completamente nus debaixo do lençol. Pela manhã, com os primeiros raios de sol, eu me levantei e voltei pra cama ao lado. Ainda bem, porque minutos depois minha tia veio nos acordar, quase flagrando o nosso crime.

Mas, se pela manhã conseguimos escapar da vigilância dos meus tios, um pequeno incidente colocaria tudo em evidência. Aconteceu na garagem, quando nos esgueiramos pra um lugar que parecia nos ocultar de todos. A única coisa que nos esquecemos era que, como todo fim de semana, meu tio acabaria vindo mexer no motor do carro, como costumava fazer no sábado pela manhã.

Estávamos num canto, naquele jogo de masturbação mútua, quando fomos flagrados. Meu tio ainda nos olhava, perguntando pro filho o que estávamos fazendo ali.

Era óbvio, e ele deve ter lembrado dos seus tempos de garoto, tentando nos ensinar algo sobre masculinidade.

— Olha, filho, eu sei que vocês devem ter curiosidade sobre sexo, garotas e essas coisas, mas não podem ficar por aí batendo punheta — ele tentava ser amigável.

— A gente tava só brincando.

— Se tiverem alguma dúvida, podem perguntar.

— E você, tio Beto? Também costumava bater uma? — eu provocava.

— Isso não é nada demais; é só um jeito de aprender como o seu corpo reage.

— Você batia muito quando era garoto? — eu me atrevia um pouco mais. — Mostra pra gente!

— É, pai! — o Fabinho emendou.

— Os dois tão querendo uma aula de punheta? É isso?

— É, mostra pra gente como o senhor fazia!

Ele ainda hesitou um pouco, olhando em volta pra ver se a minha tia estava mesmo ocupada na cozinha. Mas aquela provocaçãozinha parece ter deixado ele de pau duro, pelo volume da sua calça. E quando ele finalmente tomou coragem de baixar o zíper, eu mal acreditava que estávamos mesmo fazendo aquilo.

Depois do meu pai, eu fiquei um tanto curioso pelo pau dos adultos. Ficava imaginando se todos eram assim tão grandes e cobertos de pêlo. E, pra minha surpresa, o do tio Beto não devia nada em tamanho, e me impressionava enquanto ele segurava, fazendo a cabeça vermelha aparecer entre os seus dedos.

Confesso que foi meio erótico ficar excitado e de pau duro na frente de um adulto. Era a primeira vez que eu me masturbava na frente de outro que não o meu primo. E o fato de ser o meu tio o irmão do meu pai só deixava a coisa toda ainda melhor.

Masturbação, como um prazer solitário, é um aprendizado instintivo, mas é diferente ver outro cara se masturbando. Quando você mesmo se masturba, sabe o que se passa na sua mente enquanto fantasia. Observar outros caras se masturbando pode ser muito instigante, se você não tiver preconceito, achando que não é coisa de homem. Então, com a libido natural de garoto e a crescente expectativa, eu me tocava sem medo.

O tio Beto tinha um pau de tamanho decente e parecia que ele depilava os testículos e aparava os pêlos pubianos... bem diferente do meu pai. Era uma masturbação intuitiva aquela nossa, todos de pau duro olhando uns para o pau dos outros. Sentado a uma distância segura de nós, garotos, ele parecia tão-somente querer nos ensinar como fazer, sem nem ter ideia de tudo o que fizemos a noite passada.

— A gente podia fazer um no outro — eu sugeri.

— Costumam fazer assim? — ele parecia curioso sobre como nos masturbávamos, e podia jurar que o seu pau levantou um pouco mais quando acenamos com a cabeça.

— Mas se não tem coragem tudo bem, tio.

— Não é isso, é que... — e ele de repente percebeu a minha provocação, sorrindo pra mim.

Então, ele se levantou de onde estava sentado e veio sentar entre o Fabinho e eu. Ele sorriu pra mim de novo, quase como se não estivesse meio nervoso. Afinal, era o sobrinho e o seu filho ali sentados de pau duro. Mas, quando ele colocou a mão no meu pau e começou a masturbá-lo, eu soltei um suspiro. Depois ele se virou pro Fabinho e fez o mesmo, tocando o pau do filho, talvez pela primeira vez.

E como o meu primo ainda ficou meio sem reação na hora, eu não pensei duas vezes e peguei no pauzão do meu tio e comecei a masturbá-lo.

As coisas estavam definitivamente esquentando enquanto o tio Beto nos tocava, de um jeito que nunca deve ter imaginado fazer, numa sessão de masturbação mútua na garagem. Acho que foi aí que a linha foi cruzada, não só entre o meu primo e eu, como entre o meu tio e nós dois.

A eletricidade da mão do tio Beto no meu pau fez o líquido pré-ejaculatório escorrer da ponta do meu pau extremamente duro. Certo ou errado, você não pode dizer ao seu pênis que não está gostando quando está. E estava incrivelmente excitante aquela experiência.

E por mais gostoso que fosse sentir a mão dele no meu pau, quando estendi a mão e segurei o pau dele, meu coração disparou. Acho que a natureza proibida do que estávamos fazendo era o melhor de tudo. Havia um pouco de incesto, um pouco de contato homossexual, mas nada disso passava pela minha cabeça no momento. Nada superava o tesão que fazia o meu pau vibrar, muito mais do que uma punheta noturna.

Com a minha mão no pau do tio Beto e a mão dele no meu, o nível de excitação entre nós era bem maior que entre ele e o Fabinho. Acho que deve ser meio estranho masturbar o filho pela primeira vez, mas eu estava adorando aquilo.

Então lá estava ele com dois paus duros em cada mão, nos deixando ofegantes. Era fácil acariciar o pauzão do tio Beto; havia muito o que segurar na sua ereção, bem diferente de um pau ainda pouco desenvolvido de um garoto.

— Tem uma coisa que faz ficar ainda melhor... — eu lhe sussurrei.

E antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, eu comecei a desabotoar a sua camisa, revelando seu peito nu. Pra minha surpresa, bem diferente do meu pai, ele também se depilava no resto do corpo.

Eu voltei a segurar o seu pau, enquanto acariciava o seu peito lisinho, com os mamilos eriçados. E me admirava que ele se deixasse ser tocado daquele jeito pelo sobrinho, como que curioso pra ver até onde aquilo ia.

É claro que, diante do seu peito exposto, eu não resisti a inclinar a cabeça, tocando de leve o seu mamilo com a ponta da língua. Podia sentir, pela sua respiração ofegante, que ele se sobressaltou com aquele contato mais íntimo. Mas continuou a me masturbar, enquanto eu o chupava.

E, olhando aquilo, o Fabinho não resistiu e também fez o mesmo, se inclinando e chupando o outro mamilo. Estávamos agora os três unidos numa intensa troca de carícias, como nunca o meu tio deve ter imaginado se permitir com o sobrinho, muito menos com o filho.

Mas eu queria ainda mais, não importa que já tivéssemos cruzado aquela linha imaginária dos tabus: eu queria provar o seu pau!

Olhando ele bem nos olhos, eu me abaixei e me meti entre as suas pernas, ainda segurando o seu pau. Mas, dessa vez, a minha excitação superou tudo o que eu conhecia. Meu tio se deteve por um instante, ainda segurando o pau do Fabinho, e acho que não acreditava que eu tivesse tamanha ousadia. Mas quando eu abri a boca e engoli o seu pau, ele começou a gemer, ainda meio sem reação.

O Fabinho não sabia o que fazer, olhando a cena sem acreditar. Mas eu estava disposto a dividir com ele, bastava que ele dissesse. Na verdade, eu não sabia se o meu primo tinha pelo pai o mesmo desejo que eu tinha pelo meu. E tudo o que eu podia fazer era deixar que ele descobrisse por si só.

Então, me virei e olhei pra ele, como que dizendo: "Vai ficar aí só olhando?" Até que ele se ajoelhou entre as pernas do pai, com um brilho incestuoso nos olhos, enquanto estendia a língua pela cabeça do seu pau. Ao mesmo tempo, eu lambia as suas bolas, fazendo ele suspirar.

Isso me fez diminuir o ritmo no pau dele, porque não queria que ele gozasse logo. Se eu ia tão longe com aquilo, eu queria provar o seu pau, e deixar ele gozar na minha boca. Claro que o meu pai era minha fantasia, mas acho que a porra do tio Beto devia ser tão boa quanto, já que eram irmãos. E provar o seu esperma me daria uma boa ideia do que sentiria com meu pai.

Eu me dediquei a chupar o seu pau duro, disputando com meu primo. Ele se contorcia e soltava uns gemidos suaves, curtindo receber uma mamada de dois garotos pela manhã. E se com o filho ele ainda hesitasse um pouco, deixando ele chupar à vontade, comigo ele já se soltava, acariciando o meu cabelo e fodendo a minha boca.

Eu lambi, chupei, beijei e masturbei o pau do meu tio, querendo lhe dar prazer, mas também provocá-lo. Tentei fazer um boquete nele o melhor que pude enquanto ele estava sentado, com as pernas abertas.

E quando ele segurou a minha cabeça e começou a me foder pra valer, eu vi que estava dando certo a minha provocação. Ele não só estava gostando, mas estava gemendo enquanto metia na minha boca.

Então aconteceu. Ele gemia de olhos fechados, enquanto jatos enormes de sêmen enchiam a minha boca e eu tentava engolir, surpreso pelo gosto e pela sensação do seu esperma quente na minha boca. Continuei chupando e bebendo tudo, sentindo meu pau latejar enquanto fazia isso. Por um longo tempo, continuei, saboreando o gosto de pau e sêmen enquanto o tio Beto passava a mão pelo meu cabelo.

Mas eu ainda fui generoso com meu primo, e deixei ele provar um pouco também. Eu sorria enquanto ele lambia toda em volta a cabeça do seu pau, numas gotas que ainda lhe escorriam. Não há nada como provar a porra do seu pai.

Quando finalmente consegui me levantar, eu sorri pro tio Beto e deslizei pelos seus braços pra um beijo de boca aberta, excitado e inquieto. Não durou muito, pois logo me inclinei sobre ele, sentando no seu colo.

— Mas que maluquice, garoto! — ele se surpreendia com o meu ímpeto enquanto nos beijávamos.

Podia sentir as suas mãos pelo meu corpo, apertando a minha bunda e me mantendo em seus braços. E ele não só retribuía o beijo, como me oferecia sua língua pra eu chupar na sua boca quente e úmida.

— E eu? — o Fabinho se metia entre nós, querendo um pouco da mesma atenção do pai.

— Ô, filho, vem cá! — e deixou o meu primo se juntar ao nosso beijo, agora um beijo a três.

Eu olhava pai e filho se beijando bem na minha frente, e só conseguia pensar em como seria ter a mesma intimidade com meu pai. Talvez o tio Beto pudesse me ajudar com isso, agora que eu tinha provado a sua porra.

Em meio à sensação proibida de seduzir meu tio, um homem casado e pai do meu primo, apenas um ano mais novo que eu, não havia mais nada que eu quisesse, a não ser sentar no seu pau e deixar que ele me fodesse ali mesmo. Mas antes que pudesse, a voz da tia Glória, nos chamando pra almoçar, fez com que voltássemos à realidade.

Mais do que depressa, o tio Beto fechou o zíper da sua calça e saiu apressado, nos deixando ainda meio ofegantes na garagem. E na cozinha, durante o almoço, a sua expressão parecia emudecida. Ainda nem uma palavra, talvez se sentindo culpado pelo que tinha acontecido.

Mas acho que aquele fim de semana seria o começo das minhas descobertas dos segredos do meu pai. E tudo começou com meu tio.

Depois do almoço, entre olhares em volta da mesa, ele de repente nos sorriu e soltou aquela, surpreendendo a mim e ao meu primo.

— O que me dizem de irmos acampar o resto do fim de semana, garotos?

E é claro que estávamos mais do que excitados pra passar um tempo, só os três, no meio do mato, só pra terminarmos o que começou na garagem aquela manhã.

Continua...

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