A Nerd da Turma - Suor e Sacanagem

Um conto erótico de RaskChinaski
Categoria: Heterossexual
Contém 1240 palavras
Data: 13/02/2026 13:40:06

Faz tempo que eu não faço um texto tão descritivo assim, então espero que gostem.

Todos os nossos assuntos acabavam em sexo. Era exatamente isso que eu mais gostava em Nayara: ela sabia reacender o fogo, manter o relacionamento sempre interessante. Não era daquelas mulheres que imploravam por mimos o tempo todo, que cobravam cavalheirismo. Pelo contrário: Nayara gostava do meu jeito rude, da minha falta de romantismo. Gostava do modo como eu olhava para ela — sempre com desejo, com fome daquele corpo.

Eu ainda lembrava das solas dos seus pés, dos dedinhos e dos calcanhares rosados. Lembrava de como ela abria as pernas, deixando a bucetinha completamente exposta sempre que queria que eu metesse forte. Mas agora Nayara não era mais minha namorada. Era outro que se lambuzava naquele corpo. E eu tentava evitá-la.

— Oi, tô aqui perto do seu apê. Posso passar aí rapidinho pra pegar meu livro?

Eu já tinha até esquecido daquele livro. Será que ela deixou lá de propósito? Nayara era imprevisível.

— Se for rápido… — respondi sem paciência.

Não demorou para ela chegar. E nossa, como ela estava gostosa. Vestidinho rosa colado no corpo, a tatuagem de máquina de escrever na coxa à mostra. Estava suada — o calor lá fora era insuportável. O cheiro do perfume misturado com o suor dela me deixou com a rola dura na mesma hora.

Ela entrou como se nada estivesse acontecendo. Meus olhos foram direto pro rabão. Peguei o livro na estante e entreguei pra ela. Nayara continuou me encarando. Os bicos dos seios marcavam o tecido fino do vestido. A safada estava sem sutiã.

Me aproximei sem pensar duas vezes. Segurei firme na cintura dela. A safadinha deu uma mordida no lábio inferior. Comecei a beijá-la com vontade, chupando seus lábios, puxando-os. Eu gostava de deixar aquela nerd marcada.

— A gente não pode… você sabe que eu namoro — ela murmurou.

Enfiei a mão por baixo do vestido. Nenhuma surpresa: a safada estava sem calcinha, completamente melada. Mergulhei dois dedos dentro dela e comecei a mexer devagarinho, exatamente do jeito que ela gostava.

Não demorou muito para que ela estivesse de quatro no chão, perto da porta de entrada do apartamento. Joelhos, mãos e pés apoiados no piso frio. Os pés entrelaçados. Ela encostou a testa no batente de madeira e empinou ainda mais o rabão, que já gotejava de tesão.

Nayara olhou para trás. Eu estava pelado, a rola envergada de tanto tesão. Com uma das mãos, ela abriu ainda mais as nádegas. Pude ver aquela pinta pertinho do cu que sempre me deixava louco.

Me posicionei atrás dela, ajoelhando no chão frio. O rabão de Nayara empinado, aberto, convidando. Aquela pinta ali, pertinho do cu me fazia lembrar de todas as vezes que eu a comia como um animal.

Ela era nerd pra caralho — óculos tortos quando transava, livros espalhados pela cama, falando de filosofia entre gemidos —, mas na hora H virava uma safada insaciável, pedindo mais forte, mais fundo. Isso me deixava maluco, o pau latejando, endurecendo ainda mais só de ver aquela mistura: a intelectual que se derretia em puta.

Segurei a base da rola, as veias saltadas como cordas esticadas de tanto tesão acumulado. Encostei a cabeça na entrada dela, melada e quente, e empurrei devagar no começo, sentindo a buceta apertar ao redor. Nayara gemeu baixo, mordendo o lábio, os olhos semicerrados por trás daqueles fios de cabelo bagunçados. "Vai, me fode como antes", ela sussurrou, a voz rouca, nerd e safada ao mesmo tempo, o que me fez endurecer mais, como se fosse possível.

Aumentei o ritmo, entrando e saindo com força, o pau deslizando fácil no mel dela. Cada estocada fazia o corpo dela balançar pra frente, os peitos balançando sob o vestido amarrotado, batendo contra a porta. Bam. Bam. O som ecoava no apartamento, misturado aos gemidos dela e ao barulho molhado da foda.

Eu segurava firme em suas nádegas, abrindo mais, vendo as veias do pau pulsarem enquanto entrava todo, até o talo, saindo brilhante de suco. O jeito dela — empinando mais, rebolando contra mim, pedindo "mais forte, seu bruto" com aquela carinha de quem lê livros grossos mas adora ser arrombada.

Eu comi aquela nerd sem piedade, o corpo dela ficou todo avermelhado: as coxas marcadas pelas minhas mãos, as nádegas rosadas das palmadas que eu dava entre as metidas, os joelhos vermelhos do atrito no chão, até o pescoço e as costas ficando corados de tanto esforço e prazer. Ela gemia alto, os peitos balançavam a cada impacto contra a porta, que rangia como se fosse cair.

"Tá me arrombando, caralho...", ela ofegava, e isso só me fazia ir mais fundo, mais rápido, sentindo as veias latejarem enquanto o pau entrava e saía, esticando aquela buceta que eu conhecia tão bem. O suor escorria pelas costas dela, misturando com o perfume, e eu não parava, louco por aquela nerd safada que me fazia perder o controle.

Meus olhos desceram pros pezinhos dela. Estavam suados, brilhando de suor e do calor da foda, os dedinhos rosados entrelaçados um no outro, os calcanhares ligeiramente erguidos do chão frio por causa da posição empinada.

Aqueles pés delicados, que ela sempre pintava de vermelho escuro ou deixava naturais, agora tremiam a cada estocada profunda. A visão me acertou em cheio: a nerd safada de óculos tortos, rabão aberto, buceta arrombada, e aqueles pezinhos suados entrelaçados como se ela estivesse se segurando no prazer.

Não aguentei. O tesão subiu e não consegui segurar. Tirei o pau da buceta dela de repente — ela soltou um gemido frustrado, quase um protesto —, segurei a rola grossa, ainda latejando, veias saltadas, melada do mel dela. Comecei a bater punheta rápido, olhando fixo pros pés. Nayara percebeu, virou a cabeça um pouco, os olhos semicerrados, mordendo o lábio inferior. "Vai, goza neles...", murmurou rouca, a voz tremendo de tesão.

Segurei firme na base, acelerei a mão, e gozei forte. Jatos quentes de porra saíram voando, caindo primeiro nos calcanhares, escorrendo pros arcos dos pés, depois nos dedinhos entrelaçados. Um jato acertou bem no dedão, outro no mindinho, espalhando leite branco e grosso por todos eles. A porra escorria devagar entre os dedos, pingando no chão, deixando os pezinhos dela brilhando de sêmen misturado com suor.

Nayara gemeu alto ao sentir o calor, o corpo todo tremendo, a buceta pulsando no vazio, como se estivesse gozando só de receber aquilo.

Ela ficou ali uns segundos, ofegante, os pezinhos gozados abertos agora, a porra escorrendo devagar. Depois, sem dizer uma palavra, se levantou devagar.

O vestido amarrotado caiu de volta sobre as coxas, mas ainda dava pra ver as marcas vermelhas nas nádegas e nas coxas. Pegou os chinelos que tinha tirado na entrada — aqueles de dedo simples, pretos —, enfiou os pés neles com calma. A porra grudou no tecido, escorrendo um pouco pros lados dos dedinhos. Ela nem limpou. Apenas se abaixou, pegou o livro que tinha deixado cair no chão durante a foda, apertou o livro contra o peito.

Abriu a porta devagar, o cheiro de sexo e suor impregnado no ar. Olhou pra mim uma última vez — um olhar rápido, safado, quase debochado —, e saiu. A porta fechou com um clique suave. Fiquei ali, pelado, pau ainda semi-duro pingando os últimos pingos, respirando pesado, olhando pro chão onde uma poça pequena de porra e mel misturados marcava o lugar.

Silêncio. Só o eco dos passos dela no corredor e o cheiro dela ainda pairando no apartamento.

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