Banho Íntimo versão filha

Um conto erótico de Girls Family L
Categoria: Lésbicas
Contém 700 palavras
Data: 02/02/2026 07:31:52
Assuntos: banho, Lésbicas

Era um sábado daqueles preguiçosos, com o sol invadindo a sala, e eu, aos 22 anos, de folga do spa, ajudei minha mãe a arrumar o sótão. Subimos e descemos escadas com caixas cheias de tranqueiras antigas, rindo das fotos velhas que achamos. No fim da tarde, estávamos suadas, cheias de poeira e mortas de cansaço, mas felizes. "Mãe, a gente tá imunda. Vamos tomar banho juntas pra não gastar água à toa?", sugeri, sem maldade nenhuma – era prático, como quando eu era criança, só mãe e filha no chuveiro.

Entramos no banheiro, o vapor subindo com a água quente caindo. Tirei a roupa suja, e minha mãe fez o mesmo, seu corpo maduro e curvilíneo brilhando sob a luz úmida. Nunca passou pela minha cabeça nada além de relaxar. Peguei o sabonete e comecei a ensaboar as costas dela, as mãos deslizando suaves, tirando a sujeira do dia. Meu corpo reagiu sem eu esperar: um arrepio subiu quando os dedos tocaram a pele dela, o calor da água se misturando a um formigamento involuntário no peito. "Deixa eu te limpar direito, mãe", murmurei, e fechei os olhos por um segundo, achando que era só o alívio do banho.

Mas aí peguei o óleo corporal que ela guardava ali – um hidratante com cheiro de coco e um toque quente, pra usar pós-banho. "Vou passar um pouco pra hidratar, tá ressecando", disse, derramando nas mãos e espalhando nas costas dela, descendo pras coxas. O óleo deixava tudo escorregadio, quente na pele molhada, e o quadril dela se mexeu um pouquinho pra frente sem motivo, e o meu respondeu com um calor crescendo lá embaixo, automático. Senti meus mamilos endurecerem contra o vapor, e olhei pra ela – minha mãe estava corada, os olhos vidrados, como se o corpo dela também estivesse agindo sozinho. "Mãe... isso tá...", comecei, mas minha voz saiu rouca, e em vez de parar, segurei a cintura dela, o formigamento virando um pulsar incontrolável entre as pernas.

Tudo aconteceu sem roteiro, os corpos no comando enquanto a mente tentava entender. Nossos lábios se tocaram num beijo molhado, hesitante no início, mas virando faminto com o vapor nos envolvendo. Saímos do chuveiro pingando, nos jogando na cama do quarto vizinho, o óleo se espalhando pelos lençóis úmidos. Subi em cima dela, entre as pernas, e nossas vulvas se roçaram no movimento – o atrito escorregadio pelo óleo mandou uma onda que me fez rebolar devagar, involuntária. "Mãe... acontecendo de novo?", sussurrei, mas já gemia baixinho, meu clitóris roçando no dela, a umidade se fundindo ao óleo viscoso. Era instintivo, o prazer tomando conta; ela agarrou minhas nádegas, puxando mais forte, nossos gemidos preenchendo o quarto steamy.

Invertemos, ela por cima agora, e meu corpo se arqueou pra encontrar o dela, me movendo pra frente e pra trás sem pensar, sentindo o clitóris inchado deslizando no dela em ângulos que explodiam em faíscas. "Vai, mãe... assim", gemi, as unhas cravando na pele dela onde o óleo brilhava. O som molhado dos corpos se chocando era cru, real – suor, água e óleo escorrendo pelas coxas, tudo guiado pelo que o corpo queria.

Viramos de lado, pernas entrelaçadas como tesouras, rostos colados no travesseiro molhado. Nessa posição, era mais próximo, beijos se misturando aos movimentos laterais, o óleo facilitando cada roçada suave e intensa. Minha mão desceu pro quadril dela sem eu mandar, guiando o ritmo, sentindo os lábios dela se abrindo contra os meus, o calor pulsando sem freio. "Não acredito que rolou assim", confessei entre suspiros, mas o corpo acelerava, a mente se rendendo ao inevitável.

Por fim, de joelhos no chão ao lado da cama, eu na frente e ela atrás, pressionando a vulva nas minhas nádegas escorregadias. Tribando de trás, o óleo escorrendo pelas curvas, uma mão dela descendo pra estimular meu clitóris enquanto se movia. O ângulo era profundo, novo, e meu corpo tremia incontrolável. "Ah, mãe... eu vou gozar", choraminguei, o orgasmo vindo em cascata, nós duas desabando no tapete, corpos entrelaçados e cobertos de óleo, a mente aceitando o que os instintos tinham iniciado mais uma vez.

A bagunça do sótão? Deixada pra lá. No lugar, um laço proibido que nos pegava de surpresa, irresistível e nosso.

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