CAP.17: MILAGRES DE AMOR!!!

Um conto erótico de Adm1976
Categoria: Heterossexual
Contém 7761 palavras
Data: 12/02/2026 20:27:11

–Minha vida acabou mãe!!! Ela morreu mãe!!! Ela morreu…

Eu sinto o peso do próprio corpo me empurrando pra baixo, antes de cair, minha mãe me segura, mesmo sendo pesado, ela arruma força de um lugar, onde só mãe consegue, ela me põe sentado em uma cadeira, e pega o telefone no chão, e tenta ouvir a voz do seu Roberto do outro lado, ela fala:

*alô, alô..

Aparentemente não tem resposta, então ela espera, e por fim:

*Ele está aqui em choque, o'que aconteceu?

Ela ouve a voz do outro lado.

*Onde vocês estão, estamos indo aí.

A voz fala alguma coisa, e ela encerra o assunto.

*Fica tranquilo, ele não vai de moto, só vamos nos vestir e vamos.

Então minha mãe olha para mim.

–Amor, presta atenção em mim amor.

Meus olhos estão marejados, meu coração dilacerado, meus olhos vão em sua direção, mas meus pensamentos não estão lá, minha mãe percebe, claro ela me conhece, ela me dá um chacoalhão, o mesmo que dei no meu tio.

–Filho, ela não morreu, ela está no hospital, o estado é grave filho, muito grave, mas ela não morreu, vamos tomar um banho, e vamos pra lá.

–Não morreu mãe, você tem certeza?

Limpo minhas lágrimas, sinto o ar encher meus pulmões, meu corpo reage de forma positiva a notícia da minha mãe.

–Sim filho, e não é pra brigar com a mãe dela, apesar de tudo, ela também está sofrendo filho.

Parei de gostar da dona Sandra, mas assenti, chegamos no hospital, seu Roberto imediatamente me abraça, dona Sandra estava longe, olhando desconfiada, minha mãe com seu grande coração, corre até ela, e a abraça forte, e as duas choram, não falam nada, as duas sentiam a mesma dor, eu pergunto.

–Seu Roberto, como ela está?

–Ela está muito fraca, as chances são poucas…

Ele olha pro vazio, fecha a mão, e fala pro vazio.

–Demoramos demais…

Ele sai da sala, eu me sento, não ter informação doía demais, minha mãe estava junto da dona Sandra, o clima era tenso, as duas caladas e eu mudo, um silêncio ensurdecedor, nós fomos completamente ignorado pelos médicos, meia hora depois, seu Roberto volta a sala, dona Sandra o encara, visivelmente eles não estão em sintonia, seu Roberto me chama pra um local reservado, eu vou, ele pára e chama a minha mãe também, ela não queria deixar dona Sandra ali sozinha e desamparada, mas dona Sandra gentilmente acena para minha mãe vir conosco. Vamos até a lanchonete do hospital, sentamos, ele pediu três refrigerantes pra gente, bebeu o seu quase todo numa golada, as primeiras palavras saem baixa, gaguejada, mas corajosa.

–Felipe, eu vou te contar tudo que aconteceu, você merece saber, e como você e sua mãe são muito unidos, é bom ela saber também, bom, depois que você despejou tudo aquilo pra cima da Sandra, eu ouvi tudo, e você está certo, eu fui omisso, e sim, minha filha está morrendo, e a culpa também é minha.

Seu Roberto engasgou, sua garganta fechou, e ele chorou, minha mãe, pôs a mão em cima das mãos dele.

–Calma Roberto, como você imaginaria que ela faria isso, ninguém tem culpa.

–Obrigado Regina, você é muito condescendente, mas eu tenho que viver com isso, mas se Deus me permitir consertar isso; eu vou. Sabe Felipe, quando eu vi vc acompanhando seu tio, esperto, inteligente, aprendendo tudo, conversando com os clientes, eu vi em vc o filho que eu não tive, e a Sandra também, ela queria que você fizesse a faculdade que ela fez, ela até me propôs de nós pagarmos, eu concordei, desde que fosse sua vontade, mas quando você preferiu não ir pra esse lado, e sim trabalhar mais comigo, eu tirei muito sarro dela, a Sandra te amou Felipe, ela queria que você fosse o irmão mais velho da Larissa, eu sempre soube que vocês dois se amavam sim, mas de forma diferente do que ela pensava, e que mais cedo ou mais tarde você seria meu genro, eu sonhei com isso.

–Desculpa, mas é muito difícil acreditar que a Sandra me queria como filho.

–Sim, ela queria, mas os últimos acontecimentos, fez ela mudar completamente, ela não está acostumada a ser desafiada, eu sempre deixei ela tomar conta de tudo, era confortável pra mim, mas isso acabou Felipe, eu te garanto se ela…

Seu Roberto travou, não conseguiu completar a frase, eu não queria saber disso, eu queria saber o motivo da minha Larissa está morrendo.

–Seu Roberto, o que aconteceu para ela tomar essa decisão?

–Eu e a Sandra, começamos a discutir assim que entramos no carro, eu disse a ela que eu permitiria vocês dois namorar, e ela estava irredutível, entramos no apartamento brigando, isso chamou a atenção da Larissa, já que nunca brigamos, eu acusando ela e ela me acusando de estar entregando minha filha a você, só pra não perder o funcionário, então Larissa perguntou por que estávamos brigando, eu expliquei:

“ O Felipe brigou com sua mãe, porque ele ainda quer namorar com você filha.

*Mesmo depois de tudo pai?

*Ele te ama filha, e quem ama perdoa, eu não sei porque você foi namorar com aquele bostinha filha?

* Culpa da mãe, ela ameaçou mandar o Lipe embora”.

– Eu sei que nessa hora eu voltei a ver minha filha novamente, saber que você continuava amando ela, fez ela se encher de alegria Felipe, mas a Sandra falou que não ia aceitar esse namoro , aí o pau quebrou entre as duas, a Larissa falando que te amava, e a Sandra: que ama o'que, vc nem sabe o que é amor menina, seu primeiro beijo foi com o filho do pastor, Larissa riu da cara dela, e respondeu, eu beijo o Felipe desde os quinze anos, já nos beijamos umas mil vezes, e você quer saber, ele até já gozou na minha cara, e eu amei, e quero mais, a mãe dela voou em direção a ela numa fúria que eu não conhecia; sua vagabunda, como você permitiu isso, se eu não seguro a Sandra, ela teria batido na Larissa, e ela soltou a infeliz frase que ela vai carregar pro resto da vida, se a Larissa...

Eu e minha mãe nos encaramos sem entender, e eu perguntei.

–Que frase foi essa seu Roberto?

–Que ela preferia a filha morta, que está namorando com você.

Eu dei um soco na mesa, minha mãe passou a mão na minha nuca me acalmando, eu bufei, a raiva transbordando, mas por causa da minha mãe, não arrumei confusão com ela, ali não era o momento, e seu Roberto continuou.

–Ela estragou tudo, eu nunca imaginei isso, mas vou me separar dela se o pior acontecer.

Nós ouvimos tudo, continuamos conversando, mas fomos interrompidos por uma mensagem da dona Sandra, o médico queria falar com eles, pai e mãe, eram 2:00 horas da manhã, fomos pro local, e o médico, um senhor grisalho, começou.

–Vejo que estão todos tensos, então serei direto, fizemos tudo que está ao nosso alcance, mas agora nos resta esperar ela lutar pela própria vida.

O peso do mundo caiu em nossas cabeças, Sandra e Roberto choraram, eu chorei, minha mãe me abraçou forte, e o médico enfim continuou.

–Ela foi transferida para um quarto, e vocês podem ver ela pelo vidro, e vou permitir uma pessoa entrar, ela está muito fraca, vamos evitar contaminação, quem vai ser, o pai ou a mãe?

Dona Sandra se prontifica, mas seu Roberto a impede.

–Quem vai entrar Dr; é o Felipe, meu genro.

Eu o encaro tentando entender, e ele só bate no meu ombro apenas me confortando, dona Sandra provavelmente estava furiosa, mas não tinha como ter certeza,por que eu não conseguia olhar na cara dela, o Dr com voz firme me chama pra eu me preparar, eu entrei todo empacotado no quarto, a cena era sombria, o coração batendo fraco, ela recebia bolsa de sangue, por aparelho, e era isso que a mantinha ainda viva, eu olhei seu rostinho frágil, eu fiquei com mais medo de perdê la, eu peguei em sua mão, e falei em voz alta

–Eu estou aqui, Lari, e só vou embora quando você vencer essa luta, brigue pela vida amor, eu preciso de você.

E não sei se foi a minha vontade de sair desse pesadelo,ou se aconteceu mesmo, ela apertou a minha mão, eu tive quase certeza, eu me ajoelhei e fiz uma promessa pela vida dela, os três ficaram me olhando sem entender meu movimento lá do vidro, dez minutos depois eu estava com eles, foram dias de muito sofrimento, o máximo que eu fiquei longe do hospital, foi uma hora de cada dia, tempo pra ir pra casa tomar um banho e voltar, mas ela começava a reagir, seu Roberto tinha praticamente abandonado a loja, e eu, seu imediato na loja, não estava lá, Dona Sandra só tinha companhia quando minha mãe ficava ao seu lado, eu estava com tanta raiva dela, e ela com certeza estava com raiva de mim, e seu Roberto não conseguia mais olhar pra esposa com a devoção que ele tinha antes, mas a melhora da Larissa, embora devagar, era latente, e ela estava fora de perigo, comemoramos os quatro juntos, embora havia diferenças, a vida da Larissa é mais importante, e eu finalmente consegui comer de verdade, seu Roberto me chamou pra almoçar, e foi enfático.

–Felipe, eu quero que saiba que eu não vou mais permitir que a Sandra interfira no seu relacionamento com a Larissa, o amor que você demonstrou por ela nesses dias, já me basta.

Eu fiquei feliz, queria muito o consentimento dos dois, mas foda-se a dona Sandra.

Assim que voltamos, minha mãe puxou dona Sandra pra comer também, todos precisávamos de uma refeição de verdade.

Minha mãe me chamou de lado.

–Amorzinho, a mamãe precisa muito de um banho demorado, e uma noite de sono, você fica chateado se eu deixar você?

–Não mãe, a sua presença foi muito importante, mas graças a Deus, ela está fora de perigo, agora é esperar ela acordar, e eu quero estar aqui mãe, mas vai descansar.

Minha mãe se despediu dos dois, prometendo está de volta no outro dia, seu Roberto agora voltava a falar com a esposa, ela chorava nos braços dele, não sei o que falavam, era tarde da noite, de madrugada já, eu cansado, dormindo em uma cadeira, corpo dolorido, babando, quando sou acordado,com chacoalhões, talvez pela emoção do momento, dona Sandra, esquecendo do seu ódio por mim, ou por compadecimento mesmo, me chama.

–Felipe acorda, a Larissa acordou, podemos ver ela, vem.

Eu sou pego de surpresa, mas mesmo todo quebrado, vou em direção ao quarto dela, seu Roberto foi o primeiro a chegar, abraça a filha, chorando, pedindo perdão, dizendo o quanto a ama, dona Sandra é a próxima da fila silenciosa, que formamos, Larissa a encara, um silêncio confuso, e Larissa vira o rosto, dona Sandra acusa o golpe, ela ia se afastar, mas seu Roberto a puxa para ele, ela sofria, a filha sofria, e ele tinha que ser o porto seguro das duas, eu vim logo a seguir, e nossos olhos se encontraram, Larissa sorriu, aquele sorriso que me conquistou anos atrás, ainda fraco, mas sim, era o mesmo sorriso que me fez apaixonar. Eu a encarei como um cachorrinho que está há tanto tempo sem ver seu dono, corro em direção a ela, passo a mão em seu rostinho, ela me encara, vê meus olhos fundos, meu abatimento, ela sussurra.

–Você está acabado, Felipe.

Nós rimos, eu, seu Roberto, e até a dona Sandra sorriu, ela tentou disfarçar, tarde demais, eu com todo carinho do mundo respondi.

–Já você, até nessa cama de hospital, continua linda!

Ela procura com seus olhinhos,mais alguém, não acha,e me questiona.

–Lipe, onde está sua mãe, ela não está aqui com você?

–Ela ficou aqui com a gente todos os dias, mas ontem ela estava muito cansada Lari, e ela foi descansar um pouco, amanhã ela estará aqui.

No outro dia, minha mãe chegou e a abraça, as duas ficaram muito emocionadas, Sandra era levemente ignorada, mas minha mãe sempre buscava apaziguar o clima tenso entre as duas, Larissa estava bem melhor, eu estive lá com ela, todos os dias, eu a fazia sorrir, e seu sorriso deixava meu coração quentinho. No sábado, estávamos os quatro no hospital, seu Roberto agora estava sempre com uma risada no rosto, toda vez que ia tomar café, comer, ele me arrastava, eu queria ficar perto da Lari, mas ter a companhia daquele homem que me tratava como um filho me animava, ele não cansava de repetir, você vai casar com minha filha, tenho certeza, e eu concordava, logo depois que eu e ele voltamos do almoço, minha mãe e a dona Sandra íam, eu com muito carinho avisei pra Larissa que no domingo eu não poderia estar com ela durante o dia.

–Lari, amanhã eu vou a Aparecida do Norte agradecer a Deus.

–Como assim Felipe,você vai me abandonar?

–Nunca meu amor, mas é que fiz uma promessa, que se você sobrevivesse, no primeiro domingo depois que você acordasse eu iria assistir uma missa ajoelhado até o fim da minha vida.

Eu vi de relance dona Sandra revirando os olhos com horror, não me importei.

–Obrigada por me amar tanto Lipe.

Então minha mãe se aproxima apertando suas bochechas.

–Mas não ache que você ficará abandonada, eu estarei aqui com você o dia inteiro, Larissa.

–Mamãe!!!

Larissa com sua voz doce chama, todos olhamos pra dona Sandra, e ela encara a filha, dez segundos do mais puro nada aconteceu, voltamos a olhar pra Larissa, que está encarando minha mãe,

–Eu sei que me ama, mamãe, melhores amigas, lembra? Mas eu não quero que vc deixe o Felipe viajar sozinho, por favor mamãe, vai com ele.

Dona Sandra sentiu o golpe, Larissa não só a ignorava, como tinha colocado minha mãe no lugar dela, minha mãe aperta sua mão, e diz.

–Tá bom Larissa,eu o acompanho, e sua mãe te faz companhia amanhã.

–Não, não, meu papai faz.

Então vimos lágrimas no rosto de dona Sandra, e ela saiu porta afora, minha mãe vai atrás, avisando que iam almoçar. Meia hora depois as duas voltam, e minha mãe me chama pra gente ir pra casa descansar pra viagem no dia seguinte.

–Filho, vamos, você precisa descansar para dirigir amanhã de madrugada.

Dou um beijo na testa de Larissa, e quando ia sair, ouço a voz da dona Sandra.

–Eu posso ir com vocês?

–Não entendi, você quer ir em uma igreja católica?

–Já que minha filha não quer minha presença aqui, quem sabe eu não acho a paz que estou procurando lá.

–Claro, sairemos às 4 da manhã, te pego na sua casa, mas se desistir nos avise.

–Eu não vou, aguardo vcs, obrigada.

Saímos e vamos direto pro nosso apartamento,

–O que você achou da dona Sandra querer ir com a gente mãe?

–Vai ser bom filho, ela precisa respirar outros ares, no hospital ela está sempre na defensiva, com a Larissa a ignorando.

–Ela merece né mãe, mas vamos ver como vai funcionar isso, uma mulher extremamente evangélica em uma igreja católica com o futuro genro que ela não quer nem pintado de ouro.

–Filho, eu sei que você criou um ranço da Sandra, mas eu te dei educação por um motivo, não se esqueça.

–Não mãe, eu não me esqueço, agora vou tomar um banho e vou descansar.

–Vai meu amor, tome seu banho, mas não esqueça que a mamãe precisa do menino dela.

–É mesmo mamãe, e você precisa de mim pra que?

Ela se aproxima de mim, passa a unha no meu peito, morde me queixo, me dá um beijo.

–A mamãe precisa gozar no pau do menino gostoso dela, e tomar leitinho, tô com saudades do seu gosto em minha boca.

Voltamos a nos beijar, me virei, tomei um tapa na bunda, mandei um beijo pra ela, e fui pro banheiro.

Sai do banho, me enxuguei, e capotei na cama, acordei com uma deusa do sexo nua, lambendo meus testículos com uma devoção de mulher apaixonada, ela me punhetava, e babava nos meus ovos, olhos sempre abertos, voltei a vida, ao receber aquela respiração boca a bo…quer dizer, boca a pau.

–Oi mãe, como estão as coisas aí embaixo?

–Ai amorzinho, está tão gostoso. Quanto mais eu chupo essa rola, mais eu quero.

E ela se dedicava, hora minha glande estava entre seus lábios recebendo beijos, hora ela estava no fundo da garganta fazendo minha mãe revirar os olhos e eu perder totalmente a razão da minha própria existência.

–Eu estou com tanto tesão por ter essa pica grossa na minha boca que estou encharcada amorzinho.

–Duvido mãe, eu quero ver.

Ela leva dois dedos a boceta e trás pra minha boca, eu chupo seus dedinhos e vejo o quanto ela tá excitada, mas eu implico.

–Eu quero ver mãe, me trás essa boceta aqui sua vadia.

E ela vira me dando por alguns segundos a visão daquele rabo guloso, ela deixa a xoxota a centímetros do meu rosto, e eu nem falo nada, e começo a lamber e sugar aquela gruta maravilhosa, ela arfa, geme baixinho, e eu continuo a atacar aquele ponto do seu corpo que eu conhecia tão bem.

–Aiiiiiiii, meu amorzinho,vc acaaaaba com a mamãe.

Eu não respondi, até porque tinha uma boceta enorme, cheirosa e apetitosa na minha boca, ao contrário,me sentia mais empoderado ao meu carinho bucal, mas eu tinha que ser rápido,a chupada da minha mãe me fazia estragos no meu comportamento sempre centrado, a boca da minha mãe era meu calcanhar de Aquiles,ela sabia me derrubar a hora que quisesse, então usei meus métodos pra fazer minha mãe gozar, eram dois,se vc usar um de cada vez, ela enlouquecia, mas eu estava em uma posição que poderia usar os dois métodos, o primeiro era seu clitóris preso firmemente em meus lábios, enquanto serpenteava a língua nele, espalmando a língua ou como uma como uma cobra injetando seu veneno, o meu caso, buscando o prazer daquela mulher maravilhosa, e o outro,era dedilhar seu cuzinho, ela tinha certo fascínio, em ter o cu invadido, e eu sabia bem, meu dedo do meio,o dedo da maldade entrava e saia rápido, às vezes devagar.

–Uiuiuiuiu, assiiiiiiiiiim amorzinho, vc vai meeeeeeeeee eu aiaiaiai…

Eu sabia que ele estava perto, então o entra e sai no seu rabinho parou, e eu enfiei o mais profundo possível e circulei o dedo no seu cuzinho, minha mãe era uma caixinha de segredos, e cada código que eu descobria, deixava ela mais próxima do orgasmo,só que eu,ahhhhhhh meus amigos,eu era um livro aberto para aquela deusa do sexo, e ela empurrou minha rola o mais profundo em sua garganta, e engoliu seco três vezes, pressionando a garganta na cabeça da minha rola, e eu simplesmente explodir dentro dela, ela tinha o controle da penetração em sua garganta, ela deixou eu cuspir dois jatos de porra, direto no seu esôfago, e como uma mestre em me chupar que era,ela levantou a cabeça suficiente para o restante do meu esperma encher sua boca, e só após receber o terceiro estímulo de tesão,que era meu sêmen, ela convulsionou a boceta na minha cara, ela gozou tanto que meu rosto ficou completamente molhado, estava eu com a rola em repouso na sua boca, e ela com sua boceta molhada na minha cara, depois de uns dois minutos, ela resolveu se levantar, e veio até mim paro um beijo apaixonado.

–Nossa amor, isso foi demais, te amo meu bebê.

–Eu também te amo, muito mesmo, sabe mãe,se tivesse uma competição de mãe depravada e vadia, você ganhava.

–Será amor,sua avó, seria uma boa competidora, ela e seu pai faziam cada coisa.

–É mesmo mãe, me fala.

–No aniversário dela seu pai me contou que ele comprou um bolo pra ela, ela tirou um pedaço, chupou seu pai, e fez ele gozar em cima do bolo, e comeu.

–Uau,mas acho que vc faz isso de boa, então vc é a melhor.

–É, acho que se vc gozar em algo pra mim,eu comeria mesmo, e lambia os lábios, aaaaa, espera aí, tem uma que os dois fizeram, que sem chance de eu fazer, ela tinha um consolo, da grossura do pau do seu pai, vc acredita que ela pôs no cu, e mandou seu pai entrar junto, dois paus no cu, essa ela ganha.

–Ahhhh, mãe, você também consegue, só precisamos de um brinquedinho pra você.

–De jeito nenhum filho,com seu pai eu até aguentaria,mas com vc, essa rola já é grossa demais, só se você quiser rasgar meu cu, fazer um só,cu e boceta, rsrsrsrs.

Rimos daquelas besteiras faladas, ficamos em silêncio por um tempo, então minha mãe quebra o silêncio.

–Amor, você viu a Larissa me chamando de mamãe?

–Sim, mãe, foi bacana da parte dela.

–Ahhh filho, vcs homens não prestam atenção nas palavras não ditas né?

–Não entendi.

–Amor, foi o jeito sexy dela falar, mamãe, igual vc quando está com tesão, eu acho que teremos que falar rápido sobre nós dois, porque se ela descobrir sozinha pode ser problema amor.

–Mãe, você acha que ela sente atração por você?

–Eu acho que sim, eu fiquei fascinada com ela.

–Olha só, minha mãe prefere a filhinha que o filho dela.

Minha pica que já estava duro na mão da minha mãe, recebe uma apalpada generosa.

–Prefiro mil vezes meu filho macho, afinal a filhinha não tem essa piroca grossa pra meter em mim, e me preencher toda.

Ela desce a boca,me olhando nos olhos, beija a glande, e passa a perna sobre meu corpo, encaixando na boceta e começa um cavalgar lento, suave, até nossos corpos estiverem prontos para explosão de um sobre o outro, ela encaixada na minha púbis, minha pica sendo pressionado pelo sua vagina, ela empurrava seu corpo pra frente e pra trás, o prazer emanava do seu lindo rosto, eu com as duas mãos nos seios, beliscando seus mamilos não muito forte para machucá-la, mas forte o suficiente para ela saber que ela me pertencia, ela era minha.

–Ainnnnnn amorzinho, machuca o peito da mamãe, mamãe adora.

Seu tesão subia, e mamãe começou a quicar, meu pau era engolido, e libertado,

Numa velocidade impressionante, ela suando, e eu a provocando.

–você gosta do meu pau, mãe?

–ai, aí, aí, eu amo, eu amo.

–Então mostra, você precisa mesmo do meu pau?

–Sim, aaaaaa, como é gostoso, eu preciso, eu preciso.

–Então senta mãe, eu quero gozar no fundo da sua boceta.

–Naaaaaaaaaão amor, eu quero na bo…

Eu coloco o dedo indicador na sua boca.

–Na boceta, mãe, na boceta.

–ainnnnn, uffff, uffff tá bom amor, como vc quiser, ohhhh, que deliiiiicia.

Ela quicando, o barulho dos nossos corpos batendo palmas, suor implícito, meu orgasmo chegando, e eu enfiando de baixo pra cima, e ela vindo de encontro, ela começa a gozar, e vem a minha boca me beija faminta, babando na minha boca, seu gozo escorrendo pela minha coxa, eu bombando até uivar e encher minha mãe de porra, ela ia se levantar eu a segurei.

–Fica grudada, não é pra porra saí ainda.

–Eu ia te limpar com minha língua amor, é obrigação da mamãe limpar o menino dela.

–Eu sei que vc quer porra mãe, mas espera um pouquinho.

Ela ficou lá quietinha, me obedecendo, esperando uma nova ordem minha, e ela veio.

–Mãe, põe a mão na boceta pra não vazar, eu vou te chupar e vc vai soltar toda a porra na minha boca.

–Como é filho?

Nem respondi, desci com a boca até sua xoxota arregaçada, e enfiei a língua.

–Aaaaaaaahhhhhh, quê isso, eu não aguento…

O esperma espesso, grosso, caiu na minha língua, um fio, dois, e ela forçava a xoxota pra sair mais, minha boca enchendo, quando não tinha mais nada pra sair, eu saí de baixo, e com gesto mandei ela deitar e abrir a boca, ela sorriu pra mim, me obedeceu, eu cuspi toda minha porra na sua boca. Enfiei três dedos dentro dela, e comecei uma violenta siririca.

–Não engole, só quando gozar de novo vadia.

–Hummmmmmm…

Com a boca cheia, não podia responder, eu tirava o dedo dentro dela e passava no seu rosto e deixava a marca de porra e de suco da sua boceta, voltei, agora quatro dedos dentro dela, ela rebolava na minha mão, boceta apertando meus dedos, e minha mãe gozou freneticamente, e engoliu, todo meu sêmen, respiração difícil, seu corpo semi falecido, e eu só apoiando, meus dedos no seu rosto, ela abre os olhos, sorri pra mim.

–O que foi isso amor, eu ainda não estou acreditando.

–Não gostou mãe?

–Ai amor, foi a porra mais gostosa que eu já engoli, ela saiu da sua pica gostosa, entrou em mim, misturou com meu gozo, foi pra sua boca, e veio pra mim, eu amei, eu amei, posso dizer que estou apaixonada por vc amor?

–Pode mãe.

–Estou completamente apaixonada por vc meu amor, se existisse uma competição pra filho pervertido, vc ganharia com sobras, te amo, te amo, te amo.

Falou me dando beijos e mais beijos, tomamos banho, comemos, e fomos dormir.

No outro dia passamos na casa da dona Sandra, pegamos ela e fomos direto pra estrada, dona Sandra dormiu a viagem inteira no banco de trás, ou fingiu dormir para não ter que olhar na minha cara, minha mãe, assim que pegamos a rodovia, encostou a cabeça no meu ombro, e também dormiu, só acordaram já no santuário,estacionei, chegamos antes da missa das 7:00, encontrei um banco, as duas se sentaram, e como a minha promessa me “obrigava” a assistir a missa de joelhos, encostei me em qualquer canto, assim que a missa acabou, íamos saindo.

–Meninas, vamos tomar café, e depois mãe, o que você quer fazer, dá uma olhada na feirinha, voltar pra São Paulo, o que você quiser.

–Eu quero ir na feirinha, quando eu vinha aqui com seu pai, a gente sempre ia na feira, e vc Sandra?

–Ahhh, eu estou de carona, o'que vocês fizerem, eu acompanho.

–De jeito nenhum, você é companhia, tem voz sim nas decisões.

–Obrigado, eu, é, é, é, posso te pedir uma coisa Felipe?

–Claro dona Sandra, como minha mãe disse, você é companhia.

–Bom se vcs não se importarem, eu queria assistir outra missa, a primeira, eu fiquei brigando com meu preconceito,e não prestei atenção, só no final, é que eu vi que estava perdendo uma oportunidade de ver o mundo com outros olhos.

Minha mãe pegou minha mão, a da dona Sandra e puxou novamente para dentro da igreja.

–Vamos Sandra, vai ser um prazer.

E assim foi feito, eu fiquei próximo a uma parede enquanto a missa era celebrada, e no final, dona Sandra veio correndo pro meu lado, e me abraçou.

–Me perdoa Felipe, fui tão injusta com você, você sempre foi tão doce, com todos nós, inclusive com minha filha, só agora eu vejo, outro não teria tido a paciência que você teve, e eu te endemoniando.

Minha mãe se aproxima, tentando entender, eu também não entendia, não conseguia responder nada, e de repente, dona Sandra se ajoelha aos meus pés, pedindo perdão, o tempo inteiro, nem deixando eu responder.

–Me perdoa Felipe, eu não posso perder vocês dois, o Roberto está certo, não podemos perder você e nem a Larissa.

E nesse movimento,seu rosto ficou bem em cima do meu pênis, que mesmo sem querer, começou a dar sinal de vida, eu estava tenso, mas ela não tirou o rosto, mesmo quando ela percebeu que aquilo que empurrava seu rosto pra frente, era o meu pau duro, e por fim, ela se levantou, encarou minha ereção.

–Me perdoa, não foi minha intenção.

Já não sabia se ela estava falando do ocorrido entre eu e a Larissa, ou pela dureza do meu membro,fingi não importar, e a chamei pra um abraço, que ela alegremente aceitou.

–Eu não quero separar você e a Larissa dona Sandra, pelo contrário , eu quero que voces sejam muito unidas, eu te perdoo, se ela te perdoar, e eu vou fazer de tudo pra isso acontecer,eu te perdôo.

Nos separamos, e fomos tomar café, e depois rodar e parar em toda barraca que a minha mãe vê, ela e dona Sandra era uma união só, fomos embora era umas 16:00 horas, a pedido da dona Sandra, passamos na casa da pamonha, ela se fartou, e depois ela pediu pra minha mãe sentar atrás pras duas conversarem, chegamos em São Paulo, ela desceu, me abraçou, pediu novamente perdão, e fez uma promessa.

–Eu nunca mais vou interferir no amor de vocês, pelo contrário, quero que conte comigo para o que precisar.

Apenas concordei, e fomos pra casa, eu e minha mãe, duas horas depois a cena que se via era, minha mãe esfregando a boceta dela no meu pau flácido, que acabou de cumprir sua tarefa, 5, 6 jatos no local exato de sua mira, minha mãe com suas montanhas carnudas , apertando meus mamilos, e seu hálito quente, próximo ao meu nariz, com um cheiro inebriante que eu conhecia tão bem, esperma, o meu esperma, beijos apaixonados, e fomos interrompidos por uma mensagem que fez seu celular vibrar, ela lê a mensagem, e me apressa.

–Vamos amor tomar banho, precisamos ir ao hospital ficar com a Lari.

–O seu Roberto não vai ficar?

–A Sandra pediu pra gente ficar, porque ela quer namorar com o marido, e a culpa é sua.

–Minha, porque?

–Você ficou passando o pau na cara dela, ela está tarada.

–Eeeeeeeeu, fiz isso não mãe.

–Eu sei amor, quem fez foi ela, ela me confessou, que sentiu seu pau no rosto, e tá com um calor danado, seu Roberto hoje vai se divertir, graças a essa piroca linda que você tem.

Passando a mão no meu pau, e dando um beijo na cabeça, fomos tomar banho, pra ficar com Larissa, por que a dona Sandra queria foder.

Terça feira, dia da alta de Larissa, estávamos todos lá, e eu resolvi testar a fala de dona Sandra “quero que conte comigo para o que precisar”.

–Seu Roberto, dona Sandra, já que vocês dois estão de acordo ,em eu namorar a Larissa?

–Sim Felipe, sim.

Respondeu dona Sandra querendo mostrar apoio.

–Bom,como vocês estão trabalhando bastante, agora que perderam seu gerente, eu quero levar a Larissa pra minha casa,lá eu e a mãe vamos cuidar dela muito bem.

O silêncio foi gritante, todos na expectativa, seu Roberto estava de acordo, ele iria autorizar de qualquer jeito, mas ele queria saber se a esposa iria mudar sua posição, mas ela realmente se mostrou tranquila com a situação.

–Felipe, eu não quero incomodar vocês, mas se sua mãe concordar, eu vou ficar muito mais tranquila.

–Claro que eu concordo, Sandra, e vocês podem ir lá em casa a hora que quiserem.

–Então é isso meu genro,eu ficaria muito feliz se você cuidasse da minha filha, um quer dizer, estou falando por mim mas estou esquecendo a opinião do pai dela, desculpa amor, é a força do hábito.

Seu Roberto aproximou-se da esposa, e com carinho.

–Está tudo bem Sandra,que bom que você aceitou o pedido do Felipe, vai ser bom pra Larissa receber tanto amor dele e da mãe dele, ela está em boas mãos.

–Obrigado seu Roberto, mas agora só falta perguntar pra ela, será que você iria lá pra casa Lari?

–Meu amor, vou aonde você estiver, eu vou adorar me recuperar lá, eu e mamãe vamos nos divertir muito.

Já que todos concordaram, Larissa foi pra minha casa, ela estava bem, mas ainda precisava de cuidados, banho, trocar os curativos nos pulsos, coisas que qualquer um faria, mas algo que só eu e minha mãe daria pra ela é amor, muito amor…

Larissa recebia todos os cuidados e mimos possíveis meu e da minha mãe, que estava adorando ser chamada de mamãe por uma filhinha tão dengosa e travessa, eu e ela dormíamos juntos, mas eu sempre me mantive respeitoso por causa do estado debilitado que Lari se encontrava, não queria forçar, e nem precisava forçar, teríamos uma vida inteira ao nosso bel prazer, só que no sábado, eu fui dar banho na Lari, e ela estava com muito tesão, era compreensível, foi uma vida inteira de desejos e prazeres reprimido, no banheiro ela me punhetava, mas eu a impedi.

–Não Lari, seus pulsos ainda estão fracos.

–Ai Lipe, eu quero te dar prazer, o que eu faço então.

–Ajoelha amor, e põe na boca.

–Hummmm, você quer que eu chupe, eu não sei fazer, você me ensina amor?

Eu apenas assenti, e ela desceu beijando meu corpo, até ter toda a minha virilidade apontada pra sua boca, e ela engoliu, o máximo que deu, não entrei muito, não tinha problema, vê aquela loirinha linda com meu pau na boca, era suficiente pra me deixar em êxtase total, eu passava o pau no rosto dela, ela lambia meus testículos.

–Aiii Lipe, é muito gostoso, posso te chupar pra sempre?

–Pode meu amor, você pode fazer o que quiser.

Eu comecei a me punhetar, mandando ela abrir a boca, ou só lamber a cabeça, e ela submissa obedecia, confesso que não era a melhor chupada da minha vida, ela tinha muito que aprender com a dona Regina, mas ela vai ficar boa em chupar pau, não tenho dúvida disso, mas de qualquer forma olhar pra baixo e ver aquela semi virgem se esforçando ao máximo pra te dar prazer, é fantástico, meus dedos subiam e desciam num ritmo prazeroso, até o prazer máximo, e quando o primeiro jato atingiu seu rosto, ela no impulso fechou a boca, e o esperma coloriu seu rostinho de branco, passei o pau no esperma tentando em vão limpar seu rosto.

–Amor,abre a boca.

Ela me obedeceu, eu enfiei a pica na boca dela,ela sorriu,e começou a me lamber, limpando o sêmen, eu ajoelhei a sua frente, beijei sua boca, e lavei seu rostinho com a água que caía, no final quis saber.

–O que vc achou do gosto da porra?

–Tranquilo amor,a próxima vez, pode ser na minha boca,vou adorar.

Eu a beijei, e comecei a dar carinho aos seus seios, dedos brincando na sua pepeca, eu usava apenas o dedo médio pra penetração, e o polegar e indicador eu fazia movimentos de vai e vem no seu grelinho avantajado, ela ofegava nos meus lábios.

–Amor, levanta pra eu chupar sua bucetinha.

–Aiiiiii Lipe, está tão gostoso assim, continua, depois vc me chupa amor.

Eu atendi seu desejo, por mais que estivesse louco pra por a boca naquela bocetinha semi virgem, e passar a língua no seu clitóris, eu sabia que teria todo o tempo do mundo, continuei dedilhando a Larissa, ela estava entregue a minha luxúria, eu tirei minha boca da sua, e chupei seus peitos, mordia seus mamilos lambia cada borda daquele peito maravilhoso, a Lari tinha a respiração cada vez mais difícil, e ela explodiu com sua ejaculação farta.

–Aiiiiamor tá vindo, meeeeeeu Deus, como isso é gostoso Lipe, chupa meus peitos amor, aaaaaaaaaaaaaaaaa…

Ouvi sua explosão de prazer, me senti orgulhoso, ela encostou sua cabecinha no meu ombro, eu mordi seu pescoço.

–Gostou, amor?

Ela não respondeu, entendi, dei um tempinho a mais para ela, voltei a chamá-la.

–Oi Lari, gostou gatinha, como você está?

Novamente sem resposta, puxei sua cabeça, e me deparei, ela estava desmaiada, entrei em pânico, peguei ela no colo, fechei a torneira, saí do banheiro levando pro quarto, gritando desesperado.

–Mãe, mãe, me ajuda aqui.

Minha mãe vai até o quarto correndo.

–O que foi filho?

–Ela desmaiou mãe.

–Do nada?

–Do nada não, foi depois de ela gozar mãe.

–Caralho Felipe, vc não vê que ela ainda está fraca, ela não pode desperdiçar tanta energia, ainda mais ela que solta, aaaa, vc sabe, seu irresponsável.

–Desculpa mãe, achei que, bom..

Nisso sou interrompido por uma vozinha dengosa, era a Larissa.

–Mamãe, não briga com o Lipe não, foi eu que quis mamãe.

–Mas você está fraca filhinha.

–Eu sei mamãe, mas eu queria tanto soltar porra de boceta mamãe

–Rsrsrsrs, está aí, um belo nome, porra de boceta.

–Sim mamãe, o Lipe solta porra de pica, e eu porra de boceta.

–Tá bom, mas agora vc precisa descansar, tome seu remédio que te faz dormir, porque amanhã seus pais vão estar aqui, e nem posso imaginar o que eles fariam se descobrisse que você não está sendo bem cuidada, e quanto a você Felipe, mais tarde vai no meu quarto que precisamos ter uma conversinha.

–Mamãe, se você soubesse o quanto foi gostoso, você saberia que eu estou recebendo tratamento VIP mamãe, e por favor, pega leve com o Lipe, agora vou tomar o remédio que eu quero dormir, dormir feliz.

–Dorme filhinha, mas se tem uma coisa que não vou fazer é pegar leve com seu namorado, ele precisa de uma boa lição.

E assim que Larissa dorme, vou pro quarto da minha mãe pra receber minha lição, e minha mãe realmente estava possessa, assim que entrei,ela já estava totalmente nua, com as pernas abertas, dois dedos na vulva, ela se penetrava sem pressa, com a mão ela me chama.

–Vem cá garotão, seu irresponsável,o'que vc fez não se faz.

–Mas mãe, eu…

–Não acabei, vai ficar me interrompendo?

Era um contraste estranho, quando ela era a mulher, eu mandava, mas quando ela era a mãe, eu a respeitava demais, mas ali era a mãe ou a mulher que estava nua brincando com a boceta, eu estava confuso.

–Não mãe, desculpa,pode continuar.

–Chega mais perto de mim, bom, vc sabe que sua namorada é uma putinha muito gostosa, a mamãe tem tesão nela, muito tesão, e ela está adorando me provocar, e você me chama pra te ajudar, e ela está toda linda com seu corpinho impecável, a minha boceta molhou na hora, quase que eu grudo aqueles peitos e os chupo como uma vadia que sou amor, você não pode fazer isso com a mamãe.

–Eu pensei que você estivesse falando…

Ela me interrompeu novamente, mas agora com a boca, me beijando loucamente, sedenta, faminta, ela pega minha mão, e leva sua gruta.

–Olha como os dois safados perversos deixaram a minha xoxota, você apaga meu fogo amorzinho?

–Sim mamãe, seu filho malvado tem que aprender a lição.

Eu subi em cima dela pelado, meu pau roçava o seu corpo , beijei sua boca com calma, éramos dois namorados sem pressa, sem medo de ser flagrados (quando a Larissa tomava seu remédio anti depressivo, ela dormia como uma pedra, estávamos seguros), cinco minutos só beijando sua boca, e as mãos apalpando um o corpo do outro, era uma sintonia prazerosa, de dois amantes que se conheciam profundamente, desgrudei dos seus lábios, e desci prós seus globos carnais, lindos, grande, imponentes, minha boca em um mamilo, a mão esmagando o outro, na medida certa, depois invertia, desci beijando sua barriguinha, não era uma barriga trincada, mas era zero saliência, era uma barriguinha feminina, linda, beijei seus umbigo, passei a língua lá dentro, deixando sua respiração com um leve alteração,eu percebi,eu conheço a deusa que estou dando carinho, tirei a língua do seu umbigo.

–Já pensou, um piercing aqui nesse umbigo lindo.

–Você iria gostar, meu amor?

Eu só balancei a cabeça positivamente, e continuei beijando seu corpo, sentindo seu cheiro, quando cheguei no seu púbis, parei de beijar, e comecei a passar a língua aberta, em toda sua região íntima, desci até seus grandes lábios, passei a língua, ela gemeu, respiração rápida, eu sabia ela estava próximo, seu tesão estimas altura, minha mão esquerda continuava a dar atenção aos seus mamilos, direto, esquerdo, levei minha língua até seu grelinho.

–Já pensou, um piercing aqui nessa bucetinha linda.

Ela refutou.

–Por favor amor, não me peça isso, se vc pedir, vou ter que fazer, e eu não quero.

Eu só sorri pra ela, e continuei chupando sua vagina úmida, eu entrava na fenda dela, e voltava pro grelinho eriçado, não chupei muito porque devido seu tesão aflorado, ela gozou na minha boca, molhando meu queixo, meu pescoço, subi até ela pra ela lamber seu próprio mel, e ela caiu de boca, terminamos num beijo apaixonado.

–Nossa mãe, você não demorou nada.

–Ai filho, eu estava com muito tesão.

Voltei a beijar seu pescoço, morder seus mamilos, voltei fazendo o caminho de volta pelo seu corpinho, beijos raspar dos dentes, só causando arrepios em minha mãe, passei direto da sua intimidade e fui direto pro seu pezinho, chupando um dedo após o outro, sua boceta melíflua, pulsava, lambi cada parte daquele pé, depois o outro, e subi mordendo sua perna, mordidas leves, apenas para levar a putinha da minha mãe a outro patamar de erotismo, quando estava novamente próximo a sua xoxota, mordia forte a parte interna da sua coxa, arrancando um gemido de dor da minha mãe, mas ela não reclamou, apenas aceitou, e eu cheguei na boceta dela, língua rápida,serpenteando seu interior, a deixando louca de prazer, ela só gemia e repetia.

–ai ai amor, não para, aí aí não para…

Mas eu parei, e fui pra parte do seu corpo que eu mais amava na vida, seu cuzinho, eu amava aquele buraquinho, talvez por que, foi o primeiro local da minha mãe que eu ejaculei, criou uma memória afetiva, ou só porque aquele cu é muito gostoso mesmo, eu amava estar dentro dela, empurrei a língua o máximo que deu, e senti o gosto agridoce, de cu, cu faminto, cu no cio, lubrifique meu dedo anelar na boceta molhada dela, e empurrei no seu cu, sem frescura, de uma vez, ela gemeu, não de dor de prazer.

–Aaaaaaaaiiiiiiii, uffff, assimmmmmmm…

Seus gemidos eram músicas, atingia meu prazer de uma forma soberana, meu pau extremamente duro, líquido saindo pela cabeça, mas eu queria mais, segundo dedo, ato repetido, boceta, e depois o cu, até o fundo, entra e sai, movimentos circulares no seu rabo, a boceta soltando cada vez mais fluidos, e sua voz doce rouca gemendo de prazer, eu queria mais, terceiro dedo, direto na boceta, lubrificado e então empurrei inteiro.

–Aaaaaaaaaaa,

Entra e sai, rápido, lento, movimentos circulares durante a penetração, a sua xoxota não me engana, ela tá sentindo muito prazer, e eu queria mais, meter a boca na sua xoxota, até ela explodir na minha boca novamente, já que não provei a xaninha da Lari, eu queria descontar na minha mãe, eu precisava, mas ela reclamou.

–Se é pra meter três dedos,eu prefiro a pica, caralho.

Fiquei puto, tanto pela interrupção na minha chupada como no jeito que falou, tirei os dedos, o cuzinho se fechou a minha frente, subi com minha pica e enterrei na sua boceta, completamente molhada, tirei, levei até sua boca, e antes que ela pudesse limpar meu pau, eu entrei na sua garganta, de uma vez, e ela engasgou, eu tirei e mandei,

– Fica de costas, abre a bunda, já que prefere uma pica do que meus dedos, e não fala desse jeito comigo.

Ela abriu o cu, eu encostei a cabeça, ela forçou o esfíncter engolindo a glande com o cu, e eu empurrei, sem dó, só luxúria no seu rabo, a pica inteira, ela gemeu, de dor e prazer.

–Ainnnnnnn amorzinho, desculpa o jeito que falei, e eu não prefiro pica, eu prefiro a sua pica bebê, meu homem, meu macho, agora empurra no cu da mamãe, empurra.

Eu não respondi, só bombei, bombei, nossos corpos batendo, eu mordia a nuca dela, e ela implorava por rola.

–Mete amor, faz a mamãe gozar tomando no cu amorzinho, onde vc vai gozar amor, vc vai me deixar beber sua porra?

–Não mamãe, já gozei na cara da Lari hoje, em você , vou encher seu cu porra.

–Então enche amor, arromba o cu da mamãe, estupra o cu da vadia da sua mãe.

Voltei a penetrar minha maravilhosa mãe, como se eu dependesse disso pra sobreviver, nosso quarto cheirava a sexo intenso, minha mãe gemia com luxúria, e eu ficava cada vez mais inebriado, com sua voz rouca, a porra já saindo dos testículos fervendo, borbulhando, a vontade de explodir era sublime, mas eu tentava em vão me segurar para que minha mãe pudesse gozar antes de mim,já estava perdendo a luta quando ouvi.

–Vem comigo amorzinho, estou gozaaaaaaaaaa nnnnnndo, caraaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiii, aaaaaaaaaaaaai…

E eu libertei minha semente no rabo da minha mãe, em uma fúria descontrolada, babei na nuca dela, seu cabelo grudando no suor do seu corpo, ela ofegava embaixo de mim, eu precisava de sair de dentro dela, mas não conseguia, 30 segundos se passou, um minuto, dois, e eu reuni forças e sai, ploc, o barulho da rola e do esperma se liberando foi demais, estava ajoelhada com as pernas sobre ela, fui até sua bunda, abri e passei minha língua no esperma que teimava em sair, passei a língua, levei até sua boca e a beijei, disputamos meu esperma , mas ela venceu, e engoliu com prazer como uma putinha que era.

–Nossa mãe,que foda maravilhosa, saiba que essa pica acho o seu cu o melhor do mundo…

–Rsrsrsrs, eu amei amorzinho,e saiba que esse cu tem certeza que sua pica é a melhor do mundo.

Voltamos a nos beijar, beijinhos suaves sem pressa, então minha mãe fala.

–Amor, então quer dizer que a Lari, pôs seu pau na boca depois que gozou?

–Sim, e ela disse que dá próxima vez pode ser na boca dela.

–Hummmmm, putinha safadinha, você podia gozar na boca dela, e mandar ela me beijar, vamos ver o que acontece.

–Mãe, você é muito provocadora, vamos fazer isso sim, acho que ela topa.

–Que dia em amorzinho da mamãe, gozou na cara de uma e no cu da outra, que dia!!!!

–Sim, sou o homem mais sortudo do mundo!!! Boa noite mamãe depravada.

–Ou nós, somos as mulheres mais sortudas do mundo!!! Boa noite filhinho pervertido…

Próximo capítulo:

CAP.18: SEGREDOS REVELADOS, E LARISSA DESCOBRE QUE EU E MAMÃE SOMOS DOIS PERVERTIDOS INCESTUOSOS!!!!

PS: obrigado pelas estrelas amigos e amigas, curtam os últimos capítulos, a saga está chegando ao fim.🥹🥹🥹

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Comentários

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Se você me permitir sonhar: deixa a Regina raspar e depilar a "filhinha"...

Nunca te pedi nada. 😬🙏🏼

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ABSOLUTE DEPRAVATION!!!! Você escreveu seu episódio perfeito desta saga! Larissa ainda vai nos dar muitas alegrias. Parabéns!

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Obrigado amigo, pena que está acabando 😭😭

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Espero que você não pare tão cedo, de escrever! Se tiver outra história de incesto pra contar, terá sempre minha atenção.

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