A inquilina XLIII

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Grupal
Contém 2830 palavras
Data: 12/02/2026 18:41:31

Chegamos no churrasco e era a família deles e uns convidados, saudamos os futuros pais, a inquilina e a mãe conheciam todos da família dela, e saíram me apresentando a todo mundo e quando terminou, a mãe da nossa amiga pegou a mãe da inquilina e sumiu com ela casa a dentro, nós nos sentamos em uma mesa no quintal e começamos a beber e comer, gritos, parabéns e tudo aquilo de um churrasco, colocamos o papo em dia e então sentam na nossa mesa a Japa e o Marido que tinham acabado de chegar, ficamos bebendo e comendo e então os homens foram para sala para ver um jogo, as famílias torciam para o mesmo time, algumas mulheres também foram, as mulheres mais velhas, estavam fofocando na cozinha e arrumando as cosias, e nós quatro estávamos ali no quintal, ainda bebendo e conversando.

Nós contaram que tinham dois filhos e que ainda estavam morando no Mato Grosso, que ele tinha sido promovido, ela estava dando aula na principal escola da cidade, e que a vida estava ótima, mas cansativa, a Japa disse:

- Nossa, só deixar as crianças nos meus pais e vir já deu um alivio, mas sério o que eu queria era sair e ir para o hotel. - o Marido dela balançou a cabeça concordando.

- Tipo no dia do casamento - E a Inquilina quis ser solidaria e fez uma referencia que todos se olharam e depois olharam para ela. Ela ficou vermelha - Não gente, não nesse sentido. - todos rimos e a Japa falou:

- Já que você tocou no assunto - e riu ficando um pouco vermelha - também seria bom, apensar que ia ficar mais cansada - todos gargalhamos. - Acho que sobreviveria a esse cansaço. - o marido dela olhou para ela.

- Safadinha voce, né - e riu dando um beijo nela, a inquilina estava roxa, mas agora ria - realmente ficaríamos mais cansados, mas seria divertido. - falou olhando para nós. Eu apertei a mão da inquilina por debaixo da mesa, avisando que ia falar algo, ela sorriu maliciosa para mim.

- Olha, essa conversa esta indo para um rumo, que não deveria ser ouvida por outros, então - fiz uma pausa dramática e sorri antes de falar - ou agente vai ter ela em outro lugar ou paramos com ela. - todos ficaram um pouco sérios e olhando para mim. - Então? Preciso saber se levantamos ou falamos das crianças. - o marido da Japa cortou o silencio.

- Para onde iriamos? Nenhum de nós está hospedado em hotel. - a Japa deu um tapa no braço dele e sorriu com cara de safada. - Alguma idéia? - A inquilina olhava em volta e olhou para mim.

- Estamos com minha mãe aqui, não podemos só sair - eu olhei para ela, e sorri.

- Viu não é só a Japa que é safadinha a preocupação dela é não deixar a mãe e não em ir. - dei um beijo nela e ela ficou vermelha de novo, mas sorriu. - Manda para sua mãe que vamos sair para conhecer os filhos deles e já voltamos. - Eu me levantei - Bora, se eu me sentar de novo não vamos mais. - todos levantaram e a inquilina mandava a mensagem para a mãe quando entramos no carro.

Fui andando para o carro pensando, é a primeira vez que vamos fazer isso sem estar bêbados, mas não seria eu que ia voltar atras, já que tinha ido até ali, os casal entrou atras e nós na frente. Liguei o carro e fui em direção a saída da cidade, porque lembrei que tinha um motel no início da estrada, tinham um silencio no carro, eu ri e todos me olharam.

- É sério que estamos indo nos divertir, ta todo mundo quieto - todos riram - Na minha cabeça vocês dois iam estar se agarrando ai atras e a inquilina ia estar passando a mão em você, e me beijando. Eu realmente to com duvida se querem estar aqui. - terminei a frase quando passávamos pelo motel do outro lado da rodovia, e antes do retorno a Japa e o marido riam e se agarravam no banco de trás e a inquilina me olhava balançando a cabeça e sorrindo.

Peguei o quarto mais caro, e fomos, o motel era bem meia boca, a inquilina até brincou nunca imaginei entrar nesse lugar, rimos, o quarto tinha até piscina eu falei só para termos memória afetiva da outra vez. A inquilina e a Japa sentaram uma em cada cadeira espreguiçadeira na beira da piscina, que parecia um tanque grande, e o silencio voltou momentaneamente, eu comecei a beijar a inquilina, ela sentada e eu em pé. Fui no seu ouvido.

- Esta com vergonha? - eu continuei beijando ela, e mordiscando seu pescoço, ela balançou a cabeça num sim tímido - Quer ir embora? - Ela balançou a cabeça num não rápido. Eu comecei a alisar seus pernas levantando seu vestido ele tirou a bunda do banco para que eu pudesse tirar - Ta me ajudando tirar, cade é vergonha - ela me apertou e me sussurrou muito baixo um vai se fuder, eu ri e ela também e continuei alisando seu corpo ela tirou minha camiseta, ela estava com sutiã e calcinha preta pequenos, eu me levantei ela abriu meu botão e zipper e tirou minha calça num movimento rapido, a Japa assobiou e fez Uh hu, nós nos olhamos e rimos, momentaneamente acho que esquecemos deles.

Quando olhamos para trás a japa estava sentada no colo do marido e os dois se beijando, ambos sem camiseta, mas de calça apesar da mão dele estar por dentro da sua calça, na parte da frente, ambos estavam mais gordinhos que a ultima vez, afinal, dois filhos e mais de 6 anos da ultima vez que os vimos, os quatro estavam se olhando nesse momento ter começado com uma distância tornou a situação estranha, mas a Japa tomou a atitude, deixou uma das pernas do marido livre e batei nela apontando para a inquilina, ela riu.

- Senta aqui com a gente - a inquilina me olhou e eu consenti com a cabeça e ela foi, o Marido dela ficou alisando as duas e a inquilina não o beijou na boca, deixou ele beijar seu pescoço seus seios que já estavam para fora do sutiã, a Japa também a beijava, e eu fiquei em pé próximo olhando a inquilina devolveu os beijos na Japa tirando seu sutiã, o marido alisava as duas entre as pernas e a japa esticou a mão para pegar meu pau, e ficou alisando primeiro por cima da cueca depois abaixou ela e começou a me punhetar. Comecei a pegar nos peitos das duas. A Japa saiu do colo dele e começou a se esfregar em mim, tirei sua calça enquanto o marido dela deitava sobre a inquilina, a Japa tentou me arrastar para dentro para o quarto mas eu a segurei ali, sentei ela na espreguiçadeira e tirei sua calça, ela estava com uma calcinha media e escura e coloquei ela para me chupar, ao mesmo tempo que o marido dela chupava a inquilina, nós dois nos olhamos com um sorriso malicioso sendo chupados ao mesmo tempo, eu socava o pau até a garganta da Japa, que babava e sorria com meu pau na boca.

- Voce gosta né safada? - dei um tapinha na sua bochecha com meu pau na boca e ela fez um sim segurando a cabeça do meu e afundo ele todo dentro da boca, a inquilina começa a gemer alto o Marido da Japa, chupava sua buceta e dedava seu cu.

- Você gosta aqui né, da para ver como ele ta abertinho - ela balançou cabeça que sim mordendo o lábio e me olhando, respondei um sim inaudível, eu fudia a boca da Japa, tirando um som molhado da sua garganta e ela parou duas vezes para cuspir engasgada. ele parou de chupar ela levantando com o pau já para fora e entrou na inquilina, puxando suas pernas para fora da espreguiçadeira e segurando elas pelo pé para cima. Ele metia com força e o som ecoava pelo cômodo da piscina. Eu coloquei a Japa de quatro e dei um tapa na sua bunda.

- Virou mãe e agora usa essas calcinhas feias? - ela olhou para tras fazendo um beicinho fingido e passou a mão onde dei o tapa, eu puxei sua calcinha para baixo e dei uma lambida na sua buceta que estava encharcada e avermelhada, provavelmente das dedadas que tomou do marido ainda de calça, então comecei a brincar com seu clitoris e alternava entre as lambidas entre a buceta e o clitoris, ai cuspi em um dedo e passei pelo seu cu, ela se arrepiou mas não moveu só falou baixinho.

- Só faz devagar que não fazemos muito ai - eu comecei a brincar sós e alisar por fora e ela começou a gemer mais alto e então tremer e gozou na minha boca com dedos dedos na buceta e um no cu e a língua brincando com seu clitoris. Eu me levantei e vi que a inquilina estava de quatro na espreguiçadeira agora de frente para nós e o marido atras olhando, eu peguei a japa pelo cabelo e levei ela andando quase de quatro até colocar ela do lado inquilina, a cara do marido dela vendo a Japa andando daquela forma foi impagável, ele até acelerou as estocadas na inquilina me olhou com um sorriso bem malicioso, quando ela se ajoelhou do lado da inquilina eu comecei a passar o pau alisando entre sua buceta e seu cu, e deixava ele abrir os labios da sua buceta e cutuca seu clitoris ela gemia cada escorregada, e então eu encarei na sua buceta e enfiei até o fundo de uma vez, pus meu dedo na boca da inquilina que começou a chupar ele e brincar com ele com a língua e com os lábios, a Japa gemia alto e batia cabeça no marido, ele deu um tapa na bunda da inquilina e acelerou mais as estocadas, eu diminui e perguntei.

- Posso comer esse cuzinho, ele ta piscando para mim - eu enfiei um dedo sem tirar meu pau da sua buceta, ela gemeu e rebolou, o marido dela gozou nessa hora, e a inquilina soltou um gemido gostoso me olhando. Eu coloquei ele na entrada do cu dela e deixei parado. A Japa ficou vermelha olhando para marido.

- Eu quero, ela falou baixinho. - a inquilina estava se sentando na espreguiçadeira e sua buceta respingava porra, ela me olhava no olho e eu para ela então meu pau foi entrando na bunda da Japa em câmera lenta, ela gemia baixinho e jogava a bunda para trás, o marido começou a ficar de pau duro vendo a cena, sorri olhando ele ficar excitado vendo.

- Da seu pau para ela chupar - ela sorriu olhando para ele e fiz sim com a cabeça, e ele colocou o pau na boca dela e quando eu afundava o pau na sua bunda ele recebia o pau dele todo na boca, a inquilina ficou assistindo com um ar de safada, eu acelerei as estocadas e a Japa gemia abafado pelo pau do marido, dei um tapa na sua bunda - Rebola para mim, e engole esse pau todo - ela começou a rebolar e chupar com força - Sua esposa é obediente, e bem safada. - Ele olhou para mim rindo tímido e soltou um é, tipo eu não sabia. Eu puxei a inquilina pelo cabelo para um beijo enquanto a Japa rebolava no meu pau e chupava o marido, ela me beijou com desejo - pode dar um tapinha na bunda dela - a inquilina riu e deu um tapa na bunda da Japa, que soltou um gemido, o gozo do marido escorria nas coxas da inquilina.

Eu acelerei a estocadas na bunda da Japa e gozei tirando o pau e gozando nas suas costas e sua bunda, o Marido gozou na sequencia na boca dela, a inquilina me abraçou quando eu sai de dentro da japa, e me beijou, ficamos nos beijando um pouco. Entramos e fomos tomar um banho num banheiro e eles em outro,

- O que foi que voce ficou assim - ela me olhou e abaixou a cabeça, eu alisei seu rosto e demos um beijo incrível - Eu sei o que é mas quero ouvir de você. - ela ficou agarrada em mim me olhando. - Não vai falar? Não vai assumir - Fiz cócegas nela e ela pediu para parar mas sorrindo e me abraçando - Eu te amo, e amo cada momento e entendi o seu ciúme, e não se repetira. - ela deitou no meu peito e ficou alisando com o dedo e sussurrou sem soltar som “eu também te amo”.

Quando saímos nos encontramos na sala principal, o Marido estava sentado no sofá e a Japa em pé. Ambos vestidos e nós também, olhei no relógio e me sentei ao lado dele.

- Gostaram? - Os dois moveram a cabeça que sim - Mas ainda e cedo amor vem aqui. - Eu coloquei meu pau para fora e cutuquei o Marido da Japa para tirar o dele, a inquilina entendeu o que eu queria se ajoelhou e começou a me chupar, a Japa fez sinal de vir e eu fiz um não com a cabeça ela parou, e eu coloquei a mão da inquilina sobre o pau do Marido da Japa e ela começou a punhetar ele enquanto me chupava, os dois de calça ela de vestido, e a Japa de calça e camiseta, peguei a inquilina pelo cabelo e acelerei sua chupada e então projetei seu rosto para o pau do Marido da Japa, e ela abriu a boca para ele entrar até bater na sua garganta, e então fiquei revezando sua boca entre nossos paus, a Japa ficou olhando com desejo e excitação, olhei para ela: - Tira a calça e pode vir agora.

Ela tirou a calça apressada e a calcinha, se ajoelhou ao lado da inquilina e elas ficaram revezando nossos paus, até eu segurar as dias no meu, segurando ambas pelo cabelo, uma de cada lado eu subia e descia seus rostos de maneira alternada e então subi as duas juntas e suas linguas se esbarravam na cabeça do meu pau o Marido da japa só tinha seu pau seguro por ela, ela não punhetava só segurava e eu empurrei ela para o pau do Marido e depois a inquilina foi e elas repetiram a cena, terminando num beijo a inquilina subiu de frente sobre mim e começou a me cavalgar sem tirar o vestido com a calcinha para o lado e gemendo e me beijando a Japa fez o mesmo no Marido. Ambos dávamos tapa em suas bundas e apertávamos os peitos alternando entre as duas, a inquilina deitou sobre mi com a boca comeu ombro eu com a boca no seu ouvido falei:

- Quer trocar um pouco? - E continuei fazendo com força, ela pensou ainda cavalgando sobre meu pau e sussurrou só um pouquinho, eu mordisquei sua orelha e sussurrei - Sua puta safada. - ela riu e mordeu meu ombro, tirei ela do meu colo puxando a Japa do colo do marido, só que coloquei ela de costas para mim, a inquilina ficou na mesma posição que a Japa e as duas desciam e subiam em nossos paus, eu comecei a passa a mão na bunda da inquilina e alisar e brincar com o dedo no seu cu, enquanto ela era preenchida pelo pau do Marido Japa, e ele repetiu meu movimento na na Japa, também começou a alisar e enfiar o dedo no cu da esposa, as duas gemiam muito e as vezes se tocavam, até se beijaram cavalgando em nossos paus e tomando dedadas no cu, ela começaram a tremer e gemer alto juntas apoiando uma na outra, gozando quase que juntas, ficamos parados deixando elas gozarem com as pernas tremendo e seus espasmos - Venham aqui e terminem com a boca, para irmos embora. - as duas obedeceram na hora, primeiro me chuparam juntas até eu gozar na boca da Japa, e depois as duas chuparam o Marido da Japa juntas até ele gozar na boca da inquilina, elas foram para o banheiro e nós ficamos sentados ali. Ele me olhou e falou:

- Eu nunca te agradeci por terem salvo meu casamento naquele dia, nossa vida estava uma merda, e depois do que fizemos com voces, nos sentimos conectados e começamos a ser mais honestos um com o outro, acho que isso aqui hoje tão bom quanto da outra vez. - eu coloquei a mão no seu ombro e sorri,

- Fico feliz em saber isso, as vezes esse tipo de coisa piora as coisas, sabe, a pessoa se dedica aos outros ao invés dos seus, mas acho que todos aqui se dedicaram a todos e é isso que viemos fazer sair daqui com sorrisos e não da forma que todos estávamos no final do primeiro ato - ele assentiu com a cabeça enquanto as duas voltavam rindo do banheiro. A inquilina me beijou com sabor de pasta dente de hortelã e falou no meu ouvido que me amava muito e que ficou feliz que eu fiz ser gostoso na segunda vez.

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