Como conheci meu marido

Um conto erótico de Lou
Categoria: Heterossexual
Contém 2371 palavras
Data: 12/02/2026 16:34:23

Bom meus amores, hj vou explicar como conheci meu marido.

Estava eu numa festinha com a minha amiga piranha, ela tava dando pra um cara e estávamos frequentando o grupo de amigos dele, era uma festinha tranquila, de leve, com muita cerveja e muita maconha e música tranquila, uma galera tocando um violão, nada de muita putaria igual eu estava acostumada quando saía com ela, até estranhei quando chegamos. Era casa de algum colega do cara que ela estava pegando. Até tinha uns gatinhos, mas nada que me chamasse atenção.

Até que chega um cara, branquinho, de boné, os braços tatuados, magro, no máximo 1,80. Quando eu vi aquele cara chegando, cumprimentado todos, e todos fazendo muita questão de abraçar ele, de cumprimentar ele, e eu não sei pq aquela cara mexeu comigo, ele não era aquele cara lindo de morrer, mas longe se ser feio. Ele fez questão de cumprimentar todos, inclusive eu e minha amiga que não conhecia, se apresentou pra mim como Rodrigo. E vi que a maioria o chamava de Digo, ou Diguinho.

Veio nos cumprimentar com a maior educação do mundo, sorriso lindo, sempre estampado no rosto. Aquele cara mexeu comigo. Comentei com a minha amiga que tinha achado ele bonito, a minha amiga não achou ele nada demais e ficou me zuando que eu adorava um palmito. E eu gosto mesmo. Cheguei até a conversar um pouco com ele, conversa super agradável, muito bem humorado, parecia inteligente pelo jeito que fazia as piadas. Mas não tivemos muito tempo a sós, já que todos sempre o rodeavam. Aquilo me intrigou. Ele tomou cerveja, fumou maconha, tocou violão, a voz bem agradável a cantar, e eu estava impressionada, o mais incrível é que eu nunca me interessei por caras desse tipo, sempre gostei dos cafajestes. Porém eu não consegui muito tempo a sós com ele pra demonstrar interesse, e naquele dia eu vi ele conversando com uma loirinha linda e parece que foram embora juntos. Já devia ser uma peguete dele.

Mas isso passou e não rolou nada aquele dia.

Porém uma ou duas semanas depois, eu estava num bar que tava rolando um samba com a minha amiga e o grupo de amigos do ficante dela, até que ela comentou comigo.

- Aquele paltimitinho que vc gostou tá aí.

Na hora que eu olhei pro lado e vi ele já cumprimentado um grupo de pessoas, me deu um frio na barriga. Achei aquilo estranho, quase nunca acontecia aquilo comigo. Mas alguma coisa me chamava atenção naquele cara. Ele cumprimentou quase o bar todo, até o pessoal da banda mandou um alô pra ele no microfone no meio da música, e ele chegou e me cumprimentou me chamando pelo nome como se me conhecesse a tempos.

Eu decidi que naquele dia eu iria tentar algo, mas como se o cara nunca ficava sozinho, ele tava sempre rodeado de pessoas meninas bonitas, embora ele não fosse nenhum galã, mas a energia daquele cara era muito diferente.

Via ele chamando algumas meninas pra dançar, nenhuma recusava e ele dançava aquele sambinha lento agarradinho e todas pareciam sempre muito receptivas com ele, e teve uma hora que ele passou perto de mim e eu o puxei pra dançar e ele aceitou tranquilamente, e dancei agarradinha com ele, tinha uma pegada suave, muito atraente, não era aquela pegada forte que eu gostava, mas aquele jeito dele diferente me intrigava. Conversamos um pouco durante a dança mas nada demais, ele em momento nenhum me cantou, ou reparou no meu decote, não tentou abusar de mim na dança, nada, muito respeitador. E a loirinha que ele tinha saído da festa que eu tinha conhecido ele tbm estava no samba, pensei que eles estivessem se pegando e ele não iria tentar nada comigo.

Quando foi acabando o samba. A minha amiga pegou o macho dela e foi dar pra ele e me deixou no bar sozinha, eu pediria um táxi e iria embora, estava conversando com uns amigos do macho dela que eu tinha conhecido, tinha até um carinha que estava mostrando interesse em mim, porém o tal Rodrigo que chamava a minha atenção. Até que teve uma hora que ele chegou nessa roda que eu estava, já estava me preparando pra ir embora quando ele me perguntou.

- E aí Lou, cadê a sua amiga?

Falei que ela tinha ido embora com o cara que ela estava ficando, e ele comentou.

- A sua amiga tem o costume de te abandonar assim?

Eu ri e falei que não tinha problema, eu chamaria um táxi pois não morava longe. E ele perguntou onde eu morava, falei e ele falou comigo.

- É caminho pra mim. Se quiser posso te dar uma carona.

Nossa aquilo me deu um frio na barriga estranho que eu quase neguei a carona, tava totalmente confusa. Mas respirei fundo e aceitei. Então tomamos mais uma cerveja e ele me chamou pra irmos, eu torcendo para a gente ir sozinhos já que a loirinha bonitinha ainda estava lá e parecia querer pegar ele. Mas saímos só nos dois. Quando chegamos no carro, nossa que carrão, ele tinha um Honda Civic na época, que era um luxo, e ele era muito novo, tinha uns 27 anos e eu tinha uns 24. Eu não estava acostumado com aquilo e pensei, a deve ser só um playboy por isso as meninas ficavam doidas nele, e fomos conversando, conversa sempre muito agradável, sempre com um sorriso lindo no rosto, e descobri que ele morava num bairro digamos chique, classe média alta, era engenheiro, paramos na porta da minha casa, eu não morava na periferia, morava quase no centro da cidade, mas a minha casa era bem humilde, eu trabalhava no comércio, ganhava salário mínimo, e por um momento senti até um pouco de vergonha, sei que não deveria, mas aquele cara eme trazia sentimentos que eu não sentia. Paramos na porta da minha casa e ficamos uns minutos conversando e vejo ele olhando pra minha janela da porta do carona e quando eu olho meu irmão me olhando, porra meu irmão era muito ciumento, chato, implicava comigo, e pensei fudeu. Mas o Rodrigo chamou meu irmão pelo nome, e quando meu irmão viu quem era que estava ali, abriu um sorrisão, o Rodrigo saiu do carro e os dois deram um abraço caloroso como se fossem amigos que não se viam a muito tempo. Eu fiquei pensando, que porra de maluco é esse que conhece todo mundo e eu nunca tinha visto. E eles conversaram uns minutos e quando meu irmão foi entrar só falou comigo pra não demorar. Nossa meu irmão tinha agido diferente.

Depois ele voltou pro carro, perguntei de onde ele conhecia meu irmão, e ele falou que foi no meio do pessoal da música, que meu irmão tocava vários instrumentos e eles se conheceram. E eu achei que não iria rolar mais nada e ele falou.

- Poxa eu iria te pedir um beijo, mas agora que vc sabe que sou amigo do seu irmão, acho que vc não vai querer né!

Eu nem esperei ele terminar de falar e dei um beijão nele. Caralho beijo gostoso. Não ficamos muito. E falei que precisava entrar, e ele falou.

- Não vai me dar seu telefone?

Na época estava começando a ficar o celular mais popular pra todos, ainda longe de ser esses smartphones de hoje, ela só celular mesmo de ligação e SMS. Eu passei meu número pra ele e entrei. Quando entrei em casa encontrei com meu irmão e pensei que ele iria me encher o saco, já que era muito ciumento e ainda mais ciumento quando era amigo dele, ele odiava. Mas por incrível que pareça meu irmão teve uma reação completamente diferente. E falou.

- Vc tá ficando com o Digo? Esse cara é muito gente boa.

Ele não brigou, na verdade ele parecia que tinha gostado. Eu sem graça só respondia que não, que só tinha conhecido ele e tinha pego uma carona. Mas nos dias seguintes ele não me procurou, passei vários dias esperando uma ligação ou uma msg e nada, até que toca um número desconhecido no meu telefone eu atendo e era ele, perguntando se eu já tinha alguma coisa pra fazer aquela noite. Eu até tinha, mas falei que não, que eu estava intrigada naquele cara e queria sair com ele. Marcamos uma hora e ele foi me buscar, quando eu saí, ele não estava no Honda, estava num celta, não que eu me importasse, na verdade eu só tinha namorado homens fudidos, mas perguntei se aquele carro era dele, e ele falou que não. Que era do pai dele, mas os pais foram viajar, ambos já aposentados, estavam meio que curtindo a aposentadoria, e como o carro do pai não estava muito confiável pra pegar estrada, ele tinha emprestado o carro para o pai viajar. Achei aquela conversa estranha, tava achando que ele era meio 171, lábia boa, conquistador, sei lá, eu estava um pouco curiosa com aquele cara.

Quando eu perguntei onde iríamos, ele falou cinema, porra cinema? Pensei, te confesso que me deu uma broxada, eu tinha me vestido bem, queria impressionar, tava com um vestidinho que marcava minha bunda e deixava as minhas pernas bem a vontade, decote generoso. Ele até me elogiou, demos só um beijinho e fomos pro cinema. No caminho ele perguntou se eu gostava de fumar um baseado que aceitei e fumamos no caminho do cinema.

Quando entramos no shopping, aquele cara parecia um político, candidato a alguma coisa, cumprimentou umas quatro pessoas só quando entramos no shopping, e uma delas foi uma morena linda, que chegou deu um abraço forte nele, apertado, demonstrava feliz por encontrá-lo. E quando viu que eu estava com ele ficou um pouco com vergonha, se apresentou e perguntou.

- Essa é sua namorada? Menina de sorte, cuida bem dele.

E foi embora, parecia um pouco decepcionada por ele estar comigo. E aquilo me deixou encucada e eu não queria mais perguntei pra ele. Quem era aquela mulher? Sua ex? E ele respondeu todo sorridente.

- Não é só uma amiga.

E eu perguntei. Mas vcs já se pegaram deu pra perceber. E ele riu e respondeu.

- Sim, mas ela está num momento confuso da vida dela, e eu não posso ajudar.

E eu perguntei. Mas ele perguntou se eu era a sua namorada e vc não desmentiu. Ele riu e falou.

- Vc queria que eu desmentisse?

E eu falei, só não entendi pq vc não disse nada. E ele respondeu.

- É melhor pra ela que pense que eu estou namorando.

Pensei, carai, o maluco tá dispensando uma morena linda. E fomos pro cinema, achei talvez que fossemos numa sessão vazia, talvez ele quisesse fazer uma sacanagem no cinema, sei lá, eu até toparia, mas não, fomos num filme de comédia que tinha acabado de sair, sala lotada de gente. Ele pegou alguns lanches, e assistimos o filme nos mijando de rir com a ajuda da maconha que tínhamos fumado.

Quando saímos, ele me perguntou o que eu preferia, se eu queria ir pra um bar tomar uma cerveja ou se preferia um lugar mais discreto. Te confesso que não estava muito excitada naquele momento, mas fui direta e perguntei. Lugar discreto que vc fala é um motel? Ele riu e falou.

- Se vc quiser, pode ser.

E eu falei. Então vamos. Entramos no carro e fomos pro motel. Chegamos e caímos na cama, nos pegando, e agora ele estava com uma pegada mais forte, mais gostosa, foi tirando meu vestido e quando me viu de calcinha e de peitos de fora, que geralmente eu não uso soutien pra sair assim. Ele me elogiava, beijou meu corpo todo, chupava meus peitos deliciosamente, foi descendo beijando minha barriga, me dava calafrios, tirou a minha calcinha e ficava me olhando, eu que adorava ser admirada, não tinha constrangimento nenhum em ficar nua, muito pelo contrário, adorava, mas os olhos dele me deram um pouco de vergonha, eu tentava esconder um pouco o corpo e ele falava pra eu parar que eu era linda. Filho da puta chupou a minha buceta como eu nunca tinha sido chupada na vida. Eu me achava a piranha experiente e de repente encontrei um cara que me tirou do eixo. Ele chupava a minha buceta, e colocava dois dedos dentro, e tocava em pontos que eu nem sabia que existia, gozei, filho da puta me fez gozar na boca dele e ele nem tinha tirado a roupa ainda.

Quando eu gozei e pedi pra ele parar, ele parou e tirou a camisa, Caraí maluco gostoso, sabe aqueles falso magros, de roupa é magro, mas é todo desenhado, peitoral definido, abdômen tbm definido. Gostinho, ele tinha umas pernas lindas, umas panturrilhas grossas, tbm tatuadas como os braços, então eu joguei ele na cama, fui tirar a bermuda dele, tirei e já reparei no volume da cueca bem legal, tirei a cueca e o que vi foi uma das cenas mais lindas que eu já tinha visto na vida, rola grande, grossa, proporcionalmente ao tamanho, deve ter uma 18 cm, e o mais legal, os pêlos pubianos, bem aparados e loirinhos, pareciam fios de ouro. Que coisa linda, peguei o pau dele cheiroso, chupei com gosto, parecia o melhor sorvete da minha vida, chupei muito, ele sempre duro, muito duro, então sentei, rebolei horrores, depois fiquei de quatro e ele me comeu muito, muro gostoso. Resumindo, ele me comeu de todos os jeitos imagináveis, eu gozei umas três vezes e ele enfim gozou. Caímos na cama, eu ficava alisando o pau os dele, e ele me perguntou pq eu fazia aquilo, e eu falei que tinha adorado os pelinhos loiros, e ele comentou que estavam grandes, geralmente ele deixava sem nada, eu falei que poderia deixar assim bem baixinho que ficava lindo, sei que depois tomamos um banho e tivemos mais outra seção de sexo maravilhosa. O filho da puta não prometeu nada e entregou tudo.

Quando ele me deixou em casa já altas horas da madrugada, eu estava pisando nas nuvens, acho que está a apaixonada.

E fica assim a primeira parte .

Espero que tenham gostado. Se gostarem deixem as estrelinhas e comentem.

Beijo pra todos.

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