O Dia Que Me Perdi No Meu Próprio Casamento

Um conto erótico de esposa
Categoria: Grupal
Contém 1324 palavras
Data: 02/02/2026 07:28:12

Era cedo naquele dia, mas eu já estava ansiosa com tudo que aconteceria. Precisava pegar uma coisa na casa do meu vizinho — um ex-ficante meu — a pedido da mãe, e eu ainda morava com ela. Quando cheguei, ele me viu assim que entrei, com aquele sorriso de quem estava pensando em mais do que devia.

— Me dá um beijo? — perguntou ele de repente, sem rodeios.

Eu sabia que era errado, que não deveria, mas o calor subiu rápido. Antes que eu pudesse recuar, ele se aproximou e nossos lábios se encontraram. O beijo começou devagar, mas logo ficou intenso, provocando arrepios por todo meu corpo. Eu sentia o tesão subir, meu corpo respondendo sem controle, e ele percebeu cada reação minha.

Não demorou muito para que ele começasse a explorar meu corpo. Deslizou as mãos pelos meus braços, costas e logo estava tocando meus seios por cima da roupa. Meu coração disparava, meu corpo tremia, e eu já não conseguia mais pensar em nada além do prazer que ele me provocava.

Quando nos entregamos, não havia mais freio: ele me deitou, tirou minha roupa e me penetrou com força, cada estocada me deixando cada vez mais molhada e sem controle. Eu gemia alto, segurando sua cabeça nos meus seios enquanto ele me chupava e me preenchia por completo. Cada movimento dele parecia cronometrado para me levar ao limite, e eu me deixava levar, completamente entregue ao desejo que ardia em mim.

O momento foi rápido, intenso e proibido, mas me deixou completamente excitada para o que ainda viria naquele dia. Eu sabia que aquilo era apenas o começo de um casamento cheio de momentos de tesão — e que ninguém desconfiaria de nada.

Enquanto minha mãe e a cabeleireira cuidavam do cabelo e da maquiagem, eu subi para pegar algo para comer. Não estava com o vestido do casamento ainda, apenas de sutiã e short, deixando meu corpo à mostra. O filho da cabeleireira, que eu já tinha ficado uma vez antes, estava lá, e eu senti aquele arrepio de reconhecimento assim que nos vimos.

Ele me olhou de um jeito provocante, e eu senti meu corpo responder sem pensar. A tensão subiu instantaneamente. Antes que eu pudesse recuar, ele se aproximou, deslizou as mãos pelos meus braços e cintura, e nossos lábios se encontraram num beijo quente e urgente.

Não demorou muito para que ele começasse a explorar meu corpo. Tocou meus seios por cima do sutiã, provocando arrepios que percorriam cada centímetro da minha pele. Eu me deixei levar, sentindo meu corpo responder a cada toque, a cada respiração dele perto da minha orelha, a cada mordida suave nos meus lábios.

Quando nos entregamos, foi intenso. Ele me puxou para perto, tirou meu sutiã e começou a me chupar com vontade, e eu não consegui segurar meus gemidos. Meu corpo já estava molhado só de sentir as mãos dele em mim. O short saiu logo depois, e ele me penetrou com firmeza, cada estocada me deixando mais excitada, perdida entre prazer e tesão.

Cada gemido meu parecia alimentar o desejo dele. Eu me apoiava nas mãos dele, arqueando o corpo, deixando que ele guiasse o ritmo. Meu orgasmo veio rápido, e mesmo assim, ele não diminuiu a intensidade, me levando a outro pico de prazer. Era proibido, mas o desejo falava mais alto — e ninguém podia imaginar que, naquele momento, eu estava completamente entregue a ele.

Chegando no local do evento, a festa estava animada e cheia de gente. Eu já tinha trocado o vestido do casamento pelo vestido de festa, mas ainda sentia o calor e o tesão acumulados do dia inteiro. No andar de baixo, que estava mais escuro, resolvi dar uma olhada rápida e me ajeitar.

Foi nesse momento que um convidado, visivelmente bêbado, me viu. Ele não perdeu tempo: se aproximou por trás e me agarrou, beijando meu pescoço e meu ombro. Meu corpo reagiu sem que eu pudesse controlar, o calor subiu imediatamente, e ele começou a me apertar com força, explorando cada curva do meu corpo.

Antes que eu pudesse recuar, ele começou a me beijar intensamente. Meu vestido estava ajustado, mas o apertar dele deixou tudo mais intenso, e eu senti meu corpo respondendo a cada toque. Ele me fez pagar um boquet ali mesmo, entre beijos e gemidos, e eu não consegui me segurar.

O ambiente escuro ajudava a aumentar a adrenalina. Cada toque, cada gemido, cada movimento era carregado de perigo e tesão. Eu sabia que alguém poderia aparecer a qualquer momento, mas naquele instante só existia ele, meu corpo totalmente entregue, excitado, querendo mais e mais.

Foi rápido, mas intenso, e aquele calor deixou meu corpo ainda mais molhado e ávido por tudo o que ainda estava por vir naquela festa que prometia continuar sendo uma loucura de prazer.

Depois de muita festa e bebida, minha prima passou tão mal que tivemos que levá-la ao hospital. Eu estava com o vestido tomara que caia, e ainda tentando manter a compostura, ajudei a segurar e acomodar ela. Mal percebi que, no carro, meu vestido havia saído um pouco, deixando meus seios expostos.

O amigo nosso, que estava comigo para ajudar, não perdeu tempo. Ele se aproximou, deslizou as mãos pelos meus seios e logo começou a me beijar com urgência, percebendo cada reação do meu corpo. Eu já estava completamente molhada, meu corpo respondendo a cada toque dele, cada mordida nos meus lábios e cada mão que explorava meu corpo.

Ele me pegou ali mesmo no carro, beijando, me segurando e me penetrando com força. Meu corpo tremia, e eu gemia alto, sem conseguir conter o prazer. Cada movimento dele me deixava ainda mais excitada, e mesmo sabendo que alguém poderia aparecer a qualquer momento, eu não queria parar.

Meu orgasmo veio rápido, intenso, e ele continuou, sem deixar que eu tivesse tempo de me recompor. Cada toque, cada estocada, cada beijo era carregado de desejo e adrenalina. Eu estava totalmente entregue, sem conseguir pensar em nada além do prazer que ele me proporcionava ali, no banco do carro, antes mesmo de chegarmos ao hospital.

Quando finalmente chegamos, ainda conseguimos trocar alguns gestos e toques discretos, e eu sabia que aquilo só aumentava a tensão e o tesão do dia. Eu estava exausta, suada, mas completamente entregue aos momentos proibidos que aquele dia do casamento me proporcionou.

Quando cheguei em casa, o marido já estava lá. Eu ainda estava ardendo de tesão, mas não resisti e me entreguei a ele antes que fosse tarde. O prazer foi intenso, nossos corpos se encaixando perfeitamente. Ele me penetrava com força, e eu gemia alto, sentindo cada movimento dele. Meu corpo respondia sem controle, arqueando, suando, completamente entregue ao desejo. Depois de se saciar, ele finalmente adormeceu, satisfeito, enquanto eu ainda sentia cada lembrança do dia inteiro queimando em mim.

Mesmo com o marido dormindo, o tesão não me deixou em paz. Fui tomar banho, deixando a água quente escorrer pelo meu corpo suado. Cada lembrança de cada toque, cada estocada e beijo daquele dia fazia minha ppk se apertar de vontade. Não consegui resistir: comecei a me tocar, lembrando de cada momento proibido, e meu corpo respondeu sozinha, gemendo e se arqueando, até que um orgasmo intenso me tomou.

E foi nesse instante que os primos dele apareceram. Sem tempo de reação, senti suas mãos em mim, seus corpos se aproximando, e logo estavam me penetrando no banho. O calor da água e o tesão acumulado fizeram cada estocada ainda mais intensa, cada toque ainda mais excitante. Eu gemia, totalmente entregue, suada e molhada, sentindo prazeres proibidos que explodiam um após o outro.

Meu corpo se perdeu completamente, entre os dois, entregando-se sem limite, sem pensar em nada além do prazer que me consumia naquele banho quente e safado.

Derrepente saiu tudo queito e deito na cama e acordo so a tarde nua toda marcada marido dormindo ainda nem iria lembra que transo comigo aquele dia ...

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