Anal dolorido com o policial para não perder minha moto

Um conto erótico de Karen
Categoria: Heterossexual
Contém 875 palavras
Data: 12/02/2026 16:11:33

Eu sabia que descer para a praia numa sexta-feira à noite, sozinha e sem habilitação, era pedir para se ferrar, mas a adrenalina sempre foi meu vício. Meu nome é Talita, tenho 22 anos, e sou conhecida por ter "mais coxa do que juízo". Tenho aquele corpo de quem faz agachamento todo dia: pernas grossas que ficam roçando uma na outra, bunda dura e empinada, e cintura fina. Estava usando um short curto demais para andar de moto, uma jaqueta de couro sintético e, por baixo, absolutamente nada, porque a calcinha marcava o tecido e eu detesto isso.

A sirene não tocou. Só vi o giroflex azul e vermelho estourar no meu retrovisor, cegando minha visão. O coração foi para a boca. Encostei a moto no acostamento sentindo o cascalho estalar debaixo dos pneus.

O policial desceu da viatura devagar. Ele não era daqueles gordinhos de trânsito. Era um "armário", farda cinza camuflada, coturno pesado. A lanterna dele veio direto na minha cara quando tirei o capacete, meus cabelos pretos e suados grudando na testa.

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— Documento e habilitação — a voz dele não era um pedido, era uma ordem seca.

— Eu... eu esqueci a carta em casa, senhor — menti, tremendo de frio e de medo.

Ele riu. Um riso curto, sem humor.

— Esqueceu ou nunca teve? Desce da moto. Agora.

Obedeci, minhas pernas bambas quase cedendo. Ele mandou eu colocar as mãos na cabeça e virar de costas. Senti a mão dele me revistar, mas não foi profissional. A mão grande, coberta por uma luva tática áspera, desceu pelas minhas costas e parou na minha bunda. Ele apertou o tecido com força, sentindo a carne ceder.

— Sem habilitação, pneu careca, placa levantada... — ele murmurou atrás de mim, o hálito quente de café e cigarro batendo na minha nuca. — Eu devia apreender essa moto e te levar presa,.

— Por favor... não faz isso. A moto é tudo que eu tenho — supliquei, quase chorando.

— É? — Ele prensou o corpo dele contra o meu, me esmagando contra a lateral da minha própria moto. O motor ainda estava quente, queimando minha coxa através do tecido. — Então vamos ver se você aguenta o tranco pra levar ela embora.

Ele não esperou. Ouvi o barulho do cinto de guarnição dele sendo aberto, o peso do cassetete e da arma batendo no tanque da moto. Ele segurou meu quadril com uma violência que me travou. Com a outra mão, ele baixou meu short num puxão só, até os joelhos, expondo minha bunda para o frio úmido da serra.

— Empina e não se mexe, se não sua moto vai cair — ele rosnou.

Eu curvei as costas, segurando no guidão da moto para não cair. Senti ele cuspir. Ele não usou os dedos para espalhar. Ele usou a cabeça do pau. Senti aquela coisa grossa, pulsando de tão dura, esfregar na minha entrada, misturando a saliva com o suor dele.

— Relaxa o rabo ou vou te rasgar no meio — ele avisou.

Antes que eu pudesse respirar fundo, ele empurrou. Gritei abafado, estava ardendo muito. Meu esfíncter travou, tentando expulsar aquilo, mas ele era mais forte. Ele segurou minha cintura e forçou o quadril para frente, enterrando tudo de uma vez.

Senti meus olhos encherem de lágrima. A dor era aguda, uma queimação que subia pela espinha. Ele preencheu cada milímetro, alargando meu cuzinho de um jeito que eu achava impossível.

— Apertada pra caralho... — ele grunhiu, parado lá dentro, esperando meu corpo parar de lutar.

Quando ele começou a se mexer, não teve ritmo. Eram estocadas longas, fortes. Ele puxava quase tudo para fora, deixando o ar gelado bater na minha bunda, e socava de volta sem piedade. A cada metida, minha barriga batia no tanque da moto. A dor não passava, ela só mudava de lugar — ora na entrada, que parecia estar pegando fogo, ora lá no fundo, onde ele batia sem dó.

Mas embora estivesse doendo, minha bucetinha começou a piscar, sentindo aquele homem me comendo sem dó. Eu comecei a gemer de tesão, agonia e submissão, e isso parecia deixar ele mais louco. Ele batia com a mão aberta na minha bunda, o estalo ardendo na pele fria, enquanto continuava me arrombando. Eu sentia o cinto dele, as fivelas de metal, machucando minhas costas, mas não conseguia sair da posição. Eu era apenas um buraco quente sendo usado no acostamento da Imigrantes.

— Vai, aguenta... — ele falou entre dentes, aumentando a força.

Senti o pau dele inchar lá dentro. Ele não avisou. Ele simplesmente travou o corpo, deu uma puxada violenta no meu cabelo, forçando meu pescoço para trás, e despejou tudo. Senti o jato quente, pulsando fundo. Ele continuou empurrando contra mim, espremendo até a última gota, enquanto minhas pernas tremiam tanto que eu só não caí porque ele me segurava.

Foi a melhor experiência, mas a mais dolorida da minha vida. Mas aprendi minha lição e passei vários dias com o cuzinho doendo.

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