As Mulheres da Família - O Box - Parte 18

Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 4499 palavras
Data: 12/02/2026 13:40:41

Chegamos em casa às 2h15 da manhã. Guardei o carro na garagem e entramos. Enquanto a Jaque ia até a cozinha tomar um copo d’água, eu, Ju e Yara ficamos na sala.

— Nossa, eu tô suada. Acho que vou tomar um banho — disse Yara.

— Tia, vou subir com você. Minha mala está na sua casa e preciso pegar uma roupa — emendou Juliana.

— Aproveita e toma banho também — sugeriu Yara.

— Ah, tia... você não vai descer mais? — perguntou Yara.

— Vamos sim. Só vamos tomar um banho, estou muito suada.

— Se você não descer, eu vou te buscar! — Enfatiza Jaque.

— Tá bom, já já eu desço.

Assim que elas subiram, Jaque falou:

Pai, é hoje. Vou tomar banho e depois é você. Vamos terminar o que começamos de manhã.

Assim que minha filha saiu do banheiro, fui tomar o meu banho. Dez minutos depois, saí vestindo apenas uma samba-canção. Notei que a Jaque já estava na sala, usando novamente seu minishort e o top colado. Ela estava sentada no sofá, impaciente, batendo o pé ritmicamente.

— A tia está demorando... — reclamou ela.

— Calma. Já já ela desce — respondi, embora começasse a desconfiar o real interesse sobre a descida de Yara.

Por volta das 3h da manhã, elas finalmente desceram. Minha sobrinha estava com sua calça de lycra apertada, mas escondia as curvas sob uma camiseta larga, provavelmente para não levantar suspeitas na Yara. Já a Yara estava impecável: um pouco de maquiagem e uma roupa mais curta, composta por um short rosa e uma camiseta branca. Parecia uma menininha, toda delicada.

Elas entraram, comemos um doce e voltamos para a sala. Conversamos por uns 15 minutos sobre o show, até que a Yara diz:

— Eu vou subir, pessoal. Já está tarde.

Olhei para o relógio e marcava 3h30 da manhã. Jaque logo interveio:

— Já está com sono, tia?

— Pior que não, menina. Ainda estou bem elétrica — confessou a Yara.

— Ah, então vamos assistir a alguma coisa! Tem um filme que eu quero muito ver.

— Ah, vamos então — cedeu ela.

Jaque olhou para mim com segundas intenções e pediu:

— Pai, me ajuda aqui?

— Para quê?

— Pegar os colchões! Vou colocar eles aqui na sala.

— Não precisa não, Jaque — disse a Yara, tentando resistir.

— Preciso sim, tia. Vem, pai! Ju, puxa os sofás para perto da parede, por favor.

Fui até o quarto, peguei o colchão dela e o levei para a sala. Assim que o joguei no chão, ela apareceu com um lençol e dois travesseiros, jogando-os no sofá enquanto comandava:

— Vem, pai, falta mais um.

Ela seguiu direto para o meu quarto. Fui atrás para pegar o segundo colchão e, antes de sairmos, ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido:

— Agora é com a gente.

Na hora, não entendi bem o motivo daquela frase, mas voltei para a sala. Ela e a Juliana forraram tudo, e os dois colchões juntos viraram basicamente um só, ocupando o espaço.

— Alguém quer cobertor? — perguntou a Jaque.

— Ah, não. Tá meio quente — respondeu Yara.

— Tá bom.

Jaque se jogou no colchão e chamou:

— Vem, tia, fica aqui do meu lado.

Yara foi e deitou. Eu me acomodei logo ao lado da Yara, e a Juliana ficou na ponta, à minha direita. A fileira ficou pronta: Jaque, Yara, eu e Juliana.

Ela escolheu um romance: Imagine Eu e Você. O filme avançava mostrando uma amizade que, aos poucos, se transformava em um amor lésbico. Nos primeiros vinte minutos, a luz ainda estava acesa e nós quatro assistíamos em silêncio, embora, na minha cabeça, eu só conseguisse pensar em estar no quarto transando com a Juliana e Jaque.

— Posso apagar a luz? — perguntou a Jaque.

— Pode, filha — respondi.

Ela apagou a luz e voltou para o seu lugar. O filme seguiu até que, por volta das 5h, os créditos subiram. Jaque desligou a TV e a sala mergulhou na escuridão, restando apenas o fio de claridade que entrava pela fresta da janela.

— É melhor eu subir... — sussurrou a Yara, ensaiando um movimento.

— Não, tia, fica aqui — insistiu a Jaque prontamente.

— Tem certeza?

— Tenho. Tá bem confortável. Dorme aqui com a gente.

Eu estava ficando puto com a situação, pois eu queria transar com a Juliana. Mas antes de eu falar algo, eu pensei: Em breve a Yara vai embora, pois ela não gosta de dormir fora de casa. E em seguida lembro que não tomei a minha vitamina. Então decidi me preparar: Me levanto e vou até o quarto. Tomo uma colher do pó que me deixa "revigorado", e espero. Assim que a Yara sair, poderei, enfim, transar com a minha sobrinha e quem sabe com minha filha. Volto para a sala e me deito na mesma posição.

A sala fica em silêncio, mas mesmo assim abro o meu braço e a Juliana deita em meu peito. Com isso, e também devido ao pozinho mágico meu pau começa a endurecer. Dois minutos depois eu sinto a mão da Juliana chegar nele começando a fazer pressão com os dedos. Faço um cafuné em Juliana e ela continua com o movimento.

Olho para a Jaque e vejo ela me olhando. O tesão começa a subir, mas ficamos em silêncio para que a Yara não percebesse. Ela estava de costas para mim e de frente para a Jaque. Meu olhar vai descendo até que noto que a mão da minha filha está no quadril da tia. O silêncio continua, mas o movimento de Juliana fazendo pressão no meu pau continua. Ela se ajeita um pouco e ergue a cabeça, apoiando-a no meu ombro. Não nos mexemos mais; tudo fica estático, apenas sinto a pressão da mão dela contra o meu pau.

Olho para o lado e vejo que a Jaqueline continua com a mão no quadril de Yara. E a minha irmã diz:

— Tô sem um pingo de sono.

E na mesma hora a Juliana tira a sua mão no meu pau.

— Eu também. Já sei tia... — Responde Jaque.

Com o sofá posicionado atrás dos colchões, Jaque se acomoda usando o encosto como apoio.

— Vem, tia, deixa eu fazer uma massagem. Você vai relaxar e dormir.

— Massagem? Olha que eu gosto, hein! — responde Yara.

— Senta aqui.

Yara se levanta e se posiciona à frente da minha filha.

— Ô, tio, eu também quero! Não vale só a tia receber — reclama Juliana.

— Tá bom, Juliana. Deixa eu me ajeitar e você fica na minha frente.

Replico a posição da Jaque, e Juliana se senta diante de mim, encostando o corpo no meu. Começamos o movimento. Olho para o relógio: são 5:15h. Enquanto massageio os ombros dela, noto que minha filha faz o mesmo ao lado. Mas, cinco minutos depois, Jaque quebra o silêncio:

— Nossa, tia, que cheiro gostoso!

— Perfume novo.

— Adorei.

Jaque interrompe a massagem por um instante e deixa os dedos deslizarem suavemente pelos braços da Yara.

Faço o mesmo com Juliana, mas vou além: seguro seu quadril, trazendo-a para mais perto até que seu corpo fique colado ao meu. Pelo canto do olho, noto que a mão de Jaque também busca o quadril de Yara, embora ela pareça mais concentrada no roçar dos dedos pelos braços da tia, provavelmente testando sua reação, buscando um arrepio. Ensaio levantar a camiseta de Juliana com a ponta dos dedos, mas hesito. Mantenho o movimento sutil, esperando para ver como as coisas se desenrolam ao meu lado.

O tesão bate de vez e meu pau fica bem duro. Me ajeito e faço a Juliana sentir ele bater em seu cóccix.

Olho para o lado e vejo que a camiseta da Yara já está metade levantada, embora seus seios continuem cobertos. Observo seu rosto; ela permanece de olhos fechados, entregue ao momento. Jaque continua a passar sua mão, porém começa a focar na barriga da sua tia. Até que ouço:

— Tá gostoso tia?

— Tá Jaque! — bem baixinho.

E continuam. E em seguida:

— Delicia, tio!

E alguns segundos depois vejo que a minha filha abraça Yara com mais força e sua boca fica rente ao pescoço dela. E em seguida vejo que ela dá águns beijos no local.

— Para Jaque, diz Yara uma voz trêmula.

E a minha filha continua.

Eu faço a mesma coisa com Juliana, e minha sobrinha diz:

— Aiin tio. Delícia. Continua.

E começo a passar a língua em seu pescoço. Minhas mãos seguram a sua camiseta deixando no jeito para ser tirado. Ao meu lado, Jaque também começa a passar a sua língua no pescoço de Yara.

— Para Jaque, seu pai e a Juliana tá aqui.

— Relaxa. Meu pai e a Juh estão ocupados.

Ela olha e vê eu passando a língua na Juliana. E pela primeira vez não falou nada, provavelmente já entregue a situação. Até que a Jaque puxa o rosto da sua tia e começam a se beijar.

Simultaneamente também começo a beijar Juliana. Sua língua invade a minha e logo estamos nos divertindo, as duas línguas brincando uma com a outra sem pressa. Até que a Juliana se levanta. Ela me olha, vem em minha direção e senta no meu colo, de frente! Me abraça e começa a me beijar novamente. Jaque e Yara continuam se beijando quando percebo que a mão da minha filha começa a levantar a camiseta de Yara. Ela consegue tirar e joga a peça longe. Yara estava usando um sutiã vermelho.

— Jaque, para. Vamos se arrepender depois.

— Até podemos, mas quero fazer com você tudo o que tenho direito antes.

— Ah é, o que?

— Isso.

— Ela ajuda Yara a levantar-se, ajeita-se no colchão e a traz para perto, fazendo-a sentar de frente para si, diretamente em seu colo, e as duas voltam a se beijar.

Enquanto beijo Juliana, Jaque beija Yara. Ficamos imersos assim por mais de cinco minutos, perdidos no ritmo um do outro. Eu não estava acreditando que estava no mesmo ambiente com a minha filha fazendo sexo.

Até que, enfim, levanto a camiseta da Juliana e liberto seus seios. Eles são perfeitos, de tamanho médio, como laranjas, com os bicos e as aréolas rosadas. Sem me importar com a presença da Yara logo ao lado, entrego-me ao desejo e caio de boca neles. Começo a chupar aquelas tetas deliciosas .Minha língua começa a passar pela aréola, depois exploro seus bicos delicados e duros. E em seguida começo a chupa-los, e vários barulhos de "Ploc" ecoa na sala.

Ao meu lado a Jaque continua beijando a sua tia, e sua mão está desabotoando o sutiã dela. Ela consegue, o segura e joga longe. Ao ver, Jaque não pensa duas vezes e cai de boca naqueles seios deliciosos que a Yara tem. Naquele momento eu começo a ter vontade de dividir com minha filha aquelas tetas gostosas. Mas provavelmente Jaque não iria dividir a sua tia comigo.

— Gostoso. — Diz Juliana.

Volto a chupar as tetas da Juh. Até que ela levanta-se e se afasta alguns centímetros, se ajoelhando. Ela puxa o meu samba canção e a minha rola pula pra fora, dura, veiuda, babando por uma boceta. Mas antes de ela fazer qualquer coisa, Yara diz:

— Juh, se rolar não tem mais volta.

— Eu quero tia.

— Sua mãe vai me matar.

— Só se você falar ..

— Eu não. Tenho amor pela minha vida.

E a Juliana cai de boca no meu pau. Ela começa um boquete delicioso, bem babadinho. No mesmo momento eu vejo a Yara olhando para aquela cena enquanto Jaque chupa seus seios.

Até que a Jaque tenta tirar o short da Yara, mas não consegue, fazendo a minha irmã levantar-se e tirar. Nesse momento, Jaque se aproxima mais de mim. Nossos braços ficam quase colados, mantendo uma distância de apenas dez centímetros um do outro.

Eu olho para aquele delicioso corpo de Yara e lembro-me das nossas aventuras. Ela fica apenas de calcinha, na cor preta, com as suas tetas para fora. Ela volta a se sentar no colo de Jaque e a beija.

Juliana continua o boquete, fazendo um movimento de 'parafuso' que me deixa louco. Um fio de saliva escapa de sua boca e escorre pela minha virilha. Em vários momentos, ela desliza apenas a língua pela minha glande, enquanto o som úmido do 'glop glop' começa a emergir, preenchendo o silêncio.

Jaqueline começa a tirar o top ficando apenas de short. Assim que tirou Yara cai de boca nas tetas enormes da minha filha. Eu nunca imaginaria que a Yara fosse se entregar assim aos seios de outra mulher. Mas percebo que o tesão só aumenta; os chupões são intensos, carregados de vontade. Consigo enxergar a língua dela passando pelos bicos e aréolas da minha filha. É então que a Jaque faz algo que começa, de fato, a moldar o ritmo daquele sexo.

Ela pega minha mão, entrelaça seus dedos nos meus e a guia até os seios da Yara. No primeiro contato, Yara chega a levar um susto, mas permanece em silêncio. Eu tento recuar, mas a Jaqueline insiste e repete o gesto: envolve minha mão na dela e a conduz novamente ao corpo da tia. Dessa vez, não me afasto; começo a deslizar os dedos pelo seus seios.

Depois de quase cinco minutos, e quase gozando na boca de Juliana, a puxo e volto a beija-la. E ela diz:

— Gostou tio?

— Adorei.

Voltamos a nos beijar até que ela retoma o boquete, mas desta vez empina muito a bunda, que chega a me lembrar o formato de um coração. O som úmido do 'glop glop' volta a emergir. Novamente, passo a mão nos seios da Yara, mas agora por iniciativa própria, sem a ajuda da Jaque. Enquanto isso, Jaque se acomoda no colchão e desliza por baixo da Yara até posicionar o rosto exatamente sob a boceta da minha irmã. Ela afasta a calcinha de lado e a puxa para que se sente em seu rosto; observo, então, a Jaque devorar aquela boceta deliciosa.

— Aiiinnnn!

— Puta que o parou.

— Que língua gostosa Jaque.

Observo Yara rebolar no rosto dela, notando que está totalmente depilada. Jaque segura firme suas pernas, travando-as com as mãos para intensificar as lambidas. Olho para Yara e a vejo completamente entregue a minha filha. Por um instante, penso em puxá-la para um beijo, mas hesito, sem saber como Juliana ou a própria Yara reagiriam. Após algum tempo, puxo Juliana para cima de mim; ela desliza pelo meu corpo até alcançar minha boca, e nos entregamos a um beijo profundo. E peço:

— Levanta

Ela se levanta e eu começo a puxar sua calça de lycra, baixando-a lentamente até revelar sua boceta perfeita. Os pelos eram aparados em um triângulo e o seu clitóris, de fato, era enorme. Termino de despi-la, puxo-a para o sofá e faço com que se sente.

Abro bem suas pernas, deixando-a totalmente exposta, e caio de boca no seu clitóris. Deslizo a língua pelos seus lábios, sentindo o gosto de sua umidade; até ali ela tem um toque de morango, tudo muito rosado e cheiroso. Minha língua explora cada canto até focar novamente no seu clitoris, fazendo-o vibrar com movimentos rápidos e certeiros.

— Aiii, tio! Chupa esse grelinho, chupa?

Eu cravo a minha boca em sua boceta e não tiro mais. Parece que estou dando um beijo de lingua em sua boceta.

— Caralho. — Diz Yara.

E Jaque continua chupando a boceta da sua tia, até que depois de uns dois minutos a Yara se levanta e diz:

— Vem, agora é a minha vez.

Yara e Jaque se levantam. E minha irmã pergunta, preocupada:

— Você fechou as janelas?

— Ih, não!

Jaque corre até a cozinha, fecha a janela e tranca a porta. Ao voltar, ela tira o short de vez, ficando, enfim, totalmente nua. Ela caminha até o sofá, para ao lado de Juliana e abre bem as pernas, provocando:

— Vem, Tia! Chupa essa boceta, chupa? Sua cachorra! — diz ela, dando três tapas firmes na sua boceta ensopada.

— Vai ficar aí mesmo? Não prefere o colchão? — pergunto, observando o convite.

— Não, tia. Vem logo!

Jaque abriu tanto as pernas que uma delas ficou apoiada sobre a minha cabeça. Yara não hesitou e caiu de boca na boceta da minha filha. Eu nunca, nem nos meus sonhos mais distantes, imaginei que veria aquela cena: a minha irmã chupando outra mulher — e logo a minha filha.

— Caralho tia. Que delícia.

E a Ju, ao lado:

— Aiin tioooo. Que tesão que eu estou.

Continuamos ali, focados naquelas bocetas, até que minha filha e Juliana, mesmo em uma posição desconfortável lado a lado, se inclinaram para um beijo. Ao ver a cena, Yara começou a dizer:

— Meninas...

— Chupa a minha boceta e cala a boca, tia! — cortou Jaque. — Não tira essa língua daí por nada.

Uma verdadeira orgia começa a ganhar forma ali. Por conta da posição desconfortável, Jaque afasta a cabeça de Yara da sua boceta, vira-se e fica de quatro. Ela vai direto aos seios de Juliana, passando a língua por seus bicos com vontade.

— Puta que pariu. — Diz Juliana.

Observo a cena e percebo que Jaque quer envolver todos em seu fetiche. Ela empina a bunda grande enquanto Yara, sem perder o ritmo, continua lambendo sua boceta por trás. Tomo coragem, aproximo-me do ouvido de Yara e sussurro:

— Tô gostando de ver, sua cachorra!

Percebo que ela gostou do que ouviu, pois começou a aumentar a velocidade das suas lambidas. Ao lado, Ju e Jaque voltam a se beijar, e ficamos todos imersos naquela troca por mais de cinco minutos.

Até que Jaque e Juliana se levantam do sofá. Eu me sento e observo enquanto Jaque levanta a Yara, deixando-a de frente para si. Elas começam a se beijar e meu olhar é atraído imediatamente pela bunda generosa da minha filha. Juliana se posiciona atrás da Yara, encosta o corpo nela e desliza as mãos diretamente para o elástico de sua calcinha. Yara sente o toque, assusta-se e interrompe o beijo na boca da Jaque.

— O que vocês estão fazendo? — pergunta ela, confusa.

— Calma tia, você vai gostar.

Eu me levanto e vou atrás da minha filha e vejo que a sua mão vai diretamente no meu pau, o segurando. Ela começa a fazer movimento de subir e descer em um ritmo lento, mas assim que a Yara vê aquela cena diz:

— Vamos parar gente. Vamos parar.

— Jaque, para. Vai acabar rolando suruba aqui e não é isso que quero. Se a Juliana quer dar para o seu tio, tudo bem. Mas ele comer a irmã e a filha não. Depois isso não tem mais volta.

— Mas tia...

— Não Jaque. Sem chance. Estou com tesão, mas vamos fazer a maior merda das nossas vidas. Não quero. Se você quiser acabar com isso, vamos subir e terminamos lá no meu quarto, mas orgia com o seu pai, sem chance. Não posso ver ele metendo em você.

— Então vamos tia. Hoje você não me escapa.

Jaque me olha com cara de espanto, e eu fico confuso com aquelas palavras, já que a Yara transava comigo às vezes.

Vejo a Yara pegando as suas peças de roupas no chão, e em seguida, o da minha filha e saem diretamente para a casa de cima.

Juliana olha para mim, transparecendo a mesma confusão. Assim que as outras saem, ela vem em minha direção e me abraça, sussurrando bem baixinho:

— Pensei que ia rolar uma surubinha gostosa, tio...

— Eu também, Ju — respondo, sentindo o calor do corpo dela.

— Agora vamos ter que esperar minhas férias para fazermos algo assim de novo.

— Mas estamos aqui sozinhos agora, não estamos? — pergunto, provocando.

— Sim...

— Então podemos aproveitar.

— Sem dúvida — ela sorri. — O que eu quis dizer é que aquele plano entre eu, você e a Jaque vai ter que esperar.

— Safada..

Ela volta a me beijar e as nossas linguas estralaçam novamente. Percebo que o tesão da minha sobrinha estava nas alturas, mesmo com a negativa da tia. Minhas mãos escorrem até a bunda que aperto. Em seguida Juliana vai se abaixando até chegar na minha rola. Ela segura e começa a bater uma punheta bem devagar. Meu pau estava muito duro. Até que ela cai de boca e começa novamente um boquete. Ela o engole todo fazendo sentir até a sua garganta na cabeça do meu pau. Começa a subir e descer e aos poucos foi aumentando a velocidade. Uma grande babá escorria de sua boca e batia nas minha virilha.

— Delícia de rola, tio. — ela diz.

Juliana aproveita cada centímetro do meu pau, até que começa um parafuso caprichado. O barulho de "glop" "glop" "glop" ecoa por aquela sala quase que escura. Ela fica por um bom tempo assim até que ela se levanta e volta a ficar em cima de mim e diz:

— Tio safado.

Ela me beija e até sinto o gosto do meu pau em sua boca. Sinto a sua respiração ficar ofegante, até que decido mudar de posição e ficar em cima dela. Beijo o seu pescoço, torax, até chegar em seus grandes seios. Começo pelo esquerdo. Chupo o bico, passo a língua na areola, aproveitando cada centímetro daquele seio gostoso. Repito no do direito, na qual consigo até tirar sons de prazeres da Juliana, até aqui, calada.

— Shiiiiii

Beijo a barriga e vou direto para a sua pepeka até chegar na boceta. Passo a lingua em seus lábios vaginais, e com dois dedos, abro um pouco até a minha lingua ficar de encontro com seu clítoris começando a brincar. Percebo que a Juh começa a ficar com muito tesão, pois consigo sentir o melzinho escorrendo por seu canal. Volto a passar a língua por todo o seu lábio vaginal, depois brinco com seu grelinho novamente e de vez em quando dou pequenas metidas com a minha língua. Depois de um bom tempo me aproveitando daquela boceta deliciosa, eu levanto ainda mais suas pernas, deixando aquele cuzinho pequeno à amostra. Sem pensar duas vezes passo a minha lingua em sua pregas. Fico mais de 2 minutos a lambendo.

— Aiiiiiinnnn, que delícia

Percebo que suas pernas começam a tremer, e eu acelero os movimentos. Depois volto para a sua boceta e sinto que ela está muito mais molhada que antes. Passo a língua novamente em seu clítoris até que ela me puxa pela cabeça, fazendo eu subir até de encontro a sua boca e ela diz:

— Me fode gostoso.

Dou um beijo de língua nela, e ela me traz para mais perto, deixando meu pau bem na porta da sua boceta ensopada que aos poucos foi o engolindo. Começo a bombar a minha sobrinha. O barulho de "plaft" "plaft" "plaft" começa a ecoar na sala.

— Aiiiinnnn

Isso tarado, fode a sua sobrinha, fode. Tarado roludo.

Com as suas pernas, ela me prende ainda mais, não deixando eu sair. Ficamos nessa posição por mais de 5 minutos, até que solta e peço para ela ficar de quatro. Na mesma hora ela levanta-se e se ajeita, deixando aquele rabo grande ao meu dispor. Me levanto, ficando de joelhos no colchão, e a penetro. Meu pau escorre com muita facilidade. Parecia que tinha manteiga ali, de tão fácil que meu pau escorria. Seguro seu quadril e eu aumento as bombadas: "plaft" "plaft" "plaft".

Até que depois de um tempo mudamos a posição. Eu me deito no colchão e ela vem por cima. Ela senta bem devagar, engolindo todo o meu pau duro.

— Tá gostando dessa foda, safado?

— Estou Juh, você é muito gostosa. — Respondo.

— Você também tio.

Seguro bem o seu quadril para ter mais firmeza e começo a bombar com muita força. Nossos corpos estão suados e o tesão estava alto. Até que para a minha supresa, ela levanta bem pouquinho fazendo eu parar de bombar ela com força, mas não deixando que meu pau saisse da sua boceta. E ela diz:

— Então você come a Jaque?

— Você quer saber a verdade?

— Quero, conta para mim — Ela responde.

— Transo.

Eu sinto que ela afunda ainda mais a sua boceta em meu pau.

— Percebi desde o primeiro dia que cheguei. — Respondo.

— Está tão na cara assim?

— Está tio. Me surpreende que nem a Lê e nem a tia tinha reparado.

— Vou tomar mais cuidado.

— Por favor!

Até estranho a sua resposta e percebo ela subir e descer no meu pau mais lentamente.

— Você ia comer mesmo a tia?

— Não sei (Claro que ia, em meus pensamentos). — Digo.

— Pode ser sincero comigo tio...

— Eu não sei Juh. Depende do momento, do tesão, mas pela forma que estava tomando aqui (na sala), provavelmente ia rolar algo.

Ela começa a aumentar as estocadas, e ela continua:

— E se fosse a Letícia ou a minha mãe no lugar da tia... Você transaria caso elas quisessem?

Estranho aquela pergunta, mas respondo.

— Não sei.

Ela aumenta a velocidade das sentadas. O cheiro de sexo impregna pelo sala. E ela começa a falar:

— Não sabe mesmo?

— Porque o interesse, Juh?

— Curiosidade...

— To achando que você quer que eu dou um trato em você e na sua mãe...

Ela fica calada e logo em seguida:

— Awwwnn delícia. Desse jeito eu vou gozar bem no seu pau.

Sinto até uma tração da sua boceta no mesmo momento que eu falei. E ela responde:

— Não é uma má ideia, tio.

Fico surpreso com a sua resposta, e começo a bombar com mais força, pois também gostei de ouvir aquilo.

— Teria coragem, Juh?

— Eu, você e a minha mãe?

— Sim.

Ela fica calada. Mas depois de um minuto cavalgando ela responde:

— Toparia a experiência.

Meu tesão chega no ápice e começo a fode-la com uma força que nunca tinha feito antes. O barulho de plaft plaft plaft fica muito alto, e percebo que ela grita de prazer:

— Ainnn, ainnn!

— Goza pra mim, goza? — Pergunto.

E eu aumento as bombadas até perceber que suas pernas estão tremendo e ela diz:

— Vou gozaaaar, tio.

E ela goza.

— Awwwwwwwwwnnn

Se corpo amolece, mas ela não sai de cima de mim. Ela continua subindo e descendo bem devagar. até que diz:

— Goza na minha bocetinha, goza, safado! — Falando bem baixinho com uma voz sedutora.

— Eu aumento as estocadas até que sinto que ia gozar. Eu tento tirar meu pau de dentro da sua boceta, ja que estava transando sem camisinha, mas ela não deixa e acabo jogando a minha porra no sue utero.

Ela deita no meu lado esfalecida e diz:

— Caralho tio, gostei.

Ela olha para o meu pau e vê que ele não amoleceu (devido ao pós mágico que tinha consumido antes). Olho para o relógio e ja era 7:30, e o dia estava claro.

Depois transamos mais 3x. Mais uma na sala, outra no meu quarto e a ultima no box. Estava esperando a Jaque descer, mas ela só apareceu por volta do meio dia da casa da tia. Nesse momento a Juliana estava se preparando para voltar para o Sul.

— Só agora filha?

— Nem te conto pai. E só desci porque precisamos levar a Juh para o aeroporto, e o tio está para chegar.

Depois que levamos a Juh para o aeroporto, Jaque decidiu ir para a casa do namorado que tinha voltado da praia. Mas antes ela fala:

— Isso ainda não acabou pai.

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 21Seguidores: 82Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

Comentários

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como amo essa saga é esses personagens

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