Porra, Minha Esposa Descobriu Minha Traição E Agora Quer Fuder Com Os Meus Amigos Na Minha Frente: Parte 2

Da série Os Idiotas
Um conto erótico de idiossincrasia
Categoria: Heterossexual
Contém 3092 palavras
Data: 12/02/2026 12:15:41

Os Idiotas - Parte 2

Eu apertei o botão pra liberar o elevador, e fiquei ali parado, tipo estátua, esperando eles subirem. O coração batendo forte, a boca seca, as mãos suando. Eu olhei pra Carla, ela continuava sentada na poltrona, as pernas cruzadas, aquele sorriso no rosto. Um sorriso que não era dela. Era de outra coisa. Algo que tinha acordado. Algo perigoso.

A campainha tocou.

Eu fui até a porta, respirei fundo, e abri.

— Coé, Gui! — o Rafael entrou primeiro, todo sorridente, segurando uma caixa de Heineken gelada. Ele tava de bermuda, camiseta do Flamengo, boné pra trás. Cara de trinta e cinco anos que ainda achava que tinha vinte. — Tá preparado pra fuder com essa cerveja hoje?

— Vai se foder, Rafa, a gente chegou junto! — o Pedro veio logo atrás, empurrando o Rafael de brincadeira. Também de bermuda, camiseta da Oakley, aquele óculos de sol ridículo na cabeça. — Cadê a Carla? Ela tá aí?

O Thiago entrou por último, mais quieto, mas com aquele sorrisinho cínico no rosto. Ele era o mais magro dos três, cabelo espetado com gel, barba mal feita, sempre parecendo que tinha acabado de acordar. Ou que tinha transado a noite toda. Ou que tava planejando transar. Com ele nunca dava pra saber.

— E aí, maluco — ele falou pra mim, me dando um soquinho no ombro. — Falou que ia ter churrasco, mas cadê o carvão aceso, cara? Tá frio ainda.

— A gente… a gente vai acender agora — eu falei, a voz meio travada. Eu fechei a porta atrás deles e os guiei pra sala.

E lá tava ela.

A Carla tinha se levantado da poltrona. Ela tava de pé, no meio da sala, aquele vestido branco curto, decotado, os mamilos marcando, as pernas intermináveis no salto agulha. Ela sorriu quando viu eles.

— Oi, meninos — ela falou, a voz baixa, sensual. — Que bom que vocês vieram.

Eu vi os três olhando pra ela. Mas não com tesão. Não com desejo. Com… surpresa? Confusão?

— Caralho, Carla! — o Rafael soltou primeiro, largo sorriso. — Cê tá bonita pra caralho! Vai sair? Tem alguma festa depois?

Ela piscou. Surpresa.

— Não, Rafael. Eu… não vou sair. Tô assim… pra vocês.

— Pra nós? — o Pedro franziu a testa, confuso. — Mas a gente só vai ficar aqui mesmo, né? Tomar cerveja, fazer churrasco. Você não precisa se arrumar, fica tranquila.

Eu vi a mandíbula da Carla travar. Os olhos dela brilharam. Não de excitação. De irritação.

— Eu sei que vocês vão ficar aqui — ela falou, mais devagar agora, forçando paciência. — Eu me arrumei… porque eu queria ficar bonita. Pra vocês.

— Ah, que fofo! — o Thiago deu risada. — Olha só, ela quer impressionar a gente. Carla, cê é gente boa demais, cara. O Gui tem sorte.

Ela olhou pra mim. Eu vi a fúria começando a ferver atrás daqueles olhos amendoados. Eu dei de ombros, tipo "eu avisei que eles eram burros".

— Senta aí, galera — eu falei, tentando ganhar tempo, tentando entender como isso ia funcionar. — Vou buscar copo pra todo mundo.

— Isso aí! — o Rafael já tinha aberto uma cerveja e tava enchendo um copo da jarra de caipirinha que a Carla tinha preparado. — Caralho, essa caipirinha tá com cara de boa, hein!

Eu fui pra cozinha, peguei os copos, voltei. Quando entrei na sala de novo, a Carla tinha se sentado no sofá, bem no meio, as pernas cruzadas, o vestido subindo nas coxas. Ela tava olhando pros três com aquela intensidade.

Os três tavam sentados nas poltronas. Longe dela.

Bebendo cerveja.

Falando de futebol.

— Cara, o Flamengo esse ano vai ganhar tudo de novo, pode anotar — o Rafael tava dizendo, animado.

— Vai se foder, Rafa. O Flamengo tá uma merda — o Pedro rebateu. — O Fluminense vai meter três no próximo clássico.

— Fluminense? — o Thiago riu. — Para, cara. Fluminense é time pequeno demais.

Eu sentei na outra poltrona, longe da Carla também, segurando meu copo de caipirinha, sem beber. Observando. Esperando.

A Carla se mexeu no sofá. Descruza as pernas. Abriu elas. Levemente. O vestido subiu mais. Dava pra ver que ela não tava de calcinha. A buceta dela ali, quase à mostra.

Eu olhei pros três.

Nenhum tinha percebido.

Eles tavam discutindo se o Vasco ia subir pra primeira divisão.

— Gente — a Carla interrompeu, a voz mais alta agora, chamando atenção. — Vocês não vão… reparar?

— Reparar o quê? — o Rafael perguntou, inocente.

— Em mim — ela falou, abrindo mais as pernas, se inclinando pra frente, o decote mostrando os peitos quase inteiros.

— A gente já reparou, Carla! — o Pedro sorriu. — Cê tá linda, a gente já falou!

— Não, não é isso — ela respirou fundo, a paciência começando a rachar. — Eu… eu me arrumei… porque eu queria que vocês… me notassem. Que vocês… dessem atenção. Pra mim.

— Mas a gente tá dando atenção — o Thiago falou, confuso. — A gente tá aqui, conversando com você.

Ela fechou os olhos. Contou até três. Abriu de novo.

— Vocês querem beber alguma coisa mais forte? — ela perguntou, mudando de tática. — Eu posso preparar uns drinks diferentes. Ou… sei lá, posso fazer outra coisa pra vocês.

— Outra coisa tipo o quê? — o Rafael perguntou.

— Sei lá — ela deu de ombros, a voz começando a ficar tensa. — O que vocês quiserem.

— Ah, eu quero petisco — o Pedro falou, animado. — Cê tem amendoim? Ou queijo?

— Eu não tô falando de comida! — ela praticamente gritou.

Os três se assustaram.

— Caramba, Carla, tá tudo bem? — o Rafael perguntou, preocupado. — Cê tá nervosa?

— Eu não tô nervosa — ela falou, forçando um sorriso. — Eu só… eu quero que vocês fiquem confortáveis. Muito confortáveis. Pode… pode tirar a camiseta se tiver calor. Pode ficar à vontade.

— Nah, tá suave — o Thiago falou. — Tem ar condicionado, tá fresquinho.

Eu vi a veia na testa da Carla começar a pulsar.

Ela se levantou, foi até a mesa de centro, pegou a jarra de caipirinha, e começou a servir cada um deles, lentamente, se curvando, mostrando os peitos, roçando o braço neles, o corpo neles.

— Caralho, valeu, Carla — o Rafael agradeceu, sem tirar os olhos do copo.

Ela voltou pro sofá, se sentou de novo, dessa vez ainda mais perto da beira, as pernas bem abertas, o vestido praticamente na cintura.

— Guilherme — ela chamou, me olhando. A voz era baixa, perigosa. — Vem cá.

Eu me levantei, fui até ela.

— Abaixa — ela sussurrou.

Eu abaixei, ficando no nível do ouvido dela.

— Eles são retardados? — ela sussurrou, furiosa. — Sério. Eles têm algum problema cognitivo? Eu tô praticamente pelada, de pernas abertas, e eles tão falando de Vasco?

— Eu… eu avisei que eles eram meio burros — eu sussurrei de volta.

— Burros não, Guilherme. Isso não é burrice. Isso é… é… eu não sei o que é isso — ela respirou fundo. — Volta lá. Deixa eu tentar de novo.

Eu voltei pra poltrona. Sentei. Bebi um gole da caipirinha. Observei.

A Carla se levantou de novo. Foi até a estante, fingiu que tava procurando alguma coisa, se curvou, o vestido subindo, a bunda toda de fora, a buceta aparecendo.

Eu olhei pros três.

O Rafael tava mexendo no celular.

O Pedro tava comendo amendoim que ele tinha achado na mesinha.

O Thiago tava olhando pra janela, pro mar.

Nenhum tinha visto.

— Gente — a Carla se virou, as mãos na cintura, a voz tensa. — Vocês não estão vendo nada de diferente em mim hoje?

— Diferente? — o Rafael ergueu a cabeça do celular. — Tipo o quê?

— Tipo… sei lá. Eu tô… disponível hoje.

— Disponível? — o Pedro franziu a testa. — Cê vai sair? Vai fazer alguma coisa? A gente tá atrapalhando?

— NÃO! — ela gritou, e os três se assustaram de novo. — Desculpa. Não. Vocês não tão atrapalhando. Eu… eu tô disponível… pra vocês.

— Disponível pra gente? — o Thiago repetiu, confuso. — Tipo… cê vai fazer o churrasco com a gente? Pensei que você ia ficar no quarto, vendo suas séries.

Ela olhou pra mim. Os olhos dela estavam vermelhos agora. De raiva. De frustração.

— Guilherme, seus amigos são virgens? — ela perguntou, alto, na frente deles.

— Ei! — o Rafael se ofendeu. — Que isso, Carla! Claro que não!

— Então por que vocês não tão entendendo o que eu tô falando? — ela praticamente implorou.

— A gente não tá entendendo porque você não tá falando nada claro, cara — o Pedro respondeu, inocente.

Ela respirou fundo. Fechou os olhos. Quando abriu, tinha uma determinação nova lá.

— Tá bom — ela falou, firme. — Vou ser clara. Muito clara.

Ela foi até o sofá, sentou bem no meio, abriu as pernas completamente, puxou o vestido pra cima, e mostrou a buceta.

— Olhem aqui — ela falou, apontando. — Tô sem calcinha. Vocês tão vendo?

Os três olharam.

Ficaram em silêncio.

— Eita — o Rafael falou finalmente.

— Porra — o Pedro completou.

— Caramba — o Thiago sussurrou.

— Finalmente — a Carla suspirou, aliviada. — Vocês entenderam?

— Entendemos o quê? — o Rafael perguntou.

Ela congelou.

— Que… que eu tô sem calcinha?

— Sim, a gente viu — o Pedro confirmou. — Mas… tipo… por quê?

— POR QUÊ? — ela gritou. — Porque eu quero que vocês… que vocês façam alguma coisa!

— Alguma coisa tipo o quê? — o Thiago perguntou, genuinamente confuso.

Ela olhou pra mim, desesperada. Eu dei de ombros de novo. Eu não sabia se devia ajudar ou deixar ela sofrer. Parte de mim tava achando isso tudo tragicamente engraçado.

— Vocês querem transar comigo — ela falou, devagar, pausadamente, como se estivesse explicando pra criança. — Eu. Quero. Transar. Com. Vocês. Três.

Silêncio.

Os três se entreolharam.

— Ué — o Rafael falou, confuso. — Mas… você é casada com o Gui.

— Eu sei que eu sou casada com o Gui! — ela gritou.

— Então… você tá falando sério? — o Pedro perguntou, incerto.

— SIM! — ela gritou de novo. — Eu tô pelada, de pernas abertas, falando que quero transar com vocês! O que mais eu preciso fazer pra vocês entenderem?

— Não, não, calma — o Thiago levantou as mãos, defensivo. — É que… tipo… é estranho, né? A gente nunca pensou nisso.

— Nunca pensou? — ela perguntou, incrédula.

— Não — o Rafael balançou a cabeça. — Você é a esposa do Gui. A gente não pensa nessas coisas.

— Mentira — eu falei, pela primeira vez desde que eles chegaram. Todos olharam pra mim. — Vocês já olharam pra ela. Já fizeram comentário. Eu sei.

— Ah, mas é uma coisa — o Pedro se defendeu. — Olhar é diferente de… sabe… fazer.

— E o Gui tá aqui — o Thiago apontou pra mim. — Tipo… ele tá vendo tudo isso. Não é estranho?

— É exatamente por isso que eu tô fazendo isso — a Carla explicou, a voz cansada agora. — Ele me traiu. Ele mandou mensagens horríveis pra outra mulher, mentindo sobre mim, dizendo que eu não dou, que eu sou chata na cama. Então agora eu vou provar que ele é mentiroso. Vou dar pra vocês. Na frente dele.

Os três ficaram em silêncio de novo, processando.

— Caralho — o Rafael sussurrou. — Isso é pesado.

— É vingança — a Carla confirmou.

— E a gente… a gente faz parte da vingança? — o Pedro perguntou.

— Sim.

— E o Gui… ele tá de boa com isso? — o Thiago olhou pra mim.

Todos olharam pra mim.

Eu suspirei.

— Não — eu falei, honesto. — Eu não tô de boa. Mas eu não tenho escolha.

— Como assim não tem escolha? — o Rafael perguntou.

— Porque se eu cancelar, ela manda as mensagens que eu mandei pra todo mundo — eu expliquei, derrotado. — Pra minha mãe, pra minha irmã, pro meu chefe. E pede divórcio. E pega metade da cobertura.

— Porra — o Pedro assobiou. — Tu se fodeu legal, mano.

— Eu sei.

— Então — a Carla interrompeu, chamando atenção de volta pra ela. — Vocês vão me ajudar ou não?

Os três se entreolharam de novo. Eu vi aquele olhar de quinta série, aquele olhar de moleque que tá prestes a fazer merda mas não tem certeza se deve.

— Tipo… ajudar como? — o Rafael perguntou.

— ME COMENDO! — ela gritou, exasperada. — Fodendo comigo! Metendo o pau em mim! Chupando minha buceta! Comendo meu cu! O que vocês quiserem!

— Ah — o Pedro fez uma cara de entendimento. — Agora ficou claro.

— Finalmente! — ela suspirou.

— Mas tipo… — o Thiago coçou a cabeça. — A gente faz isso… junto? Ou um de cada vez?

— Tanto faz! — ela respondeu, impaciente. — Do jeito que vocês quiserem!

— E o Gui vai ficar vendo? — o Rafael perguntou, olhando pra mim.

— Sim — ela confirmou.

— E ele não vai… sei lá… ficar bravo? Querer bater na gente depois? — o Pedro perguntou, cauteloso.

— Não — eu respondi, amargo. — Eu não vou bater em vocês.

— Porque você sabe que merece isso — a Carla completou, olhando pra mim com frieza.

Silêncio de novo.

— Então — o Thiago finalmente falou. — Se eu tô entendendo direito… você quer que a gente transe com você, na frente do Gui, como vingança porque ele te traiu?

— FINALMENTE ALGUÉM ENTENDEU! — a Carla praticamente gritou de alegria.

— Caralho — o Thiago deu risada. — Isso é loucura.

— Eu sei — ela sorriu. — Mas vocês vão fazer?

Os três se entreolharam de novo. Demorou uns bons trinta segundos até o Rafael falar.

— Eu vou — ele disse, devagar.

— Sério? — o Pedro olhou pra ele, surpreso.

— Cara, olha pra ela — o Rafael apontou. — Ela é gostosa pra caralho. E ela tá oferecendo. E o Gui tá de boa. Tipo… por que não?

— Porque é estranho, cara — o Pedro respondeu.

— Tudo é estranho hoje em dia — o Rafael deu de ombros. — Eu vou. Fodase.

— Ótimo — a Carla sorriu, satisfeita. Ela olhou pro Pedro. — E você?

O Pedro olhou pra mim. Eu não disse nada. Ele olhou pra Carla. Pros peitos dela. Pra buceta dela.

— Eu… eu acho que eu vou também — ele disse, incerto. — Mas tipo… não sei se eu consigo. Nunca fiz isso com ninguém vendo.

— Você vai conseguir — a Carla garantiu, a voz voltando àquele tom sensual. — Eu vou te ajudar.

Ela olhou pro Thiago.

— E você?

O Thiago ficou em silêncio por mais tempo. Ele me olhou. Olhou pra ela. Olhou pros outros dois. Finalmente, suspirou.

— Ah, foda-se — ele falou. — Mas se o Gui mudar de ideia e quiser me matar depois, eu corro, hein.

— Eu não vou te matar — eu falei, cansado.

— Ótimo — a Carla se levantou, satisfeita, vitoriosa. — Então vamos começar.

— Começar? — o Rafael perguntou. — Tipo… agora?

— Agora — ela confirmou.

— Mas… tipo… aqui na sala? — o Pedro olhou ao redor.

— Aqui na sala — ela repetiu.

— E a gente faz o quê primeiro? — o Thiago perguntou, genuinamente perdido.

A Carla olhou pra ele como se estivesse prestes a ter um aneurisma.

— Vocês… vocês nunca transaram antes? — ela perguntou, incrédula.

— Já, claro! — o Rafael se defendeu. — Mas tipo… nunca em grupo. Nem com alguém vendo.

— E nem com a esposa de um amigo — o Pedro completou.

— Tá — a Carla respirou fundo, tentando se acalmar. — Vou explicar. Vocês vão tirar a roupa. Eu vou tirar a roupa. E aí a gente… transa. Simples.

— Simples — o Rafael repetiu, não muito convencido.

— E quem começa? — o Thiago perguntou.

— Tanto faz! — ela gritou. — Escolham!

Os três se entreolharam.

— Eu não quero ser o primeiro — o Pedro falou.

— Eu também não — o Thiago concordou.

— Porra, vocês são uns cagões — o Rafael reclamou.

— Então você vai? — a Carla perguntou, esperançosa.

— Eu… — o Rafael olhou pra mim de novo. — Gui, sério, você não vai ficar puto comigo depois?

— Rafael — eu falei, cansado demais pra sentir qualquer coisa. — Eu já tô puto. Mas não com você. Comigo. Então vai lá. Faz o que ela quer. Acaba logo com isso.

— Tá — ele se levantou, meio sem jeito. — Então… eu tiro a roupa?

— Sim — a Carla confirmou, animada finalmente.

Ele tirou a camiseta. Depois a bermuda. Ficou de cueca. Ele olhou pra ela, incerto.

— Tira a cueca também — ela mandou.

Ele tirou. O pau dele tava meio murcho, meio duro, tipo não sabia se ficava excitado ou com medo.

— Vem cá — ela chamou, abrindo as pernas.

Ele foi. Parou na frente dela.

— E agora? — ele perguntou.

Ela olhou pra ele. Olhou pro pau dele. Olhou pros outros dois. Olhou pra mim. E pela primeira vez, eu vi ela sorrir. Um sorriso de verdade. De satisfação. De vingança cumprida.

— Agora — ela falou, segurando o pau do Rafael. — Agora começa a parte boa.

Mas mesmo assim, o Rafael ainda perguntou:

— Mas tipo… eu só… eu boto? Ou tem alguma técnica especial que—

— RAFAEL! — ela gritou. — PARA DE FALAR E ME FODE!

— Tá bom, tá bom! — ele se assustou.

E eu… eu fiquei ali, sentado na poltrona, segurando meu copo de caipirinha vazio, vendo minha esposa segurar o pau do meu melhor amigo, enquanto os outros dois assistiam, ainda sem entender direito como tinham parado ali.

O Thiago virou pra mim e sussurrou:

— Cara… isso é real mesmo ou tô muito louco?

— É real — eu respondi.

— Caralho — ele sussurrou. — Sua esposa é… intensa.

— Eu sei.

— E você realmente mandou mensagem falando mal dela na cama?

— Mandei.

— Burro pra caralho, mano.

— Eu sei.

O Rafael continuava parado ali, com o pau na mão da Carla, olhando pra ela, olhando pra mim, olhando pros outros, sem saber o que fazer.

— Rafael — a Carla falou, a voz baixa agora, perigosa. — Se você não fizer alguma coisa nos próximos cinco segundos, eu vou te chutar daqui e chamar outra pessoa.

— Quem? — ele perguntou, confuso.

— QUALQUER UM! — ela gritou. — O porteiro! O entregador! O vizinho! Qualquer pessoa que seja menos burro que vocês três!

— Tá, tá, desculpa — o Rafael finalmente pareceu acordar. Ele se ajoelhou na frente dela, entre as pernas dela. Olhou pra buceta dela. — Ela é… bonita.

— Obrigada — a Carla respondeu, seca. — Agora chupa.

— Chupar? — ele perguntou.

— SIM! — ela praticamente berrou. — CHUPA MINHA BUCETA!

— Ah, tá — ele abaixou a cabeça, meio sem jeito, e deu uma lambida.

A Carla gemeu. Finalmente. Um gemido de prazer. De alívio.

— Isso — ela falou, a voz tremendo. — Continua.

Ele continuou. Lambendo, chupando, meio desajeitado, mas fazendo. Os outros dois assistiam, boquiabertos.

— Caralho — o Pedro sussurrou. — Isso é surreal.

— É — o Thiago concordou. — Mas tipo… tô ficando de pau duro.

— Eu também — o Pedro admitiu.

Eles olharam pra mim.

Eu não disse nada. Só bebi o resto da caipirinha que tinha sobrado no copo, o gosto amargo na língua, e assisti. Assisti minha esposa gemer enquanto meu melhor amigo chupava ela. Assisti os outros dois começarem a entender, finalmente, lentamente, que talvez eles também fossem participar.

E pensei: "Eu criei isso. Eu mereci isso. E agora eu vou ter que ver até o fim."

O Rafael levantou a cabeça, a boca melada.

— E agora? — ele perguntou, inocente demais pra situação.

A Carla olhou pra ele com uma mistura de tesão e exasperação.

— Agora, Rafael — ela falou, devagar. — Você vai meter seu pau dentro de mim. Consegue fazer isso ou preciso desenhar?

— Não, não precisa — ele respondeu, rápido. — Eu consigo.

Ele se posicionou, segurou o pau, que agora tava duro, e olhou pra ela.

— Posso?

— PODE! — ela gritou.

E ele enfiou.

[Continua…]

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Comentários

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😂 Está muito bom!!! Ri demais!!! Está muito bom!!! Mas é a partir do terceiro capítulo que a trama deve desenrolar melhor... 😉😃😋😈🤩👹

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Mas vamos ver como vai desenrolar tudo isso... A Carla vai "endireitar" os "idiotas" ou vai ser apenas essa primeira "vingança"??? Se bem desenvolvida, vai muita coisa boa para aparecer!!! 🤩

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