III. Os Contos Eróticos do Pai

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Heterossexual
Contém 769 palavras
Data: 12/02/2026 11:34:09

Passou o dia todo chovendo. Becca ficou presa em casa; não podia ir lá para fora por causa da chuva. Ficou naquele tédio naquela casa. Não tinha muita coisa para fazer naquela casa a não ser dormir ou ler livros. E, como aquela casa é cheia de livros, ela aproveitou para ler alguma coisa.

Mas ela não encontrou nada leve naquela estante. A maioria eram livros eróticos e, o que não era erótico, eram livros de biologia. Ela acabou pegando um dos livros que tinha um título mais suave: "Amor Proibido". Ela achou que era um romance estilo Romeu e Julieta. Mas, ao ler o primeiro capítulo, percebeu do que se tratava:

"Ela estava louca e apaixonada por seu pai, mas sabia que era um amor proibido..."

Ela fechou o livro e foi até onde estava seu pai, que estava no porão, onde tinha um pequeno escritório onde ele estava sentado, escrevendo. Podia ouvir o som da máquina de escrever assim que entrou.

— Pai...

— Estou trabalhando, filha.

— É rápido, é sobre os livros na estante. Não tem nenhum romance normal? Todos os livros são sempre sobre a mesma temática de incesto.

— Ah, desculpa, filha. É que os livros na estante são os meus livros.

— Seus livros? Mas aqui está escrito "J.K. Boqueteiro..."

— Um dos meus pseudônimos. Para cada livro, coloco um nome diferente. Às vezes publico em outras editoras e costumo variar os nomes.

— Entendi. Eu não sabia que você trabalhava escrevendo livros.

— Não sou nenhum escritor famoso e nem rico. A maioria das coisas que escrevo é para editoras bem pequenas e underground. Mas, até que o dinheiro que ganho dá para comprar o café da manhã.

— Nossa, que legal, pai. O que está escrevendo agora?

— Um conto erótico: "50 Tons de Pai e Filha". Um lance BDSM.

Becca pegou o papel ao lado e leu alguns trechos do conto.

— Não sabia que gostava tanto de incesto.

— Não curto muito. Só escrevo apenas por dinheiro. Pagam muito bem por temas tabu.

— Para quem não curte, até que escreve bem sobre... hum... — disse ela, puxando os cabelos para trás e mordendo os lábios. — Seria interessante que colocasse mais diálogos da personagem.

— Como assim?

— É que ela meio que não diz nada. Só vemos a visão do pai. Poderia ter a visão da filha sobre o que está acontecendo.

— Hum, interessante, eu nunca pensei por esse lado. Já sei...

Ele começa a escrever: "Sim, papai, me chicoteie na bunda! Maltrate sua filha ninfomaníaca safada, que adora o papai de pau grosso e duro..."

— Gostou?

— Não sei, é muito genérico.

— Genérico? Filha, eu não estou escrevendo literatura para ganhar o Prêmio Nobel. A maioria de quem lê esse tipo de conto não está a fim de saber de coerência; é mais fantasia, um jogo rápido. A maioria desses contos é feita para durar, no máximo, uma punheta.

— Poderia fazer assim...

Becca sentou no colo do pai e começou a digitar no teclado da máquina de escrever: "Oh, pai, por favor... está me machucando... Não adiantava o jeito que eu falava, nem que implorasse. Poderia chorar, gritar, pedir socorro, mas, em vez disso, eu estava ali, pelada e amarrada, pendurada naquele porão enquanto sinto o pequeno cabo de vassoura querendo entrar na minha xota. Fechei os olhos e senti uma sensação estranha; será que era prazer? De repente, pensei que estava transando com meu namorado. Mas, ao abrir os olhos, estava lá: o meu pai. O homem que me deu a vida, me masturbando com aquele cabo de vassoura... Tive um orgasmo..."

Becca parou de escrever, pôs os cabelos atrás da orelha e olhou para o papel que tinha acabado de redigir.

— Ficou uma bosta, pai. Desculpa por atrapalhar o seu trabalho...

— Não, espera! Becca, isso que você escreveu foi incrível. Eu nunca teria a capacidade de escrever dessa forma. Você deu uma visão bem diferente do que eu imaginava.

— Então o senhor gostou?

— Mais do que isso. Tive uma ideia, filha. Que tal me ajudar?

— A ajudar a escrever?

— Sim, eu escrevo uma parte e você escreve outra. Eu fico com a visão do pai e você com a visão da filha.

— Nossa, eu nunca pensei em escrever. Mas não é uma má ideia. Eu adorei, pai! Estou empolgada para escrever — disse ela, dando um pulo de animação no colo do pai.

— Oh... melhor pegar uma cadeira para você — disse Frank, levantando-se e tentando esconder a ereção na calça.

Agora, Becca encontrou uma maneira de passar o tempo e se livrar daquele tédio que sentia no meio daquela cabana perdida no meio da floresta, sob um intenso temporal lá fora.

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