— Becca, minha filha, como cresceu! Está a cara e com o corpo de sua mãe.
— Ah, pai, um dia eu iria crescer, né? Não me ve a mais de dezoitos anos.
— Nossa é mesmo, faz tanto tempo deste ultima vez que te vi. Já tem idade para ficar grávida. Aposto que está transando muito, né?
Becca deu uma risada leve, mordendo os lábios e puxando os cabelos lisos para trás da orelha, num gesto tímido.
— Ah, pai, que é isso? Eu sou sua filha, né? Eu puxei ao senhor.
— Que orgulho, filha! Realmente tem meu sangue. Espero que esteja usando bastante camisinha. É jovem demais para se perder com gravidez.
— Claro, pai, eu sempre uso camisinha. Não deixo ninguém gozar dentro da minha buceta.
— Eu comprei alguns filmes para a gente ver.
Frank colocou o filme no DVD e deu o play. Becca, sentada no sofá, percebeu que aquilo não era um filme qualquer.
— Pai, isso é um pornô.
— Sim, é dos melhores. Se chama: "A filha safada ninfomaníaca que deu o cuzinho para o papai comer: A filha agora é amante do pai 4".
— Nossa... o título é muito grande. Este já é o quarto filme?
— Ainda tem vinte e dois filmes desta série.
Becca puxou o cabelo para trás da orelha e encarou aquele filme com o seu pai. Não havia muito roteiro naquilo; era sempre direto ao ponto.
"Oh, papai, eu sou sempre sua, eu te amo. Amo mais do que a mamãe. Me faça sua esposa! Separe-se da mamãe e fique comigo!"
"Não peça essas coisas, filha, sabe que é impossível. Só tem um jeito: vamos fugir... mas antes, me dê essa sua bucetinha..."
E, de repente, do nada, eles tiram a roupa e começam a fazer sexo. Um close no enorme pênis do homem entrando na buceta cabeluda dela. Alguns gemidos altos que pareciam ser falsos, seguidos de uma ejaculada na cara. E seguiu assim até completar uma hora e pouco de filme.
— Nossa, esse foi um clássico. Gostou do filme? — pergunta Frank, desligando a TV.
— Não é o tipo de filme que eu assistiria, mas até que foi ok.
— Tem muito mais filmes assim, se quiser ver.
— Não, obrigada, pai. Já está tarde e vou dormir.
Ela se levanta e vê alguns livros na estante.
— Posso pegar um livro para ler? — Fique à vontade.
Ao mexer nos livros, só viu o mesmo tipo de obra, com a mesma temática: "A filha gostosa", "O dia que o papai me comeu", "Grávida do papai superdotado", "Minha filha quis me dar", "A filha ninfomaníaca", "A filha está toda excitada pelo papai, mas não sabe pedir", "Como dar para o meu pai".
Becca mordeu os lábios, meio nervosa, puxando os cabelos para trás da orelha, e levou um desses livros para o quarto. Passou a noite toda lendo.
Ela leu um trecho:
"Ela estava ali, deitada, lendo um livro. Tão distraída que não percebeu que eu a olhava pela fechadura da porta. Aquelas enormes pernas grossas, que pareciam as de sua mãe. Estava sem sutiã, pois os 'faróis' estavam acesos. Aposto que ela está lendo algum romance erótico. Ela está fazendo os mesmos gestos de sempre: mordendo os lábios, puxando os cabelos para trás. Um gesto que herdou de sua mãe..."
Becca mordeu os lábios e puxou os cabelos para trás; seus olhos foram em direção à porta, que estava fechada. Ela respirou fundo e continuou a leitura.
"Ela parou de ler e observou a porta. Será que ela percebeu que tem alguém a observando? Que ela não está sozinha no quarto? De qualquer forma, ela parece muito excitada. Ela começou a acariciar os mamilos duros, descendo a mão para dentro da calcinha. Ela batia uma siririca gostosa. Eu tenho uma filha bastante excitada. Não é só ela que está excitada. Eu, aqui do lado de fora do quarto, batia uma punheta gostosa... vai, filha, tire essa roupa e deixe o papai ver você se masturbando para mim..."
Becca tirou a mão de dentro da calcinha e fechou o livro que lia. Correu para a porta e a abriu. Não viu ninguém. Voltou para o quarto e leu o nome do autor do livro: "Frank". Era o seu pai. Ela pôs o livro na mesinha ao lado e foi dormir.