Professor Henrique “Theo” Albuquerque dava aula de “Estudos de Gênero e Desconstrução da Masculinidade” na USP. Todo mundo o chamava de “o aliado perfeito”. Ele usava “elu/delu” no e-mail institucional, chorava em sala quando algum aluno desavisado dizia “bom dia, senhores” e já tinha cancelado três colegas só por terem feito piada com pronome neutro. Sua esposa, Amanda “Mandi” Castro, era a coordenadora nacional do coletivo “Queimem o Patriarcado”. Juntos, formavam o casal mais progressista da esquerda acadêmica brasileira. Pelo menos era o que aparecia nas fotos do Instagram.
Até que, numa terça-feira chuvosa de março, tudo desabou.
Henrique chegou em casa às 19h17, como sempre. Colocou a mochila no sofá, tirou os óculos de armação redonda e abriu o notebook para corrigir trabalhos. Foi quando o celular vibrou. Mensagem de Amanda no Telegram, com vídeo anexado. Título: “Aula prática da disciplina que você ensina, amorzinho ❤️”.
Ele clicou.
A câmera tremia. Amanda estava de quatro no colchão sujo de uma república estudantil. Atrás dela, sete alunos do curso de Educação Física — todos negros, todos com corpo de quem levanta peso desde os 12 anos — rodeavam ela como lobos. Paus grossos, veias saltadas, glandes roxas brilhando. O maior deles, um tal de Kevin, 1,92 m de puro músculo, segurava o celular.
— Fala pra ele, vadia — ordenou Kevin, batendo o pau duro na cara dela.
Amanda olhou direto para a câmera, olhos vidrados de tesão, boca babando:
— Olha aqui, amor… hoje são sete paus ao mesmo tempo. Exatamente como você ensina na disciplina “Desconstrução da Monogamia”. Tá vendo? Isso aqui é teoria virando prática. Bate uma punheta pra mim enquanto assiste, vai.
Kevin enfiou o pau de uma vez na garganta dela. Amanda engasgou, cuspe escorrendo pelo queixo, mas não parou de olhar para a câmera. Dois outros seguraram a cabeça dela e começaram a foder sua boca em dupla. Os outros quatro já estavam esfregando os paus na buceta e no cu dela, que babava com lubrificante natural.
Henrique ficou paralisado. O pau dele, pequeno e branco, endureceu dentro da calça social. Ele nem percebeu que já estava com a mão dentro da cueca.
O vídeo continuou. Kevin tirou o pau da garganta dela, virou Amanda de lado e meteu tudo na buceta de uma vez. Ela gritou de prazer, olhos revirando.
— Caralho, essa puta branca é apertada pra porra! — berrou ele.
Outro aluno, chamado Jhonatan, cuspiu no cu dela e enfiou dois dedos grossos, abrindo o anel. Depois meteu o pau inteiro. Dupla penetração. Amanda uivava, baba e lágrimas escorrendo pelo queixo.
— Mais fundo, meus machos! Me arrombem toda! Meu marido nunca conseguiu nem fração disso!
Henrique gozou na própria mão só de ouvir. Um jato fraco, quase transparente. Ele limpou na calça, tremendo.
O vídeo durou 47 minutos. Sete gozadas, todas dentro dela. Sete jatos grossos, brancos, escorrendo da buceta inchada e do cu aberto que piscava como uma boca faminta. No final, Amanda pegou o celular, aproximou a câmera da própria virilha e falou direto para o marido:
— Vem limpar, corninho. Tô te esperando. E traz a coleira.
Henrique obedeceu.
Antes de sair, abriu a gaveta do criado-mudo. Lá estava a gaiola de titânio que Amanda tinha comprado com o cartão dele dois meses antes. “Pra você aprender a controlar sua masculinidade tóxica”, ela dissera na época. Ele colocou a coleira de couro preto no pescoço, trancou o pau dentro da gaiola fria e guardou a chave no bolso. Depois dirigiu até a república na zona oeste, coração batendo na garganta.
A porta estava entreaberta. Cheiro de suor, maconha e porra seca invadiu suas narinas assim que entrou. No chão da sala, Amanda estava deitada nua de pernas abertas no colchão manchado. Sêmen escorria dela em fios grossos. Os sete alunos estavam sentados no sofá, paus ainda meio duros, rindo, fumando.
— Olha o corno chegou — disse Kevin, apontando.
Henrique ajoelhou no colchão sujo. O cheiro era insuportável: porra fresca, buceta gozada, suor de academia. Amanda segurou a cabeça dele e puxou para baixo.
— Comece pela buceta, Theo. Lambe tudo que seus alunos deixaram pra você.
Ele abriu a boca. A primeira lambida foi quente, salgada, grossa. Porra misturada com o gosto ácido da buceta dela. Ele engoliu. Depois enfiou a língua mais fundo, sugando os restos que ainda pingavam. Amanda gemeu de prazer só de sentir a língua do marido limpando o que os outros tinham esporrado dentro dela.
— Agora o cuzinho, amor. Tá cheio de porra também. Foram três esguichadas dentro do meu rabo.
Ele virou a cabeça. O cu dela estava aberto, rosado, piscando, ainda arrombado. Um fio grosso de porra branca escorria direto para a língua dele. Henrique lambeu como se fosse néctar. Os alunos filmavam tudo com três celulares.
— Isso, corno! Bebe a porra dos negão! — gritava Jhonatan.
Henrique gozou de novo dentro da gaiola. O pau tentava endurecer, batia contra as grades de titânio, doía. Mas ele não parou de lamber. Limpou tudo. Quando terminou, Amanda beijou a boca dele, lambendo os restos de porra que ficaram nos lábios do marido.
— Bom menino. Amanhã tem mais. E você vai pagar o OnlyFans novo deles. Chama “Professor Universitário Bebe Porra dos Machos da Esposa pra Manter a Coerência Pedagógica”.
E foi assim que começou.
Todo fim de tarde Henrique recebia o link ao vivo. Às vezes eram só três ou quatro. Outras vezes os sete juntos. Amanda virou a puta oficial da república. Eles fodiam ela de todas as formas possíveis: de quatro, de lado, deitada de cabeça pra baixo com as pernas no ar, sentada no colo de dois ao mesmo tempo, engolindo três paus na boca até vomitar. Duas rolas no cu e duas na buceta. Sempre gravando. Sempre mandando pra ele.
E sempre, no final, o telefonema:
— Vem limpar, corno.
Henrique ia. Toda vez. Ajoelhava no mesmo colchão fedorento, lambia xoxota, cu, peitos, chão, boca, até os pés deles quando mandavam. Os alunos começaram a mijar na boca dele depois de gozar, só pra ver o professor engolir. Ele engolia. Gozava dentro da gaiola. Voltava pra casa com o gosto deles na garganta.
Em maio, Amanda parou de tomar anticoncepcional. Não avisou. Só continuou sendo arrombada todo dia.
Em junho, o teste deu positivo.
No último dia de aula do semestre, ela marcou uma “cerimônia de revelação” na própria sala de Henrique. Ele chegou e encontrou Amanda sentada na mesa dele, pernas abertas, barriga já começando a aparecer. Os sete alunos estavam em volta, todos nus, paus duros.
— Fecha a porta, amor — ela disse, sorrindo.
Henrique obedeceu.
Amanda pegou um envelope pardo e abriu na frente dele. Três testes de DNA. Os três davam “inconclusivo” — porque o bebê podia ser de qualquer um dos sete.
— Parabéns, Theo. É de todos. Sete pais. Sete machos alfa, lindos e pretos. Você vai criar nosso filho pretinho enquanto eu viajo pra conferência em Berlim com eles no ano que vêm. Vai ser lindo. Vou postar tudo: “Maternidade coletiva contra o patriarcado branco”. Prometo voltar toda arrombada de pica.
Henrique sentiu as pernas fraquejarem. O pau dele, preso há meses, latejava tanto que doía. Amanda percebeu.
— Tire a gaiola. Hoje você pode gozar fora.
Ele tirou a chave do bolso e abriu a gaiola. O pauzinho branco saltou, vermelho, úmido de urina. Amanda mandou ele se ajoelhar na frente dela.
— Goze olhando pra minha bucetinha. Vou abrir pra você ver o meu depósito de porra. Goze sabendo que tá cheia de esperma de macho de verdade, roludo, gostoso, que gosta de meter forte.
Henrique começou a punhetar. Rápido. Desesperado. Os alunos riam.
Amanda segurou a cabeça dele e enfiou dois dedos na própria buceta, tirou o melado e passou na boca do marido.
— Lambe. É o gosto do seu futuro. Gala de negão.
Ele gozou. Um jato fraco, quase água, que caiu no chão da sala. Amanda riu alto.
— Patético. Mas serve.
Depois ela pegou o termo de adoção coletiva que os advogados do coletivo já tinham preparado. Henrique assinou. Com a própria porra ainda escorrendo da mão.
Na última cena, Amanda estava de quatro na mesa dele, sendo enrabada por Kevin enquanto os outros seis esperavam a vez em uma fila. Henrique, nu, de coleira, ajoelhado no canto, lambia por trás as bolas de quem estava fodendo o cu da esposa. A barriga dela já aparecia. Cada vez que um pau entrava fundo no reto, ela gemia:
— Isso… me engravida de novo… me enche de semente de macho preto…
Henrique gozou mais uma vez só de ouvir. Sem tocar. Só lambendo suor e porra alheia.
Quando o último aluno gozou dentro dela, Amanda virou o rosto pra câmera do celular (estava tudo sendo gravado pro OnlyFans) e disse, olhando direto para a lente:
— Esse é o verdadeiro feminismo, galera. Quando o homem branco finalmente entende o lugar dele: debaixo da mesa, lambendo a porra que os homens de verdade deixam dentro da gente.
Henrique, de quatro, rosto coberto de sêmen, só conseguiu murmurar:
— Obrigado… por me descolonizar.
Fim.
