Provocação no Corredor do Colégio
Era o fim da tarde no colégio Seika, o sol alaranjado entrava pelas janelas altas e pintava o corredor vazio com tons quentes. Eu estava atrasado pra pegar meu material na sala, quando ouvi o clique-claque de saltinhos ecoando.
Ela apareceu na curva do corredor como se tivesse saído direto de um doujinshi proibido.
Yumi — a garota de cabelo longo rosa-chiclete, olhos violeta que pareciam sugar a alma da gente, corpo escultural que fazia qualquer um perder o fôlego. A blusa do uniforme estava desabotoada dois botões além do permitido, deixando o vale entre os seios fartos à mostra. Mas o que realmente paralisou meu coração foi a saia: uma plissada preta absurdamente curta, mal cobrindo a metade superior das coxas grossas e torneadas. Cada passo que ela dava fazia a saia balançar, revelando flashes da pele macia e da tanga minúscula branca por baixo.
Ela parou bem na minha frente, inclinando a cabeça de leve, um sorrisinho malicioso nos lábios cheios e brilhantes.
“Oi, senpai… perdido?” — a voz dela era melíflua, quase um ronronar.
Eu não consegui responder. Meus olhos desceram involuntariamente. Ela percebeu na hora e deu uma risadinha baixa, safada.
“Quer ver melhor?”
Sem esperar resposta, Yumi virou de costas devagar, empinando a bunda perfeita de um jeito que parecia desafiar a gravidade. A saia subiu junto com o movimento, revelando tudo: as nádegas redondas, firmes, levemente separadas pela finíssima tira da tanga que desaparecia entre elas. A pele era impecável, com um brilho sutil de suor ou loção, e a curva da bunda era tão hipnótica que eu senti meu pau pulsar dentro da calça na mesma hora.
Ela olhou por cima do ombro, mordendo o lábio inferior, os olhos semicerrados de puro tesão.
“Gosta do que vê? Eu sei que sim… sinto seu olhar queimando aqui embaixo.” — Ela deu uma reboladinha lenta, fazendo as nádegas balançarem de leve, a tanga esticando e marcando o contorno da bucetinha inchada por baixo.
Eu dei um passo à frente, quase sem pensar. Minhas mãos tremiam de vontade de agarrar aquilo tudo.
Yumi se inclinou mais, apoiando as mãos na parede do corredor, arqueando as costas num arco perfeito. A saia agora estava totalmente levantada, a bunda exposta como um convite explícito.
“Se quiser tocar… é só pedir bonitinho.” — Ela sussurrou, a voz rouca de desejo. — “Ou pode pegar logo… eu não vou reclamar.”
Meu autocontrole evaporou. Avancei, colando meu corpo no dela por trás. Minhas mãos finalmente agarraram aquelas nádegas quentes e macias, apertando com força enquanto ela soltava um gemidinho gostoso. Senti o calor da pele dela, o cheiro doce de baunilha misturado com excitação. Minha ereção dura roçava na curva da bunda dela, e ela rebolava contra mim, esfregando devagar, deliberadamente.
“Assim, senpai… mais forte…” — ela pediu, empinando ainda mais.
Eu desci uma mão, deslizando os dedos por baixo da tanga molhada. Ela estava encharcada, os lábios inchados e pulsando. Quando enfiei dois dedos de uma vez, Yumi jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido alto e safado que ecoou pelo corredor vazio.
“Vai… me fode com os dedos… depois me fode de verdade… quero sentir você todo dentro de mim enquanto eu rebolo essa bunda no seu pau…”
O corredor parecia girar. Era só tesão, suor, gemidos abafados e a promessa de que aquilo estava longe de acabar.
E ali, entre sombras e luz dourada do entardecer, Yumi — a waifu proibida dos meus sonhos mais sujos — se entregava completamente, bunda empinada, saia levantada, pronta pra ser devorada.
Fim (por enquanto…)
