VENDENDO PUBLICIDADE

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 942 palavras
Data: 11/02/2026 22:33:01

Tenho 50 e uns anos. Sou magro, grisalhando, simpático (quando quero vender) e uma bunda que acho apetitosa (eu me pegaria!). Sou publicitário. Não desses que produzem ideias mirabolantes em escritórios chiques e refrigerados. Não! Sou dos que caem em campo e vão às empresas, cavar anúncios, campanhas publicitárias, vender publicidade enfim.

Fui incumbido pelo produtor de um programa local de TV, desses lastimosos e bizarros programas de TV, de vender uma cota a uma revendedora de veículos que chegara à cidade. Imaginei que todos os corretores da região já tinham garfado a empresa, mas fui assim mesmo, que não costumo abrir mão de clientes em potencial. Além do mais, minha comissão era graúda e eu precisava de grana.

Marquei e lá compareci no horário acertado: dezoito horas, que o proprietário não queria atrapalhar os negócios, no horário comercial. Era um senhor vaidoso, cabelo pintado e transplantado, cheiroso, uma fala de quem deseja ser jovem mas usa gíria de duas ou três gerações atrás. Em suma, uma verdadeira sucata de playboy.

Recebeu-me com efusiva alegria, aperto de mão e abraço. Serviu-me uísque, em meio a uma tagarelice enorme, muito gabola. O sr. Gomes achava-se e se dizia o fodão, o melhor de todos, o mais competente, o que tinha o maior pau entre seus amigos, o que pegava mais menininhas, mas não dispensava um cu... Ia por aí o papo do loroteiro.

Na primeira brecha, enfiei meu assunto, que eu não estava disposto a ficar a noite toda ouvindo aquela criatura contando vantagem. Ele me ouviu, viu meu catálogo publicitário, fez caras e bocas, assentiu com grunhidos, e finalmente derreou-se no recosto da confortável cadeira, observando minha papelada espalhada em sua mesa, diante de si.

Saquei qual era a dele: se tivesse de negar o patrocínio, já passara do momento de fazê-lo; aceitara, portanto. Mas ele estava a fim de alguma vantagem extra, para bater o martelo, e minha paciência de vendedor estava em ação, esperando sua próxima jogada.

Ele então pediu que eu pegasse uma pasta que se encontrava do outro lado da sala, para ele fazer uns comparativos com uma proposta que recebera no dia anterior. Na maior das inocências, levantei-me e fui pegar. No caminho percebi a intenção do puto – ele estava avaliando a carne que tinha diante de si; a constatação foi imediata: ele estava procurando um jeito de me comer, e por isso pregava os olhos de velho lobo faminto em minha bunda bem desenhada pela calça jeans apertada que eu usava. Sorri intimamente e na volta à mesa já fui sensualizando discretamente.

Ele abriu a pasta que lhe entreguei, fingiu ler os papeis e panfletos nela contidos, comparando com os meus, colocou tudo em cima da mesa e os braços apoiados nos cotovelos, segurando o queixo com as mãos, numa forçada pose de fingida indiferença, e sibilou a voz:

– É, sua proposta é bem atraente. Não apenas a proposta, diga-se de passagem (fiz de conta que não havia captado a cantada barata). Falta pouco para fecharmos. Você teria aí um bônus para terminar de me convencer? Por exemplo, que tal colocar um pouco de tinta na minha caneta, para eu poder assinar bonito o contrato?

Ia falando e afastando a cadeira da mesa, para trás, até que eu conseguisse ver a cabeça da rola aparecendo. No rosto, um sorriso canalha. Não pensei duas vezes. Não seria a primeira vez que eu trocava o que os outros chamavam de dignidade por um polpudo contrato. E afinal, eu só tinha que dar satisfação de meus atos a mim mesmo, e eu não ligava a mínima para aquela patifaria.

Ri, sensualizando, levantei-me caminhei até seu lado da mesa e pude contemplar a grossa rola do empresário pulsando. Abaixei-me, catando seus lábios, num beijo de rapariga, enquanto minha mão afagava o caralho e o massageava, sentindo-o cada vez mais endurecer em minha mão. O cretino deveria ter tomado alguns azuizinhos. Punhetei-o o tanto de o deixar hirto de tesão, enquanto minha outra mão afrouxava meu cinto e abria minha braguilha.

Desci a boca para seu mastro e o envolvi, boqueteando-o com intensidade, enquanto o cara se remexia na cadeira e gemia descaradamente, acariciando minha nuca e pressionando para que eu engolisse todo o seu mastro. Quando julguei úmido o bastante para deslizar em mim sem maiores estragos, levantei-me (a calça ficou no chão), dei de costas e fui descendo sobre a rola empinada e brilhosa do Sr. Gomes.

Fui descendo na madeira do veterano, sentindo-a esgarçar meu rabo e se alojar em meu interior. Desci devagar e administrando aquela tora em meu cu, até me perceber sentado sobre suas coxas, a cabeça do seu cacete bolinando minha próstata. Parei, seu pau pulsando em meu rabo, busquei o contrato em cima da mesa, coloquei a caneta em sua mão e apontei onde deveria assinar. Após constatar a garatuja desenhada na linha pontilhada, retomei os movimentos de sobe e desce sobre seu pau. Minha própria rola já babava, enquanto eu quicava desavergonhadamente sobre seu cacete, fazendo-o sair quase todo para entrar totalmente em seguida.

Palavras chulas, ganidos desafinados, movimentos desconexos partiam do meu cliente. Eu acelerei minha cavalgada e, simultaneamente, o sr. Gomes gritou e seu pau inchou dentro de mim, explodindo em seguida, jatos e mais jatos de porra no meu cu. Eu ofegava pela cavalgada, ele ofegava pelo gozo intenso.

Descansamos alguns instantes, sua pica amolecia, abrindo espaço para a gala jorrada descer pelo meu cu. Catei um papel toalha próximo, enxuguei-me o quanto pude, recompus minha roupa, catei meus papeis e minha comissão, e agradeci sorrindo, deixando um baita beijo nos lábios do meu mais novo cliente de publicidade.

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