Era sábado à tarde, o calor subindo do asfalto quente lá embaixo da comunidade, batendo na laje e transformando a casa num forno. Eu, Letícia, 19 anos, tava ali na cozinha de calcinha e top cropped, suando em bica enquanto esfregava a pia com esponja. O shortinho jeans da mãe já tava molhado de suor nas costas, grudado na bunda dela enquanto ela passava pano no chão da sala. Dona Cida, minha mãe, 42 anos, ainda tem aquele corpo que faz os caras do morro virarem o pescoço quando ela passa — peitos fartos, cintura marcada, coxa grossa. Eu sempre reparei, desde novinha. Sempre quis.
No celular em cima da geladeira, o funk tava estourando:
**“Desce até o chão, rebola devagar… senta na pista e mete o loco…”**
O grave batia no meu peito, no meio das pernas. Eu já tava excitada só de olhar pra ela rebolando sem querer enquanto limpava. Larguei a esponja, limpei as mãos na coxa e fui chegando devagar.
— Mãe, bota mais alto isso aí, vai! — gritei, já rebolando mais solta, sentindo a calcinha fina roçar na bucetinha inchada.
Ela riu, balançou a cabeça.
— Tá louca, Lê? Vai acordar o bairro inteiro!
Mas aumentou o volume mesmo assim. O som invadiu tudo. Eu comecei a cantar junto, olhando pra ela com aquele olhar que eu sei que deixa ela sem graça… e com tesão.
**“Rebola, rebola, senta e não para…”**
De repente, uma vontade louca me pegou. Cheguei perto, dei um empurrãozinho de brincadeira — mas forte o suficiente — e joguei ela no sofá. O courvin velho rangeu quando ela caiu sentada, surpresa, rindo.
— Ei, sua maluca!
Eu não esperei. Subi em cima dela na hora, de joelhos dos dois lados das coxas grossas dela, meu corpo colado no dela. Comecei a dançar funk no colo, rebolando devagar, descendo até encostar minha bucetinha coberta só pela calcinha fina bem em cima do jeans dela. Senti o calor dela subindo, o tecido já úmido.
— Rebola pra mim, vai… mostra que ainda tem fogo, mãe — falei baixinho no ouvido dela, voz rouca, mordendo de leve o lóbulo.
Ela riu no começo, tentou me empurrar de leve.
— Para com isso, menina… tá doida?
Mas eu sentia o corpo dela reagindo. Os bicos dos peitos dela endurecendo por baixo da regata molhada. Coloquei as mãos nos peitos dela, apertando devagar, sentindo eles pesados na palma da mão.
— Tu tá gostando, né? Eu sei que tá… — sussurrei, roçando a boca no pescoço suado dela.
O riso dela morreu. Virou um gemidinho baixo. As mãos grandes dela subiram pelas minhas coxas, apertando a carne, subindo até agarrar minha bunda por baixo da calcinha.
— Sua safada… tu quer me matar, é?
Eu desci do colo só o suficiente pra puxar minha calcinha pra baixo e jogar no chão. Voltei a montar, agora peladinha embaixo, abrindo as pernas dela com as mãos. Puxei o short jeans junto com a calcinha dela pra baixo, expondo aquela xota gostosa, os pelinhos pretos cacheados já brilhando de molhado.
A gente se olhou. Não tinha mais brincadeira. Era desejo puro, cru, proibido.
Eu me ajeitei, encaixei minha bucetinha bem em cima da dela. Comecei a mexer devagar, clitóris roçando no clitóris dela, tudo escorregadio de tesão e suor.
— Ai, caralho… que delícia, mãe… tua bucetinha tá tão quente… — gemi, rebolando em círculos lentos, sentindo cada pedacinho dela pulsar contra mim.
Ela agarrou minha bunda com força, ajudando no ritmo, puxando meu corpo pra baixo.
— Vai, filha… rebola gostoso… mete tudinho em mim… assim…
O sofá rangia junto com o funk que ainda tocava alto. Eu tirei o top, deixei os peitinhos durinhos balançarem enquanto acelerava o tribbing. Desci o tronco, chupei o pescoço dela, mordi de leve, sentindo o cheiro de sabão misturado com o cheiro dela — aquele cheiro de mulher que me deixa louca desde sempre.
— Tá sentindo, mãe? Tá sentindo minha bucetinha molhada roçando na tua? Eu tô pingando por tua causa… — falei safada, voz tremendo de tesão.
— Tô sentindo sim, sua putinha… vai mais rápido… me faz gozar, vai… — ela respondeu, voz rouca, cravando as unhas na minha bunda.
Eu obedeci. Acelerei como se estivesse no baile, descendo forte, subindo e batendo o clitóris no dela. O som molhado era alto, misturando com nossos gemidos. Senti ela começando a tremer embaixo de mim.
— Ai, Lê… tô quase… não para, pelo amor de Deus…
Eu desci mais, rebolando rápido, clitóris inchado batendo no dela sem parar.
— Goza comigo, mãe… goza na minha bucetinha… ai, porra, eu vou gozar…
A gente gozou juntas. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas fraquejando enquanto eu apertava ela com as coxas. Ela me abraçou forte, cravando as unhas na minha costas, gemendo alto no meu ouvido. Eu caí por cima, ofegante, suada, beijando a boca dela devagar, língua molhada, demorada, sentindo o gosto de suor e tesão.
O funk ainda tocava, mas parecia longe. Ficamos ali, abraçadas no sofá, respirando pesado, o cheiro de sexo tomando conta da sala.
— Tu é foda demais, mãe… — sussurrei, rindo baixinho, ainda sentindo uns espasmos.
Ela deu um tapa de leve na minha bunda, voz rouca de prazer.
— E tu é uma safada sem cura… mas eu não troco tu por nada nesse mundo.
Lá fora, o morro seguia barulhento. Dentro de casa, a faxina ficou pra depois. Eu só queria ficar ali, colada nela, sentindo o coração dela bater junto com o meu.