A EXPERIÊNCIA PROFANA (II)

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Heterossexual
Contém 1458 palavras
Data: 11/02/2026 17:23:37
Assuntos: Heterossexual

Júlia, terrivelmente evangélica e desejosa de conhecer o lado profano da vida, para solidificar suas decisões, me esperava, comportadamente sentada numa das mesas da cantina fechada, olhos postos na Bíblia, demonstrando serenidade. Trocara de roupa, mas não de estilo. Sorriu educadamente ao me ver, cumprimentou-me com um aperto de mão e nos dirigimos ao meu carro, trocando impressões triviais do cotidiano acadêmico.

Uma vez instalados no veículo, urgia que delimitássemos as funções de cada um, naquele inusitado encontro. Deixei-a falar primeiro. Ela desejava experimentar as várias emoções e prazeres do corpo (do dela e do meu); mas era virgem e desejava continuar sendo, assim se mantendo até o casamento; queria satisfazer toda sua curiosidade em relação ao corpo masculino. De minha parte do trato, disse que concordava com o que fora por ela estipulado, que respeitaria os limites colocados, me entregaria sem qualquer restrição à exploração que ela precisasse fazer – apenas rejeitando qualquer tipo de dor ou sofrimento. E finalmente, por uma questão de praticidade (e também por ser mais um elemento de conhecimento profano), que fôssemos para um motel. Notei certa hesitação em relação ao local, mas logo dissipada. Acordo tacitamente concluído, partimos.

À medida que nos aproximávamos do lugar, percebi discretas alterações em seu comportamento – fiquei imaginando a batalha interior que se travava. Procurei investir em trivialidades. Parados na garagem, seu rosto estava crispado, as mãos visivelmente nervosas. Perguntei se estava tudo bem ou se queria desistir. Ela respirou fundo e, por resposta, abriu a porta do veículo.

Deixei-a subir a escada na frente. Somente agora deitei um olhar malicioso sobre o corpo de Júlia. A saia, longa mas justa, insinuava nádegas perfeitas e volumosas, que acenderam meu desejo e fizeram remexer meu pau – até então comportado. Ao entrarmos no quarto, dei um tempo para ela se familiarizar visualmente com o ambiente: fechei a porta atrás de mim e aguardei. Eu me sentia meio que prestes a comer uma tia velha, mas gostosa. Pela primeira vez na minha vida, eu não tinha a menor ideia do que rolaria ali, embora sua bunda me hipnotizasse e ao meu falo agora rígido dentro da calça. Como ficou acordado que tudo partiria de suas necessidades e desejos, apenas coloquei uma discreta música no celular e aguardei.

Júlia virou-se, então, sorriu aflita, tentando passar serenidade. Aquele sorriso lindo, lindo. Aproximei-me dela, cautelosamente, parando a centímetros de seu rosto. Seu delicioso perfume me despertava borboletas. Acariciei a face com suavidade (fechou os olhos), meus dedos circularam seus lábios, e logo os troquei pelos meus lábios. Que carnudos, que deliciosos! O beijo aconteceu, inicialmente com certo pudor, mas logo escancarando-se em tesão. Nossos corpos apertados um contra o outro. Afastamo-nos um pouco e sua boca desgrudou-se da minha feita em um sorriso – aquele sorriso que me inebriava.

Então, com muita delicadeza e vagar, desfiz seu coque – os belos e sedosos cabelos negros espalharam-se em cascata, como se não estivessem presos até então –, e seu rosto adquiriu uma beleza estonteante, como ela jamais se permitira expor. Em seguida, esforçando-me para não tremer as mãos, comecei a desabotoar com cuidado sua blusa – ela mantinha os olhos fechados, como acompanhando com a percepção cada gesto meu.

A blusa aberta apresentou-me um comportado soutien acomodando maravilhosos seios, redondos e durinhos; mamilos proeminentes, rígidos, destacavam-se na renda negra da peça. Retirei completamente a blusa e soltei a presilha da lingerie, libertando o par de seios mais belos que já vi na minha vida. Acarinhei-os e pela primeira vez ouvi o discreto gemido de Júlia, que foi mais intenso quando meus lábios e minha língua substituíram meus dedos.

O próximo passo, a saia. Liberto o botão maior, descido o zíper, um leve puxão fê-la descer, revelando-me coxas extraordinariamente belas. Extasiei-me com a comportada (mas não cafona) calcinha bege, indiscretamente úmida em sua parte inferior, entregando o já tesão em que vibrava aquele corpo jovem. Lamentei interiormente não estar autorizado a invadir a esplêndida caverna que demonstrava se derreter ali.

Júlia fez um movimento com os pés, livrando-se de vez da saia, enquanto seus dedos desabotoavam minha camisa e entravam por sobre meu peito, acariciando com curiosidade e energia. Antes de continuar a me desnudar, abraçou-me apertado, e senti a maciez de seus seios pressionando meu peito. Decerto ela já sentira a dureza de meu pau também. Em seguida, atrapalhou-se um pouco na abertura da minha calça, mas a retirou rapidamente. Minha rola tesa levantava acintosamente a cueca.

Então aconteceu o que eu não esperava (ou pelo menos não tão logo): Júlia agachou-se, libertando meu falo rígido e o acariciou, cheirou, lambeu e o foi pondo na boca. Não era um boquete profissional, tudo bem, mas o contexto daquela cena levava-me às alturas. Eu não conseguia evitar os gemidos e o iminente gozo – delicadamente fi-la interromper o delicioso sugar e voltamos a nos beijar, eu agora sentindo o gosto do meu pau em sua língua.

Levei-a suavemente para a cama, deitei-a e desci sua calcinha. Os discretos pelos, cuidadosamente aparados, cheiravam a um âmbar natural delicioso. Sua buceta minando prazer, tinha um cheiro de fêmea excitada. Comecei a explorar a região com a língua, enquanto Júlia se remexia e mais gemia. Ao passear pelos lábios e clitóris, o ganido foi acompanhado de um movimento involuntário dos quadris. Já que eu não conheceria o interior daquela maravilha com meu cacete, pelo menos minha língua a levaria à loucura.

Seus gemidos agora eram gritos, a respiração agitada, o corpo remexendo-se feito uma enguia, enquanto minha boca acariciava de todas as formas possíveis a sua buceta alagada. Até que a explosão se deu e Júlia gozou, em meio a uma enxurrada vaginal e a ganidos descontrolados.

Após alguns instantes de recuperação de fôlego e normalização dos batimentos cardíacos, eu deitado ao seu lado, meu pau em riste, Júlia virou-se séria para mim e falou: “Se você tomar cuidado, pode colocar atrás...” Senti como um vácuo forte na barriga; meu cérebro se recusava a acreditar no que meus ouvidos escutaram. Mas, externamente, forjando a maior tranquilidade do mundo, apenas respondi: “Pode deixar, Julinha, serei cuidadoso!”

Ela então se virou e eu tive, diante de mim, aquelas nádegas tão sonhadas, aquela bunda tão desejada, aquele rabo tão almejado. Acariciei devagar e desci meus dedos pela fenda, até encontrar o cuzinho. Cacete: ele piscava! Toquei-o com a língua (ela gemeu) e passei a acariciar e a lubrificar. Descia a língua até encontrar a buceta ardente e voltava molhada a se enfiar no buraquinho.

Tomei de um creme, besuntei meus dedos e a caverna, e comecei a enfiá-los com cuidado. A cada incômodo parava, antes de remexer mais lá dentro. Em seguida, fui colocando a cabecinha da minha rola, que, sugada pelo óleo, foi descendo. Da mesma forma que antes, a cada sinal de dor ou incômodo, eu parava sem retirar o pau, para prosseguir em seguida. Levamos tempo nessa exploração minuciosa, mas finalmente senti minha rola toda dentro do apertado cuzinho de Júlia.

Comecei a movimentar com muito cuidado e carinho e em pouco tempo estava estocando e Júlia gemendo de prazer, para, em seguida, passar a requebrar a bunda. Aí virou uma santa bacanal. Eu gemia e reprimia minhas vontades verbais, até que ela liberou, quando começou a falar, no começo meio timidamente, mas em pouco tempo com ênfase e despudor: “Ai, me fode, Cláudio! Arromba meu cuzinho, seu puto! Que rola gostosa do caralho!” Dei sequência: “Ai, Ju, que cuzinho apertadinho! Vou foder você, sua putinha deliciosa! Tome rola, quenguinha!” (Não queiram originalidade num momento como este, por favor).

Até que a pressão de seu constrito cu, o rebolado de suas ancas e a pornografia solta no ar provocaram a minha explosão e meu caralho esporrou, aos jatos, dentro daquele rabo enlouquecedor. À última emissão de lava, deixei-me ficar com o pau duro, dentro de seu cuzinho piscante, enquanto minha respiração ofegante buscava a regularidade. Quando isso aconteceu, desencaixei e me pus ao seu lado. Júlia, numa incontrolável e efusiva demonstração de alegria, abraçou-me com força e beijamo-nos profundamente, demoradamente.

Seus olhos úmidos buscaram os meus, seus lábios carnudos depositou um beijo na ponta de meu nariz, e com aquele sorriso enfeitiçador, sussurrou: “Muito obrigado, professor! Eu não conseguiria seguir em paz na minha caminhada, sem conhecer o lado profano da vida.”

Entendi que sua experiência terminava ali. Que ela, finalmente, conhecera o lado insano do prazer. Eu me perguntava se sua cabeça era realmente madura ao ponto de não pirar com aquele confronto de mundos tão diametralmente opostos dentro de si. Sabia que ela deveria passar os próximos dias aquilatando, apurando os resultados, comparando, para finalmente chegar à conclusão do que desejava para sua vida. E não me surpreenderia em nada se a opção fosse pela regrada vida de crente terrivelmente evangélica.

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