Namoradinho inocente. (3)

Categoria: Grupal
Contém 5520 palavras
Data: 11/02/2026 15:01:15

Parte 3.

Dessa vez o Lírio foi dirigindo e eu vi que o tio Gatito estava no banco de trás. Então, para não ir ao lado dele, tentando evitar alguma provocação dele com o Giles presente, já fui entrando na frente, dizendo que queria ir ali para conhecer e aprender o caminho. O Giles foi com o seu tio no banco de trás.

Foi uma viagem curta, cerca de uma hora, e logo chegamos na cidade serrana que é naturalmente, um ponto de grande fluxo de turistas. Havia uma feira de fim de semana que ocupava as duas pistas de uma avenida arborizada, cheia de barraquinhas que vendiam de tudo, desde comidas, doces, licores, utensílios, brinquedos de madeira, artesanato, e roupas. Passeamos vendo as barraquinhas, o tio Gatito comprou duas garrafas de licor, o Lírio comprou paçoquinhas, pacotinhos de pé-de-moleque, amendoim torrado, e nos ofereceu. O pai do Giles parou em uma barraquinha de roupas feitas de renda e crochê, enquanto eu acompanhava o Giles e o Gatito na barraquinha de crepes. A noite foi chegando e as luzes da cidade se acenderam. Foi bonito ver aquele momento, criando um ambiente bem pitoresco. Estávamos lá comendo os crepes quando o Lírio apareceu, com uma sacola na mão. Na hora, distraídos com os crepes, não demos bola e continuamos a conversar. Depois, fomos até uma pracinha muito bonita, toda iluminada com lâmpadas muito fortes, e cheia de jardins floridos. O Lírio pediu para o tio Gatito tirar fotos dele comigo e com o Giles. Depois fez fotos somente comigo, e outras somente minha com o Giles. O tio Gatito também quis uma sequência de fotos comigo e com o Giles. E o Lírio é que tirou. No final, O Giles tirou fotos onde eu posava com o Sr. Lírio e o tio gatito.

Até que o Lírio disse que estava na hora de seguir para a tal pousada que se situava um pouco mais acima na serra.

Voltamos ao carro, saímos da cidade e dois quilômetros depois, deixamos a estrada principal e pegamos uma estrada mais estreita que subia fazendo curvas. Como estava escuro dentro do carro, o Lírio segurava na alavanca de câmbio e algumas vezes, aproveitava para passar a mão nas minhas coxas até encostar na pepekinha.

Eu fiquei um pouco apreensiva e olhei para trás e vi que o Giles estava recostado com a cabeça no encosto do banco, e havia adormecido. O Lírio disse baixinho:

— Vi pelo espelho que ele estava dormindo.

Fiquei mais tranquila e deixei que ele fosse me acariciando, passando de leve com a mão. Logo me arrepiei toda e dei uma risadinha. O tio, por sua vez, sentado para a frente, passou a mão pela lateral do encosto do meu banco e ficou também procurando tocar no meu seio. Eu deixei que ele me apalpasse, estava gostoso, e fiquei com a respiração bem ofegante, excitada com aquilo. Eu disse em voz baixa:

— Essas carícias assim, me deixam cada vez mais arrepiada.

O fato de o Giles estar ali ao lado era um motivo de tensão e ao mesmo tempo, de excitação. A mão do Lírio foi subindo novamente pela minha coxa, até seus dedos tocarem na minha tanguinha. Minha xoxotinha já estava novamente pulsando, devido ao tesão que eu sentia. Olhei para a virilha do Lírio, e na frente havia um volume formado pelo seu pau duro sob a calça. Estiquei o braço e peguei naquele volume sentindo o pau dele pulsando. Ficamos alguns minutos nos acariciando, cheios de volúpia, até quando ouvimos a voz do Giles:

— Pai, falta muito? Estou apertado para fazer xixi.

Na mesma hora eu retirei a mão da coxa do pai dele, porém o Lírio não retirou a mão das minhas coxas, e respondeu:

— Assim que houver um lugar que eu possa parar, eu paro.

Ele continuou com a mão sobre minhas coxas, me acariciando e eu toda arrepiada, sem saber se o Giles estava vendo. Mas estava escuro ali dentro, e o Giles nem notou. Seguimos mais uns três minutos, até que a estrada ficou um pouco mais larga e deu espaço para o Lírio parar o carro. O Giles desceu e foi para trás do carro, urinar, mas o tio Gatito desceu e ficou ao lado da porta do passageiro, retirou o pau duro para fora, e ficou ali segurando, esperando para mijar. A luz dos faróis se refletia na vegetação ao lado e criava uma certa luminosidade, que permitia que eu visse a cena. Como ele estava excitado, não conseguiu mijar com facilidade, e demorou.

Naquele momento o Lírio me falou:

— Deixei a sua mochila no porta-malas. Você diz que não trouxe nada, que acabou esquecendo, e não sabia que íamos dormir. Eu comprei uma roupa para você usar.

Eu ia perguntar mais, porém o Giles já tinha mijado em menos de um minuto, e logo voltou a entrar no carro, dizendo:

— Ah, que alívio. Estava bem apertado.

Nisso, ele olhou pela janela lateral e com a iluminação dos faróis do carro acesos, refletida, dava para ver o tio com o grande pau meia bomba para fora, esperando o mijo sair. O Lírio notou que o filho tinha visto aquilo e comentou:

— O Gatito está demorando a mijar. Vai, Sérvia, pergunta se ele quer uma ajuda.

Ele falou e deu uma risada debochada, como se tivesse feito uma piada, e eu resolvi aproveitar para levar na esportiva. Eu abaixei o vidro e gritei:

— Aí tio, demorando! Você está precisando de alguma ajuda?

O Gatito já estava dando os primeiros jatos de mijo, e respondeu:

— Estava com dificuldade. Se o Giles deixar eu bem que quero.

E deu também uma risada bem debochada.

Então, eu me virei para o Giles e falei:

— O seu tio sem-vergonha, está caçoando com a gente. Você liga?

O Lírio deu uma forte gargalhada e exclamou:

— Esse Gatito é podre, não perde uma chance de zoar. Não tem vergonha, perde o sobrinho mas não perde a piada.

O Giles deu risada e exclamou:

— Ele é mesmo muito gozador. Já estou acostumado.

Percebi que ele não havia achado ruim a brincadeira. E nem disse nada de eu ter visto o pau do tio.

O Gatito estava chacoalhando a rola, ali bem na minha frente, agora mais mole, depois de dar a mijada.

Eu disse rindo:

— Nossa! Olha para isso! Ele não tem um pinto, tem uma mangueira de combate a incêndio.

O Lírio respondeu:

— Isso é verdade. Ele não tem vergonha nenhuma, adora exibir esse pinto para todo mundo. Vocês acham ruim de ver isso?

Eu fiquei calada, esperando o Giles responder. Ele falou:

— Não sei a Sérvia o que ela acha.

Respondi:

— Se você não acha ruim, eu também não. É seu tio, e eu não ligo.

Lírio concordou:

— Tem razão, estamos na intimidade da família.

Enquanto isso, o Gatito guardou o pau dentro das calças, e em seguida entrou no carro, dizendo:

— No final, tive que me virar sozinho. A Sérvia me deixou literalmente na mão.

Demos risada e eu respondi:

— O Giles não deu autorização, tio.

O Lírio já estava voltando a sair com o carro e o Gatito respondeu:

— Sacanagem do meu sobrinho. Não tem um pingo de generosidade com o tio.

O Lírio falou rindo:

— Vão se acostumando, que esse meu irmão é besteirento e fora da casinha. Aonde pode vai logo falando besteira e sacanagem.

Seguimos rindo daquele clima de brincadeiras. O tio perguntou:

— Sérvia, você se ofendeu com alguma coisa?

Eu abanei a cabeça, negando, e falei:

que Expliquei:

— Eu estou adorado este passeio e me divertindo muito. Não tive pai, só minha mãe. Adoro esse clima de família, intimidade de todos, e o carinho que vocês tem pelo Giles. Eu já estou ficando apaixonada por isso.

O Giles parecia muito tranquilo e concordou que também gostava, e sentia falta.

Finalmente, mais uns dez minutos seguindo, chegamos a um postinho de beira-de-estrada onde o Lírio abasteceu o carro. Depois desceu, dizendo que ia na conveniência e chamou o Giles:

— Venha cá, meu filho, ver se precisa de alguma coisa, pois é o último comércio antes de chegarmos na pousada. Talvez queira levar uns chocolates ou biscoitos para a sua namorada.

Giles desceu do carro e foi com ele, e ficamos eu e o Gatito no carro. Logo que eles entraram na loja de conveniência, o Gatito me pediu:

— Passa aqui para trás, safadinha, que eu quero brincar um pouco.

Eu adorava aquelas brincadeiras safadinhas. Fui me sentar no banco de trás e o tio me deu um beijinho no pescoço que me deixou toda arrepiada novamente. Ele pediu:

— Pega no meu pau, veja que ainda está duro desde aquela hora.

Eu falei:

— Você mostrou o seu pau de propósito na frente do Giles, né?

— Sim, temos que começar a provocar nossa intimidade, para o corninho ir se acostumando. – Ele confirmou.

Aquele clima de provocações me despertava a libido e meus peitos latejavam. Estiquei a mão e peguei na rola por cima da calça. Estava mesmo rija e aquilo me deixou mais tarada. Eu perguntei:

— Ah, tio, que pau duro! Assim vou ficar com muito tesão, como vou fazer?

— Você vai se mostrar bem desinibida, sem vergonha, dando exemplo para o seu corninho. Ele é inocente, vai achar que você é assim, bem liberal. Se não se fizer de envergonhada e tímida, ele vai aceitando como você é, e se acostuma.

Fiquei dando uns beijos nele, percebendo como ele era safado e tinha uma mente muito esperta, e fiquei segurando no pau. Ele me acariciava na coxa.

Em mais dois minutos vimos que o Giles e o pai já voltavam, o Giles trazia um saco plástico com chocolates e paçoquinhas. Ao me ver no banco de trás parou, e eu já disse:

— Pode ir na frente agora, querido. Agora é a sua vez. Já não enxergo mais nada do caminho, é só mato. Vou aproveitar para cochilar um pouco.

Ele me entregou os chocolates que eu agradeci muito. Depois ele entrou no carro e o Lírio retomou a viagem pela estradinha. Era cada vez mais sinuosa, estreita e escura. Sempre subindo a serra. Não dava para andar muito rápido.

Mal iniciamos o caminho e o tio já estava com o pau de fora. Eu segurei e fiquei masturbando. O tio disse:

— Pode se recostar aqui no meu colo, sobrinha, e tirar um cochilo.

Estava muito escuro mesmo e eu podia me inclinar e apoiar a cabeça no colo dele.

Eu agradeci e perguntei ao Giles:

— Tudo bem para você, amor? Posso tirar uma soneca aqui recostada no colo do tio Gatito?

Giles, sempre inocente e bonzinho concordou:

— Claro, sem problemas, amor. Aproveite para descansar, eu também dormi um pouco.

Eu me deitei de lado no banco, de costas para a frente, e com isso, meu rosto ficava bem diante da pica grande do tio. O cheiro da caceta me dava um tesão louco. Logo comecei a passar a língua na cabeçona, lambia toda a extensão da rola, e depois coloquei na boca, sugando de leve. Aquilo me dava muito mais tesão, pois estava fazendo aquilo na presença do namorado e sem que ele percebesse nada.

No trajeto, a estrada estava bem escura, o Giles seguia ali na frente conversando com o pai. O Lírio ligou o som do rádio e começou uma música que abafava os ruídos das minhas chupadas. Eu mamei o cacete enquanto o tio subiu minha saia, e foi retirando a minha tanguinha. Eu fiquei toda arrepiada.

Depois ele colocou a mão entre as minhas coxas e ficou acariciando de leve a minha pepekinha com seus dedos grossos. Nossa! Que coisa mais provocante. Abri as coxas um pouquinho e deixei ele me bolinar. Claro que em poucos minutos eu estava com a respiração muito ofegante e já dava para sentir um pouco de cheiro de sexo dentro do carro, tanto do pau que eu lambia e chupava, como da minha bocetinha que foi ficando toda melada. O tio me dedilhava de um jeito delicioso. Ele deu um jeito de encostar um dedo no meu cuzinho e outro ficou na bocetinha, e isso aumentou ainda mais o meu prazer. Quanto mais ele me siriricava, mais eu sugava a rola. Tinha que me esforçar para não gemer alto.

Não demorou muito e eu estava gozando, tremia o corpo todo, com o tio dedilhando a minha xoxota, um dedo enfiado na xana e outro na porta do cuzinho. Eu com a rola na boca, abafando os gemidos.

Eu respirava com força quando gozei, e coincidiu que ocorreu uma pausa na música do carro, e eu soltando um gemido mais forte, extasiada de prazer.

— Hummmm!

O Giles e o pai pararam de conversar na mesma hora. Percebendo que fui ouvida, fiquei quieta, contendo a respiração. O Lírio, percebeu, desconfiou do que se passava e deu um sorriso malicioso. Ele disse:

— A Sérvia está sonhando aí, Gatito?

O tio respondeu:

— Acho que sim. Sonhando com coisa boa. Falou sozinha, num sono bem profundo.

O Giles, na maior inocência, respondeu:

— Acho que está cansada. Dormiu bem tarde ontem quando falei com ela.

Eu continuei parada, com a rola do tio ainda dentro da boca, me tremendo toda de ter gozado nos dedos dele. A ingenuidade do Giles ali na frente me deixava mais tarada. Aquilo parece que aumentou o tesão do tio, e eu senti que o pau se retesava mais, ele começou a gozar na minha boca, enquanto, para disfarçar os gemidos, exclamava:

— Ahhh, que loucura! Huuuummm! Essa viagem não acaba! Já estou ficando meio ansioso, com muita vontade de comer.

Eu engoli praticamente tudo que ele ejaculou, esperei que ele terminasse de gozar, lambi a rola, e depois me levantei me espreguiçando, dei uma gemida mais prolongada e disse:

— Ahhhhhh, que gostosoooo, dormi um bom soninho no colo do tio.

O Giles disse:

— Você devia estar sonhando, porque gemeu dormindo.

Eu dei uma de inocente:

— Ah, é? Nossa! Nem me lembro se sonhei. Estava entregue, dormindo profundamente.

Naquele momento cruzamos um pórtico de pedras com uma placa que indicava a entrada para a pousada: “Pousada do Lago”. Avançamos mais uns trezentos metros e chegamos numa casa que parecia uma daquelas sedes antigas de fazenda, com dois andares, e o Lírio estacionou o carro numa vaga que havia no pátio frontal. Peguei logo a minha calcinha e guardei na bolsinha a tiracolo. Descemos e o Lírio foi na frente e entrou na pousada para ver a questão dos quartos que havia reservado. Eu estava descabelada, tinha o rosto com cheiro de pica e porra, sem a calcinha e com os peitos com os bicos bem salientes. O tio sorrindo malicioso, disse:

— Seu sonho foi bom mesmo. Você parece que esteve numa balada.

O Giles achou graça e concordou dizendo:

— É verdade. Está descabelada. Mas eu acho você linda de qualquer jeito, mesmo assim acabando de acordar.

O Giles me abraçou pela cintura, eu dei um beijinho nele, e fiquei ali junto dele. Ele sentiu o cheiro de rola na minha face mas como não tinha malicia, falou:

— Uhmm, esse seu cheiro ao acordar, me agrada.

O tio desconversou:

— Parece que valeu a pena a viagem. O lugar é bem interessante. E os dois namoradinhos vão poder aproveitar bem.

Ele foi até o porta-malas e pegou a mochila do Giles e trouxe, junto com a dele e do irmão. Nisso, o tio perguntou onde estava a minha mochila, e eu botei a mão na cabeça, e exclamei:

— Ah! Na pressa de sair eu acho que esqueci. Só trouxe minha bolsinha de documentos, escova de cabelo e o telefone.

Nesse momento o Lírio estava voltando e o tio contou:

— A Sérvia esqueceu de trazer a mochila.

O Giles me olhava admirado sem saber o que dizer, quando o pai dele falou:

— Para dormir você não precisa de roupa, pois está calor hoje. Basta se cobrir com o lençol.

O Giles falou:

— Eu empresto uma camiseta.

O Lírio disse:

— Para amanhã, vamos nadar. Eu imaginei que você ia precisar e comprei na feirinha, de presente, um biquíni e uma saída de praia, como surpresa. Acho que isso resolve.

Eu abri um sorriso e agradeci, dei um abraço apertado nele e um beijo no rosto, dizendo:

— Nossa, sogrinho, agora você foi demais.

Giles olhava orgulhoso para o seu pai, admirando como ele era atento e comentou:

— Meu pai gostou mesmo de você. Já está até dando presente.

O Lírio então explicou:

— A pousada está cheia. Ele me reservaram o lugar que estava disponível, um quarto de casal com um outro quarto conjugado onde tem outra cama de casal. Só que o banheiro é comum aos dois quartos.

O tio respondeu:

— Nada diferente de nossas casas. Sempre vivemos assim. É melhor do que dormir num colchão no chão no quarto espremido do Giles, lá na casa dele.

Nós rimos, e concordamos. Subimos com ele para os quartos.

A pousada era mesmo uma antiga casa de fazenda, centenária, com uma sala de entrada que virou a recepção, a seguir vinha a sala de estar com sofás e poltronas, depois a de jantar que virou refeitório com seis mesas quadradas de quatro cadeiras, uma outra sala da leitura que virou sala de TV, a copa e a cozinha, um banheiro social. Os quartos ficavam no andar de cima. Eram quatro quartos, dois eram suítes que estavam ocupados, e dois eram esses quartos conjugados com um banheiro comum aos dois que o tio reservou.

Subimos a escadaria antiga de madeira que saía da sala para o andar de cima e vimos que no hall de cima da escada havia um aparador com um filtro de água e copos plásticos.

Nosso quarto era no fundo do corredor sendo que o banheiro, dava entrada tanto pelo corredor como por dentro do quarto, mas para dentro do quarto não havia porta, apenas uma cortina de fios de algodão cru trançados e pendurados. Entre um quarto e outro havia do lado do banheiro uma passagem aberta, sem porta. Entramos no quarto grande e o Lirio pegou a sacola das compras e me entregou:

— Toma, aqui está o seu presente.

Eu peguei e retirei da sacola, uma saída de praia, de tecido bem leve, cor de caramelo, tipo bata indiana, bem curta, e um biquíni de crochê, cor de creme, bem pequenino, de amarrar dos lados e com sutiã tipo cortininha, como eu gosto. Novamente, dei um abraço no Lírio e um beijo na bochecha, dizendo:

— Com um sogrinho desse eu não vou nunca brigar com o meu namorado.

O tio falou:

— Você tem a prioridade para tomar banho. Aproveita e experimenta o biquíni para saber como ficou. Queremos ver.

Sobre a cama havia sacos plásticos lacrados com toalhas brancas limpas, e um outro saquinho com escova de dentes, um tubinho com pasta dental, um sabonete pequeno, e dois sachês de xampu e hidratante, igual nos motéis. Dois conjuntos em cada cama.

O Lírio falou:

— Vocês podem ficar no quarto anexo, e eu e o tio ficaremos neste primeiro onde a cama é um pouco maior. E mais perto do banheiro.

Não colocamos nenhuma objeção, e o tio ainda disse:

— Os dois namorados vão poder passar uma noite juntinhos! Aproveitem. A primeira noite do casal. Que belo aniversário hein?

Eu e o Giles olhamo-nos e reparei que ele ficou um pouco corado, com vergonha. Eu o tranquilizei:

— Não tem problema, amor, eu não sou uma namorada envergonhada. Tenho confiança em você. Somos um casal. E digo mais, ninguém precisa saber disso, se ninguém contar.

Na mesma hora o Lírio concordou, seguido pelo irmão, dizendo que ninguém tinha que falar nada. E estando junto com ele, não havia nada demais.

Então, eu peguei a toalha e a sacolinha do presente e fui para o banheiro.

Lá dentro me despi totalmente e liguei o chuveiro, que era elétrico, mas não saía água quente. Eu fiquei de fora do box, nua, e falei alto:

— Não está saindo água quente e eu não alcanço no chuveiro para ligar.

Logo ouvi o Lírio dizendo:

— Eu vou ligar para você, o Giles também não vai alcançar.

Na mesma hora ele entrou no banheiro e eu estava nua. Cobri minha xoxotinha com uma das mãos e meus peitos com o outro braço. E me desculpei:

— Não repare, por favor, eu já havia me despido.

Ele falou:

— Não se preocupe. Eu não ligo para isso. Tenho idade para ser seu pai.

O tio e o Giles ouviam aquela conversa.

Ele ligou a chave do chuveiro e nessa hora eu vi o Giles parado na porta me admirando, nua. Ele tinha um olhar muito admirado.

O Lírio se afastou para sair do banheiro e eu me descobri totalmente deixando que ele me visse nua, antes de entrar no chuveiro. O Giles viu o pai passar na minha frente e se afastou também sem dizer nada. Mas notei que ele ficou todo excitado me vendo nua diante do pai dele.

Tomei o meu banho, lavei a minha calcinha toda melada, e pendurei num cabide do banheiro.

Depois que me enxuguei, fui provar o biquíni. Era bem pequenino, eu nunca havia usado um tão mínimo como aquele. Um pedacinho triangular feito de crochê cor de creme, só tapava a minha xoxotinha, e atrás era um fio dental enfiado nas nádegas com triângulo mínimo que ficava apenas sobre o começo do meu rego. Minha bunda toda ficava de fora. Amarrei os lacinhos na lateral do quadril e coloquei a parte de cima, que também era muito pequena. Meus seios de tamanho médio ficavam metade expostos, só com uma parte coberta escondendo os mamilos. Amarrei mais ou menos os laços atrás das costas e vesti a saída de praia, de colocar por cima da cabeça e amarrar dos lados, tipo bata. Me olhei no espelho e ficava bem visível o biquíni por baixo, devido à delicadeza do tecido. A bata era curta, poucos centímetros acima do meio das coxas. Me senti muito sexy. Prendi meu cabelo com a toalha fazendo um turbante e fui para o quarto, mostrar como havia ficado o biquíni e a saída.

Quando eu saí do banheiro vi o Lírio e o tio Gatito sentados na cama de casal e o Giles estava no outro quarto.

Eu perguntei:

— Olha só... como fiquei?

— Nossa! Maravilhosa! – Exclamou o Lírio.

— Que delícia! – disse o Gatito.

E logo chamou:

— Vem cá, Giles, ver a sua namorada como está linda!

Nisso, o Giles veio do outro quarto e estava sem a camisa, apenas de calção. Sua pele alva e seu corpo magro se destacavam. Ele me olhava admirado. Exclamou:

— Nossa! Que linda! Ficou muito bom!

O Lírio pediu:

— Tire a saída, deixa ver o biquíni.

Sem esperar nada eu retirei a saída. Me mostrei e dei um giro. Disse:

— Nunca tive um biquíni tão lindo. Amei.

Tio Gatito exclamou:

— Nossa, Giles, que delícia que ela ficou!

Muito admirado, o Giles concordou:

— Delícia mesmo. Nunca imaginei.

Depois ele falou:

— Mas, eu fico com um pouco de ciúme de ver você assim, tão bonita e sexy. Não cobre quase nada. Não sente vergonha?

O pai o repreendeu:

— Mas que ciúme que nada! Menino bobo. Deve ficar orgulhoso de ter uma gata linda e perfeita como ela. Não vê na Internet as gatas assim, fazendo o maior sucesso, com milhares de seguidores?

O Gatito também falou:

— Ah, ter vergonha do quê? A beleza deve ser sempre exibida e admirada.

Eu fui em direção ao Giles, dei um beijo de leve nele, e falei:

— Que bonitinho, meu amor com ciúme. Não precisa ter ciúme. Eu sou a sua namorada. Todos tem só que admirar e invejar você.

O Lírio completou:

— Estamos em família. Não tem problema.

Eu expliquei:

— Sempre que eu vou na piscina do ginásio, uso biquini. Estou acostumada. Você que ainda não tinha me visto desse jeito.

O tio brincou:

— Você viu que ela estava pelada no chuveiro, nós também vimos, e não aconteceu nada. Para nós, fisioculturistas e massoterapeutas, que estamos acostumados com a nudez, isso é muito normal. Pode relaxar sobrinho.

O Giles, bonzinho, concordou, acenando a cabeça, e comentou:

— É verdade. É que eu não estou acostumado.

Foi quando o pai disse:

— Você ainda é novinho e bastante inocente, sem experiência de nada, mas vai se acostumar, relaxa. Aos poucos vai se habituar.

Deu uma pausa e ordenou:

— Vai logo tomar o seu banho, Giles. Temos que pedir um lanche antes que eles fechem a cozinha.

O Giles pegou a toalha e foi para o banheiro e eu fiquei ali no quarto só de biquíni com o Lírio e com o tio Gatito. Notei que eles dois tinham o pau duro fazendo volume nas calças mas estavam disfarçando, sinal de que não queriam ainda se expor diante do Giles. O Lírio falou que ia no refeitório saber se serviam lanche lá ou se era servido no quarto. Quando ele saiu o Gatito falou em tom baixo:

— Se o lanche for lá, você vai assim, só com a saída por cima. Com isso o Giles já se acostuma com você usando pouca roupa.

Eu concordei e me sentei na cama, tentando secar mais o meu cabelo com a toalha.

Pouco depois, o Giles saiu do banheiro, de banho tomado. Ele tinha trocado a camiseta e a bermuda. Estava bonito e elegante com uma bermuda cargo cor de grafite, de bolsos nas laterais e uma camiseta cinza bem clarinha, de manga curta e gola em V. Como ele é magro, tudo que ele veste, fica bem. Parecia um modelo de desfile. Estava muito elegante.

O tio Gatito, na maior naturalidade, se despiu da roupa, na nossa frente, e ficando apenas de cueca, foi seguindo para o banheiro, tomar banho. Eu e o Giles ficamos olhando e ele reparou, deu uma parada antes de entrar banheiro e perguntou:

— O que foi? Nunca viram propaganda de cueca? Estamos só nós, podem icar tranquilos.

Eu achei graça e o Giles acabou rindo também. Depois que o tio entrou no banheiro ele me perguntou:

— Você se incomoda com o jeito dele? Meu tio é assim mesmo. Me lembro que, antes da separação do meu pai, ele já ficava lá em nossa casa, só de cueca. Nunca teve timidez, nem na frente da minha mãe. Ela acabou se acostumando. O tio adora exibir o seu físico de lutador.

Eu abanei a cabeça, lembrando em silêncio de que o tio tinha comido a mãe dele com o consentimento do pai, e respondi:

— Não ligo. Até gosto de ver. Seu tio tem um físico muito bonito. Acho que sua mãe também gostava de ver. Do mesmo jeito que você gosta de ver uma modelo bonita, eu também gosto de ver um modelo bonito. A beleza é agradável.

Ele pareceu mais aliviado e respondeu:

— Melhor assim. Legal que você não é envergonhada. Eu gosto desse seu jeito direto, sem frescura. Minha mãe gostava sim, ela e o tio tinham grande amizade, antes da separação. Ela até ficava de camisola em casa. E meu pai também tem bom físico.

Naquele momento eu me lembrei da tal garota que fez intriga com inveja e falei:

— Agora você entende a inveja daquela fofoqueira do colégio? Só porque eu fico sem roupa no vestiário do colégio, não tenho vergonha do meu corpo, não me importo de ficar nua, ela me chamou de safada, só para me intrigar com você.

Giles concordou e respondeu:

— Não dei a menor bola. Comigo você pode ser como gosta de ser. Eu gosto do seu jeito. Se gosta de ficar nua eu gosto de ver, também, acho linda.

Eu perguntei:

— Quando eu estava pelada lá no banheiro, e o seu pai entrou. Eu não tive vergonha de estar nua, só não queria que ele me achasse uma moça sem-vergonha, por isso me cobri um pouco. Mas depois, vi que não precisava, ele não se incomodou, e não liguei mais.

Giles balançou a cabeça e respondeu, negando:

— Meu pai também não liga. Não fui educado com vergonha da nudez. Meus pais andavam nus pela casa, às vezes, e eu também, até quando teve a separação deles.

Eu sorri e falei:

— Ainda bem. Até nisso a gente combina.

O Giles então confessou:

— Mas eu fico ainda com um pouco de ciúme quando vejo você muito provocante. Atraindo olhares de outros.

Olhei para ele, séria, e respondi:

— Não precisa não amor. É o que o seu pai e o tio disseram. Você tem é que ter orgulho de sua namorada. Eu gosto é de você. Os outros podem admirar. Eu até gosto que me olhem e admirem. Qual a garota que não gosta de ser admirada?

Giles sorriu, um sorriso lindo. Dava para ver que ele é mesmo muito gato e eu adoro ver como ele é bonzinho. Na hora, me lembrei do que o pai dele havia combinado comigo, que eu precisava ajudar para ele ir se desinibindo e aprendendo a ser mais safadinho. Eu falei:

— Estou adorando poder ficar nessa intimidade junto com você e a sua família. Seu tio e seu pai são muito legais. Eu não tive pai. Essa relação com eles me deixa muito animada e cheia de alegria.

Naquele ponto o Lírio voltou ao quarto e foi avisando:

— Vamos descer logo, pois eles ainda servem um belo lanche com sanduíches de X-Eggs e X-Bacon, e podem fazer milk-shake.

Nessa hora, o Gatito saiu do banho, enrolado na toalha, e falou:

— Vai, Lírio, então toma o seu banho e a gente desce a seguir.

Sem nenhuma cerimônia ele retirou a toalha da cintura e começou a se enxugar melhor. Estava completamente nu no quarto e agia como se fosse a coisa mais natural.

O Giles ficou admirado, olhando para o tio com aquele pau grande meia-bomba, pendurado. O tio perguntou:

— O que foi garoto? Nunca me viu pelado? Já viu não é?

O Giles me olhou admirado sem saber o que falar, depois disse:

— Mas a Sérvia nunca viu.

Eu disse:

— Se é por mim, não esquenta amor, porque se ele está mostrando o pinto, não tem problema, ele já mostrou lá na estrada quando foi mijar.

O Lírio estava se despindo também, para o banho, e riu, comentando:

— Claro que não deve ter problema, somos família, e não devemos nunca ter vergonha do nosso corpo. É exatamente o contrário, somos fisioculturistas, temos orgulho de mostrar os nossos corpos. O Giles é que precisa praticar, malhar e aprender também. Se malhar um pouco, ganha músculos e fica muito mais gato.

Ele acabou de se despir completamente e foi andando nu para o banheiro, o pau grande e meia-bomba balançando, levando o pacote de toalhas na mão.

Giles olhava aquilo com expressão curiosa e sorriu com o que ele disse. Acabou concordando:

— É verdade. Esses dois não tem mesmo vergonha de nada.

Parou me observando e perguntou:

— E você, amor, não liga?

Respondi:

— Claro que não ligo. Estou na intimidade com a sua família. São seu pai e seu tio. Estou bem à vontade com vocês. Também não fui criada com vergonha de mostrar o corpo.

Por dentro, eu estava excitada de vivenciar aquela intimidade, me lembrando de que o tio Gatito havia falado que se eu agisse com naturalidade o Giles ia aceitar sem problemas.

O Gatito terminou de se enxugar, pegou uma bermuda e vestiu, sem colocar cueca.

Reparei naquilo e o Giles também. Ele questionou:

— Não vai usar cueca tio?

O Gatito deu de ombros e respondeu:

— Só trouxe uma extra. Vou deixar para usar amanhã. Hoje, não preciso, eu só vou descer lá no refeitório para tomar o lanche e volto para dormir. Gosto de dormir sem roupa nenhuma.

Ele vestiu uma camiseta e calçou chinelos de borracha. Pegou uma escova e penteou o cabelo. Quando ele terminou eu pedi a escova emprestada que era maior do que a minha, para escovar meu cabelo. Nesse momento o Lírio saiu do banheiro, também terminando de se enxugar, andando pelado pelo quarto, com o pau e o saco depilado, balançando.

O Giles se mantinha calado, sentado ao meu lado sobre a cama, olhando aquilo admirado. Eu sentia que ele estava um pouco excitado, mas disfarçava. O pai dele também vestiu um calção largo, e uma camiseta, calçou chinelos e disse:

— Vamos descer? Estou com muita fome.

Nos levantamos, eu vesti a saída de praia, e fomos lá para baixo, no refeitório, comer nosso lanche. Eu fui com o biquíni novo por baixo. Naquela hora, quase 22 horas, o refeitório já se encontrava vazio, estávamos somente nós e a moça que permaneceu servindo e atendendo na cozinha. Comemos os sanduíches, comemos umas fatias de mamão de sobremesa, tomamos nosso milk-shake, e em menos de meia hora já havíamos acabado.

Ao voltarmos aos quartos, o Lírio e o Gatito se despiram completamente e deitaram pelados sobre a cama, sem demonstrar nenhum tipo de inibição.

Eu e o Giles íamos dormir no mesmo quarto e cama pela primeira vez. Eu estava ansiosa.

Continua na parte 4 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 418Seguidores: 936Seguindo: 218Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

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