Eu Traí Pela Primeira Vez meu namorado

Um conto erótico de namorada
Categoria: Heterossexual
Contém 846 palavras
Data: 01/02/2026 23:16:02

Eu tinha 19 anos e jogava futsal numa cidade pequena, onde todo mundo se conhecia. Por causa do esporte, acabei me aproximando de uma amiga do time e do marido dela, que era policial. Comecei a virar amiga do casal, jogávamos juntos com frequência, e algumas vezes ele ia às partidas mesmo sem a esposa, fazendo rondas pela cidade.

Eu não podia deixar de notar que ele me olhava de um jeito diferente. Talvez fosse meu jeito de correr, o jeito que o short de suplex ou o short curto de jogo marcava meu corpo, ou apenas o olhar curioso de alguém percebendo o corpo de uma jovem de 19 anos. Era estranho, mas eu tentava ignorar, sempre respeitando o fato de que ele era casado e eu amiga da esposa.

Ele tinha um corpo atlético, moreno, forte, daqueles que chamam atenção, e não era de se jogar para qualquer um. Mas eu ainda era nova, e todos diziam “carne nova”, brincando sobre minha pouca experiência. Eu jogava, ria, brincava com o time, mas sempre percebia a forma como ele me olhava, e admito que isso mexia comigo, mesmo sem eu querer.

Numa dessas vezes, começou a chover forte e ele se ofereceu para me dar carona. Achei que era amizade e aceitei, sem imaginar onde aquilo iria chegar. No carro, conversamos, rimos, e aos poucos ele começou a se aproximar mais. Primeiro foi só um toque discreto no braço, depois encostou o corpo mais perto do meu.

Ele começou a pedir para eu ficar com ele, pedindo um beijo, e eu repetia que não podia, lembrando da esposa e da amizade. Mas o papo continuava, a proximidade aumentava, e eu, sem saber direito o que estava fazendo, acabei cedendo e o beijei.

O beijo começou tímido, mas logo ficou intenso. Ele percebia cada reação do meu corpo, cada arrepio, cada suspiro. E foi assim que ele encontrou meu ponto fraco: começou a me massagear de um jeito que era impossível resistir, fazendo meu tesão subir sem que eu pudesse controlar. Meu corpo todo ficou arrepiado, e naquele momento eu já não tinha mais controle do que estava acontecendo.

Fomos para um lugar mais discreto na cidade, escuro, onde ninguém poderia nos ver. Ele parou o carro, virou-se para mim e me beijou com intensidade. Suava depois de jogar bola, o corpo quente e arrepiado, e ele começou a tirar meu top, meu short e a calcinha, deixando-me completamente exposta.

Logo me deitou no banco de trás, colocou minha cabeça para trás e desceu a boca entre minhas pernas. Não consegui conter os gemidos, segurando a cabeça dele enquanto ele chupava minha ppk com vontade insana, como se fosse a última vez que sentiria algo assim. Meu corpo tremia, cada toque dele me deixando ainda mais molhada, e logo meu primeiro orgasmo veio direto na boca dele.

Sem dar tempo para eu me recuperar, ele subiu, começou a chupar meus seios enquanto eu tirava a roupa dele. Quando finalmente tirou a cueca, aquela rola morena e deliciosa ficou à mostra, e ele me penetrou de uma vez, deslizando dentro de mim com força e precisão, enquanto eu ainda gemia do orgasmo anterior. Ele me chupava e me penetrava ao mesmo tempo, o tesão acumulado não tinha desaparecido, e cada movimento dele me levava ainda mais longe.

Depois me colocou sentada no banco de trás, eu montando nele, chupando meus seios enquanto ele gemia e gozava. Trocamos a camisinha, e logo eu cheguei de novo, meu corpo entregue a cada estocada dele. Ele me puxou para fora do carro, continuando a me penetrar, e então me colocou de quatro, com meu corpo praticamente apoiado no capô, me dominando sem dó, enquanto eu gemia sem conseguir segurar nada.

O calor, o suor, os gemidos, o corpo dele pressionando o meu… tudo se misturava em uma loucura de prazer que eu nunca tinha sentido antes. Cada toque, cada estocada, cada gemido me levava mais alto, e eu sentia o desejo queimando em cada parte do meu corpo, sem controle, totalmente entregue a ele

Depois de todo o prazer no carro, ele tirou a rola para que eu mamasse, e eu não resisti. Senti ele gozar na minha boca, o líquido escorrendo pelos meus seios e descendo até minha bucetinha já molhada, cada gota me deixando ainda mais excitada.

Ele pegou um pano limpo e me ajudou a me limpar, ainda com aquela tensão sexual no ar, mas sem perder o tesão. Depois, dirigiu até me deixar perto de casa, e eu continuei mamando ele no carro, completamente entregue ao desejo, cada movimento aumentando ainda mais minha vontade.

Quando finalmente cheguei em casa, tive que tomar banho. Mas aquele banho não era apenas para me limpar: cada gota de água parecia as mãos dele, e eu não consegui me conter. Toquei meu corpo, lembrando de cada estocada, de cada bombada da rola linda dele, e meu corpo reagiu sozinho. Gemidos escapavam, e logo meu orgasmo veio, intenso, deixando-me suada e completamente entregue ao prazer que ainda pulsava dentro de mim.

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