Verão no Sítio (Capítulo 12)

Da série Verão no Sítio
Um conto erótico de Hot♡
Categoria: Homossexual
Contém 819 palavras
Data: 11/02/2026 07:40:21
Assuntos: Gay, Homossexual

“Regresso”

Duas semanas pareciam uma eternidade, mas passaram. Tiago voltou num sábado à tarde, duas malas dessa vez, carregando não só roupas, mas caixas pequenas com livros, roupas de frio e alguns objetos que ele não quis deixar para trás em Joinville. A demissão na agência tinha sido aceita sem muita resistência — o chefe até desejou boa sorte, como se soubesse que algo maior estava acontecendo. A conversa com os pais foi dura, cheia de silêncios longos e perguntas que não tinham respostas fáceis, mas no final eles disseram “se é o que te faz feliz…”. Não era aprovação plena, mas era um começo.

Daniel esperava na rodoviária, encostado na caminhonete preta, boné virado para trás, sorriso largo que não cabia no rosto. Quando Tiago desceu do ônibus, Daniel correu até ele, pegou as malas pesadas e o puxou para um abraço apertado que levantou os pés dele do chão por um segundo.

— Caralho, tu voltou… — murmurou Daniel contra o cabelo dele, voz embargada.

Tiago apertou forte, rosto enterrado no pescoço largo.

— Eu disse que voltava.

Eles não falaram muito no caminho de volta. Só mãos dadas no câmbio, olhares trocados, sorrisos bobos. Quando chegaram no sítio, o sol já estava baixo, tingindo tudo de laranja. Daniel carregou as malas para dentro, mas antes mesmo de fechar a porta da casa, puxou Tiago para si e o beijou com fome acumulada de duas semanas.

Lábios colidindo, línguas se encontrando, mãos subindo por baixo das camisetas. Daniel levantou Tiago pelos quadris, pernas dele envolvendo a cintura larga. Carregou-o até o banheiro sem parar de beijar, como se não pudesse esperar mais um segundo.

— Chuveiro — murmurou Daniel contra a boca dele. — Quero te lavar. Quero te sentir todo.

Tiago assentiu, ofegante.

Daniel abriu o registro com uma mão, a água veio quente rápido. Eles se despiram entre beijos desajeitados, roupas caindo no chão úmido. Daniel entrou primeiro, puxando Tiago junto. A água batia forte nos ombros, escorrendo pelos corpos colados.

Daniel virou Tiago de costas, peito largo contra as costas dele, pau duro roçando entre as nádegas macias. Beijou a nuca, mordiscou o ombro, mãos descendo pela barriga, apertando os mamilos até Tiago gemer alto.

— Abre as pernas… — sussurrou Daniel no ouvido.

Tiago obedeceu. Daniel pegou o sabonete líquido, espalhou nas mãos, depois desceu até o pau de Tiago, masturbando devagar enquanto a outra mão circulava a entrada do cu. Dois dedos entraram fácil — o corpo de Tiago já se lembrava, relaxava ao toque.

— Tá pronto pra mim de novo? — perguntou Daniel, voz rouca.

— Tô… por favor…

Daniel virou Tiago de frente, levantou-o nos braços como se ele não pesasse nada. Tiago envolveu as pernas na cintura de Daniel, braços ao redor do pescoço. Daniel segurou a bunda com uma mão, a outra guiou o pau grosso até a entrada. A cabeça pressionou, entrou devagar.

Tiago gemeu alto, cabeça jogada para trás, água escorrendo pelo rosto. Daniel entrou centímetro por centímetro, sentindo o calor apertado envolver tudo. Quando estava todo dentro, parou, respirando pesado contra o pescoço de Tiago.

— Caralho… tu é perfeito…

Começou a mexer devagar. Estocadas longas, profundas, batendo na próstata a cada investida. Tiago gemia rouco, unhas cravadas nas costas de Daniel, quadris se movendo para encontrar cada movimento.

A água batia quente nas costas de Daniel, escorrendo pelos dois. O som dos corpos se chocando misturava-se ao barulho da água. Daniel acelerou, segurando Tiago com mais força, estocando fundo.

Tiago sentiu o orgasmo subir rápido. O pau dele roçando na barriga definida de Daniel a cada movimento, sem precisar de mão.

— Daniel… eu… vou gozar…

— Goza, amor… goza pra mim…

Tiago gozou forte. Jatos brancos espirraram na barriga de Daniel, misturando-se com a água, escorrendo pelo abdômen definido. O cu se contraiu ao redor do pau de Daniel, apertando forte.

Daniel gemeu rouco, estocou fundo mais algumas vezes e saiu. Colocou Tiago no chão com cuidado, ajoelhando-o na frente dele. Tiago abriu a boca instintivamente.

Daniel se masturbou rápido, olhando nos olhos de Tiago.

— Abre mais…

Tiago obedeceu. Daniel gozou forte no rosto dele — jatos quentes acertando as bochechas, os lábios, o queixo. Um jato entrou na boca aberta. Tiago engoliu o que pôde, o resto escorrendo com a água quente.

Daniel puxou Tiago para cima, beijou a boca suja dele, provando o próprio gosto misturado com saliva e água.

Eles ficaram abraçados sob o chuveiro até a água começar a esfriar. Daniel desligou o registro, pegou a toalha grande e secou Tiago devagar, carinhosamente, depois se secou. Carregou-o nos braços até o quarto, deitou na cama.

Deitaram de conchinha, Daniel atrás, braço envolvendo a cintura de Tiago.

— Bem-vindo de volta pra casa — murmurou Daniel no ouvido dele.

Tiago sorriu, virando o rosto para beijar Daniel devagar.

— Eu tô em casa.

Eles adormeceram assim, corpos colados, o cheiro de sexo e sabonete no ar, a certeza de que agora era definitivo.

Tiago estava ali para ficar.

Continua…

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