Eu Tinha o Casamento Perfeito; Até Que Aquela Putinha Apareceu Em Minha Vida; A Gostosa Da Minha Filha (Pt. 10)

Um conto erótico de Maridoperfeito
Categoria: Heterossexual
Contém 10468 palavras
Data: 11/02/2026 03:42:39

(Marcelo)

Eu não tava mais no quarto da minha filha. Tava no meu apartamento da faculdade. Era começo dos anos noventa, quase vinte anos antes de agora. Lembro claramente da música da Sandy e Junior tocando no som na época, já que naquele momento eles tavam no auge da carreira. A música tava ecoando nos meus ouvidos e fiquei me perguntando como veio parar ali, já que nunca fui muito fã. Percebi que a Renata devia ter trazido o CD com ela. Devia ter enfiado no aparelho quando teve chance. Mas nada disso importava de verdade. Eu tava bêbado, e tava fixando em algo pequeno, mal absorvendo a coisa maior acontecendo no momento.

Renata Oliveira tava sentando na minha rola.

Lembrei de cada parte daquele dia inteiro agora, claro como nunca antes. Olhando pra trás, sempre tinha lembrado de estar completamente destruído pela Fernanda terminando comigo. Mas agora, vendo aquela memória claramente, fiquei surpreso de ver que não tava tão completamente entorpecido pro mundo como pensava. Claro, tava arrasado. Claro que tava pra baixo. Mas não completamente destruído. Provavelmente era porque sabia lá no fundo... a gente não tinha terminado.

— Se você não concordar com isso, então ISSO... — a Fernanda tinha dito, tirando o anel de noivado do dedo — tá ACABADO! — ela acrescentou, batendo o anel na mesa. Essa foi a última coisa que tinha dito pra mim, antes de ir embora.

Era como se tivesse assistindo um filme disso. Olhando, dava pra ver que ela não tava terminando comigo. Eu sabia como a mente dela funcionava. Ela só tava dizendo que a menos que eu atendesse as demandas dela, não tinha sentido casar ainda. E eu meio que sabia disso também. O que tinha me deixado pra baixo era que não tinha ouvido da Fernanda por mais de uma semana. Era isso que tava me deixando doido. Era isso que tava fazendo eu pensar que talvez tivesse errado. Que talvez tivéssemos terminado afinal. Então não tava completamente destruído, mas tava meio assustado.

Só queria uma noite calma e normal, pra acalmar meus nervos e preocupações. Achava que não tínhamos terminado, mas tava ficando cada vez mais assustado quanto mais tempo passava sem ouvir dela. Foi por isso que fui pro bar aquela noite.

Não levou muito tempo pra chegar na minha segunda cerveja. Tava sentado no bar e mesmo passando pelas bebidas rápido não tava ansioso pra ficar bêbado. Só um leve zumbido. Raramente ficava bêbado já que normalmente era esperto o suficiente pra evitar perder o controle. Tava prestes a parar quando senti a mão leve no meu ombro. Virei pra olhar pra pessoa, e foi a primeira vez que conheci a mãe da minha filha.

Renata Oliveira tava ao meu lado, sorrindo fofa. Mas qualquer fofura sobre ela tava escondida pela roupa. Uma roupa que era simplesmente indecente. A blusa dela era cor creme e se moldava no torso em forma e no peito enorme. Os peitos eram gigantes! Simplesmente gigantescos, e o decote baixo realmente mostrava eles. Eram tão grandes que o decote se formava naturalmente, e o decote dela era um puta cânion. Um cânion cremoso e suculento de carne bronzeada. E eram incrivelmente empinados. Só saltavam do peito, esticando a blusa apertada.

Chega de falar dos peitos da Renata. Isso seria desrespeitar o resto do corpo dela. A minissaia dela era praticamente ofensiva, mal, e quero dizer mal, descendo mais que a bunda. Isso deixava o resto das pernas expostas. Não era fissurado em pernas, mas caramba, as pernas dela eram insanas. Longas e firmes, e nuas, e o jeito que o salto alto fazia os músculos firmes nas pernas dela flexionarem era incrível.

Se não tivesse meio alto, não teria sido tão descarado encarando, mas a Renata era o tipo de garota que convidava olhares. Ela não ficou ofendida nem um pouco. Os dentes dela brilhavam radiantes, e os olhos piscavam com malícia. Olhos que eram muito familiares. A Brenda tinha os mesmos olhos. Os mesmos olhos azuis cristalinos, os mesmos cílios escuros, as mesmas sobrancelhas finas.

A Renata compartilhava semelhanças com a filha, mas de um jeito difícil de quantificar. Os olhos delas entregavam a relação, mas fora isso eram diferentes em pequenos detalhes, pelo menos em aparência. Ambas tinham traços parecidos, ambas tinham lábios carnudos e narizes finos e fofos. Ambas tinham covinhas fofas quando sorriam. Claro, tinham sorrisos safados parecidos, mas minha dose de genes foi suficiente pra fazer elas parecerem distintamente diferentes. Eram as ações, os maneirismos que ajudavam você perceber que eram parentes.

— Tá bem? Parece meio pra baixo? — a Renata perguntou, sentando na cadeira vaga ao meu lado, alisando o vestido sobre as coxas.

— Acho que minha namorada terminou comigo — eu disse, confidenciando nessa estranha.

— Quer falar sobre isso? — ela perguntou.

— Hã... claro, por que não? — eu disse.

— Quer me pagar uma bebida? — ela disse com um sorriso.

— É, beleza — eu disse rindo, sinalizando pro barman. Sabia que era má ideia encorajar uma vadia óbvia como ela, mas que se foda, ela parece legal. Não legal num jeito de emaranhado suado de membros. Só legal. De qualquer forma... ela procedeu a pedir uma bebida excessivamente cara, mas eu tava alto demais pra ligar.

— Então o que aconteceu? — ela perguntou, tomando um gole da bebida. Nos próximos minutos, expliquei tudo. Cada discussão. Cada demanda. No final, pedi a opinião dela:

— Isso foi um término? Ela tava me dizendo que queria terminar? — perguntei, agora começando minha quarta bebida.

— Ah é. Com certeza — a Renata disse. Isso fez meu coração afundar. Se outra pessoa achava que a Fernanda tinha terminado comigo, então talvez minhas suposições não eram exageradas. Talvez eu fosse um homem solteiro.

Podia ver meu processo de pensamento, e também tava assistindo a cena se desenrolar. Era estranho. Vi as coisinhas que a Renata fazia pra flertar comigo. Concordando comigo, expondo o pescoço, brincando com o cabelo, esfregando minha coxa. Mas o jovem, imaturo e facilmente manipulado eu caiu nisso, anzol, linha e chumbada. Sabia que ela tava flertando mas era bom ser paquerado por uma garota tão linda. Era a garota mais gostosa que já tinha demonstrado interesse em mim. Sabia que tava na mira dela, que o que ela queria era acabar passando a noite juntos, mas não ligava. Não tava pensando claramente. Nesse ponto, nem sabia o nome dessa garota. Me perguntava agora se ela fez isso de propósito porque tinha uma reputação tão conhecida.

Vou elogiar ela numa coisa, além da aparência, pernas e peitos: ela segurava bem a bebida. Tomava cada drink e parecia não ser afetada. Tinha me encorajado a mudar pra bebidas mais fortes, e tinha me deixado chapado. Então não resisti quando ela insistiu em me levar pra casa. Não disse nada. Tudo que podia fazer era encarar os peitões. E ela tava feliz em deixar. Arranhou meu couro cabeludo com as unhas amorosamente enquanto me levava pro carro.

— Você gosta deles, não gosta? — a Renata perguntou.

— Hã? — grunhi.

— Meus peitos. Você não consegue parar de encarar — a Renata disse rindo.

— Ah, hã, desculpa — arrastei bêbado.

— Não, tá tudo bem. Gosto quando os garotos encaram. Você gosta? — a Renata perguntou.

— São grande! — eu disse bêbado.

— Bom, vou te dizer uma coisa, Marcelo. Se você só relaxar e me deixar te levar pra casa sem brigar, vou deixar você ver eles. Fechado? — a Renata negociou, abrindo o banco do passageiro do carro. — São copa DD, aliás.

— Tááááá bom! — concordei, sorrindo feito idiota, dando joinha. De repente fiquei tonto e fechei os olhos, deixando a cabeça cair pra trás. Senti a presença dela no banco do motorista pela onda de perfume que atingiu meu nariz.

— Qual seu nome, aliás? — perguntei, olhando pra ela.

— Sou a Renata. Renata Oliveira.

Esse nome soava familiar, mas minha mente era um redemoinho. Antes que soubesse, tava sendo levado pra casa. Antes que soubesse, a nuca bateu no travesseiro. Antes que soubesse, os travesseiros gigantes e nus da Renata tavam sufocando meu rosto. Antes que soubesse, a Renata tava sentando na minha rola.

Mas não tava curtindo. Não que a Renata fosse ruim, longe disso. Na verdade, era a melhor que já tinha tido. A buceta dela era chocantemente apertada, os peitos ridiculamente grandes, e a resistência fora do normal.

Então, descobri. Percebi por que mal tava curtindo esse sexo. A porra da camisinha que tava usando realmente restringia o prazer. Odiava usar elas e a Fernanda tinha começado a tomar pílula então nunca nos preocupávamos com elas. Tinha dito pra Renata que não tinha uma, e ela disse que tava tudo bem. Disse que tomava pílula. Insisti que precisava de uma, e por sorte, ela tinha produzido uma da bolsa.

Não lembrava do quão desconfortável achava elas. Mal conseguia sentir nada. Finalmente, tive o suficiente. Rolei ela pra fora de mim, agarrei meu pau e joguei a camisinha de lado.

— Não aguento usar essa porra mais — rosnei.

— Tá tudo bem. Gosto melhor assim — ela disse com um sorriso, abrindo as pernas, expondo o triângulo de pelo logo acima da vagina. Olhei pra barriga lisa e lisinha dela, pros peitões cremosos, sentados no peito, quase tão grandes quanto os da filha. Olhei pro rosto, um rosto que me lembrava a Brenda. Mesmos olhos de quarto. Mesmo sorriso presunçoso. Pulei nos braços dela e enfiei minha língua goela abaixo.

Minhas mãos foram pros peitos e apertei eles com força, metendo nela, procurando a vagina. Ela desceu a mão e me guiou pra casa. Apesar do fato de saber que ela era uma baita vadia, a buceta dela era fantasticamente apertada. Tipo a da filha. Era tão gostoso, muito melhor que era com a camisinha.

— Marcelo, amor... — a Renata ofegou, sussurrando no meu ouvido enquanto metíamos um no outro. — Quero muito que você goze em mim. Quero sentir.

— Você toma pílula, né? — perguntei, conferindo.

— Claro — ela disse, sorrindo presunçosa. — Mas imagina se eu não tomasse — ela começou, sussurrando no meu ouvido. — Imagina se fosse só você e eu, sem pílulas, sem palhaçada. Imagina se você soltasse essa gozada enorme na minha buceta. Imagina se você me deixasse prenha, e como seria gostoso.

— O quê? — perguntei, confuso, diminuindo o ritmo.

— Não se preocupa, amor. É só uma fantasia. Você pode achar esquisito, mas... gosto de fingir que tô engravidando quando um cara goza dentro de mim. Você se importa se pudesse tipo... entrar no clima? Fingir que tá me emprenando? — a Renata perguntou manhosa.

— Hã, beleza — eu disse bêbado, ansioso pra voltar pra boa trepada.

— Ai, caralho, Marcelo! Faz isso! Mete em mim! Deixa sua vadiazinha prenha! — a Renata gritou.

— Hã, é! — gaguejei, sem saber o que fazer.

— Qual é, amor, entra no clima — a Renata ofegou.

— Hã, é, gata. Vou te comer tão bem! Vou te encher de porra. Vou te dar um bebê — eu disse, sem confiança em falar sujo. Pra evitar ter que falar mais, peguei o peitão dela na mão e comecei a chupar o mamilo.

— Mais safado, amor! — a Renata implorou enquanto minha língua fazia círculos no mamilo. Ansioso pra aplacar o fetiche estranho dela, aumentei o calor um pouco.

— Vou te deixar prenha, sua vadiazinha! Sua putinha! Vou gozar bem fundo dentro de você, onde vai misturar com seus óvulos e fazer um bebê — eu disse.

— Ai, caralho! Sua rola enorme é perfeita pro trabalho, amor! — a Renata gritou.

— Vou te deixar grávida! Fazer de você uma vadia prenha! Vou ser o pai dos seus filhos! — gritei, meu ritmo acelerando.

— AI, PORRA! Marcelo, quero que você me dê um bebê. Quero ser sua vadia prenha! Quero que você deixe meus peitos cheios de leite! Quero te amamentar tipo vou amamentar nosso bebê! Quero que a gente fique junto pra sempre! — a Renata gemeu. Por alguma razão, essa conversa suja mandou arrepios por mim, me levando mais perto da borda.

— AHHH, CARALHO! — gemi, sabendo que o fim tava perto.

— Me dá essa porra! Não guarda nada pra sua namorada! — a Renata disse.

— Hã? — murmurei, as palavras dela ecoando pela neblina bêbada.

— Sua mina não tem peitos assim, tem? Sua mina não fode assim, fode? Você não quer dar um bebê pra sua mina. Você quer me dar seu bebê, não sua namorada idiota! — a Renata gemeu.

— Você disse que ela terminou comigo, né? — grunhi, ainda metendo nela por puro instinto.

— Ah, Marcelo, nós dois sabemos que ela ainda era sua namorada, mas isso foi antes de você ver meus peitões. Agora, você é meu — a Renata disse, enrolando as pernas em volta de mim com força. Tava bêbado demais pra parar de foder. Tava bêbado demais pra ligar. — Ai, amor, seja meu! Ai, querido, pega meu... corpo e diz que vai sempre ser meu — a Renata cantou, junto com a música, então se distraiu com o prazer que tava sentindo. — Ai, caralho, faz isso, Marcelo! Faz! Goza dentro de mim! Me faz gozar! Me dá seu bebê! OHHHH CARALHOOOO ISSOOOO! — a Renata berrou, a buceta tendo espasmos em volta da minha rola grossa, o que me levou além da borda.

Tava em cima dela. As pernas dela tavam dos lados. Percebi que tava no controle dessa situação. Poderia ter sido seguro e só tirado e gozado nos peitos dela ou algo assim. Mas não fiz. Enterrei minha rola até o saco, bem fundo nela, justo quando comecei a jorrar.

— AHHH, CARALHOOOO! RENATAAAAAA! — gemi, minha rola disparando uma gozada gigante bem fundo no corpo fértil dela. O prazer me fez começar a ficar tonto, quase pronto pra desmaiar. Meu rosto caiu no peito dela, buscando conforto onde pudesse encontrar. Tudo que conseguia pensar era que ainda bem que ela tomava pílula.

A última coisa que ouvi antes de desmaiar pela noite foi o sussurro sexy da Renata no meu ouvido:

— Parabéns, Marcelo. Você vai ser papai.

Olhando pra trás, a verdade era óbvia. Era óbvio que ela não tomava pílula. Era óbvio que ela queria que eu deixasse ela prenha. Se tivesse sóbrio teria sabido melhor. Mas ela fetichizava o ato tanto quanto eu parecia fazer agora. Nunca tinha antes daquela ocasião. Talvez fossem as palavras safadas dela no meu ouvido que tinham se imprimido na minha mente. Talvez fosse aquela noite de paixão que criou o fetiche que desenvolvi agora. Talvez fosse aquela noite que criou a ideia na minha cabeça de que o ato de procriar era imensamente sexy pra mim. Talvez fosse aquela noite que associou engravidar com prazer incrível pra mim. Talvez fosse aquela noite que me colocou aqui nesse ponto.

Talvez fosse por causa daquela noite, aquela noite de paixão que fez a ideia de deixar minha própria filha prenha soar tão... gostosa... pra caralho!

Numa lógica esquisita, podia dizer que de um jeito distorcido, a Renata merecia meu bebê. Era tão gostosa, e num nível puramente instintivo, era a parceira mais viável que já tinha encontrado. Era a garota mais linda que já tinha conhecido. Tinha os maiores peitos, a melhor bunda, as pernas mais sexy que já tinha visto numa mulher, e francamente, foi a melhor trepada da minha vida. O problema era que ela era a maior piranha da faculdade e provavelmente dezenas de caras tinham comido ela tipo eu. Apesar disso, era a melhor escolha pra ter um filho, porque a genética tava do lado dela. Tinha que admitir, ela era mais bonita que a Fernanda. Mais voluptuosa que a Fernanda. Mais gostosa que a Fernanda. Se tivesse que escolher fazer um bebê com a Renata ou a Fernanda, se tivesse que fazer uma escolha sobre qual mulher te daria a melhor criança, apesar de todos os negativos dela, a Renata seria essa escolha.

Mas agora, tinha conhecido alguém mais gostosa que até a Renata. Alguém superior à Renata, uma garota jovem, com peitos maiores que a Renata tinha por uma boa margem. De alguma forma, tinha conhecido uma mulher com uma bunda ainda melhor, pele ainda mais lisa, uma buceta ainda mais apertada. Um rosto mais bonito. Uma mulher merecedora da minha atenção, por tantas razões, uma garota mais merecedora da minha atenção mais que qualquer outra. Um farol brilhante de genética superior. O problema era que aquela genética era minha. E da Renata.

A mulher mais gostosa que já tinha visto era minha própria filha.

A mulher mais sexy que já tinha conhecido, minha filha, tava me pedindo pra encher ela de porra e dar um bebê. Qualquer homem teria sorte de ter uma deusa como ela implorando pra deixar ela prenha. Num nível puramente físico, ela era mais merecedora da minha semente, mais que a Fernanda, de longe. Mais que até a Renata era. Isso tinha acontecido antes, e tinha feito a parada. Plantei a semente. Fiz um bebê.

A história ia se repetir?

**

Tava de volta no quarto da minha filha, ela nua embaixo de mim, minhas mãos segurando os pulsos dela, minha rola enterrada na buceta molhada, latejando por causa das memórias da minha noite com a mãe da Brenda. Ela olhou pra cima pra mim, esperando eu chegar numa decisão. Mas parecia que meu corpo já tinha tomado sua decisão. Tinha começado a meter nela devagar enquanto relembrava minha noite com a Renata.

Deveria saber melhor. Tinha cometido esse erro antes. Mas a tentação era forte demais. Fazer sexo com essa gostosa adolescente, essa novinha peituda, e a mera possibilidade de poder deixar essa vadia prenha era demais pra mim aguentar. Tinha feito sexo sem camisinha com três mulheres na minha vida, Fernanda, Renata, e agora... Brenda. Fernanda era minha esposa, e infelizmente, as chances de procriar com ela eram inexistentes. Renata foi uma trepada de uma noite, mas aquela noite tinha feito o truque. Então na única oportunidade que tive de deixar uma mulher fértil prenha, consegui. Fiz o trabalho. E foi indescritivelmente bom. A sensação era simplesmente... incrível. Gozar dentro de uma mulher e saber que podia estar deixando ela grávida era tão gostoso pra caralho. Não importava quem era a mulher. Preta, branca, velha, jovem. Uma estranha ou... sua filha.

Era uma besta. Um animal tarado por sexo. Um escravo dos próprios desejos. Um escravo dos próprios fetiches. Tava bêbado de prazer. E se tivesse sóbrio, se tivesse pensando claramente, saberia melhor. Mas meu saco tava cheio, minha rola tava sufocada por buceta apertada. Não conseguia dizer não.

Comecei a meter na minha filha, dando todo o comprimento da minha rola, da cabeça até a base. Igualdei a velocidade dela de antes, não fodendo tipo uma besta, mas fodendo dolorosamente devagar. Tava começando a perceber que de certos jeitos, isso era muito melhor.

— AI, SIM, PAPAI! VAI MAIS RÁPIDO, AMOR! — a Brenda implorou.

— Você vai ter o que eu te der, vadia! — rosnei.

— Hahaha, CARALHO! ADORO, PAPAI! — a Brenda disse, batendo nas minhas costas de prazer — Me pega do jeito que quiser — ela acrescentou, apertando a buceta em volta de mim, me ordenhando. Olhei pra baixo pra buceta dela esticada no máximo em volta da minha rola latejante. Assisti enquanto meu pau saía, encharcado no melzinho da buceta, e então de volta, numa velocidade de lesma.

Dentro... fora... dentro... fora... dentro... fora... dentro... fora... dentro...

E a reação da Brenda a isso:

— Ughh!

— Caralho!

— Merda!

— Ai, tão bom!

— Adoro!

— Tô perto!

— Vou gozar!

— Se você enterrar em mim mais uma vez vou gozar!

— OHHH, CARALHOOOO ISSOOOO!

Foi assim que meu saco bateu na bunda dela. Assim que a base da minha rola sentiu o abraço quentinho da buceta apertada da minha filha que a fez disparar. As unhas dela arranharam minhas costas enquanto a buceta dela apertou contra mim, massageando minha rola, ordenhando ela, quase... me... mandando... além... da... borda.

— AHHHHHHH! CARALHOOOO! VOU GOZAR EM VOCÊ, SUA VADIA! — gritei, contraindo a bunda, metendo nela. Não tinha tempo pra mudar de ideia. Era tarde demais. Minha rola jorrou porra quente bem fundo na buceta da minha filha.

— OHHHH! TÔ SENTINDO! — a Brenda gritou, gozando de novo. Só senti minha rola disparando de novo e de novo, jorrando minha porra dentro da minha própria filha. A Brenda segurou meu couro cabeludo com uma mão e colocou a outra na minha bunda, me ajudando a meter nela, segurando minha bunda contraída enquanto eu disparava minha semente o mais fundo que conseguia.

— Adoro, Papai! Adoro! — a Brenda ofegou.

— UGHHHHH! PORRA! — gritei, o prazer avassalador, lágrimas saindo dos meus olhos. Só continuei gozando. Nunca tinha gozado tão forte, nem perto. Nada chegou nem perto do prazer que senti gozando na buceta da minha filha.

Continuou e continuou, o prazer indescritível. Senti minha porra respingando dentro dela. Finalmente, misericordiosamente, depois do que pareceu cinco minutos, meu saco tava vazio. Comecei a tirar minha rola devagar. Olhei pra baixo bem a tempo de ver a ponta emergir dos confins apertados, um único fio de porra se esticando entre a cabeça da minha rola e a buceta dela. Caí pro lado, exausto.

A Brenda e eu ficamos deitados de costas, recuperando o fôlego.

— Papai, foi incrível. Exatamente o que eu precisava — a Brenda disse, encarando o teto. Mas não conseguia responder.

A verdade tava desabando em cima de mim. A gravidade do que tinha feito. Acabei de fazer sexo com minha própria filha! Minha própria carne e sangue! Tinha cruzado aquela linha. Era aquele tipo de cara agora. Não era só um papai ruim agora.

Era um pai horrível.

O mais baixo dos baixos. O pior dos piores. Pais bons não comem as filhas. A maioria dos pais ruins não comem as filhas. Pais não deveriam comer as filhas! Mas eu comi. Fiz algo tão horrível. Tão terrível. Tinha cruzado a linha. Não era só ruim.

Era maligno.

Que tipo de homem eu era? Que tipo de pai eu era? Que tipo de marido eu era? Acabei de trair minha esposa! Com minha filha! Senti a bile subir na garganta. Tive que correr do quarto.

Ia ficar mal.

**

Tava entorpecido.

Deitei na minha própria cama e sabia que nenhum sono ia rolar mesmo estando exausto. Era noite agora, como tinha sido quando saí do quarto da Brenda. Depois que a gente...

Comi minha filha! Era uma pessoa horrível. Mesmo ela tendo instigado essa coisa toda, poderia ter escapado. Poderia ter ido embora. Poderia não ter gozado bem fundo na buceta dela!

Sabia que era errado. Sabia que era tudo errado, mas deixei acontecer mesmo assim. Deixei minha filha me seduzir. Deixei a gente fazer sexo. E tinha participado. Tinha curtido tanto quanto ela. Tive a escolha de onde gozar, e poderia ter escolhido qualquer lugar, mas escolhi gozar bem fundo na buceta molhada e fértil dela.

Por que meu pau pulou quando pensei nisso? Por que me excitava pensar na minha filha prenha com meu filho? Por que me excitava pensar no corpo jovem e voluptuoso dela, e como, sem dúvida, ela era uma candidata perfeita pra ficar prenha?

Tá, admito: minha filha era extremamente atraente. Extremamente gostosa. Extremamente sexy. O corpo dela era de outro mundo. Os peitos eram enormes. A bunda era de matar. Sei que sou o pai dela e não deveria notar essas coisas, mas notei. Isso não me dava o direito de fazer o que fiz. Fazer sexo com ela. Mesmo ela tendo instigado. Mesmo ela tendo me seduzido! Tinha participado, e como pai dela, deveria saber melhor.

Era um fracasso como pai. Meu trabalho era preparar ela pra ser um membro produtivo da sociedade, ensinar ela a ser gentil e generosa e humilde, e proteger ela do lado mais sombrio da vida. Mas não fiz. Tinha mimado ela. Mimado os vícios safados dela. Mimado os fetiches safados dela, e no processo, mimado os meus próprios. Tinha me aproveitado da natureza vadia da minha filha pra satisfazer meus próprios impulsos sombrios e profundos.

Tive pensamentos sombrios sobre o que fazer em seguida. Pensamentos sombrios, de talvez acabar com tudo. De escapar desse vazio de culpa que acabei de criar. De escapar do dano que tinha causado na minha filha, e na minha esposa, e na minha vida. Mas sabia que nunca faria isso. Não conseguia ir até o fim.

Era realmente culpa dela. Ela tinha começado isso. Desde que apareceu na minha vida só tinha causado problema. Mas ela não sabia melhor. Se eu tivesse estado por perto. Se tivesse guiado ela, poderia ter ensinado melhor. Mas não fiz, e agora olha pra ela. Uma vadia bem comida graças ao próprio pai. Isso realmente não era culpa dela.

Era minha culpa.

Tudo isso, todo esse problema foi através de uma escolha ruim que fiz. Fui pra casa com a Renata Oliveira. Me permiti comer ela, mesmo que, tipo a Brenda, ela tivesse instigado. Traí minha futura esposa, mesmo estando tecnicamente separados, mas sabia que acabaríamos juntos no final. Tinha cometido um erro. E por causa daquele erro, tive uma filha.

Brenda. Minha filha. A única parte de mim que viveria depois que eu fosse. A melhor coisa que qualquer homem poderia realizar era ter um filho, e eu tinha feito, por erro. Claro, ela saiu meio estragada, mas isso provavelmente era devido a como foi criada. Ou talvez fosse só a natureza dela. Mas sei disso: ela teria sido melhor se eu tivesse estado lá pra ela. Só sei. Ela tinha o potencial de ser minha maior conquista. Mas não foi. Tinha se tornado uma piranha. E isso era minha culpa. Não estive lá. Tinha o potencial de ter um pedaço de mim vivendo e ela se tornar algo especial. Tinha pegado minha maior conquista e jogado fora.

Minha maior conquista era... Brenda. Minha filha. Essa pode ter sido a coisa mais impactante que fiz na minha vida. Não casar com a Fernanda. Não treinar, ou ensinar. Brenda. Minha filha.

Então... talvez o erro não fosse o que pensava. Talvez o erro não fosse trair a Fernanda, porque se não tivesse não teria uma filha. Talvez o erro fosse... não ver onde um relacionamento com a Renata teria me levado.

Pensei nisso. Eu e a Fernanda tínhamos sido voláteis no mínimo. Talvez devesse ter aceitado isso como um sinal de que não éramos feitos um pro outro. Tava claro que já que traí talvez lá no fundo houvesse alguma parte de mim que precisava ser satisfeita de um jeito que a Fernanda não podia.

Mesmo a Renata sendo uma vadia, parecíamos muito compatíveis sexualmente. Tava claro agora que compartilhávamos muitas das mesmas taras na cama. E aparentemente nossos corpos eram muito compatíveis, já que deixei ela prenha numa tacada. Claro, tinha curtido o sexo, mas sabia que era só uma trepada de uma noite. Mesmo tendo tido o melhor sexo da minha vida até aquele ponto com ela não busquei mais. Sabia que um relacionamento baseado em sexo não era pro melhor. Mas talvez, tivesse errado.

Claramente, uma parte de mim curtia sexo safado, considerando que acabei de comer minha própria filha. Talvez... eu fosse feito pra alguém mais tipo a Renata, uma pessoa com quem era compatível sexualmente. Mesmo amando a Fernanda, talvez a natureza tava me dizendo que não era pra ser. Éramos sexualmente ativos, mas ela não podia conceber, algo que era muito importante pra mim. Mas a Renata conseguiu. O que tinha feito com a Renata era em outro nível. Tinha curtido imensamente e ela me deu o que eu queria aquela noite. E tinha conseguido isso numa noite, onde a Fernanda não conseguiu em 18 anos. Talvez seja um sinal. A Renata me deu o que sempre quis. Mas não estive lá pra ela. Não estive lá pra minha filha. Tava com a Fernanda. Vivi minha vida com ela.

Mesmo tendo dito todas as coisas certas, a verdade era... me corroía por dentro que nunca tive filhos. Sempre quis uma ninhada inteira de crianças. Tinha sacrificado aquele desejo pra estar com a Fernanda. Tinha sacrificado o que realmente queria pra estar com ela. Então aqui tava, 40 anos... insatisfeito.

Tava insatisfeito. As coisas deveriam ser ótimas, mas não tava verdadeiramente feliz. Verdadeiramente realizado. O mais perto que já tinha chegado foram aqueles primeiros dias com a Brenda e a Fernanda. Mas não era a mesma coisa. Não tinha estado lá com a Brenda, minha filha, pela vida inteira dela. Perdi isso. Como o resto da minha vida adulta, meu desejo de criar uma filha tava insatisfeito. Mas a Brenda e a Fernanda não podiam se misturar. Não ia durar com as duas por perto. Agora tinha que escolher.

A Fernanda era ótima. Era minha esposa, minha amante, minha alma gêmea. Era linda, e o sexo era bom. Tinha amadurecido numa mulher ótima, um membro efetivo da sociedade.

A Brenda era... algo. Era mimada. Era preguiçosa. Provavelmente nunca trabalharia um dia na vida. Mas era linda. Gostosa. Sexy. Era minha filha. E tinha se tornado minha... amante. E o sexo foi o melhor que já tive. O corpo dela era de matar. Os peitos eram incríveis. A bunda era incrível. Ela fodia tipo uma leoa. Conseguia chupar pau tipo se tivesse sido feita pra isso. Era uma vadia de verdade.

Sabia disso agora. Minha filha era uma vadia. Uma puta nojenta. Uma piranha que comeria o próprio pai pra conseguir o que queria. E ela me queria só pra ela. Queria a Fernanda fora. Fora da jogada. Sabia disso agora. Deveria só jogar a Brenda fora. Talvez tivesse tirado o que quer que fosse, esse desejo nojento pela minha própria filha, do meu sistema. Talvez pudesse jogar ela na rua tipo a puta que era agora e manter o relacionamento amoroso que tinha com minha esposa. Mas isso simplesmente parecia errado. Não só parecia errado chutar minha própria filha, repudiando ela, parecia errado por causa do laço que compartilhávamos. Uma conexão que nunca tinha sentido com ninguém antes, nem a Fernanda, nem ninguém. Senti um laço que era mais que um laço pai-filha. Senti um laço conectando minha rola ainda latejante à buceta apertada dela.

Se decidisse escolher com meu pau, escolheria a Brenda. Mas meu pau não deveria ser tudo que importa, né? Porém, tinha escolhido com meu pau uma vez antes, e aquela vez me levou a conseguir o maior presente que um homem pode receber: uma filha. Talvez fosse meu corpo tentando me dizer algo que minha mente não queria ouvir. Que talvez meu pau soubesse o que tava fazendo. Talvez meu pau soubesse o que era melhor pra mim.

Não podia acreditar que tava até considerando isso. Tinha comido minha filha, e foi incrível. Mas ela era minha filha. Era tão errado, mesmo sendo o que ela queria. Ela amava ser comida. Amava eu comendo ela. Foi decisão dela me comer. Se dependesse de mim nunca teria instigado nada. Juro. Mas ela tomou a decisão, não eu. Ela assumiu o controle da situação. Ela comandou o show. Não deveria estar sentindo a culpa. Ela deveria. Mas ela não sentia. Como ela podia fazer isso? Como podia ser tão não afetada pelo fato de ter acabado de fazer sexo com o próprio pai? Que implorou pro próprio pai deixar ela prenha? Claramente tava operando num nível diferente do meu.

Tinha que confrontar a culpa de frente. Tinha comido minha filha. Tinha conferido o corpo dela desde a primeira vez que conheci. Não pude evitar, o corpo dela era tão incrível. Não queria, o corpo dela era bom demais pra não olhar. Mas escalou e então comi ela e tive o melhor sexo da minha vida. O que fiz com a Fernanda não comparava. Bati na bunda gostosa da minha filha, engasguei ela com meu pau, comi a buceta apertada e gozei bem fundo nela. Fiz o máximo de estrago possível e ela parecia ok com isso. Parecia não afetada. Então, se não incomodava ela, qual o problema? Ela é adulta. Eu também. Mas parecia tão errado. Tão safado. Tão sujo. Tão proibido. Tão pervertido. Tão... gostoso.

Por que o pensamento de comer minha filha me excitava tanto? Era a safadeza da situação? A sujeira do sexo? A excelência da trepada? Ou era simplesmente que ela era uma gostosa jovem pra caralho com um corpo incrível que era incrível em sexo? E o tabu de sexo pai-filha tornava o sexo ainda melhor?

Tá, beleza, curti o sexo com a Brenda. Mas e agora? Como saio dessa bagunça? Tinha um jeito de salvar minha família? Porque parecia que não tinha saída disso. Amava a Fernanda. Amava. Mas às vezes, ela podia ser meio estridente. Meio julgadora. Meio... estéril.

**

A Brenda, ela era jovem. Era energética, a vida inteira pela frente. Era linda. Era sexy. Era fértil. Foi feita pra ser comida. Foi feita pra ficar grávida. Se eu não tivesse feito o trabalho, outro faria.

Tinha que escolher. Seguiria com minha esposa e desistiria da minha filha? Desistiria da única parte de mim que viveria quando eu fosse embora pra manter o status quo? Ou... tentar algo diferente e seguir essa parada com a Brenda? Talvez fazer algo dela ainda. Talvez a Brenda tivesse razão. Talvez ela pudesse mudar. Talvez só precisasse de alguma disciplina paterna. Talvez pudesse transformar ela num membro produtivo da sociedade.

Qual era meu futuro com a Fernanda? Envelhecer juntos, fazendo a mesma velha coisa que temos feito? Seria legal, mas meio... entediante. Seria feliz, mas não satisfeito. Nada entre mim e ela mudaria do que era agora. Bons empregos, bons momentos, bom sexo. As coisas seriam apenas isso: boas.

Exceto que com a Brenda, poderia ser algo mais. Ela era minha filha. Uma experiência nova que tinha muito pouca experiência. Poderia compensar o tempo perdido com ela e me conectar com ela de um jeito novo. Um relacionamento pai-filha de verdade. Mas se escolhesse ela, sexo definitivamente aconteceria de novo. Sexo alucinante, fodido e safado com minha própria filha. Sexo que era melhor que qualquer sexo que já tive com a Fernanda. Cada aspecto da Brenda era melhor. Ela me permitiria ter a experiência completa de ser pai. Era mais jovem. Era mais gostosa. Tinha peitos maiores. Tinha uma bunda mais gostosa. Fodia melhor.

Os únicos dois negativos eram a preguiça dela e o fato de que, sabe, ela era minha filha. Preguiça pode ser mudada. Pode crescer e sair disso. A coisa de filha não mudaria. Mas, já tinha feito. Tinha cruzado aquela linha. Que mal a mais seria se fizesse de novo?

Os principais prós pra Fernanda eram que ela era minha esposa, e era muito mais contribuinte pra sociedade. Embora, não tava exatamente mudando o mundo com o trabalho. O principal pró dela era que tínhamos vinte anos de lealdade construída um pro outro. Vinte anos de proximidade. Pelo bom e pelo ruim. Mas quão próximos podem ser se sua esposa não podia te dar o que sempre quis? Uma filha. Sei que parece horrível, mas era a verdade. E não era só isso. Havia aqueles momentos que me deixavam saber que ela tinha problemas que não tinham sido totalmente exorcizados ainda. Aqueles momentos onde a velha ela emergia.

A Brenda era nova. Era fresca. Era interessante. Podia me dar tudo que eu queria. Filhos. O sonho de ser pai. Sexo incrível. Uma vida de coisas novas, chega de status quo. Tudo se resumia a uma pergunta:

Que tipo de homem eu era?

Era um marido leal e amoroso? Ou era um fodido safado que queria seguir um relacionamento sexual com a própria filha? Já tinha estado lá uma vez. Era minha resposta? Era o babaca do pai que come a filha vadia dos peitões? Não me sentia maligno. Não me sentia um monstro. Mas o que me fez fazer isso? O que me fez comer minha filha? Por que essa escolha não era óbvia? Por que tava procurando uma justificativa pra continuar comendo minha filha? Qualquer pessoa normal faria essa decisão instantaneamente!

Talvez eu não fosse normal. Talvez... talvez não fosse minha culpa. Talvez não fosse culpa da Brenda também. Talvez fosse genética. Talvez houvesse algo bem lá dentro que desejava o que fizemos. Sexo safado, perigoso, vigoroso. Talvez aquela barreira que existia na maioria das pessoas não existisse em nós, em pessoas como nós. Aquela barreira que impediria a maioria das pessoas de até considerar sexo com alguém da própria família.

Talvez fosse esse o problema. Tava na nossa natureza. Duas pessoas com naturezas tão parecidas, taras parecidas, desejos parecidos... era difícil manter pessoas assim separadas pra sempre. De alguma forma, de algum jeito, o destino nos juntou. A conexão tava lá, uma além de só pai e filha, uma conexão mais profunda do que já tinha sentido com a Fernanda. Uma conexão que nós dois sentimos desde o momento que nos conhecemos. Uma conexão que, lá no fundo, deixou nós dois sabermos que meu pau acabaria na bucetinha apertada dela eventualmente, apesar de sermos parentes. Desde o começo tinha notado ela... sexualmente. Tinha notado os peitos. A bunda. O rosto lindo. Apesar do meu melhor julgamento, tinha notado. Tinha sentido aquela conexão, apesar de sermos pai e filha. Talvez... fosse simplesmente pra ser.

Sentei na beirada da cama, ainda nu, coberto de suor seco. O quarto tava escuro, as sombras projetadas longas pelo chão dos postes de luz lá fora. Meu pau tava endurecendo ao pensar na minha filha, no quarto ao lado, esperando eu pegar ela de novo. Só sabia que ela estaria esperando. Podia sentir. Sabia exatamente como ela pensava.

Cheguei naquela pergunta de novo. Ficaria leal à minha esposa, que tinha amado por vinte anos e tinha me amado ainda mais, ou iria por essa coisa nova, esse relacionamento com a Brenda? Permitiria meu pau fazer a escolha por mim? Meu pau sabia o que era melhor pra mim o tempo todo? Meu pau sabia que talvez realmente pertencesse à Renata, e era pra começar uma família com ela? Meu pau tava me dizendo pra comer a Brenda de novo e largar minha esposa em favor da minha filha de corpo gostoso? Meu pau tava me dizendo que era a escolha certa, porque, Deus, cada latejada no meu pau fazia aquilo parecer cada vez mais que era a decisão certa? Era um marido amoroso, ou um pai incestuoso?

Que tipo de homem eu era?

**

**(Brenda)**

Papai era uma trepada tão boa.

Sabia que seria. Só sabia. Levou muito trabalho, muito trabalho. Levou muitas olhadas pro meu corpo pra fazer ele me comer, e por um momento, tava preocupada que ele não levaria nosso relacionamento pro próximo nível. Tava preocupada que ele não fosse me comer. Mas ele comeu!!!!!! Papai me comeu! E foi incrível pra caralho. Papai foi a melhor trepada da minha vida. A sensação da porra dele bem fundo na minha buceta foi indescritível. Ele me comeu pra caralho. Arrebentou minha bunda. Não ia conseguir sentar confortavelmente por uma semana! Mas tinha aprendido minha lição. E o Papai aprendeu a dele.

Sabia que o Papai ia voltar. Só sabia. Por isso ainda tava bem acordada mesmo sendo tarde da noite. Por isso ainda tava pelada deitada numa pilha suada na minha cama. Por isso meu dedo tava circulando meu grelo, me mantendo pronta pro retorno do Papai.

Ele provavelmente tava se sentindo culpado, sabe, pela parada toda de comer a filha. Mas a coisa mais importante pra ele era que eu era uma buceta boa. Qualquer homem vai encontrar um jeito de conseguir o máximo de buceta possível. Ele provavelmente teve que encontrar um jeito de não se culpar, de não se sentir culpado. Uma vez que descobrisse voltaria aqui, me socando até o esquecimento.

Isso durou tipo, horas. Horas de silêncio. Horas de mim esperando no escuro, me tocando. Horas de mim esperando meu papai voltar. Mas não tinha dúvida que ele viria. E uma vez que viesse, estaria gozando.

Senti movimento, então olhei pra porta aberta. Banhada em sombra tava uma figura. Uma figura alta e gostosa. Não conseguia ver o rosto, mas a identidade era óbvia. O corpo parecia familiar. Os músculos grandes de 'Paizão' pareciam familiares. E aquele pedaço latejante de carne pendurado entre as pernas, visível pra mim em silhueta, parecia muito familiar.

Esse 'homem misterioso' ficou lá me olhando, me estudando. Só olhei de volta enquanto ainda me tocava. Isso durou alguns momentos antes dele entrar. Tirei meus dedos da buceta apertada e abri as pernas em antecipação.

Sabia o que tava prestes a acontecer.

**

**(Fernanda)**

Não ficava tão puta há anos. Tava literalmente tremendo de raiva. Aquela vadiazinha insolente! Ela tentou sabotar meu trabalho, meu ganha-pão, meus colegas de trabalho, e pra quê? Ela queria me tirar do caminho? Queria o pai dela só pra ela? Não sei.

Tava puta enquanto dirigia 500 quilômetros pra pegar outra cópia da informação que foi enviada pra mim. Era tudo informação confidencial, plantas e coisas assim, coisas que não podiam ser enviadas por fax, e já tinha sido chato o suficiente conseguir que a empresa com quem tava trabalhando mandasse na primeira vez. Por sorte, foram compreensivos e consegui fazer meu contato rascunhar outra cópia e esperar eu chegar.

Tinha planejado pegar um quarto de hotel e sair cedo de manhã mas eventualmente pensei, foda-se, vou pra casa agora.

Tudo que conseguia pensar era na Brenda. Nunca tinha ficado tão brava com alguém. Nunca gostei dela. Nunca confiei nela. Mas o Marcelo tava cego pelo instinto paterno. Tava cego pelo fato de achar que era dever dele ajudar ela, mas, por mais frio que soe, realmente não era. Eram praticamente estranhos, sem culpa dele, e tinham ficado separados tanto tempo que era tarde demais pra um relacionamento pai-filha natural se formar. Podiam ser conhecidos talvez, mas não os pais e filho que acho que ambos esperavam ser. Era tarde demais pra isso. Só uma mimada como a Brenda esperaria o contrário.

E ela era uma mimada. Uma vadiazinha mimada que achava que o sol nascia da bunda dela e que merecia o melhor da vida. Se sentia com direito a isso. E o jeito que aquela putinha se vestia, tipo uma piranha, a mãe deveria ter vergonha, e a mãe não era melhor. A Brenda sabia que aquelas roupas de vadia, aquele jeitinho de menininha podia funcionar com muita gente, mas não com a gente. Não comigo. Não com o Marcelo.

Tava fazendo um bom tempo pra casa. Tava a uns 150 quilômetros quando o desastre aconteceu.

CRACK!

Algo no motor estourou e fumaça começou a sair do motor. Fui forçada a encostar no acostamento da estrada, a estrada escura e meio assustadora.

— MERDA! — gritei, quase sentindo a raiva me dominando. Respirei fundo e me acalmei. Isso era a última coisa que precisava.

Sabia que qualquer conserto tava além da minha expertise então chamei um guincho. Depois que fiz essa ligação comecei a ligar pro Marcelo, em casa, esperando que ele conseguisse me buscar mesmo sendo meio da noite. Conforme o telefone começou a tocar, me perguntei quão bravo ele estaria. Odiava vê-lo bravo comigo. Ele estaria bravo de ser acordado? Bravo comigo por forçar ele a escolher entre mim e a filha? Bravo que não poderia ter a filha por perto mais?

Sabia que ele me escolheria. Sabia. Não tinha dúvida. Tínhamos estado juntos por anos, não éramos estranhos tipo ele e a Brenda. Tinha conquistado o amor dele. E além disso, a verdade sobre a Brenda tava exposta. Ela era má. Um pedaço de trabalho nojento. O Marcelo não podia ter ilusões sobre a Brenda agora. E agora que sabia, a decisão tava praticamente feita pra ele.

O Marcelo sabia exatamente que tipo de garota a filha dele era.

**

**(Marcelo)**

O telefone começou a tocar, mas não atendi. Tava ocupado demais comendo minha filha.

Tava em cima dela, socando nela o mais rápido que conseguia, metendo com velocidade cegante, comendo a buceta dela o mais forte possível.

— CARALHOOOO, PAPAAAAIII! — a Brenda gemeu, a voz oscilando, as pernas no ar em volta dos meus quadris, permitindo minha rola entrar nela o mais fundo possível. O som das nossas virilhas batendo ecoava pelo quarto no ritmo natural de uma metida profunda.

Não me importava que ela era minha filha. Não me incomodava mais. Era boa demais em foder pra eu resistir. Era gostosa demais pra me preocupar com coisas triviais como incesto e adultério. Nosso laço era mais profundo que isso. Tava no nosso sangue. Era nossa genética. Era nosso destino fazer isso. E quem era eu pra resistir à vontade do destino?

— Sua buceta é tão boa, bebê! — gemi. A sensação de aperto em volta da minha rola era incrível pra caralho.

— É por isso que você tá me escolhendo, né Papai? É por isso que você tá largando a Fernanda, né? — a Brenda gemeu, esfregando os peitos suados no meu peito.

— Siiiiim! — grunhi.

— Você tá largando sua esposa por causa da minha buceta apertada, não tá Papai? — a Brenda perguntou.

— SIM! — eu disse, metendo nela mais forte.

— É o tipo de buceta que você precisa, né? — a Brenda perguntou.

— CARALHO, SIM! Eu preciso de uma buceta que seja jovem... — comecei, me enterrando na xana dela, saboreando. — E apertada... — pausei, mexendo meu pau dentro dela, fazendo ela tremer — e linda.

— Ai, Papai, a Fernanda tem uma buceta larga, não tem? — a Brenda perguntou no meu ouvido enquanto me segurava dentro dela.

— Sim! — grunhi, retomando as estocadas pra dentro e pra fora.

— Tá toda gasta e nojenta? — a Brenda perguntou com uma risadinha insidiosa.

— Sim! — concordei.

— Hahaha, a Fernanda não sabe que papais como você não gostam de bucetas velhas e gastas nojentas! Eles gostam delas jovens e apertadas e bonitinhas!

— Caralho, sim! — grunhi, enterrando meu pau nela de novo, segurando meu orgasmo iminente.

— Tá bom, Papai, tira devagar — a Brenda sussurrou. Obedeci, e olhei pra baixo pra ver a buceta dela resistindo esse movimento, a buceta resistindo a perda do invasor rígido.

— Você sente isso, Papai? Sente como essa buceta envolve você e não quer te deixar ir? Sente como essa buceta quer te manter enterrado dentro dela, querendo banhar mais em amor quentinho e doce? Você sente isso, Papai?

— CARALHO! — gritei, a buceta ordenhadora da minha filha fazendo maravilhas no meu pau.

— Essa é uma buceta de verdade, Papai. Não uma buceta gasta, velha e inútil tipo a da Fernanda. Uma buceta que você nem se dá ao trabalho de gozar dentro porque não tem sentido — a Brenda ofegou.

— Ahhhh, é. A Fernanda não gosta que eu goze dentro dela. Não gosta de ser lembrada do que não pode fazer por mim — respondi, retomando o ato de socar minha filha até o esquecimento.

— Ela não pode te dar bebês, Papai. Bucetas de coroa não foram feitas pra isso. Bucetas jovens e apertadas tipo a minha foram feitas pro trabalho. Bucetas jovens e apertadas e rolas grossas de 'Paizão' têm uma coisa em comum: ambas foram feitas pras sessões de foda a noite toda. Não tipo buceta de coroa — a Brenda ofegou. E ela tava certa. Agora que a tensão tinha passado depois da primeira trepada, nem me sentia perto de gozar. Podia ir por horas!

Olhei pra baixo pra ver os peitos da minha filha balançando enquanto socava nela. Alcancei e peguei os peitos nas mãos tipo bolas grandes de massa, amassando o formato firme, deixando transbordar nas minhas mãos, deixando os bicos cavarem nas minhas palmas.

— Admite, Papai, quando você me viu assistindo você foder, você fez um show pra mim, não fez? Você queria que eu visse que garanhão você era, né? — a Brenda perguntou.

— Sim! Brenda. Quando vi seu corpo gostoso pra caralho naquela calcinha minúscula, não pude evitar gozar. Aqueles peitões, só transbordando. Sua bunda. Foi incrível. Não pude evitar te mostrar quanto gozo quando fico realmente excitado — grunhi.

— Ummmmm, isso Papai! Você é tão exibido, Papai! Tão provocador! Provocando sua filha viciada em rola com sua rola grande e grossa! Você sabia que tava me deixando louca. Você sabia que uma vadia como eu simplesmente teria que te seduzir naquele ponto. Não sabia? — ela perguntou.

— Sim, sua vadiazinha! Eu queria seu corpo gostoso pra caralho! — grunhi.

— Você queria que eu invadisse e deixasse uma mulher de verdade comandar o show, não queria? Você queria jorrar sua porra dentro de mim na frente da sua esposa, não queria? — a Brenda gemeu, meu saco batendo num ritmo rápido na bunda dela.

— CARALHO, SIM! Se você tivesse entrado naquele quarto, eu teria feito pra caralho. Teria jorrado minha porra bem fundo na sua buceta safada! — grunhi, meu ritmo de foda acelerando.

— Papai, você é tão safado quanto eu! — a Brenda ofegou, a voz oscilando enquanto bombeava meu pau pra dentro e pra fora dela. — Mas Papai, se você quer me ensinar uma lição, precisa ficar ainda mais safado. Claro, gozar na buceta apertada da sua filha e deixar ela grávida é bem safado, mas você poderia fazer isso ainda mel... quer dizer, mais safado. Se você realmente quer me ensinar uma lição, tiraria esse pau da minha buceta apertada e enterraria no meu cu apertado! Não quero que você faça isso, Papai. Realmente não quero que você enfie sua rola grossa no meu cuzinho apertado, esticando até a borda. Não quero que você coma o mais forte que conseguir, enfie essa rola no meu cu até a base e goze bem fundo. Mas você deveria. Isso vai me ensinar uma lição enorme, Papai. Isso vai me colocar no caminho certo, Papai. Se você comer meu cu o mais forte que conseguir, bater na minha bunda e me fazer gozar... quer dizer, me fazer gritar de dor, então talvez você tenha feito seu dever como meu pai.

Olhei nos olhos da minha filha, e assisti eles começarem a se fechar de prazer enquanto socava nela. Ela tava certa. Se deixasse ela gozar, estaria dando o que ela queria. Tinha que deixar ela saber que se quisesse se arrumar e melhorar, teria que ouvir o que eu dizia. Com isso, puxei minha rola da buceta que apertava, nossos órgãos sexuais conectados por fios dos líquidos dela.

— Papai! — a Brenda implorou, desapontada.

— Vira de quatro, Brenda. Quero seu cu! — rosnei pra ela. Sentei ereto enquanto minha filha se virava, entusiasticamente ficando de quatro na minha frente apesar das súplicas em contrário. Apesar de estarmos banhados em sombras, o corpo dela parecia incrível.

— Mas Papai! — a Brenda gritou. — Meu cuzinho é tão apertado e pequeno e fofo. Se você comer meu cu com sua rola grande e latejante de Paizão, vai destruir ele — ela acrescentou, mordendo o lábio e olhando pra trás pra mim.

— É isso que você ganha, Brenda, por ser uma vadia. Agora mantém a bunda levantada e se prepara pra tomar seu remédio — eu disse com severidade. A Brenda sorriu um sorrisinho por alguma razão enquanto arqueava as costas, apontando a bunda pra cima enquanto olhava pra frente. Me abaixei, fiquei entre as pernas da minha filha e coloquei minha língua no grelo dela. Então passei minha língua pra cima, do grelo pelos lábios inchados e ensopados da buceta, e continuei pra cima. Pra cima em direção à bunda. Minha língua passou de baixo da buceta direto pro cuzinho bonitinho. Tava num transe grande demais pra parar. Minha filha precisava de punição. E se precisava lamber o cu dela pra fazer o trabalho, era meu trabalho como pai fazer.

Então abri as nádegas da Brenda e deixei minha língua circular em volta do cuzinho limpo e lisinho da minha filha. Circulei algumas vezes, chupando ela, antes de passar pelo comprimento da rachinha, parando na tatuagem na lombar e revertendo o curso, voltando pro cuzinho.

— Hã, Papai. Tô começando a aprender minha lição — a Brenda ofegou. — Me sinto tão safada sabendo que meu papai tá lambendo meu cu. Me sinto tão safada que meu próprio pai tá saboreando o gosto do meu cuzinho!

Só continuei passando minha língua no cuzinho dela, ensinando ela uma lição.

— Me sentiria ainda mais safada se meu papai penetrasse meu cu com a língua! — a Brenda ofegou. Com isso, transformei minha língua num pau minúsculo e empurrei contra ela, tentando romper os confins do cu apertado. Assim que minha língua rompeu as defesas, ela falou de novo.

— Ai! Papai, é melhor você não bombear sua língua pra dentro e pra fora! — a Brenda disse, e pra provocar ela, fiz exatamente isso.

— Ai, caralho, me sinto tão safada! — a Brenda guinchou. — Seria ainda mais safado se você chupasse meu cu também!

Com isso, com minha língua no cu dela, formei um selo apertado em volta do cuzinho e comecei a chupar.

— AHHHHHH! — a Brenda disse, batendo na cama com o punho.

Então lá tava eu, silêncio nos cercando enquanto chupava o cuzinho da minha filha, as bochechas afundando conforme fazia. O telefone do quarto tinha parado de tocar há muito tempo, mas ouvi meu celular começar a vibrar.

— Ai, Papai! A Fernanda tá ligando. Você poderia parar agora e falar com ela, mas parar agora provavelmente causaria tanto estrago. Viemos tão longe. Não podemos parar agora! Vou só colocar no silencioso pra podermos continuar, tá, Papai? — a Brenda disse. Minha boca tava ocupada demais com o cuzinho da minha filha pra responder, então ela aceitou isso como resposta, jogando meu telefone longe.

Lambi pela rachinha da bunda da minha filha, lambi passando a tatuagem, lambi pela linha sexy nas costas sobre a espinha, coletando o suor dela na minha língua enquanto subia pelas costas, pra nuca, e então pro ouvido.

— Quer saber o gosto do seu cu, filha? — perguntei, circulando a orelha dela com minha língua.

— Mmm hmm — a Brenda disse.

— Tem gosto de doce — sussurrei, beijando o lóbulo da orelha.

— CARALHO! — a Brenda gritou, tendo algum tipo de prazer no que acabei de dizer. Lambi pela mandíbula, e pra dentro da boca aberta e ofegante. Grudei os lábios na minha filha, nossas línguas nas bocas um do outro. Passei minhas mãos pela barriga lisa e pros peitos suados, apertando eles de novo. Tirei minha boca da dela e arrastei minhas mãos dos peitos fartos pros quadris.

— Você quer ser punida, vadia!? — rosnei.

— Ai, sim Papai! Vou fazer o que você mandar! — a Brenda gemeu. Alcancei e peguei minha rola na mão. Coloquei na rachinha da bunda e arrastei pra baixo entre as nádegas lisas até a ponta estar posicionada contra o cuzinho. Alcancei pra frente, enrolei o cabelo da minha filha na mão e comecei a empurrar, usando o cabelo como alavanca.

— AHHH! CARALHO! É tão grande! — a Brenda gritou de dor.

— Você aguenta — rosnei, sem parar, resistindo às súplicas da minha filha.

— Papai! Por favor! Você tá destruindo o cuzinho da sua filha! — a Brenda implorou, mordendo o lábio.

— Vou fazer o que preciso pra fazer de você um membro produtivo da sociedade! — disse pra ela, a força necessária pra penetrar o cu dela era mais do que tinha antecipado.

— Comendo meu cu gostoso? — a Brenda ofegou.

— FAZ O QUE EU MANDO! — rugi. Os olhos dela se fecharam, como se eu gritar com ela a excitasse.

— Sim Papai — a Brenda disse mansamente, olhando pra frente.

Retomei empurrando, tentando forçar meu pau. A Brenda olhou pra trás pra mim conforme percebeu minha luta. Sorriu levemente, piscou pra mim e formou uma única palavra silenciosa com a boca:

— Mais forte.

Acenei com a sugestão, sem pensar, e finalmente, com um empurrão heroico, a cabeça da minha rola rompeu as defesas, penetrando o cu.

— AI CARALHO, é tão bom, quer dizer, DÓI TANTO, PAPAI! — a Brenda gritou.

— Você é uma vadiazinha safada, Brenda. Fazendo seu próprio pai comer seu cu pra te ensinar uma lição. Que vadia safada — eu disse, depreciando os maus hábitos da minha filha.

— Ai, Papai, desculpa! Desculpa por ser tão safada. Desculpa por te provocar com meu corpo gostoso. Desculpa por ter peitos tão grandes pra atormentar pais bons. Desculpa por ter uma buceta tão apertada que sabe como tratar as rolas de homens mais velhos. Desculpa por ter um cu tão comível. Desculpa meu corpo jovem e gostoso ser tão melhor que os corpos caídos dessas coroas com quem vocês homens mais velhos são casados. Papai, desculpa tanto meu corpo ser tão mais gostoso que o da Fernanda. Desculpa sua esposa ter peitos tão murcho. Desculpa sua esposa ter uma bunda tão patética. Desculpa sua esposa ter uma buceta tão larga. Desculpa sua esposa ser tão chata. Desculpa sua esposa ser tão feia. Desculpa você ter que comer sua própria filha pra ter sexo de verdade — a Brenda gemeu, balbuciando. Tava tentando forçar meu pau mais fundo mas não tava tendo sorte.

— Tá tudo bem, Papai. Você só tem que esperar um pouco. Meu cu leva tempo pra se ajustar — a Brenda disse rapidamente.

— Não é minha culpa — grunhi, respondendo à declaração anterior dela enquanto segurava as estocadas.

— Ai, Papai, não é sua culpa. É minha. Sou uma vadia. Se não fosse uma vadia, não teria feito você ter que fazer isso. Prometo que vou tentar ser uma boa menina daqui pra frente. Mas sou tipo, uma vadia muito grande. Você pode ter que comer meu cu tipo, centenas de vezes antes de eu aprender a lição de verdade. Você pode fazer isso por mim, Papai? — a Brenda perguntou.

— O que for preciso, vadia! — grunhi. Agora que o cu dela tinha começado a se ajustar, comecei a me forçar mais fundo. Graças ao trabalho admirável que a buceta dela tinha feito lambuzando minha rola, meu pau tinha toda a lubrificação pra ir fundo no cu gostoso da minha filha. Devagar, mas com certeza, minha rola tinha sido enterrada até a metade no cuzinho apertado da Brenda.

A sensação era incrível. Nunca tinha comido o cu de uma garota antes. A Fernanda nunca tinha oferecido esse buraco pra mim, nem me dado uma razão pra tomar à força como a Brenda tava agora. A sensação era de aperto avassalador. Aperto em todo lugar. A sensação do cuzinho da minha filha esticado em volta da minha rola, dando prazer com o aperto, era incrível. Sabendo de alguma forma que a Brenda tava enterrada fundo o suficiente pra aguentar, puxei pelo cabelo e empurrei os quadris pra frente, enterrando minha rola no cu dela até o saco.

— AHHHHH! CARALHO! CARALHO! CARALHO! CARALHO! CARALHO! CARALHO! — a Brenda gritou, o cuzinho apertando em volta de mim em ondas.

— Como você se sente, vadia? — perguntei.

— É incrí... hã, dói, Papai! Essa rola enorme e grossa no meu cuzinho apertado tá realmente me ensinando uma lição. Se você realmente comer meu cu forte, Papai... hã, merda sim, se você comer meu cu forte, me fazer gozar e gozar bem fundo em mim, vou aprender minha lição — a Brenda disse. — Pelo menos por agora — ela acrescentou, sumindo.

— Você vai ter, vadia — disse pra ela. Com isso, puxei o cabelo dela, forte, e tirei minha rola até a ponta. Então, enfiei nela.

— MERDA! — a Brenda gritou quando meus quadris encontraram os dela. Repeti o movimento, devagar, e quando meus quadris encontraram a bunda dela, a reverberação que causou, a ondulação de movimento na nádega balançando, me deixou louco. A comida anal tinha começado, e jurei fazer forte.

— HÃ... HÃ... HÃ... HÃ... HÃ... HÃ... HÃ... HÃ... HÃ... HÃ... HÃ...HÃ! — a Brenda gemeu, palavras falhando enquanto enfiava nela. A Brenda se inclinou pra cima enquanto socava nela. Alcançou pra trás e enterrou as mãos no meu cabelo. Inclinou-se teatralmente, a cabeça descansando no meu ombro, empurrando os peitos pelados tipo uma deusa. Peguei eles e apertei com raiva, cavando as mãos na maciez farta e macia.

— Você tá indo tão bem, Papai — ela sussurrou no meu ouvido. — Eu sei que você tá me comendo forte, Papai, mas você precisa comer meu cu ainda mais forte. O único jeito que eu gozo quando tô levando no cu é quando é realmente... BEM... FORTE! — a Brenda rosnou.

Acelerei as estocadas e olhei pra baixo pra bunda dela. A bunda perfeita e redonda, vermelha e inchada da palmada que tinha dado nela.

TAPÃO!

— AHHHHHHHHH! CARALHO! — a Brenda cuspiu.

Outra palmada era o que minha filha vadia precisava agora mesmo. Só a visão dela balançando, a tatuagem vadia na bunda, e a tatuagem na lombar me lembravam de novo que puta vadia minha filha era.

TAPÃO!

TAPÃO!

TAPÃO!

— UGGGGHHHHH! CARALHO! CARALHO! CARALHO! — a Brenda grunhiu. — Me diz, papai. Me diz como sou safada! — a Brenda implorou.

— Brenda, tem gosto de doce, deu pra todo mundo que conhecia. Brenda, ela é tão vadia, vai dar pro papai também. Brenda é tão piranha, vai tentar o pai casado. Brenda, ela é tão safada, Papai vai comer quando ela for má! — terminei, impressionado com meu próprio jorro de criatividade.

— CARALHOOOOOO! — a Brenda gritou — TÔ GOZANDOOOO PAPAAAAIII!

O cu dela apertou minha rola em ondas. E enquanto socava nela, minha rola um borrão entrando e saindo, o cu dela apertando foi suficiente pra finalmente me disparar.

— AHHHHHH! SUA VADIA! CARALHOOOO! — grunhi, meus quadris tipo um pilão, forçando ela pra baixo então ela ficou com a cabeça pra baixo, bunda pra cima, e eu tava debruçado sobre as costas dela. A bunda dela era forte o suficiente pra ficar levantada, encontrando minhas estocadas, impedindo elas de levar ela completamente pra cama.

— UGGGHHHHHHH! — grunhi, minha rola disparando tipo um canhão, mandando um jato quente de porra bem fundo no cu dela.

— AHH, TÔ SENTINDO PAPAI! SINTO SUA PORRA DENTRO DE MIM! VOCÊ ME PUNE TÃO BEM! — a Brenda guinchou.

Meu pau só continuou disparando, de novo e de novo, enchendo o cu dela com porra quente. Meu saco continuou torcendo e contraindo enquanto disparavam a porra direto pelo meu pau pro cu quente e apertado da minha filha.

— PAPAI! VOCÊ ME FEZ GOZAR PELO CU! — a Brenda gritou, a voz praticamente rouca de tanto gritar que tinha feito. De todos os orgasmos que tinha dado pra ela.

Meu pau tava bombeando o que parecia litros de porra pro cuzinho da minha filha. Não me importava que tava fisicamente exausto. Não me importava que tava morrendo de sede. Não me importava que era meio da noite. Tudo que importava era o cuzinho apertado da minha filha. Agora mesmo, nesse exato momento, o cuzinho da minha filha era o centro do meu mundo.

Finalmente, misericordiosamente, meu saco tava vazio. Caí pra trás, meu pau saindo do cuzinho da minha filha. Olhei pra minha filha ainda de quatro, o cuzinho antes apertado e bonito agora um buraco escancarado.

— Olha o que você fez comigo, Papai. Olha o que você fez com meu pobre cuzinho — a Brenda disse, tentando fechar o cuzinho, tentando recuperar o aperto anterior. — Obrigada — ela acrescentou animada.

— Bom, espero que você tenha aprendido sua lição — disse pra ela, recuperando meu fôlego.

— Não sei, Papai. Ainda me sinto tão vadia. Quando esse saco grande e cheio recarregar, você pode ter que me comer de novo e de novo pelo resto da noite, e realmente foder essa vadia pra fora de mim — a Brenda disse com um sorriso, pulando pra frente e me dando um beijinho na bochecha.

— Brenda, ainda vou fazer algo de você — respondi.

**

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Comentários

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O conto é muito gostoso,mas também muito contraditório, veja bem a garota é uma ninfomaníaca, que não pode ver um homem que se entrega facilmente.

Como uma criatura dessa pode ser apertada? E a Fernanda,apesar de estar a uns vinte anos com a mesma pessoa, não pode ser descartada assim facilmente,essa conversa de que ela não é tão gostosa quanto a filha dele,mas porra no final ela é só do esposo.

Já a vadiazinha é bem rodada, não compensa trocar ela pela esposa,pois como ela mesmo disse todo homem que ela vê,ela quer, ficar com uma esposa fiel,mas chata é melhor do que ficar com a filha,(como amante),mas vadia, vai ser manipulado se ficar com ela.

Vai se tornar escravo e cuckold, vendo a filha/amante ter um monte cara transando com ela a todo momento na frente do pai e ser humilhado constantemente.

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A próxima parte é o final! Quanto mais estrelas e comentários tiver, mais rápido eu publico o final! Obrigado por acompanharem até aqui!

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Poxa, poderia ter mais capítulos, mostrando as aventuras da filha vadia antes do pai,como ela se tornou vadia, como ela deu em cima dos amantes da mãe,as aventuras na escola e nas baladas.

O fascínio por caras mais velhos e o vício ninfomaníaco dela.

Na real,ela serve mais para ter um sugardad do que um pai tarado, pois não gosta de trabalhar e quer tudo fácil.

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Concordo plenamente, inclusive fazendo um gangbang na casa do pai e ele sendo obrigado a ver e tocar punheta, o leque de opções é enorme pra criatividade.

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