After Party #1 - Funcionária do mês

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 1038 palavras
Data: 11/02/2026 01:25:53

Olá, me chamo Marcelo (25 anos)! Morávamos no litoral e não fazia muito tempo que a minha namorada, Sol (19 anos), havia arrumado um emprego num comércio, funcionava como restaurante pela manhã e como barzinho à noite com música ao vivo. Estávamos passando em frente quando vimos o anúncio de “precisa-se de garçonete”. Ela que estava procurando por um emprego, não pensou duas vezes e entramos pra ver se virava alguma coisa.

Sol sempre chamou muito a atenção, tem 1,69 de altura, cabelo ruivo, curto e cacheado, olhos grandes e verdes, rosto lindo, seios médios quase grandes, coxas grossas e uma raba avantajada, grande e gostosa. Gostava de usar roupas curtas e provocantes. Só faltava brilhar de tanto que prendia os olhares. Neste dia usava um shorts curto e uma blusinha de alcinha que destacava seus peitos principalmente por não usar sutiã. Sobre sua personalidade, é impetuosa e lasciva, viciada em sexo é completamente louca pro rola.

Logo de cara, ao entrar no estabelecimento, me deu um pouco de ciúme, pois notei que no ambiente só trabalhavam homens, e eles quando a viram perguntando sobre a vaga, trocaram olhares e sorrisos maliciosas, chegaram a cochichar comentários sujos e indecentes, embora não pudesse ouvir, já saquei que a viram como “carne fresca”, uma bife que caia na mesa de canibais.

Ela, não sei se não notou nada, ou simplesmente ignorou. Falou com o gerente e marcou a entrevista pro dia seguinte. Voltou então sozinha, no outro dia, na hora marcada. Seria entrevistada por Antunes, o gerente, carinha de uns 50 anos, meio calvo, barriga proeminente, olhar de tarado.

–Bem, o trabalho é simples - começou ele - você terá de servir as mesas e ajudar na organização geral no ambiente, ajudando com a limpeza, etc. Uma coisa importante, às vezes, fazemos serviços externos, montando e atendo com buffets em festas.

–Tudo bem, traquilo pra mim. - Disse ela.

–E eventualmente, vou pedir pra você uns….outros serviços.

–Que tipo de serviços?

–Nada demais. Logo você vai saber. - Concluiu devorando-a com os olhos. –Então, vai querer o trabalho?

–Sim, quero. - Respondeu resoluta.

Antunes então lhe apresentou a equipe:

Alex, um rapaz de 18 anos, branco, magrinho, discreto apesar de comunicativo. Isso não o impediu de secá-la desde o primeiro instante.

Jonas, negro, bonitão e desenrolado, uns 25 anos, na primeira chance que teve começou a jogar uns xavecos nela.

Douglas, branquelo e bombadinho, 24 anos, também bastante expansivo e saliente, logo colocou as asinhas de fora fazendo gracejos com a novata.

De modo que minha namorada é bastante comunicativa, pegaram certa amizade rápido e logo as brincadeiras e flertes do começo, foram se tornando mais “invasivos”.

Uma brincadeira, que nada mais era que uma artimanha de Jonas e Douglas, que se tornou rotina, pois gerava muitas risadas e diversão, foi a frequente ideia de apostar. Apostavam por qualquer coisa valendo qualquer coisa, começou com coisas bobas, mas foi evoluindo. A brincadeira era muito conveniente para eles, pois mexia com uma parte sensível da minha namorada: o orgulho. Ela não gostava de perder.

Certa vez, apostaram algo que se ela perdesse, teria de ir trabalhar de vestido e sem calcinha. Confiante que venceria, aceitou a aposta, mas perdeu. Orgulhosa, foi no dia seguinte de vestido, e tirou a calcinha na frente deles, mas de um ângulo que não puderam ver nada, gerando uma tensão sexual enorme.

Nesse mesmo dia, no seu horário de intervalo, que fazia junto de Jonas, foram para o fundo do restaurante, ele resolveu fazer mais uma de suas apostas. Ela, sem pensar, topou… e perdeu.

–Ok, você ganhou. O que tava valendo dessa vez?

–Ah, agora eu vou querer um boquete seu, só uma chupetinha.

Encarando ele com um olhar sério e sensual, sem responder nada. Abaixou, abriu a calça dele, e começou a chupar sem deixar de encarar. Começou bem devagar, olho no olho, ele rapidamente foi tomado pela excitação, ela engoliu aquela espada com certa facilidade, mesmo sendo um pau grosso, ela abocanhou inteiro, até chegar na garganta. Jonas ficou doido, poucos minutos de gulosa e ele gozou. Ela engoliu tudo.

–Caralho, como você chupa gostoso, vadia!

Ela só riu afetando certo desprezo e acendeu um cigarro.

Ainda nesse mesmo dia, mais para noite, fui ao bar, pois como sou músico, também acabei indo tocar lá com uma banda que acompanho. Enquanto tocava, minha namorada estava atrás do balcão atendendo e ajeitando algumas coisas. O balcão ficava de frente, porém, longe do palco, já que o espaço do bar era bem grande. Junto dela, estava Douglas, o bombadinho. Ele conversava com ela o tempo todo medindo seu corpo com os olhos e aos poucos foi se aproximando. Sabia que ela ainda estava sem calcinha. Foi se achegando e lançou o seguinte papo:

–Você já reparou no jeito como o chefe olha pra você?

–Não. Que que tem?

–Acho que ele tá louco pra te comer.

–Se liga, nada a ver.

–Então, você duvida? - Disse pegando a cintura dela. - Tenho um segredo pra te contar.

–Ah, é? Qual? - Respondeu ela rindo.

–Uma vez flagrei ele te olhando se trocar no banheiro.

–Flagrou ele ou era você que estava me olhando? - Disse desafiadora.

–E se fosse eu? - Falou deslizando a mão pra raba dela.

–Ah, não. Você não tem coragem pra essas coisas. - Provocou.

–Você acha que não?

Nesse momento, Douglas colocou a mão por baixo da saia de Sol, e começou a acariciar a sua bucetinha. Ela fingia arrumar as louças no balcão pra disfarçar. Ele então começou a dedá-la, notou que ela já estava bastante molhada.

–Tá louca pra dar pra mim, né, cachorra?

–Quem disse? - Respondeu já sem conseguir disfarçar a cara de tesão.

–Sua buceta não mente.

–Nada a ver. - Retrucou de olhos fechados, boca aberta e respiração pesada.

Eu assistia tudo do palco, tomado por ciúme e tesão. Sol se contorcia e tremia conforme os dedos de Douglas invadiam seu corpo. Foram alguns minutos de dedadas até que ela gozasse estremecendo nas mãos dele.

–Gostou putinha?

–Uma delicia.

–A gente tem que terminar essa brincadeira direito depois, um dia que o seu namorado não estiver ai.

–Vou pensar no seu caso. - Falou com seu sorriso malicioso de sempre.

Esse trabalho ainda renderia muitas putarias…

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