— Isso não é culpa da mamãe! Isso não é minha culpa! Isso é sua culpa! — a Brenda respondeu. — Você é quem tornou isso sexual, Papai! Eu era só uma garota jovem e inocente procurando um lugar pra ficar. Você é quem tinha olhos pra própria filha!
— Ah, para com essa merda, Brenda! Você tem desfilado nessas roupas apertadas, flertando na minha frente, me mostrando seu corpo! — respondi.
— Então você olhou — a Brenda disse com um sorriso.
— Você é uma garota linda, Brenda. Mas nunca olhei pra você como nada além de uma filha — disse a ela.
— Continua se dizendo isso, Papai, se isso te faz se sentir melhor. Continua se dizendo que você não é um papai safado que quer comer a filhinha querida! Continua me dizendo que você não tá sonhando em apertar meus peitões! Continua se dizendo que você não quer saber como uma buceta adolescente apertada parece! Continua se dizendo que você não quer me mostrar o quanto você é "Papai" na cama! — a Brenda respondeu.
— CHEGA! Brenda, isso não vai acontecer. Não pode acontecer. Você precisa ir embora agora! — eu disse.
— Papai, tudo isso é sua culpa. Sua esposa foi embora. Sua filha tá tentando te dar. Tudo isso é por sua causa. Você achou que podia ser um bom marido e um papai safado. Mas não pode ter os dois. Você tem que aceitar o fato de que eu sou sua responsabilidade. Sua esposa não é. Você é quem me criou. Só herdei sua safadeza. Sua natureza sexual sombria. Seus fetiches distorcidos. Você sempre quis uma filha pra comer, não quis? Só acontece que eu sempre estive procurando por um "Papai".
— Brenda, por favor, vai embora — implorei.
— Mas Papai, não quer ver minha última tatuagem? — ela perguntou.
— Você viu minha tatuagem nas costas, e viu a da minha bunda. Mas tenho mais uma que você realmente precisa ver — a Brenda disse, andando até mim, colocando as mãos nos meus ombros, colocando os peitos a centímetros do meu rosto. Meus olhos foram atraídos pro decote cavernoso. Não pude deixar de olhar.
— Você quer ver minha tatuagem, Papai? — a Brenda perguntou, mas mal ouvi ela. Não conseguia arrancar meus olhos dos peitos dela, e do jeito que balançavam enquanto ela falava. — Se você quiser ver, vou ter que te mostrar minha buceta. Tá tudo bem, Papai?
Eu tava hipnotizado demais pelo peito da minha filha pra responder, e ela aceitou isso como minha resposta. Abaixo do meu campo de visão, minha filha se abaixou e descascou o fio-dental da buceta molhada, deixando cair no chão. Finalmente, ela agarrou minha testa e empurrou pra cima pra eu estar olhando pro rosto dela.
— Olha, Papai — ela disse, apontando pra baixo. Olhei pra baixo enquanto ela ficava ereta. E lá, a menos de trinta centímetros do meu rosto, tava a buceta nua da minha filha.
E era completamente lisa. Nem um fio de cabelo. Só uma bucetinha fofa, minúscula, inchada e feminina. E perto dela, a um centímetro da buceta, tava a tatuagem. Era uma tatuagem pequena de um pirulito. Um pirulito vermelho brilhante, pingando de umidade. Pingando de saliva, como se a pessoa lambendo tivesse que colocar a língua inteira nele, saboreando o gosto. Lambi os lábios.
— Você gosta? — a Brenda perguntou, arranhando meu couro cabeludo com as unhas enquanto eu encarava a vagina dela. O cheiro dela atingiu minhas narinas. Cheirava muito bem pra caralho. O cheiro parecia familiar, mas não conseguia identificar.
— O quê? A tatuagem? — perguntei.
— Claro, bobinho! — a Brenda riu nervosamente.
— Hã, é, é, hã, legal — rosnei.
— Você acha sexy? — a Brenda perguntou.
— Muito — murmurei, hipnotizado pela tatuagem na pele lisa da minha filha, sem saber o que tava dizendo.
— A tatuagem? — a Brenda perguntou.
— Hã, é — gaguejei.
— Meu apelido era Candy no colégio. Os garotos sempre diziam: "Brenda tem gosto de doce" — a Brenda começou. Ficamos só ali sentados, juntos, eu encarando a buceta da minha filha. Era disso que a buceta dela cheirava. Cheirava a doce.
— Você não ia mentir mais pra mim, ia Papai? — a Brenda arrulhou, arranhando meu couro cabeludo do jeitinho certo pra me fazer tremer. A visão da buceta nua dela era tipo um soro da verdade pra mim. Meu cérebro não tinha força pra mentir enquanto encarava a vagina perfeita dela. Absorver a buceta dela consumiu todos os meus sentidos. Levou uma surra pesada pra fazer ela dizer a verdade. Só levou a visão da buceta nua dela pra fazer o mesmo comigo.
— Você me ama, não ama Papai? — ela perguntou.
— Sim — eu disse.
— Você ama cada parte de mim, né? — ela perguntou.
— Sim.
— Você ama meu corpo?
— Sim.
— Você ama meu rosto bonito?
— Sim.
— Você ama minha bunda?
— Sim.
— Você amou bater nela?
— Sim.
— Você amou que eu te dei uma desculpa pra tocar nela, não amou?
— Sim.
— Você ama minha buceta?
— Sim.
— Você acha ela bonita?
— Sim.
— Você ama meus peitões?
— Sim.
— Você tem ficado encarando eles muito, não tem?
— Sim.
— Você ama quando eu uso roupas vulgares, não ama?
— Sim.
— Você ama quando tem a chance de encarar meu decote, não ama?
— Sim.
— Mesmo eu sendo sua filha, você adoraria me ver pelada, não adoraria?
— Sim.
— Você quis me comer desde que me conheceu, não quis?
— Sim.
— Você fantasia sobre me comer, não fantasia?
— Sim.
— Você ficou com ciúmes quando o Rui tava me comendo, não ficou?
— Sim.
— Você queria ser você, não queria?
— Sim.
— Você queria ser você na minha cama aquela noite, me comendo até não aguentar, quebrando a cama com sua filha?
— Sim.
— Você quer me escolher ao invés da Fernanda, não quer?
— Sim.
— Só continua encarando minha buceta, Papai. É tão gostosa pra caralho, não é?
— Sim.
— Quer provar? — ela perguntou suavemente.
— A tatuagem? — perguntei, ainda num transe.
— Não — a Brenda disse. — Isso... — ela disse, puxando meu rosto pra frente, enterrando meu rosto na buceta dela.
Como acabei nessa posição? Como acabei enterrado de boca na buceta da minha filha? Como acabei de boca na bucetinha inchada e feminina da minha filha? Como acabei com meu nariz pressionado no clitóris da minha filha? Como acabei tendo meu rosto coberto com os líquidos dela?
O gosto dela nos meus lábios me acordou do devaneio. Ela me hipnotizou com a visão da buceta dela. Era tão cru. Tão safado. E aquelas perguntas. Tinha respondido sem pensar. Tinha concordado com todas as coisas safadas que ela disse. Era a verdade? Lá no fundo, havia alguma parte de mim que queria minha filha de forma sexual? Sem pensar, tinha dito sim. Num nível físico bruto ela era absolutamente linda. Um rosto bonito, combinando a juventude com uma certa sensualidade que você sabia que ela tava disposta a algumas atividades bem adultas. O corpo dela era espetacular, com peitos enormes, redondos e empinados, bronzeado perfeito, pernas firmes e sexy, e uma barriga bem em forma. Ela era jovem, cheia de energia. Era tudo que você podia pedir sexualmente.
Mas ela era minha filha. Tudo que tinha aprendido na vida me dizia pra não ir por esse caminho. Família era proibida sexualmente. Você via essas histórias o tempo todo com abusos acontecendo, com um pai cruzando aquela linha. Essas pessoas eram a escória da sociedade. Sempre pensei que era um cara bom, tão acima daquele nível, tão acima daqueles lixos, nem compreendendo esse tipo de coisa. Mas minha filha tinha me colocado nessa posição. Eu não era o agressor. Ela era. Eu não queria isso. Ela queria. Eu sabia melhor. Então parecia diferente daquelas histórias no jornal. Eu não era um pai pervertido se aproveitando da filha adolescente. Minha filha adolescente tava se aproveitando de mim. Eu não era quem tava cruzando aquela linha. Ela tava. Então não era o velho tarado. Ela era tão vadia que queria o pai comendo ela. Eu não era o culpado. Ela era.
Tava livre da minha culpa. Minha filha era uma vadiazinha determinada. Ela não pararia a custo algum. Não pararia até cruzarmos aquela linha, juntos. Ela tinha me empurrado até esse ponto onde eu tava de boca enfiada na bucetinha rosa e bonita dela. Se eu instigasse isso, seria o velho safado. Mas, se ela controlasse a situação, seria absolvido de qualquer culpa. Cairia nela. Eu não era o instigador. Ela era. Se eu deixasse ela instigar isso, poderia continuar me considerando um cara bom. Era o único jeito de ter alguma paz de espírito dessa situação. Era como ela tinha dito:
Era muito mais fácil simplesmente fazer o que ela queria.
— Me lambe, Papai — a Brenda implorou. Sem hesitar, minha língua pulou pra frente e cavou fundo na buceta apertada e molhada da minha filha.
— AI, CARALHO! — a Brenda gemeu. Tinha sido transformado. Não era mais Marcelo Oliveira, marido e pai devotado. A natureza vadia e o corpo gostoso da minha filha tinham mudado isso. Agora, nesse momento, eu era só uma coisa:
O papai submisso da Brenda.
Coloquei minhas mãos nas coxas da Brenda pra poder cavar minha língua mais fundo nela. Cavei na buceta apertadíssima dela, os líquidos abundantes dela derramando na minha boca. Ocasionalmente removia minha língua de dentro dela e passava pra cima e pra baixo nos lábios inchados. Ou aproveitava a oportunidade pra envolver meus lábios em volta do clitóris duro e sugar.
— AI, CARALHO, PAPAI, continua sugando esse clitóris! Passa a língua nele! CARALHOOOO! — a Brenda gritou enquanto eu obedecia. Tinha o clitóris da minha filha na boca, afundando as bochechas em volta dele, passando a língua contra ele. Ela me segurou com força contra a buceta enquanto girava e caía de costas na cama. Segui ela, mantendo minha boca firmemente grudada na buceta dela. Ela abriu as pernas enquanto eu rastejava mais perto dela. Agora tinha um ângulo muito melhor pra realmente cavar mais fundo na buceta apertada dela com minha boca.
— Ah, isso mesmo, Papai! Continua chupando a buceta da sua filha! — a Brenda ofegou.
Me maravilhei com o que a buceta dela parecia na minha boca. Tava encharcada. Era de uma cor rosa brilhante. Era maravilhosamente apertada. Era tão bom passar minha língua pelas paredes internas da buceta dela, coletando os líquidos. Os líquidos deliciosos. E era engraçado. Enquanto lambia a buceta dela, passava minha língua pelas paredes internas da buceta dela e engolia os líquidos, percebi que ela de fato tinha um gosto super doce, super saboroso... como doce.
Tava com o queixo enfiado na buceta dela enquanto cavava o mais fundo que conseguia na buceta. Engolia os líquidos dela como se ela fosse uma torneira. Só continuava vindo. Finalmente, senti as coxas dela tremerem em volta das minhas orelhas.
— Ai, merda, Papai! Ai, tô tão perto! Tão perto! Tão perto! Tão perto! TÃO PERTO PORRA, AI CARALHO, TÔ GOZANDO! — a Brenda guinchou, enrolando as coxas em volta da minha cabeça, me mantendo no lugar, mantendo minha boca selada em volta da buceta molhada. De repente uma rajada dos líquidos dela encheu minha boca enquanto a Brenda grunhia de prazer. Engoli os líquidos abundantes da minha filha, mas só continuavam vindo! Minha filha só continuava esguichando na minha boca, de novo e de novo, enquanto os gritos dela enchiam a casa. Senti como se meu crânio fosse rachar com a pressão que as coxas dela tavam colocando em mim, mas finalmente, relaxaram e consegui me libertar. Olhei pra baixo pra minha filha ofegante, a buceta encharcada em exposição pra mim. O pai dela. Olhei pra cima passando pelos peitos montanhosos pro rosto satisfeito. Ela ficou deitada por um tempo, se recuperando, mas antes que pudesse ter segundos pensamentos, ela sentou. Olhou pra mim tipo uma tigresa, pronta pra atacar. E atacou.
A Brenda pulou nos meus braços e quando caímos de volta na cama, os lábios da Brenda encontraram os meus. A língua dela mergulhou fundo na minha boca enquanto eu deitava de costas, minha filha em cima de mim, se forçando em mim. Ela forçou a língua fundo na minha boca, me fazendo aceitar. A língua dela tava em todo lugar na minha boca, esmagando contra minha língua, coletando os sabores da buceta dela da minha boca pra dela. E eu só deitei e aceitei, como um bom papai deveria. Nossas bochechas afundaram enquanto nosso beijo de língua se aprofundava, sugando as bocas um do outro, profundamente.
Minha filha tava em cima de mim, usando só sutiã, a virilha esfregando contra a minha. Ela se enfiava em mim, e eu podia sentir a umidade dela encharcando pela minha calça. Ela esfregava contra mim forte, como se desesperada pra sentir meu pau grande.
Finalmente, ela puxou a boca da minha, seguida pela língua estendida. Desceu pro chão, agarrou meus joelhos e me puxou pra beirada da cama.
— Tô esperando há muito tempo por isso, Papai. E sei que você também — a Brenda disse, desfazendo o fecho da minha calça e abrindo o zíper. Ela começou a puxar minha calça pra baixo, e pra ajudar essa jornada, enfiou a mão na minha calça e agarrou meu pau duro na mãozinha dela, guiando ele pra fora, impedindo ele de desacelerar a jornada da minha calça pro chão. Pela primeira vez, a mão da minha filha tava envolta no meu pau latejante. Ela guiou ele pra fora da calça e pro ar aberto enquanto minha calça caía pelos tornozelos pro chão.
— Caralho, Papai! — a Brenda exclamou, estudando meu pau. — É tão grande pra caralho! É maior do que sonhei que seria — a Brenda disse suavemente, os olhos se cruzando enquanto olhava pro meu pau, enquanto começava a mexer meu pau duro na mão macia dela, estudando cada canto e fenda dele.
— Papai, simplesmente amo seu pau! É tão perfeito pra caralho — a Brenda disse, me masturbando com a mão macia. Ela segurou ele reto pra cima e desceu e agarrou minhas bolas na mão macia, apertando meu saco suavemente e amorosamente. — MEU DEUS, PAPAI! Você é tão macho pra caralho! Seu pau é tão gostoso na minha mão. Podia brincar com ele todo dia! Por favor, me deixa brincar com ele todo dia! — a Brenda implorou, mas não consegui responder.
— Dá pra saber muito sobre um homem pelo pau dele. Sabia disso, Papai? — a Brenda disse. — Todas as marquinhas e linhas. Esse pau teve muito uso, dá pra ver. Você meteu muito com essa coisa. Infelizmente, essa buceta pertence à Fernanda. Uma rola assim grossa, carnuda, é realmente feita pra buceta jovem e apertada. Buceta adolescente. Não buceta velha e empoeirada de coroa. Não é feita pra cutucar dentro do buraco gigante e gasto que a Fernanda tem. Essa rola é feita pra estiiiiiicaaaaaaar... — ela começou, arrastando a palavra — a buceta apertada de uma garota jovem. Pra realmente alargar ela e dar o prazer que ela precisa. O que é simplesmente perfeito, porque minha bucetinha apertada é feita pra ser esticada por uma rola grande de paizão! E minha boca... — ela disse, apontando pra boca com um dedo enquanto sorria fofa — Minha boca, e minha gargantinha, também foram feitas pra serem preenchidas com uma rola gigante e monstruosa! Hmmm, onde será que posso conseguir uma dessas? — ela perguntou com uma risadinha, apontando meu pau pro rosto dela. A mão macia da minha filha segurando meu pau tava fazendo minha rola latejar. Tenho certeza que ela podia sentir pulsando.
A Brenda olhou pra cima pra mim com aqueles olhos expressivos dela, meu pau a centímetros dos lábios carnudos. A respiração escapou da boca dela e atingiu a cabeça da minha rola, o ar frio me fazendo tremer de prazer.
— Você quer que eu te chupe, Papai? — a Brenda perguntou. — Eu sei que é errado, mas... eu quero muito fazer isso. Vou fazer totalmente se você quiser.
— Não, eu não quero — eu disse, oferecendo alguma resistência, não querendo ir junto com isso conscientemente mas sabendo que provavelmente aconteceria de qualquer jeito.
— Não quer? — a Brenda perguntou com um sorriso. — Mas... você tá acenando sua rola na minha frente. Sua própria filha! Acho que você quer mais do que qualquer coisa no mundo inteiro. Mas não quer admitir. Você quer ser um bom papai. Não quer admitir que quer a boca da sua filha em volta do seu cacete. Não quer admitir que quer jorrar toda aquela porra nojenta dessas bolas cheias pela minha garganta apertada. Não quer admitir que quer sua filha de joelhos na sua frente, todo dia, te mamando pelas costas da sua esposa. Não quer admitir que tudo que consegue pensar é em encher minha boca com sua gala e passar o resto do dia sabendo que a barriga da sua filha tá cheia da sua porra. Mas tá tudo bem. Vou te dar o que você realmente quer, Papai. Vou realizar seus sonhos.
Com isso, a Brenda abriu a boca e desceu pra frente, minha rola entrando na boquinha da minha filha pela primeira vez. A primeira coisa que senti foi o calor da respiração dela na cabeça do meu pau. Então senti a saliva quente dela escorrendo pelo meu caralho. Então, finalmente, senti os lábios macios dela envolvendo minha rola e as bochechas quentes e molhadas contra os lados do meu pau enquanto ela começava a chupar de verdade.
— Ahhhh! — gemi. Minha filha começou a engolir fundo no meu pau. Agarrei o cabelo dela na minha mão e segurei atrás da cabeça dela pra poder ver o rostinho lindo enquanto ela me chupava. Ela olhou direto nos meus olhos, na minha alma, enquanto os lábios carnudos e a boca molhada subiam e desciam na minha rola dura.
— MERDA! — eu disse enquanto senti a língua da Brenda enrolar no meu pau, lambuzando cada pedaço com a cuspe dela. Então, ela desceu mais fundo e senti meu cacete invadir a garganta apertada da minha filha.
— Oohhhhh, caralhoooo! — gemi, nunca tendo levado um boquete tão bom. Minha rola tava completamente encharcada com a baba da Brenda. Tava escorrendo da boca dela, pingando pelo meu pau, a sensação quase indescritível. Isso facilitou o desejo dela de enfiar o máximo possível na boquinha. Olhei pra baixo pra ela, e a boca dela só parecia superlotada. Cheia até a borda. Essa garota era uma mamadora de rola fantasticamente talentosa se conseguia engolir tanto assim. Ela só continuava descendo mais, e mais, chegando mais perto do saco, quase engolindo toda minha piroca grossa na boca. Finalmente, com um impulso heroico, ela desceu até a base, engolindo inteiro. 25 centímetros de rola grossa enfiados na gargantinha dela. Eu tava tão orgulhoso.
Ela só ficou ali, olhando pra cima pra mim, a língua ainda girando, mostrando que era especialista nisso. Finalmente, com um engasgo pequeno, ela puxou pra trás, desesperada por ar. Meu pau saiu da boca molhada da minha filha, literalmente ensopado de saliva. A baba dela pingava no chão, e vários fios de cuspe conectavam minha rola à boca dela.
— Desculpa por chupar tão babado, Papai — a Brenda disse. — E desculpa por ter deixado esse saco grande tão sequinho — ela acrescentou, se abaixando e grudando a boca nas minhas bolas inchadas.
— Ohhhhh, merda! — sussurrei enquanto sentia a língua macia da minha filha lambendo minhas bolas. Olhei pra baixo pra minha filha, e a imagem da minha rola dura em cima do rosto da minha filha enquanto ela chupava minhas bolas, a saliva dela e meu melzinho pingando no rosto dela... aquela imagem seria queimada no meu cérebro pra sempre.
A língua dela era gentil, massageando meu saco suavemente mas com firmeza, lambuzando tudo com cuspe até ficar tão molhado quanto o resto. Ela soltou minhas bolas com um estalo. Sentou de volta nas pernas fofa, olhando pra cima pra mim, empurrando o peito pra fora.
— Você quer ver meus peitos, Papai? — a Brenda disse. Olhei pra baixo pro decote dela, tão macio, tão redondo, tão apertável. — Eu sei que você ama eles, Papai. Eu fico mostrando o tempo todo. Ninguém te culparia por ser obcecado. Qualquer pai que tem uma filha vadia com peitos tão grandes quanto os meus merece pelo menos ver eles uma vez, né Papai? — acenei com a lógica estranha dela, nesse ponto louco pra ver os peitos pelados da minha filha. Ela sorriu presunçosa enquanto alcançava atrás das costas e soltava o fecho. O sutiã tava claramente esticado no limite, porque assim que soltou, saltou pra frente, os peitos morrendo pra serem libertados. Ela deixou o sutiã cair pelos braços pro chão e então sentou ereta. E assim, lá estavam.
Enormes pra caralho. Os peitos da minha filha eram gigantescos. Os maiores que já tinha visto na vida. Só saltavam do corpo magro dela, duas massas enormes e redondas de carne suculenta. Eram tão grandes que o decote se formava sozinho. O jeito que os peitos dela se apertavam um no outro de leve era de tirar o fôlego. Os bicos dela, caralho, os bicos eram perfeitos. Duros feito pedra, a aréola em volta lisa como seda. Ela não tinha marca de biquíni, mostrando que minha filha bronzeava pelada, sem vergonha nenhuma de mostrar o corpo. Ficavam bem altos no peito, quase sem cair. Eram perfeitamente redondos, fazendo você querer apertar até cansar. Apertar pra provar que eram reais e não ilusão. Apertar pra profanar a perfeição deles de algum jeito.
— Sutiã tamanho F, Papai. Parece que dotação é de família — a Brenda riu, olhando pro meu pau e então de volta pra mim, garantindo que eu entendesse a referência. Ela começou a se inclinar mais perto. — Acho que deveria te agradecer por eles. São tão grandes e macios. Os garotos piram! Eu piro! Então qual melhor jeito de uma filha agradecer o pai pelos peitões do que fazendo uma espanhola bem gostosa? Você ia gostar disso, Papai? — a Brenda perguntou, se inclinando pra frente, não esperando resposta tipo mimada, arrastando os peitos pra pressionarem na minha rola. Os peitos dela incharam conforme pressionavam. Senti os bicos dela roçando em mim. Ela balançou os peitos sobre meu pau, engolindo ele na maciez. Minha rola não tinha pra onde ir quando sufocada assim, então deslizou naturalmente pro meio dos peitões da minha filha.
— Pronto — ela ronronou baixinho. Alcançou e agarrou os próprios peitos, beliscando os bicos. Então, me encarando, apertou os peitos juntos.
— Ohhhhhhhh. Porra! — eu disse, sentindo os peitos incrivelmente macios da minha filha envolvendo meu cacete grosso. Só a sensação de estar sufocado por aquela maciez me deixou tonto. Caí de costas na cama enquanto minha filha trabalhava duro, esfregando os peitões pra cima e pra baixo.
— Isso é bom, Papai? Você gosta? Você precisa? Se você precisar me punir fazendo eu fazer isso todo dia, vou entender — a Brenda ofereceu. Me senti como se tivesse me afogando no prazer, e se visse a visão dos peitões massivos da minha filha em volta do meu pau, perderia totalmente. Então deitei de costas, fechei os olhos e deixei minha filha fazer o trabalho dela.
Não sei quanto tempo passou enquanto eu deitava na cama da minha filha enquanto ela massageava minha rola com os peitões gigantes. O decote dela ficou escorregadio conforme isso continuava, tanto do suor dela quanto do líquido vazando de mim. O quarto tava quieto. O único som era o barulho molhado dos peitos dela batendo. A pressão no meu saco tava crescendo, mas era como se a Brenda soubesse, então mantinha o ritmo perfeito pra não me fazer gozar ainda. Era como se a gente tivesse uma conexão. Só deitei ali, sendo fodido pelos peitos até a submissão. Foi só quando senti meu pau sair de lá que finalmente voltei à realidade. Abri os olhos quando senti a cama balançar. Olhei pra cima pra ver o rosto sorridente da minha filha acima de mim.
— Brenda, não podemos... — comecei.
— Papai, eu sei. Eu sei que você não pode me foder. Mesmo que lá no fundo você queira demais. Você quer sentir a xaninha apertada da sua filha esticando em volta dessa rola grossa. Você só quer me jogar na cama e me comer com tudo. Mas você sabe que não deveria. Pais não deveriam comer as filhas. Mas... a maioria das filhas não são tão gostosas quanto eu. A maioria das filhas não têm o corpão que eu tenho. A maioria das filhas não têm os peitões que eu tenho. A maioria das filhas não precisam tanto quanto eu. Então tá tudo bem você querer me comer. Tá tudo bem você querer passar as mãos pelo meu corpo inteiro. Tá tudo bem você querer fazer putaria comigo — a Brenda disse, passando as mãos pela minha camisa, arrancando e jogando no chão.
— Brenda, não posso cruzar essa linha — implorei.
— Eu sei. Mas acho que tá tudo bem se você quiser brincar com meus peitos. Qual o problema? Não é transar. É só curtição. Você não vai se perdoar se não pegar nos meus peitos pelo menos uma vez. Já chupei sua rola, e você já chupou minha buceta. E isso é bem pior que brincar com peito. Né? — a Brenda disse, os peitos macios dela pendurados sobre meu rosto, os bicos implorando pela minha boca. Havia lógica nisso. Eu já tinha comido a buceta da minha própria filha e feito ela gozar. Pegar nos peitos dela não era tão grave quanto isso, né? Foi isso que disse a mim mesmo quando levantei as mãos e agarrei os peitões da minha filha.
Surreal. Eu tinha mãos grandes, mas essas coisas da minha filha transbordavam das minhas palmas. Os peitos da Brenda eram coisa de outro mundo. Tão firmes e carnudos e empinados. Eram peitos premium, primeira linha. Infelizmente, estavam no corpo da minha filha adolescente. A pele era macia como seda, e era tão bom apertar e sentir a carne se moldando nos meus dedos ásperos e calejados. E os bicos duros roçavam nas minhas palmas de um jeito incrível.
Não conseguia parar de apertar. Amassava eles como se tivessem cheios de leite e eu tivesse tentando tirar tudo. Deixei os bicos expostos enquanto apertava os peitos com força. Levei os dedos pros mamilos e belisquei, fazendo a Brenda gemer.
— Você pode chupar eles se quiser, Papai. Por favor! — a Brenda implorou. Antes que ela terminasse, pulei pra cima e grudei minha boca no bico duro dela. — CARALHO! — a Brenda gemeu em resposta. Minha boca tava escancarada, tentando enfiar o máximo possível do mamilo da minha filha. Tinha a aréola inteira, o bico e um pouco da carne em volta na boca, chupando com força. Passei a língua em volta do mamilo, lambendo de leve.
— Você fica tão gostoso com meu bico na boca, Papai — a Brenda elogiou, tentando enfiar mais peito na minha boca. Isso durou alguns minutos, eu lambuzando o bico dela de saliva. Troquei de bico, dando o mesmo tratamento pro outro. Ela eventualmente puxou o mamilo da minha boca com um estalo, agarrou minha cabeça com as duas mãos e esfregou os peitos no meu rosto, me afogando em maciez. Só fiquei deitado ali sentindo os bicos da minha filha roçando no meu rosto enquanto sentia os peitões se moldando na minha cara.
— Aceita, Papai. Só aceita — a Brenda sussurrou. Tirou uma mão da minha cabeça enquanto ainda mantinha meu rosto sufocado. Desceu a mão e começou a punhetar minha rola, apontando ela pra cima. Começou a bater ela do lado de fora da buceta molhada dela.
— Mmmphh? — comecei a questionar. Ela sabia que eu não podia comer ela. Ela sabia, então o que tava fazendo?
Teve uma longa pausa enquanto a Brenda aproximou a boca da minha orelha, respirando nela roucamente. Senti ela respirar na minha orelha enquanto continuava batendo a cabeça do meu pau na buceta dela, respingando os líquidos nas nossas virilhas. Então ela começou a falar.
— Tá tudo bem, Papai. Não se preocupa, você não vai me comer — a Brenda sussurrou. Permitiu uma pausa dramática antes de acrescentar:
— Eu vou te comer.
— MMMPPPHHH! — eu disse, tentando escapar, mas a Brenda foi rápida demais posicionando minha rola embaixo da xana e começando a sentar nela. Felizmente, já que a buceta dela era tão pequena e apertada, não permitiu a entrada da minha rola grande.
— UMMPPPHHHH! — eu disse, tentando parar o inevitável, tentando parar a trepada entre mim e minha filha. Levei minhas mãos pros quadris dela esperando empurrar ela pra longe. Deveria ter conseguido empurrar ela. Mas os peitões macios e carnudos sufocando meu rosto tiraram muita da minha força, e assim que a cabeça do meu pau entrou na buceta da Brenda, a luta foi completamente tirada de mim. Assim que a buceta da minha filha envolveu a ponta da minha rola no calor apertado, minhas mãos saíram dos quadris da minha filha e foram pra bunda dela, em submissão.
O estrago tava feito. Parte da minha rola tava dentro da minha filha. Não tinha volta. Eu era um pai que tinha colocado o pau na buceta da filha. Tinha cruzado aquela linha. Era um daqueles caras agora.
E imaginei que já que tinha cruzado aquela linha, e sabia que a Brenda não ia ficar satisfeita só com a pontinha, podia muito bem curtir. Foi por isso que tava apertando a bunda gostosa da minha filha com as duas palmas. Foi por isso que tava ajudando ela a forçar pra baixo, tentando enfiar o máximo possível da minha rola dentro dela.
A Brenda mexeu e rebolou, dançou e girou, tentando enfiar meu pau fundo nela. Olhei pra baixo e vi a buceta da minha filha esticada no máximo pra aceitar minha rola. Senti a cabeça da minha rola esfregando nas paredes internas da buceta dela. Os líquidos dela tavam cobrindo, ajudando na jornada. A buceta dela era tão quente! Tipo, literalmente quente, tipo fogo. Mas sem queimadura ou dor. Só incrivelmente quentinha. Quente. E molhada. E apertada. Tão apertada pra caralho! A xana dela apertou meu pau num prazer quentinho, e o prazer aumentou muito conforme minha filha conseguiu trabalhar minha rola cada vez mais fundo nela.
— Ai, Papai, você é tão GRANDE! — a Brenda gemeu, revirando os olhos de prazer, impressionada com o tamanho da minha rola. O rosto dela se contorceu um pouco de dor conforme conseguiu enfiar meu pau ainda mais fundo, alargando o buraquinho como nunca tinha sido antes. Ela continuou mexendo os quadris, enfiando minha rola. Finalmente, trabalhou o canal de tal forma que conseguiu enfiar todos os 25 centímetros grossos dentro dela, a bundinha descansando no meu saco.
— OHHHHHH, CARALHOOOO! — minha filha berrou no topo dos pulmões, fazendo as janelas tremerem. Ela balançou pra frente e pra trás de leve, as mãos no meu peito e as minhas nos quadris dela, apertando a xana em volta de mim. Senti os líquidos dela escorrendo pela minha rola, encharcando de novo. Antes que pudesse reagir, a Brenda caiu pra frente, os peitos pressionando no meu peito, nossos peitos suados e nus se esfregando. Ela colocou as mãos no meu cabelo e trouxe os lábios pra minha orelha.
— Nunca me deixa ir, Papai — a Brenda sussurrou, soando surpreendentemente genuína. Ela beijou minha orelha e começou a lamber meu pescoço. Minha rola ainda tava marinando nos sucos da buceta dela, e ela se mexeu levemente conforme se movia em cima de mim.
— Pega na minha bunda, Papai — a Brenda sussurrou. Minhas mãos voltaram pra bunda dela, e passei as mãos pela carne lisa, redonda e suada. Peguei duas mãos cheias de bunda e dei um aperto firme. — Passa os dedos na minha rachinha — a Brenda implorou. Obedeci, passando os dedos da mão direita fundo na rachinha da bunda da minha filha. Repeti esse movimento de novo e de novo, chegando até a deixar os dedos roçarem no cu da minha filha.
— Se você quiser meter uns dedos no meu cu, não vou te parar. Faz o que você queria fazer com a minha bunda aquela noite que pegou no restaurante — a Brenda sussurrou, beijando minha bochecha. Tirei minha mão da bunda da Brenda, levei até o rosto dela e apontei dois dedos direto pra boca. Ela abriu a boca e meteu meus dedos, chupando os dois dedos tipo uma rola, deixando meus dedos tão molhados quanto meu pau tava.
Minha mão voltou pra bunda dela, e meus dedos voltaram pra rachinha. Peguei os dois dedos molhados e pressionei as pontas bem no cu dela. Sem experiência com sexo anal, só coloquei os dedos contra o cuzinho dela e fiz pressão, tentando forçar dois dedos no cu da minha filha.
— Mmmmm! — a Brenda grunhiu ao sentir meus dedos contra o cu. Finalmente, o buraquinho abriu e deixou entrar e rapidamente meus dedos tavam enterrados dentro. Mexi os dedos e entrei e saí de leve.
— AI, PAPAI! VOCÊ É TÃO SAFADO! — ela gritou. Trouxe o rosto acima do meu e sorriu radiante.
— Papai — ela começou, me beijando nos lábios — adoro que a gente possa ser tão íntimos... — me beijando de novo — adoro sua casa... (beijo), adoro sua rola... (beijo), adoro essa cama... (beijo), te amo! — então me cobriu de beijos, me beijando por todos os lábios e rosto com os lábios carnudos. — E Papai, essa cama é tipo, tão massa. Tava imaginando... você quer estrear ela comigo? — ela perguntou, mordendo o lábio fofa.
Lá tava eu, debaixo da minha filha, os dois pelados, minha rola metida na buceta dela, dois dedos socando no cu. E não era só incesto. Tava traindo minha esposa! Meu amor. Minha alma gêmea! Tava traindo minha esposa com uma garota que conhecia há uns dois meses. Uma adolescente que apareceu na minha porta do nada. Uma garota que resgatamos de viver no carro. Era a garota com quem tava traindo minha esposa. Não era alguma amiga que conhecia há anos e compartilhava alguma tensão sexual não dita. Era alguma garota jovem que mal conhecia. Era a garota que me convenceu a trair minha esposa. Essa pirralha mimada. Mas era tarde demais pra parar o inevitável. O estrago tava feito. Porém não conseguia me forçar a pedir.
— Faz o que você quiser, filha — eu disse. Ela sorriu malvadamente, e finalmente, misericordiosamente, começou a levantar os quadris, minha rola saindo da xana quente e molhada, encharcada com os líquidos dela. Levantou até só a ponta ficar dentro. Então, num movimento suave, mexeu, arqueando as costas tipo gata, se empalando na minha rola de novo.
— AHHHH! — gemi em prazer intenso.
— CARALHOOOO! — a Brenda gritou. Segurei meus dedos fundo no cu dela no ritmo do movimento. Devagar, levantou de novo, repetindo o movimento, lentamente enlouquecedor, prolongando o prazer tipo uma deusa do sexo.
— Você é uma puta, não é? — perguntei enquanto ela continuava quicando devagar.
— Aham — a Brenda confirmou. — Quer saber, ai caralho, o que as outras garotas com inveja falavam de mim? Ai, porra, que grande!
— Me conta! — eu disse, contorcendo o rosto de prazer.
— Elas diziam: "Brenda, tem gosto de doce, deu pra todos os caras da escola. Brenda, ela é tão vagabunda, vai dar pro seu namorado também. Brenda, ela é tão piranha, vai dar pra qualquer cara que mexe. Brenda, ela é tão safada, provavelmente come mina também" — a Brenda recitou.
— Bem criativo, na verdade — eu disse, lutando contra o prazer que minha filha tava me dando.
— Né? Não sei por que achavam que era insulto. Adorei. Além disso, é tudo verdade — a Brenda disse.
— Quer dizer que você pega mulher? — perguntei, me maravilhando com as profundezas da depravação dela.
— Minas, caras, se me fazem gozar, pego todo mundo — a Brenda disse orgulhosamente.
— Como minha filha virou uma vadia dessas? — perguntei.
— Mesma razão que você é um garanhão, Papai. Nós dois somos tarados por sexo que querem foder o tempo todo. Tá nos genes. Não ajuda que a mamãe é tão piranha — a Brenda disse, a bunda descansando nas minhas coxas de novo.
— Vai, mais rápido. Por favor! — implorei, meus dedos ainda socando no cu dela.
— Você quer que eu vá mais rápido, Papai? Quer que eu te foda mais forte, Papai? Quer que eu sente mais forte nessa rola, Papai? Quer experimentar o que é foder com a Brenda Oliveira, Papai? Quer ir onde tantos outros já foram? Quer fazer o que todos aqueles moleques do colégio fizeram? Quer fazer as putarias que minhas amigas vadias fizeram comigo? Quer me comer como tantos homens mais velhos... tantos homens casados já comeram? Tá pronto pra foder sua própria filha, Papai? Consegue aguentar?! — a Brenda perguntou com raiva.
— Só me fode logo, porra! — eu disse com raiva, o prazer demais pra qualquer homem aguentar. Com isso, a Brenda colocou as duas mãos no meu peito e começou a quicar, cavalgando todo o comprimento da minha rola.
— CARALHO! — gritei, a sensação da bucetinha apertada ordenhando minha rola era incrível. Nunca tinha estado numa xana tão apertada. A buceta dela fazia coisas que não sabia que eram possíveis. E a sensação da bucetinha apertada da minha filha esticada no máximo em volta de mim era indescritível.
A bunda dela era um borrão enquanto quicava em mim, os líquidos literalmente pingando pela minha rola. Não conseguia manter os dedos no cuzinho apertado, então tirei e coloquei minhas mãos nos quadris. Mas assim que senti meus dedos afundarem na pele firme, a Brenda agarrou meu pulso, levou minha mão pro rosto, e meteu os dois dedos que tinham estado no cu dela na boca, chupando eles de novo tipo uma rola. Por alguma razão, isso fez eu meter nela mais forte.
— Você é uma piranha demais! — rosnei.
— Ai, Papai, desculpa por ser tão vadia. Desculpa por ter feito você me comer! Sou tão safadinha! — a Brenda disse, acrescentando um sorriso malvado enquanto quicava mais forte. Meus olhos foram atraídos pros peitos dela quicando, pingando suor, parecendo tão grandes... tão lisos... tão empinados... tão gostosos de apertar. Alcancei pra cima e coloquei minhas mãos nos peitões da minha filha de novo. Os peitos tavam quicando tanto, e tavam tão escorregadios de suor, que eram quase impossíveis de segurar firme, mas tentei. Sentir a carne lisa e escorregadia dos peitos da minha filha pulando dentro e fora dos meus dedos firmes era incrível. Os únicos pontos firmes eram os bicos duros feito diamante, então agarrei cada um entre dois dedos e segurei firme.
— AHHHH! ISSO É TÃO BOM! — a Brenda grunhiu enquanto eu beliscava os bicos mais forte. As unhas dela arranharam meu peito enquanto minhas mãos tavam no peito dela, apertando os peitos enquanto eu torcia os bicos. Ela só continuou quicando e quicando, claramente em ótima forma, me comendo como se tivesse correndo uma maratona.
— PAPAI! — a Brenda gritou, o quicar ficando insanamente rápido, a bundinha batendo nas minhas coxas numa velocidade absurda, provavelmente me machucando. — Você vai me fazer gozar! Você vai me fazer gozar! ESSA ROLA GRANDE E GROSSA DE PAIZÃO VAI ME FAZER GOZAR PORRA!
A buceta dela flexionou em ondas enquanto jatos do líquido dela respingavam contra minha rola e escapavam dos nossos órgãos unidos. Ela enterrou meu pau na xana e apertou em volta dele enquanto gozava, rebolando nos meus quadris.
— CARALHOOOO! — a Brenda grunhiu. Ela caiu pra frente, nossos peitos suados se encontrando de novo. Colocou as mãos em volta da minha cabeça. Os pulos dela diminuíram conforme o orgasmo ia passando. Ela sorriu, o rosto uma máscara de êxtase.
— Deveria ser sua esposa aqui, Papai. Sua esposa deveria ser quem você faz gozar. Essa é a rola que você prometeu pra ela, tipo, pra sempre. Você é tão bom papai. É tão fofo que você quebrou seus votos de casamento só pra ajudar sua filha a gozar. Um cara não me fez gozar há tipo, um mês! Um mês, Papai! Mesmo você sendo um homem casado, você percebeu que o grelo da sua filha tava tipo, duro pra caralho! E você tinha que fazer algo sobre isso. Mesmo você sendo casado. Mesmo você sendo um homão forte e eu uma garota nova. Mesmo você sendo meu papai. Você é bom o suficiente pra jogar tudo isso de lado, seu casamento chato pra caralho com sua esposa feia pra caralho, só pra ajudar sua filha adolescente a gozar. Você é tão fofo, Papai. Podia te beijar pra sempre, Papai! — a Brenda disse, cobrindo meu rosto com beijos molhados e carnudos.
— Você tá perto, Papai? — a Brenda sussurrou pra mim, a bunda subindo e descendo devagar, ainda comendo minha rola com a bucetinha apertadíssima.
— É, bem perto — grunhi.
— Que bom. Porque quero que você faça mais uma coisa pra mim, tá? É uma coisinha pequena, mas espero muito que você possa fazer pela sua princessinha — a Brenda disse.
— O que é? — perguntei, lutando contra o prazer que a buceta molhada dela tava me trazendo.
— Se puder, Papai, você poderia, tipo, me comer bem forte e encher minha bucetinha com toda sua porra quentinha? Você faria isso por mim, Papai? — a Brenda perguntou fofa.
— Hã, não, não posso gozar dentro de você. Você é minha filha — respondi.
— Hã, Papai, você já me comeu super forte. Então pode muito bem gozar bem fundo dentro de mim e tipo, fechar o negócio — a Brenda disse.
— Brenda, é errado — comecei.
— Qual é, Papai — a Brenda implorou baixinho, beijando minha bochecha. — É o que você quis fazer desde que me conheceu (beijo). Você queria me dobrar e me encher de porra... na frente da Fernanda (beijo). É o que sempre precisei (beijo). É a punição que preciso (beijo). Não tem punição maior pra uma vadia como eu do que ser enchida com a porra do próprio pai (beijo). Se isso acontecer, então sei que preciso mudar meus caminhos (beijo). Não ser mais tão vadia (beijo).
— Mas... você pode engravidar — argumentei.
— Eu sei, Papai (beijo). Se sou uma vadia tão grande que tento meu próprio pai (beijo), então você precisa fazer algo sobre isso (beijo). Você precisa ser um pai, Papai (beijo). Se um pai vê a filha tendo comportamento autodestrutivo, ele precisa fazer algo (beijo). Se um pai vê que a própria filha é uma vadia inacreditável que flertaria até com ele, precisa fazer algo (beijo). E só tem uma coisa que um pai poderia fazer na sua situação, Papai (beijo). Uma coisa que poderia mudar os caminhos dela pra sempre, e prevenir que ela se torne uma vadia usada, uma puta na rua (beijo). Você precisa comer sua filha (beijo), gozar dentro dela (beijo), e deixar ela prenha (beijo). É o único jeito de uma vadia como eu aprender a lição (beijo). Se uma vadia como eu fica feliz em deixar o próprio papai me emprenhar, vou saber que tenho que mudar (beijo). Vou ter que parar de dar pra praticamente todo cara gostoso que conheço (beijo). Vou ter que virar uma garota de um homem só (beijo). Vou ter que aprender que meu 'Papai' é o único homem que sempre vou precisar (beijo) — a Brenda terminou.
— Brenda... — comecei, pasmo com o discurso insano dela. Ela queria que eu deixasse ela prenha. Desse um bebê pra ela. É loucura! — Não posso. Sou seu pai.
— Bom, Papai... — a Brenda começou — Se você não vai me dar a punição que preciso, vou ter que tomar de você.
Com isso, começou a apertar a buceta em volta de mim, tentando tirar a porra das minhas bolas fervendo.
— Brenda, não! — eu disse, tentando lutar contra ela, tentando empurrar ela pro lado. Mas o aperto dela era forte, enquanto me mantinha grudado nela, mesmo enquanto rolávamos pro lado. Ela manteve os braços e pernas em volta de mim enquanto rolávamos pela cama, e continuou mexendo os quadris, forçando minha rola pra dentro e pra fora dela.
— BRENDA, ai caralho, PARA! — implorei.
— Qual é, Papai! Olha pros meus peitos e me diz que não quer ver eles cheios de leite. Olha pra minha barriga e age como se não quisesse ver ela inchada com seu filho. Papai, você quer ter montes de filhos, e a Fernanda não pôde fazer isso por você. Mas eu posso. Sua filha pode. Você deu uma olhada na sua filha e soube que ela foi feita pra procriar. E você, meu papai, você é o homem pro trabalho. Você aguentou uma mulher que não podia procriar por anos. Você merece isso. Você merece uma filha jovem e apertada que vai ter todos os seus bebês. Não merece? — a Brenda disse.
— Me solta! UGHHHH! — eu disse, tentando me libertar do aperto tipo aranha. Finalmente, preguei as mãos dela acima da cabeça na cama. As pernas dela ainda tavam enroladas na minha bunda, me segurando fundo dentro.
— ME SOLTA! — rugi, minha rola absolutamente latejando.
— Tá bom, vou te soltar, Papai. Mas só olha pra mim. Olha pros meus peitões. Olha pros meus quadris largos. Sente essa buceta... envolta na sua rola. Pensa na minha bunda gostosa. E só sabe que vou ser uma mãe melhor pros seus filhos do que a Fernanda jamais poderia. Sou material de mãe. Ela não é — a Brenda disse, tirando os pés da minha bunda e descansando eles na cama. Quando fez isso, olhei pra baixo pra ela.
Ela tava certa. O corpo dela foi feito pra sexo. Feito pra foder. Feito pra procriação. Pra cruzar. Pra ter bebês. Os peitões, perfeitos pra chupar. A bucetinha apertada, uma casa perfeita pra uma rola grande jorrando porra. Foi feita pro que tava fazendo agora, feita pro ato de procriação.
Com esse pensamento, minha mente desligou. Não me importava que ela era minha filha. Não me importava que tinha mais que o dobro da idade dela. Não me importava que era casado. Tudo que me importava, nesse momento, era que essa garota debaixo de mim tava implorando pra ser emprenada, implorando pra ficar prenha. E esses pedidos tocaram naquela parte profunda de mim que sempre quis participar da concepção de uma criança, pelo menos uma concepção que pudesse lembrar. Uma parte profunda de mim que quase... fetichizava... o ato. Fetichizava a ideia de passar pelo rito de passagem que a maioria das pessoas participa. Um ato íntimo que duas pessoas passam juntas quando querem ter um filho. Começar uma família. E fazer isso tão... irresponsavelmente... me deixava louco. Mas não tinha amor aqui, só sexo. Jogar fora o amor e estabilidade que a maioria das pessoas consideraria ao tentar procriar. Não ligar pra nenhuma dessa merda. Procriar com alguém porque curte o ato em si. Procriar com alguém porque o sexo é bom demais pra interromper. Gozar bem fundo dentro de alguma garota só porque ela é imensamente gostosa, e alguma parte sombria e profunda de você quer prolongar aquele prazer plantando uma semente na barriga dela, garantindo que vocês dois ficariam ligados pra vida. Quase garantindo que vocês dois fariam sexo de novo. E era tudo que o lado profundo, sombrio e animal de mim queria.
E de repente, lembrei... de tudo. Lembrei da minha noite com a Renata... lá na faculdade. Lembrei daquela noite que passamos juntos. Lembrei da concepção da minha filha.
Lembrei que já tinha estado nessa posição antes.
***