## Parte 5: Vestiário, Chuveiro e Plateia Inesperada
(Bem-vindo à Saga da Sabrina! Esta é a história do meu relacionamento com uma garota chamada Sabrina. Esta é a **Parte 5**. Recomendo que comece do [início] – cada parte vai te levar para a próxima. Mas se você não quer começar da parte 1 (tá perdendo!), essa parte faz sentido pra um leitor novo.
Um lembrete rápido de como a Sabrina é: ela é um chaveirinho de gente, gostosa compacta, ruiva meio moleca, corpo de violão e a bunda mais grossa deste lado do Equador segundo o Guinness Book que existe na minha cabeça.)
A Sabrina e eu finalmente éramos um casal de verdade. Contamos pra família e amigos. Saíamos em encontros de verdade. Se olho pra trás pra aqueles últimos dois anos de faculdade, foram alguns dos anos mais felizes da minha vida. Relacionamentos perfeitos não existem, mas a Sabrina e eu chegamos perto. Já mencionei que os pais dela só pareciam ter o mais profundo respeito pelo jovem que agora estava comendo a filha deles diariamente. Olhando pra trás, me pergunto se eles estavam preocupados que com a faculdade de artes dela, a personalidade moleca, achavam que ela podia ser lésbica e nunca iam ter netos. Nosso relacionamento significava que não era o caso. Além disso eu era um cara educado estudando um curso sério. Eles provavelmente me viam como um achado. Não tenho certeza que eles entendiam exatamente o quanto eu estava comendo o anjo deles. Meus amigos adoravam a Sabrina. Por que não iam? Ela amava esporte, era engraçada pra caralho e eles podiam ficar olhando pra ela quando achavam que não estávamos vendo. As amigas dela — acho que elas gostavam de mim. Algumas mais que outras, mas as mais próximas dela eram muito aprovadoras. Tive a impressão que a Sabrina tinha mencionado pra elas antes que estava se apaixonando por mim, então a notícia que estávamos namorando deixou elas obnoxiamente empolgadas e felizes.
O problema é o que eu conto pra vocês sobre esses dois anos? Teve muito sexo. Muito "going wild". Algumas aventuras não posso contar porque simplesmente não lembro o suficiente sobre elas. Ainda estamos falando de tipo 17-18 anos atrás. Até memórias de sexo incrível desbotam depois de um tempo. Mas ainda tenho memórias vívidas de algumas das nossas histórias da faculdade — as que ficam comigo tendem a ser aquelas onde poderíamos ter sido pegos. Onde a emoção de sermos pegos, o risco disso, nos fez gozar mais forte do que nunca. Vou contar algumas dessas histórias. Porém a primeira história que vou compartilhar é um pouco diferente: foi a história de quando *realmente fomos pegos*.
Entre trabalhos acadêmicos aumentando, um namorado, e preguiça, a Sabrina decidiu que ia jogar só um esporte no nosso terceiro ano. Ela tinha jogado vôlei e futebol. Ela escolheu largar o vôlei. Não consigo explicar o quanto fiquei internamente bravo com essa escolha. Não odeio futebol. É legal, se entediante. Minha raiva era mais egoísta. Primeiro, vôlei é jogado dentro de uma quadra com assentos pros espectadores. Futebol é jogado do lado de fora, na chuva, e os espectadores todos têm que ficar de pé nas laterais do campo. Mais importante — futebol é jogado com shorts largos e soltos e camisetas e envolve muita corrida. Vôlei é jogado com shorts colados ao corpo que no caso da Sabrina nunca serviam direito e tinham pelo menos um terço da bunda dela saindo por baixo no final do jogo e envolve muita curvada. Por que ela tirou aquele esporte glorioso de mim? O que eu fiz de errado? Além disso, a Mari ainda estava no time de futebol dela e o relacionamento da Sabrina e meu só cimentou a visão da Mari que eu tinha traído ela (eu não tinha!).
Uma noite ela tinha treino com o time e eu sentei no carro velho que tinha comprado (com alguma ajuda do pai, agora estava alugando um apartamento e pelo menos tinha saído da república, mas estava mais longe do campus) esperando pra levar ela pra casa. Só saía do carro pra assistir os jogos reais dela. Como disse, futebol não era minha praia. Pelo que conseguia entender, tinha umas garotas altas atrás que tentavam impedir o outro time de fazer gol e tinha garotas altas na frente que tentavam fazer gol pro time delas. E a Sabrina corria pelo meio feito algum tipo de cachorrinho hiperativo tentando pegar a bola das garotas altas de trás pras garotas altas da frente. Ela me disse que escolheu futebol porque era mais exercício e devia impedir ela de ganhar peso. A Sabrina a vida inteira basicamente sempre teve um peso só. Não importava o quanto exercitasse, ela nunca parecia conseguir perder, mantendo as coxas grossas e a bunda farta. Mas também ela podia comer o quanto quisesse sem ganhar peso. Achei isso uma barganha bem doce. De qualquer forma, estou escutando música (não lembro se já tinha um iPod, mas pra mostrar quão velha essa história é, iPod era a coisa mais nova e quente) quando tem uma batida na minha janela.
A Ana era uma das colegas de time da Sabrina. Era uma das garotas altas que tentavam fazer gol. O cabelo loiro dela estava sempre num rabo de cavalo e ela era um pouco cheia demais pra ser uma modelo palito — tinha aquela bundinha empinada de jogadora de futebol. A Ana e eu nos dávamos bem e ela tinha ficado do lado da Sabrina na rixa silenciosa com a Mari. Abaixei o vidro e olhei pra cima pra ela. Ela disse:
— Ei, namoradinho, a Sabrina queria que eu viesse te buscar já que você não estava atendendo o telefone.
Olho pro meu celular e vejo duas mensagens. Merda.
— Ela disse que você devia descer pro vestiário.
Agora eu gosto do som disso. Gosto muito do som disso. Mas é o *vestiário feminino*. A Ana me diz que não tem mais ninguém lá. Ela foi a última a sair. Ela me dá uma piscadinha e então vai pro carro dela. Corro rapidamente pro vestiário. Pauso na porta do lado feminino. Estou fodido se tem alguém lá dentro. Seria uma brincadeira cruel. Entro e está completamente vazio. Mas ouço o som de água correndo vindo dos chuveiros. Espio a cabeça na esquina e sou presenteado com uma das visões mais sexys do mundo. A Sabrina está nua embaixo de um dos chuveiros no chuveiro comunitário. O corpo branco e baixinho dela está reluzente. Ela está de lado então tenho a visão perfeita da figura dela. Dos peitos tamanho 48 dela, todos ensaboados e molhados. Da bunda dela explodindo da cintura estreita. Um alarme começa a tocar no meu coração. Meu coração está gritando *TODOS PRO POSTO! TODOS PRO POSTO! ELE VIU AQUELA GAROTA PELADA DE NOVO. PRECISO DE MAIS SANGUE. MAIS BOMBEAMENTO. MANDEM TUDO PRO PAU DELE.*
— Você só vai ficar olhando ou vai se juntar a mim? — a Sabrina pergunta.
Aponto que não tenho toalha e ela me diz que tem duas na bolsa dela. A pequena diaba planejou isso desde o começo. Me dispo e entro no chuveiro com ela. É revigorante estar nu com ela nos chuveiros comunitários, onde qualquer um pode entrar e pegar a gente. Ficamos, minhas mãos por todo o corpo molhado dela. Brinco com os peitos dela, apertando gentilmente, deixando meus dedos trabalharem os mamilos dela antes de minha pegada descer pra bunda dela. Aperto e abro aquelas bandas grossas. Dou tapas nelas, um eco úmido e carnudo enchendo o vestiário fazendo a Sabrina rir. A mão ensaboada dela ocasionalmente desce pro meu pau, dando algumas batidas longas e lentas, me mantendo excitado enquanto presto ao corpo dela a atenção que merece.
— O que você tá fazendo? — ela pergunta quando me ajoelho na frente dela.
Acho uma pergunta idiota. É óbvio o que estou fazendo. Mergulho entre as coxas dela pronto pra comer ela. Tem um segundo de prazer pros dois quando minha língua desliza contra as dobras dela e então percebo muito rapidamente porque ela tinha feito aquela pergunta. A água do chuveiro parece descer pelo corpo dela e se acumular exatamente onde minha língua está lambendo. Um segundo depois me afasto tendo quase me afogado. A Sabrina ri feito louca da minha cara chocada e encharcada.
— Às vezes você realmente pensa com seu pau — ela provoca.
Não vou ser derrotado. Desligando a água, agarro a Sabrina pelo pulso e levo nós dois de volta pro vestiário vazio. Dobro ela sem cerimônia sobre um dos bancos então aquele traseiro perfeito fica no ar. Então, livre da ameaça de afogamento, me ajoelho atrás dela e procedo a dar a linguada do século nela. Tenho que restaurar minha honra. Minha língua está por toda as dobras dela. Provoco ela deslizando minha língua ao longo das dobras externas, e deixo minha língua empurrar pra dentro e pra fora da buceta dela, provando os sucos dela. De vez em quando minha boca vai deslizar pra baixo então estou quase ficando com o clitóris dela. Enquanto isso minhas mãos estão por toda aquela bunda grossa, apertando e apalpando ela. Os sons que ela faz são gostosos pra caralho. Meu pau virou aço entre minhas pernas. Ela geme e arfa, ela suspira meu nome, ela implora por mais, ela me diz exatamente onde quer que minha língua esteja. Às vezes escuto. Às vezes não. Só depois que ela gemeu meu nome no clímax, o corpo dela tremendo, eu me levanto atrás dela, posiciono meu pau na entrada do sexo encharcado dela e me empurro com força dentro dela. Ganha outro gemido.
Não consigo explicar o quanto amava comer essa garota por trás. Era o jeito que a bunda dela tremulava. Era o jeito que ela sempre gemia aprovação, implorando por mais. Era a pele branca e o cabelo vermelho contrastando com ela. Estamos sozinhos. Não tento ser quieto. Meus quadris batem contra a bunda dela. Pele molhada contra pele molhada. Que som sujo. E então percebo que não estamos sozinhos. De pé perto da porta assistindo a gente está a Ana. Ela está meio escondida na sombra mas claramente visível. Solto um grito e tiro meu pau, imediatamente me arrependendo, de alguma forma me sentindo mais nu. Pelo menos dentro da Sabrina não estava tão exposto. A Sabrina olha pra porta pra ver porque parei e vê a amiga dela e então diz:
— Bota de volta.
Argumento brevemente com ela. Estou sussurrando, o que é burro pra caralho já que a Ana obviamente agora sabe que podemos ver ela. Mas ela não foge e a Sabrina diz mais forçadamente:
— Me come, Marcos.
Não acho que isso fazia parte do plano da Sabrina, mas não vou recusar ela.
Deslizo de volta pra dentro da buceta tremulante da Sabrina e começo a comer ela de novo. Minhas mãos agarram os quadris dela, segurando ela firme enquanto invisto nela. As bandas da bunda dela quicam com cada tapa dos meus quadris. Uma das minhas mãos vai pra cima pra agarrar o cabelo dela, puxando num rabo de cavalo enquanto como ela. Vejo o rosto dela se virar pra olhar pra Ana, o rosto lindo dela agora não escondido pelo cabelo. Os gemidos dela estão mais altos agora. Ela está fazendo isso de propósito? Meu pau lateja. Tento não olhar pra Ana, concentrando só na minha namorada na minha frente, mas meus olhos se desviam e consigo ver que ela está de pé lá com uma mão dentro da frente da saia dela. Meu Jesus Cristo. É demais. Gemo e então pra bom efeito, tiro da Sabrina, me esvaziando na bunda exposta dela. Um, dois, três jatos respingam nas bandas dela, pintando elas com minha semente. Ouço um arfo das sombras e a Sabrina ofega "seu desgraçado" com uma risada satisfeita e cansada. Todos ficamos ali por um minuto, sem saber o que fazer. Então a Sabrina me leva de volta pros chuveiros pra limpar e a Ana desaparece do vestiário.
— Você sabia que ela ia voltar? — pergunto enquanto minhas mãos ensaboadas limpam as bandas da bunda da Sabrina.
Ela balança a cabeça e diz:
— Não, mas foi gostoso demais.
— Sua viciada em sexo — brinco antes de deixar minha mão deslizar entre as coxas dela, onde dedeo ela pra outro orgasmo ali mesmo no chuveiro.