Casei na Catedral da cidade de Londrina-Pr, e isso foi em setembro de 2022. Já vai para 3,5 anos, e vejam só, que na minha doce inocência e devoção, ignorei completamente os comentários de minha vizinhança maldosa, dizendo que eu não era virgem nem das orelhas, e que a matriz não merecia tamanha devassidão da noiva.
Agora eu sei que precisava ser na Catedral, igual ao que aconteceu a meu marido Luiz Augusto, que das minhas escapadinhas merece eu, e faz jus aos meus peitões, a complacência dele. Pra quem tá com pena, saiba que o manjar, dos melões aqui, precisa ser compartilhado pra ele ficar orgulhoso de mim.
Olá, sou a Cristiane Melo, moça muito peituda, senhora casada de quase 28 anos. Sou muito promíscua e chupadora de paus por natureza, mas quem me deixou tão envolvente, e desejada foi ele, doutor advogado Luiz Augusto. Quando me pegava, não me apertava muito, respeitando a privacidade dos meus mamilos. Por isso, eu precisava, e deixava meus colegas do colégio fazerem a festa nos amassos de cantinhos escuros das confraternizações.
Ultimamente encontrei um deles, que agora depois de 8 anos do término do Ensino Médio, eu soube que não fez faculdade, preferindo administrar os negócios agropecuários da família dele. Não questionei, apesar de eu ser uma repórter piriguete, atrevida e viciadinha em tudo que é, e parece ser um microfone. E convenhamos, que a rola do Natanael Cerqueira é tudo que parece ser aquilo, o caminho para o céu das boqueteiras.
Apesar de eu me comportar no primeiro reencontro, já caí de joelhos, e na rola do Nata à partir da segunda oportunidade. Ele me atirou, e fiquei com a cueca de agro no meu nariz, por mais de 2 minutos, sentindo o aroma de suor das rolas do campo – adoro! E já que o cheiro tava bom, caí por cima dele, fazendo adiar o banho em mais uma gulosa babada, daquelas que faço com prazer. Nessa semana, segurei a onda de chupadora e dei monopólio ao Natanael: liguei para meu marido, passando um migué qualquer, e permaneci chupando a rola do estancieiro por 3 dias inteiros.
Voltei quase que semanalmente, e lembrei que já estou em idade de engravidar. Não queria que fosse do meu marido, para não desonrá-lo com a minha depravação. Tenho fama de chifradeira, e as ironias não seriam reais – É assim que penso, e sempre vou pensar. Ademais, que pai vai ser sempre o cujo nome consta na certidão, não é mesmo? Tava decidido então: Natanael teria o privilégio de me engravidar, e a cópula efetiva seria, não na Catedral, mas numa paróquia qualquer.
Porém existe outra coisa da qual eu tiro pira: gosto de engolir a porra quando chupo. Eu faço o cara gozar na minha boca, e gosto de engolir a porra. Lá pelo sétimo encontro com o Natanael, quebrei o monopólio dele, e já fiquei me encontrando com parentes, amigos do mesmo, e até alguns desconhecidos, fregueses de um mercadinho próximo da estância. Eu sempre chegava de topzinho, o menor possível, ou pagando rachado de saia, passando a língua nos lábios, e com cara de sonsa – a mímica do boquete – a fim de agendar com os caras.
Voltando às engolidas – leitinho no estômago – depois de uma, eu peço para chamar um colega; passou de duas, perco a ética de madame; passou de 3, aceito convite para festas; ... Então, né... eu estava só de calcinha, num topless dos infernos, e em área aberta – imaginou? – cercada de 15 homens, todos eles se preparando para gozarem na minha boca. Depois disso, eu estaria louca pra fazer penetração com o escolhido. Mas me deu um devaneio, e eu já era uma diva chupadora desvairada. Cada saquinho que batia no meu queixo me levava ao céu das deusas boqueteiras. Fechei os olhos numa enterrada louca. A ponta do cacete do moço tava na minha úvula, e eu ainda conseguia lamber as bolas do bonitão – estou ficando boa nisso. Isso se repetiu nas subsequentes gargantas profundas, e fechei os olhos para curtir.
Tratei de ir engolindo à medida que gozavam, pois afinal é por isso né, que chamam de mamada. Fui contando para fins estatísticos, e foi somente após a décima sexta engolida, sentindo a dose escorregar pelo meu esôfago, acrescentar no meu estômago, que abri os olhos, estranhando. O Nata estava ali. O agro atraente esteve presente na gozação à minha garganta, e só fiquei brava que ele demoraria para gozar novamente – pelo menos duas horas para ser efetivo, disse o meu ginecologista.
Mal eu me arrumei decepcionada, e outro bonitão chegou neste dia e hora férteis para o meu útero – desta vez, o meu marido. E mal chegamos em casa – não dava tempo para banho ou explicações do porquê eu era a única mulher da reportagem agropecuária (o que será que estão produzindo por lá, além do produto dos testículos?) – nos engalfinhamos na cama. Pedi que rasgasse a tirinha para dar mais tesão, e o vestido foi posto de lado à altura do rachado. O pau do advogado tava tinindo, e olha que sem passar pela minha boca. Durante a metida, fechei os olhos, e lembrei das dicas do gineco, que a ‘porra primeira’ tem que explodir, e a salivação faz essa dose inicial se perder. Fala sério Cristiane, que você fala sobre boquetes com o médico! E se eu dissesse que já aconteceu coisa pior?
A porra do meu marido explodiu, direto no meu útero, como manda o figurino de quem quer engravidar. Eu engravidei, e foi há um mês, nesta última virada de ano, pela tirinha do teste, e pelos cálculos da tabelinha. Vamos ver que tipo de leite eu vou ter − ou continuar tendo − vontade de tomar, né? ... Eu conto pra vocês!
