A Saga De Sabrina - Parte 3

Um conto erótico de Ramon66
Categoria: Heterossexual
Contém 1304 palavras
Data: 10/02/2026 23:40:51

Parte 3: A Mentira Mais Heroica do Mundo

(Bem-vindo à Saga da Sabrina! Esta é a história do meu relacionamento com uma garota chamada Sabrina. Esta é a **Parte 3**. Recomendo que comece do [início](#) – cada parte vai te levar para a próxima.

Um lembrete rápido de como a Sabrina é: ela é um chaveirinho de gente, gostosa compacta, ruiva meio moleca, corpo de violão e a bunda mais grossa deste lado do Equador segundo o Guinness Book que existe na minha cabeça.)

Pelo próximo mês ou mais, a Sabrina e eu transamos feito coelhos no cio. Tínhamos dito que não seríamos exclusivos, que seríamos só "ficantes com benefícios", mas quando seu contatinho também é seu melhor amigo, você acaba passando a maior parte do tempo com ele. Não tinha tempo pra mais ninguém. Deixei minha república congelante pra trás e passei meus dias ou na aula ou na casa da Sabrina. Se os pais dela estavam por perto, éramos só amigos conversando. Se estávamos sozinhos em casa, passávamos as tardes comendo um ao outro até incontáveis orgasmos gemidos. Aprendemos muito sobre nossos gostos sexuais naquele primeiro mês (e a Sabrina felizmente começou a tomar pílula). Minha posição favorita era de quatro e a da Sabrina era ela por cima, mas nós dois amávamos a posição favorita um do outro também. A Sabrina gostava de levar tapas na bunda. Eu gostava de gozar na pele dela. Nós dois descobrimos que ficávamos excitados com o risco de sermos pegos. Uma tarde pressionei ela contra a porta de vidro da sala de jantar e comi ela por trás, os peitos nus dela pressionados contra o vidro. Nós dois sabíamos no fundo que nenhum vizinho conseguia ver pelo ângulo, mas os dois gozamos mais rápido do que nunca.

Mas tinha uma coisa martelando na minha cabeça.

Se você se lembra do começo dessa história, a Sabrina tinha me contado o quanto ela adorava dar o cu enquanto me batia aquela punheta. Eu era obcecado por anal e ainda era virgem nesse departamento. Nenhuma garota tinha me deixado pegar a estrada de terra pro nirvana. Mas eu sabia que a Sabrina ia deixar. Não pedi de cara. Foi um mês depois, enquanto eu estava sentado na beirada da cama dela, ela ajoelhada na minha frente, os lábios dela deslizando pra cima e pra baixo no meu pau, o cabelo vermelho dela balançando no meu colo, fazendo cócegas na minha pele, que finalmente perguntei: posso botar no seu cu? Ela olhou pra cima pra mim, meu pau escorregando de entre os lábios dela. Ela estava tão gostosa ali, meio corada, meio tímida.

— Ah — ela piou, e então balançou a cabeça que sim.

Não pensei no momento em quão pouca convicção tinha naquele aceno de cabeça pra uma autoproclamada "viciada em dar o rabo". Estava excitado demais porque aquilo finalmente ia acontecer. Poucos minutos depois tínhamos caçado um lubrificante caseiro (ou óleo de coco ou azeite de oliva, não lembro agora), colocado uma toalha na cama dela, ficado pelados, e ela estava deitada de bruços, aquela bunda linda e grossa em exposição pra mim.

De novo eu devia provavelmente ter pensado mais sobre várias reações estranhas de uma mulher que "adora dar o cu" como ela disse. Ela arfou de surpresa quando abri aquelas bandas fartas e derramei o óleo no vale da bunda dela. Ela gemeu quando meu dedo gentilmente provocou o cuzinho apertado e rosado dela, deixando ele escorregadio com o óleo. Quando realmente deslizei um dedo pra dentro ela quase resmungou. Não prestei atenção em nada disso. Estava ocupado demais assistindo aquele buraquinho franzido engolir meu dedo, a abertura apertando forte ao redor do meu dedo enquanto eu empurrava pra dentro e pra fora, dedando o cu dela. Era inebriante. Meu pau estava gritando por ação. Queria invadir o castelo. Mas consegui continuar por um pouco mais, deixando o cu dela se acostumar com meu dedo antes de finalmente não aguentar mais e basicamente despejar metade da garrafa de óleo no meu pau.

— Abre as suas bandas pra mim — eu disse, e fui presenteado com uma das maravilhas naturais do mundo: uma mulher alcançando pra trás pra abrir as bandas da própria bunda pra você. Meu pau latejou na minha mão. Era isso. Eu ia finalmente comer o cu de uma garota. Acho genuinamente que parei de respirar. Focado demais no traseiro na minha frente pra me preocupar com o ato simples de continuar vivo. Peguei meu pau coberto de óleo e pressionei ele contra o cuzinho dela. Estava tão apertado que por um segundo achei que não ia conseguir entrar. Quase rezei por um pau menor. E então, meu Jesus Cristo, penetração. Meu pau deslizou dentro do cu dela pela primeira vez. Era só a cabeça, só uns dois centímetros, mas o calor e o aperto inimaginável quase me mataram. Gemi. A Sabrina resmungou de um jeito nada delicado. Zoeio ela sobre isso, sem perceber o que estava acontecendo. Ela implorou pra eu ir devagar.

Pelos próximos minutos você não podia descrever o que fizemos como foder. Era mais tipo uma invasão lenta na frente russa. Eu me movia pra frente, deslizando só mais uma talhinha minúscula do meu pau dentro daquele traseiro impossivelmente apertado. Eu gemia. A Sabrina ofegava e grunhia. Me sentia num filme pornô. O processo se repetia. Eventualmente, depois do que pareceram anos, estava enterrado dentro do cu da Sabrina. Meu pau latejava. Ela pediu pra eu dar tempo pra ela se ajustar, a voz tremendo, e eu grunhi que sim. Estava feliz de só admirar a vista. A Sabrina tinha largado as bandas em algum momento, então aqueles globos grossos agora envolviam meu pau. Meu pau desaparecia entre aquela bunda farta, sumindo dentro do cuzinho dela. Era a visão mais incrível que já tinha visto — as Cataratas do Iguaçu eram uma merda comparadas a isso.

Finalmente ela me deu permissão pra me mexer, mas "devagar pra caralho". Segui ordens. Deslizei meu pau pra frente e pra trás, deixando ele quase escorregar pra fora antes de começar a longa jornada de volta. A pressão era insuportável no seu prazer. Sabia que não ia durar muito, mas nunca queria que aquele momento acabasse. Era ainda melhor do que eu sonhava. Os sons que ela fazia eram de outro mundo também: arfos, gemidos, grunhidos, suspiros trêmulos. Era tudo demais. Me movendo um pouco mais rápido que o normal, ganhando duas respirações curtas e afiadas da Sabrina, investi duas vezes naquele traseiro e então me enterrei até as bolas dentro dela e esvaziei minha semente dentro do cu dela.

Foi só depois que saí e desabei na cama ao lado dela que vi o rosto normalmente pálido dela tinha virado escarlate.

— Porra! Eu te machuquei? — lembro de perguntar, entrando em pânico.

Ela balançou a cabeça rapidamente.

— Não! Não, você não me machucou. Foi, hã, interessante. Foi estranho. Mas um pouco bom. Mas estranho.

Encarei ela confuso.

— Eu pensei que você gostava?

E então ela me contou o que tinha acabado de acontecer, o que eu devia ter percebido que estava acontecendo mas falhei em notar. A Sabrina tinha mentido pra mim naquele dia da punheta. Ela era virgem de cu. Nunca tinha tido nem um dedo lá atrás. Mas ela não queria me decepcionar ou revelar a mentira, então ela ficou deitada lá feito uma campeã, uma heroína da humanidade feminina, e me deixou arrombar ela pro céu e de volta.

Enquanto anal nunca foi um evento de todo dia quando estávamos ficando, era algo que fazíamos de vez em quando. A Sabrina gostava, embora não tanto quanto sexo normal, e eu era um viciado naquilo. Uma ou duas vezes por mês eu me pegava dentro do cu dela, finalmente experimentando como era o êxtase. Mas aquela primeira vez foi a mais especial de todas.

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