Oiii, meus amores😘😘😘!
Voltei e, olha, o coração tá batendo naquele ritmo de quem tem segredo gostoso pra contar. Hoje não quero saber de passado, de drama ou de feridas antigas. O papo é aqui e agora, e eu tô numa animação que nem sei explicar com nossos novos amigos. Sabe aquela sensação de que tem uma eletricidade no ar, um negócio meio proibido, mas que ao mesmo tempo te instiga a dar um passo a mais? Pois é, tem algo rolando que eu ainda não saquei por completo, mas o cheiro de pecado tá vindo de longe. Deixa eu contar pra vocês como tudo começou, porque só de lembrar minha pele já começa a formigar e aquele calorzinho gostoso sobe pelas pernas.
O Jonas chegou em casa naquela sexta-feira com um brilho no olhar que eu não via há tempos. Sabe aquele olhar de homem relaxado, mas que carrega uma pontinha de malícia? Ele largou a mochila de qualquer jeito, veio por trás de mim e me deu aquele beijo demorado, sentindo o meu perfume, antes de dizer que o Lázaro tinha convidado a gente pra um almoço no domingo. Falou da Helena, a esposa, com uma admiração que me deixou curiosa. Ele disse que eles estavam doidos pra receber a gente em Urubici. Eu aceitei na hora, né? Estava sentindo falta de um agito, de gente nova, de ver como a vida pulsa fora da nossa bolha.
O domingo amanheceu com aquele friozinho que pede pele, sabe? A casa deles era um escândalo de linda, toda aberta pro mato, muita luz e um clima de "aconteça o que tiver que acontecer". Quando a Helena abriu a porta, confesso que meu fôlego deu uma travada. Que mulher, meus amigos! Ela tinha aquela beleza que não precisa de reboco, entende? O corpo dela era um desenho, curvas que pareciam ter sido esculpidas à mão, uma pele que brilhava e uma firmeza que dava vontade de encostar só pra conferir. Ela se movia com um gingado natural, uma coisa meio felina, meio doce, que prendia o olhar de qualquer um.
E o Lázaro? Bom, o homem era um espetáculo à parte. Moreno, alto, com aquele porte de quem sabe a força que tem. Tinha os ombros largos, daqueles que a gente imagina segurando a gente com vontade, e um sorriso que desarmava qualquer defesa. Mas o que me deixou com a pulga atrás da orelha foi o jeito dele. Ele não parava de puxar o Jonas pra perto da Helena, elogiava a mulher o tempo todo, mas de um jeito que parecia que ele estava "vendendo o peixe", sabe? Pela minha experiência de vida, se eles não fossem aquele casal religioso de fachada, eu diria que ele estava prontinho pra oferecer a própria mulher pro meu marido. Era uma vibração estranha, um magnetismo que ia além da amizade.
Em certo momento, a Helena me puxou pra conhecer a casa. Ela ia andando na frente, e eu não conseguia parar de olhar pro movimento do quadril dela sob o tecido leve do vestido. Ela falava pelos cotovelos, chegava perto, tocava no meu braço como se a gente se conhecesse há anos. E eu? Eu estava amando. Tinha uma química ali, uma troca de energia feminina que estava me deixando bem acesa. Quando ela falou do Riacho da Pedra Azul, um lugar "secreto" e maravilhoso, meus olhos brilharam. Eu disse que não tinha levado biquíni, e ela, com um sorrisinho de canto de boca, disse: "Não tem problema, eu te empresto um meu. A gente tem o corpo bem parecido, vai ficar perfeito em você".
Fomos pro quarto e o clima mudou. O som da porta fechando pareceu ecoar. Ela abriu a gaveta de lingeries e biquínis, e eu fiquei ali, só observando aquela intimidade. Ela escolheu um conjunto que era a medida exata do pecado. Fui pro banheiro, me troquei e, quando saí, o olhar dela me percorreu de cima a baixo como se estivesse me despindo. "Eu sabia", ela sussurrou, chegando perto o suficiente pra eu sentir o hálito dela. "Você é linda, Luana. O Jonas tem muita sorte, mas acho que eu também tenho por ter você aqui hoje". Eu senti um arrepio subir pela espinha. Ali, no meio daquele quarto, o mundo lá fora parou. Eu não era mais a Luana certinha; eu era uma mulher sentindo o peso do desejo de outra pessoa.
Fomos pro riacho e o Lázaro fez questão de irmos todos no carro dele. O trajeto foi puro flerte disfarçado. No riacho, o flagra de um casal se pegando no meio das pedras só serviu pra jogar lenha na fogueira. A Helena encostou em mim, o ombro dela roçando no meu, e sussurrou: "Viagem, né? O tesão não escolhe lugar". E ali, sentadas numa pedra enquanto os homens se afastavam, ela abriu o jogo. Falou dos seus fetiches, de como gostava de ser observada, do fogo que sentia por ser "proibida". Eu olhava pra ela, aquela carinha de santa, e pensava no vulcão que estava ali na minha frente.
Quando o Jonas e o Lázaro tiraram a camisa pra pular na água, o tempo parou. Ver meu marido ali, com aquele corpo que eu conheço tão bem, sendo devorado pelos olhos da Helena, me deu um tesão absurdo. O Lázaro também não ficava atrás, exibindo os músculos molhados sob o sol. A gente entrou na água, a risada correu solta, mas os olhares... ah, os olhares entregavam tudo. Era mão que encostava "sem querer", era o corpo que passava perto demais na correnteza.
Na volta pra casa, o silêncio no carro era pesado, carregado de tudo que não foi dito. Quando finalmente ficamos a sós no nosso quarto, o clima explodiu. Eu joguei a real pro Jonas, perguntei se ele tinha visto como eles estavam jogando as redes. Ele me puxou pela cintura, colando nossos corpos ainda úmidos do banho, e confessou que tinha percebido tudo, mas que não queria me assustar. "Ela é linda, Luana, mas você... você me deixa louco", ele disse, atacando meu pescoço.
Eu ri, aquela risada de quem sabe que o jogo está só começando. "Vamos ver até onde isso vai dar", eu disse, enquanto ele me jogava na cama. Naquela noite, o sexo foi diferente. Tinha o gosto do novo, a pimenta da Helena e do Lázaro misturada ao nosso suor. Eu fechava os olhos e imaginava as mãos deles na gente, e o Jonas parecia ler meus pensamentos, me possuindo com uma urgência que me fez perder o fôlego.