Eu Tinha o Casamento Perfeito; Até Que Aquela Putinha Apareceu Em Minha Vida; A Gostosa Da Minha Filha (Pt. 08)

Um conto erótico de Maridoperfeito
Categoria: Heterossexual
Contém 8823 palavras
Data: 10/02/2026 21:28:04

(Marcelo)

As coisas esfriaram por um tempo. Expliquei pra Fernanda que ia pessoalmente acompanhar a Brenda nas entrevistas, garantindo que ela tava tentando arrumar emprego. Disse pra Fernanda que ela podia tentar ser mais legal e tentar dar uma chance pra Brenda.

Passou mais ou menos uma semana, e tinha levado a Brenda pra algumas entrevistas, mas nenhuma delas tinha dado em nada. Questionei ela sobre isso e ela disse que devia ser péssima em entrevistas, mas tava tentando. Mesmo tendo feito entrevistas tipo umas quatro vezes no shopping. E cada vez ela por acaso esbarrava na Alisson ou na Carla. E cada vez, ela insistia que tinha ido fazer compras e comprado sacolas de coisas depois da entrevista. Queria acreditar nela, mas tava ficando incerto.

A Brenda e a Fernanda eram cordiais, mas não exatamente amigáveis. A Fernanda sabia que a Brenda tava fazendo um esforço, então tava lutando pra achar algo pra ficar brava. Eu tava fazendo o meu melhor pra ajudá-las a fazer as pazes. E enquanto isso, tava completando o trabalho na cama da Brenda. Tudo tava se juntando. A estrutura era forte, ornamentada e grande. Perfeita pra Brenda.

Enquanto a Brenda tava fora, eu e a Fernanda juntos substituímos a cama velha pela nova. Montamos, juntamos tudo e arrumamos a cama bem a tempo da Brenda chegar em casa.

— Surpresa! — dissemos em uníssono, eu um pouco mais feliz que a Fernanda.

— Aaah! Tá perfeita — a Brenda disse, largando as sacolas de compras. Ela pulou pra cama e rolou, testando a resistência.

— Valeu, Papai — ela disse, se apoiando no cotovelo.

— E também, távamos pensando em sair pra jantar, então se arruma — a Fernanda disse, com um sorriso forçado.

— Massa! — a Brenda disse, pulando da cama, pegando uma blusa da cômoda e saindo correndo do quarto. Olhei pra Fernanda e ela olhou de volta. Sorri pra ela.

— Você tá indo bem — eu disse, dando um beijinho nos lábios dela.

— Você também. Você é um bom pai. Um pai melhor do que eu sou mãe — a Fernanda disse.

— É difícil, Fernanda. Eu sei. Mas você tá chegando lá — eu disse pra ela.

— Não sei. Talvez o destino não esteja do meu lado. Talvez o destino tava tentando me dizer que não era pra eu ser uma boa mãe — ela disse, lacrimejando.

— Ei. Não fala assim — eu disse, puxando ela pra perto, beijando ela.

— Tô pronta! — a Brenda disse, interrompendo nosso momento. Ela tinha trocado pra uma blusa bem decotada, de novo mostrando o peito farto dela.

Enquanto dirigíamos pro restaurante, sabia que a Fernanda tava se sentindo meio pra baixo, então esfregui a perna dela carinhosamente. Apesar dos altos e baixos das últimas semanas, o fogo ainda tava queimando forte no quarto. Tínhamos ido com tudo tão frequentemente quanto sempre.

Ainda tava me sentindo meio tarado quando chegamos no restaurante. O lugar tava lotado, então fomos forçados a ficar em proximidade um do outro, todos apertados enquanto esperávamos uma mesa, tanto a Fernanda quanto a Brenda na minha frente. Me sentindo meio safado, estendi a mão pra frente e apalpei a bunda da minha esposa. Dei uma apertadinha. Deus, sempre amei a bunda dela. Sempre pareceu tão firme, mas hoje, tava mais firme e empinada que o normal. Ela devia estar malhando mais. A Fernanda ficou virada pra frente, sem reconhecer o que eu tava fazendo. Fiquei um pouco mais safado, passando minha mão acima da barra do jeans dela. Deslizei minha mão por baixo da barra pra dentro do jeans, apalpei uma bochecha nua e dei um aperto firme. Provoquei a rachinha da bunda, mexendo meus dedos perto dela, imaginando por que a bochecha tava descoberta. Isso me pareceu incomum, já que a Fernanda sempre usava calcinha. Meus dedos encontraram um pedaço de material entre as bochechas da bunda. Um fio-dental. Isso era estranho. A Fernanda não tinha fio-dental. Antes que pudesse descobrir isso, a Fernanda olhou pra trás e disse:

— Já volto. Tenho que ir ao banheiro — Então, ela se afastou. Mas... minha mão ainda tava apertando uma bochecha. Olhei pra frente, justo quando a Brenda olhou pra trás pra mim. Então olhei pra baixo e percebi que a bunda que eu tava apalpando era da Brenda. Minha filha. Eu tava apalpando a bunda da minha filha. Tava pegando na bunda da minha filha!

A Brenda olhou pra trás pra mim, sem palavras. Sem reclamações. Sem gritos, enquanto eu violava a pessoa dela. Não, ela só olhou pra trás pra mim, me estudando. Como se tivesse tocando fogo, arranquei minha mão do jeans dela e trouxe pra minha cintura e olhei pra outro lado.

AAAAH, PORRA! Acabei de apalpar a bunda da minha filha! Que porra tava errada comigo? Como ela poderia entender? Foi um erro. Um erro total. Ela deve achar que sou um monstro.

— Brenda, desculpa, eu, hã, achei que você... — gaguejei.

— Tá tudo bem — ela disse com um sorrisinho leve. Eu tava suando de nervoso e rezava pra Fernanda não perceber nada de errado.

Antes que pudesse reagir mais, a Fernanda tinha voltado sorrindo e me dando um beijinho na bochecha. Estávamos apertados juntos e tava alto demais pra manter uma conversa, então fiquei sozinho com meus pensamentos. Olhei pra baixo pra minha mão, sabendo onde ela tinha estado. Sabendo que a última coisa que tinha tocado era a bunda da minha filha. A última coisa que esses dedos tinham feito tinha sido passar pelo fio-dental enfiado entre as bochechas da bunda dela. Me senti o pior homem vivo.

Finalmente fomos chamados pra mesa e elas deviam ter notado que eu tava sendo incomumente silencioso. A Brenda sentou na minha frente, e durante toda a refeição ela continuou me dando olhares mas eu tava envergonhado demais pra sequer olhar pra ela. Participei minimamente da conversa e misericordiosamente o resto da refeição passou sem incidentes.

Enquanto dirigia pra casa sabia que tinha que conversar com a Brenda e me explicar. Não queria que ela achasse que eu era um monstro ou algo assim. Tinha que dizer a ela que foi um acidente total.

Quando chegamos em casa todos nos separamos, eu pro banheiro, a Fernanda pra cozinha pra fazer uma ligação, e a Brenda pro quarto dela. Joguei água no rosto e olhei no espelho. Que tipo de homem eu era? Sempre pensei que era um cara bom e decente. Mas nas últimas semanas, gozei quando minha filha me viu gozar, encontrei secretamente com meu caso da faculdade e fui assediado, e então acidentalmente apalpei a bunda da minha filha. Tinha saído dos trilhos. Tinha cruzado a linha. Tinha que achar algum jeito de consertar tudo.

Abri a porta, e lá estava a Brenda, com um sorrisinho malicioso.

— Oi, Papai! — ela piou.

— Brenda. Eu, eu, eu sinto muito. Foi um erro mais cedo. Achei que você era a Fernanda! — gaguejei num sussurro áspero.

— Tá tudo bem, Papai. Sério — ela disse, radiante. Como ela podia estar bem com isso?

— Me sinto horrível — eu disse.

— Papai, não tô brava — a Brenda acrescentou. — Só queria te agradecer pela cama. Tá demais! — ela acrescentou, os peitos dela balançando enquanto pulava empolgada.

— Ah, hã, de nada — respondi, confuso. — Hã, Brenda, como você pode não estar incomodada com o que aconteceu?

— Ah, foi só um acidente, como você disse. Por que me incomodaria? — a Brenda perguntou ingenuamente.

— Hã, só... nada. De, hã, nada — eu disse. Ela saiu pulando, não afetada pela minha pegação nada paternal no corpo jovem dela. Talvez ela tenha entendido. Talvez fosse tão simples assim. Talvez eu tivesse sorte de ter uma filha compreensiva o suficiente de que quando o pai dela acidentalmente pega nela, ela entenderia. Meu Deus, isso é tão errado.

Tive dificuldade pra dormir aquela noite, e me sentia culpado e conflitado demais pra transar com a Fernanda. Então fui dormir aquela noite, minhas bolas desconfortavelmente inchadas, não acostumadas com a falta de ação.

E tudo que conseguia pensar era em como a bunda da Brenda tinha se sentido bem na minha mão.

**

(Brenda)

Mordi o travesseiro enquanto esguichava por toda a cama.

Só de pensar em como o Papai me pegou. Como o Papai apertou as bochechas da minha bunda. Como ele tinha dedado minha rachinha, passando as pontas dos dedos pelo meu fio-dental. Isso era suficiente pra fazer qualquer garota gozar, especialmente uma garota como eu com uma baita tara pelo Papai.

O Papai tinha subido o nível do jogo. Tinha levado isso pra um novo patamar. Gozar na frente da sua filha quando você pega ela te vendo transar é uma coisa. Deliberadamente pegar na bunda dela num lugar público é outra coisa completamente diferente.

Então era hora de intensificar as coisas um pouco. Aumentar o calor. Confrontar ele com tanta carne de filha que não teria escolha a não ser se entregar. Tirar a Fernanda do caminho. Foder com ela e tirar ela da jogada pra ele poder perceber que tudo que precisava era de mim. Que eu podia dar tudo que ele sempre precisou. Meu clitóris tava ficando duro de novo.

E tudo que eu conseguia pensar era em como minha bunda formou um encaixe perfeito na mão do Papai.

**

(Marcelo)

Eu tava no trabalho quando senti meu celular vibrar no bolso. Quando tive chance de olhar, vi que tinha recebido algumas mensagens da Brenda. A primeira era:

"Olha essas fotos minhas amor!!!!" seguida de uma URL.

A segunda dizia:

"Ops. Não era pra vc Papai n olha :)"

Lutei contra a vontade o dia todo de checar aquele site. Temia o pior. Temia que ela tivesse fotos sexy dela online, e tava mostrando elas pros caras. Tinha que olhar, né? Pra garantir que minha filha não tava fazendo nada inapropriado. Mas estaria violando a privacidade dela? Tinha que olhar. Simplesmente tinha que.

Quando cheguei em casa, garanti que a Brenda tava trancada no quarto e peguei meu notebook. Copiei a URL no navegador e carreguei a página nervosamente. Quando a página carregou, meus piores medos se confirmaram.

Nessa página, o blog pessoal de alguém, havia fotos da Brenda. E a melhor coisa que podia dizer era que pelo menos não eram nudes. Havia fotos da Brenda em festas, bebendo, fumando, ficando com caras. E rapidamente ficou claro que minha filha não era tímida em mostrar o corpo. Uma foto mostrava ela de biquíni, deitada no banco, sorrindo fofa, a barriga chapada exposta pra câmera. Outra foto tinha ela levantando a saia acima da cintura, expondo a bunda de fio-dental. Ela tinha uma mão na bunda e a outra sobre a boca, posando como se fosse tímida. Outra foto tinha ela sentada num banco, uma perna no banco e a outra no chão, permitindo que quem tirou a foto visse direto por baixo do vestido dela. Visse as partes íntimas dela, mal cobertas pela calcinha minúscula que moldava nela, permitindo o observador ver uma marca dos lábios inchados da...

Balancei a cabeça e passei pra próxima foto. Uma que mostrava a Brenda mostrando os peitos pra uma sala cheia de pessoas com as costas pra câmera. A próxima tinha uma foto de algum cara que parecia mais velho que eu atrás da Brenda, as mãos dele nos peitos dela enquanto olhava presunçosamente pra câmera. Isso fez meu sangue ferver. A próxima tinha os dois sentados num sofá, a cabeça dela no ombro dele. Fiquei ainda mais bravo. A próxima tinha eles se beijando, as mãos dele arrogantemente por dentro da blusa dela. A próxima tinha ele começando a abaixar a blusa pelos peitos dela, prestes a expor ela pro mundo ver, sem dúvida na próxima foto. Ia clicar na próxima foto, pra garantir que ela não tava exposta, quando...

— Oi, Papai — a Brenda disse, surgindo da cozinha atrás de mim. Tipo adolescente sendo pego vendo pornô, rapidamente cliquei fora daquela página pra minha página inicial, esperando que ela não visse o que eu tava olhando.

Mas quando ela se jogou na poltrona do outro lado da sala, ela olhou pra mim arrogantemente. Ela segurou um dedo e balançou de um lado pro outro, tipo professora repreendendo uma criança.

— Brenda, é, hã, não é o que você tá pensando... — comecei.

— É culpa minha. Mandei aquele link pra você. Deveria ter sabido que você ia querer... checar sobre mim — ela disse, envolvendo os lábios no canudinho da bebida dela. Inventei uma desculpa pra sair da sala, mais uma vez ferozmente envergonhado. Não tinha feito nada pra mostrar pra Brenda que não era o pai tarado que ela podia achar que eu era.

Eu era um bom pai. Né?

**

(Brenda)

O Papai tava ficando tão excitado por mim. Ele tava me pegando, olhando minhas fotos sexy, gozando quando eu vi a rola enorme dele. Ele claramente me queria, desesperadamente. Só tava com muito medo pra admitir ainda. Mas uma vez que a Fernanda saísse da jogada, eu podia fazer ele meu de vez.

A Fernanda tava começando a virar uma verdadeira praga. Tava começando a arruinar uma coisa boa. Por que ela não podia simplesmente aceitar eu ficando deitada o dia todo, bonita? Isso teria tornado tudo muito mais fácil. Mas não, ela tava me forçando a fazer entrevistas de emprego. Felizmente, eu era esperta o suficiente pra sabotar completamente. Como se uma garota como eu tivesse que trabalhar. Mas toda essa situação da esposa tava me irritando pra caralho. Precisava tirar ela do meu pé pra o Papai poder entrar no meu.

Tinha que deixar a Fernanda no limite. Sabia que ela tava perto de surtar comigo. Bem perto de simplesmente explodir comigo. Talvez até partir pra cima de mim. E nós duas sabíamos que o Papai ficaria entre a gente, protegendo a filhinha linda dele da megera da esposa. Tinha que deixar a Fernanda louca. Completamente insana de ciúmes. E eu tinha o plano perfeito.

— Ei, Fernanda... — perguntei, entrando na sala uma manhã, enquanto o Papai tava no trabalho, enquanto ela tava trabalhando de casa.

— Sim, Brenda? — a Fernanda perguntou, olhando por cima dos óculos de velha.

— Eu sei que tem sido... estranho entre a gente. Então quero fazer as pazes. Quero que a gente tenha uma conexão — disse pra ela.

— Ah, hã... que legal — a Fernanda disse com um sorriso.

— Então queria te perguntar uma coisa, uma coisa que garotas perguntam pras mães o tempo todo — comecei.

— Claro — a Fernanda disse feliz. Sorri e deixei meu roupão escorregar dos meus ombros. Por baixo dele, tudo que eu tinha era meu biquíni mais minúsculo, mais safado, mais sexy. Uma pecinha branca feita de tirinhas. Pedacinhos brancos minúsculos cobriam meus mamilos mas deixavam o resto dos meus peitões gigantes e balançantes expostos. As tirinhas coitadas cavando nos meus ombros estavam tão sobrecarregadas. Minha parte de baixo era um fio-dental obviamente, o pedacinho minúsculo mal cobrindo minha bucetinha doce. Dei uma girada pra Fernanda, expondo minhas costas firmes e em forma, e as bochechas perfeitas e redondas da minha bunda pra minha vadia de madrasta. Eu tava pingando de tesão com isso.

— Você gosta? — perguntei com um sorriso doce. Olhei pra Fernanda enquanto a encarava. Vi o calor nos olhos dela enquanto consumia meu corpo incrível com um olhar duro e significativo. Essa vadia tava me odiando pra caralho! Adorei! Adorei como ela viu meus peitos mal cobertos. Minha barriga chapada. Minha buceta quase exposta. Minha bunda perfeita e suculenta. E então ela fervia de ciúmes. Rá! Essa vadia burra achava que a razão de me odiar era por causa da minha preguiça. Como se! Essa vadia me odiava por causa do meu corpo gostoso pra caralho, um corpo que uma coroa como ela só podia sonhar em ter. Ela queria que eu sumisse porque não queria o Papai consumindo meus atributos deliciosos. Ela consumiu meus atributos com olhos arregalados. Esperava pelo bem do Papai que não tava transformando a esposa dele numa sapatão babando!

— Tá demais? — perguntei. Ela engoliu seco.

— Tá vulgar demais? — perguntei com um aceno. Os olhos dela se estreitaram.

— Tá safado demais? — perguntei. Ela levantou, tensa.

— Mas tá perfeito pra mim. Eu fico TÃO gostosa nele! — eu disse, balançando meus peitos, fazendo meus peitos balançarem na frente da esposa do meu papai. Ela andou direto até o meu rosto e me encarou. Mordi o lábio enquanto olhava pra cima pra ela, esperando a reação.

— Você tá assim de perto! — a Fernanda disse com raiva, saindo pisando duro da sala. Ela tava certa. Eu tava tão perto!

Dois dias depois, o destino veio bater na porta. Literalmente. Um pacote foi entregue na porta, um pacote muito importante que a Fernanda me pediu pra ficar de olho. Algo sobre umas plantas arquitetônicas e contratos muito importantes ou alguma merda assim. Não tava prestando muita atenção. Tudo que sabia era que era muito importante pra ela, algo a ver com algum trabalho lucrativo em que ela tava, empregos de pessoas em jogo ou sei lá. Mas essa vadia pagaria por ficar entre mim e meu papai. Foi por isso que o pacote muito importante foi das mãos do entregador pras minhas, e das minhas mãos pro lixo, justo quando o caminhão de lixo tava descendo a rua.

Recebi algumas ligações da Fernanda durante o dia:

"Oi, Brenda, aquele pacote que te falei já chegou?"

"Oi, Brenda, aquele pacote já chegou?"

"Brenda, o pacote já chegou aí?"

"Brenda, me liga assim que o pacote chegar!"

"Já chegou? Droga!"

Sorri maliciosamente conforme ela ficava cada vez mais brava. Finalmente, ela chegou em casa mais cedo que o normal.

— Já chegou?

— Não — eu disse, balançando a cabeça. Ela falou com raiva consigo mesma enquanto foi até o telefone. Discou furiosamente.

— Sim, eu era pra receber uma entrega expressa hoje — ela disse rapidamente.

— Fernanda Oliveira — ela acrescentou. — Rua das Acácias, 457.

— O quê? Me disseram que não foi entregue. Foi assinado? Por quem? — ela disse. Observei ela enquanto a empresa de entrega dizia que era meu nome. Observei ela virar e olhar pra mim e então bater o telefone.

— Beleza! Cadê? — a Fernanda avançou em mim com raiva, entrando na minha cara.

— Não sei do que você tá falando — respondi.

— Aquele pacote é o projeto mais lucrativo que já tivemos. Precisa começar amanhã, e se eu não conseguir aquele pacote, vamos perder tudo isso. Os empregos das pessoas dependem disso! — a Fernanda disse.

— Sei lá — eu disse, dando de ombros.

— Chega de joguinhos, sua vadiazinha. Eu sei exatamente que tipo de garota você é. Eu sei o que você tem tentado fazer. Agora me devolve aquela porra do pacote! — a Fernanda gritou.

— Você não tem ideia de que tipo de garota eu sou, vadia. O que você acha que eu tô tentando fazer? — respondi, começando a largar a atuação.

— Você não gosta de mim. Você quer que seja só você e o Marcelo. Você me quer fora da jogada — a Fernanda disse.

— O Papai merece coisa melhor. E vou fazer o que for preciso pra ele perceber isso — eu disse simplesmente. E logo depois que disse, vi o Papai entrar.

— Cadê a porra do pacote?! — a Fernanda gritou na minha cara.

— Não sei — eu disse, mordendo o lábio. A Fernanda puxou o braço e me deu um tapa na cara. Senti gosto de sangue na boca. Por instinto, revirei, minhas unhas pra fora, arranhando ela, criando algumas marcas de arranhão no rosto dela.

— Ah, sua vadia! — ela disse, pulando em mim. O Marcelo interceptou ela, agarrando ela pela cintura e puxando ela pra longe de mim.

— Ei! Ei! Ei! Ei! O que tá acontecendo? — o Marcelo gritou, colocando a Fernanda no chão e ficando entre nós.

— Ela acabou de me atacar! Ela é louca! — gritei, ligando as lágrimas.

— O quê? Fernanda, o que tá acontecendo? — o Marcelo perguntou.

— Aquele pacote que te falei. Ela fez alguma coisa com ele. Não tá aqui. A empresa disse que ela assinou, mas ela fez alguma coisa. Ela escondeu ou algo assim — a Fernanda tagarelou.

— Brenda. Cadê? — o Marcelo perguntou, virando pra mim.

— Não sei — menti, me encolhendo tipo garotinha inocente.

— Brenda! Me diz onde tá o pacote! — o Marcelo perguntou com raiva.

— Não sei! Se soubesse, Papai, te diria. Nunca mentiria pra você! — implorei, correndo escada acima, lágrimas caindo nas bochechas. Assim que saí de vista as lágrimas diminuíram. Limpei as bochechas e olhos limpando as lágrimas. Bati minha porta atrás de mim, mas escutei atentamente eles lá embaixo.

— Marcelo, ela é má notícia. Tenho que dirigir 500 quilômetros até lá hoje à noite pra pegar aquela informação, e depois 500 quilômetros de volta de manhã antes do trabalho. Se ela não tiver ido embora quando eu voltar do trabalho amanhã... então eu não volto! — a Fernanda gritou.

— Fernanda... — o Marcelo disse.

— Marcelo, encara! Aquela garota é do mal. Ela tá tentando me sabotar. Ela tem feito comentários merdas há semanas. E notícia importante... ela é uma puta! Ela se veste como uma completa piranha! Ela passa pela vida chupando caras. É o que ela faz. Você sabe que tem algo errado com ela. Você sabe! Desculpa ter que te fazer fazer isso. Não queria empurrar até esse ponto, mas já tive o suficiente! Não consigo mais lidar com ela. É hora de você crescer e lidar com ela! Chuta essa bunda pra fora. Ela precisa de disciplina! Ela precisa aprender que tem repercussões pros atos dela! Você precisa escolher, Marcelo! Sua esposa de quase vinte anos, ou aquela princessinha mimada que você conhece há só alguns meses. Aquela vadiazinha da rua, ou a mulher com quem você passou pelas boas e más. A mulher que te ama com todo o coração. Marcelo, desculpa ter que fazer isso, mas você precisa escolher. Te vejo amanhã. É melhor eu não ver ela — a Fernanda disse. Ouvi ela sair andando da casa.

Sair andando da casa dela. Sair andando do casamento dela. Me deixando sozinha com o Papai finalmente.

Vadia burra.

**

(Marcelo)

Eu tava entorpecido.

A Fernanda tinha me deixado. Minha esposa tinha me deixado. Ela tinha me dado um ultimato. Era ela ou a Brenda. Minha esposa ou minha filha. A mulher que amava com todo meu coração ou a garota que tinha criado. A mulher a quem prometi lealdade, ou a garota pela qual sentia uma responsabilidade biológica.

A evidência tava ali. Tava. Por todas as contas a Brenda era uma aproveitadora. Uma sanguessuga. Uma pirralha mimada e preguiçosa. Mas ela era minha filha. Nunca tinha estado lá pra ela, e me sentia incrivelmente culpado por isso. Tantos momentos que perdi dos quais deveria ter feito parte. Quando a conheci, ela tinha crescido pra ser uma pirralha mimada, envenenada pela vadia da mãe. Tinha feito o meu melhor pra consertar ela, pra dar uma influência positiva. Mas a Fernanda tava certa. Não tava funcionando. Algo tinha que ser feito.

Andei devagar até o quarto dela, onde sabia que ela tava. Abri a porta e encontrei ela sentada na cama, lágrimas nos olhos, um sorriso triste no rosto. Minha filha. Minha linda filha, a única pessoa que carregaria meus genes quando eu fosse. Não podia simplesmente abandonar ela, podia? Eu era o pai dela. Não podia simplesmente desistir dela. Só precisava achar um jeito de deixar as coisas boas. Conseguir a vida que sempre quis, uma esposa adorável, uma filha adorável. Mas parte de mim sabia que isso não ia acontecer. Não sabia o que fazer. Só queria que houvesse algum jeito de passar por essa situação. Queria que alguém pudesse vir e me dizer o que fazer pra melhorar tudo isso.

— Oi, Papai — a Brenda disse tristemente.

— Oi — eu disse simplesmente. Andei até ela e sentei ao lado dela na cama. Ela parecia que ia chorar. Mesmo quando chorava, ainda parecia fofa. Ela tava usando jeans apertado, um cinto grosso e pesado, uma regata rosa e uma jaqueta leve com zíper.

— Você fez alguma coisa com o pacote? — perguntei. Ela olhou pra mim, lágrimas nos olhos, e acenou que sim.

— Cadê? — perguntei.

— Sumiu — ela disse simplesmente.

— Brenda, por que você faria isso? — perguntei.

— Não sei. Ela é tão vadia comigo o tempo todo. Quis me vingar — a Brenda disse.

— Brenda, não posso desfazer isso. Isso foi muito ruim. Não posso fazer isso sumir ou melhorar — disse a ela.

— Eu posso — a Brenda disse.

— O quê? Como você pode melhorar isso? — perguntei cético.

— Ouvi o que ela disse. Como ela queria que você escolhesse entre mim e ela. Eu sei o que você deveria fazer — a Brenda disse.

— O quê? — perguntei.

— Você deveria me escolher — a Brenda disse simplesmente.

— Brenda, não é tão simples — eu disse, esfregando a testa.

— Papai, realmente é — a Brenda respondeu.

— Não, Brenda, realmente não é — eu disse.

— Você não me quer mais por perto, Papai? — a Brenda fez bico.

— Não é isso. Não é sobre escolher entre vocês duas. Quero as duas na minha vida — eu disse. A Brenda olhou pra baixo e acenou. — Brenda, você não pode continuar fazendo algumas dessas coisas. Você tem que crescer. Não pode ser uma garotinha mais.

— Mas eu sou sua garotinha — a Brenda respondeu.

— Brenda... — comecei.

— Escuta, Papai, tem um jeito de melhorar tudo isso — a Brenda disse, colocando a mão no meu ombro, ficando de joelhos ao meu lado.

— O que é? — perguntei. Ela acenou pra eu chegar mais perto e me inclinei em direção a ela. Ela colocou a mão na minha orelha e então se aproximou de mim e sussurrou:

— Você tem que bater na minha bunda.

— O quê?! — eu disse, me afastando dela em choque.

— Papai, você tá certo. Eu preciso de disciplina. Preciso aprender a não ser uma pirralha mimada. Preciso aprender a não ser uma vadia. Papai, preciso ser ensinada. Preciso aprender o quão errada eu tava. É o único jeito de deixar sua família inteira, Papai. É o único jeito de conseguir o que sempre quis. Quero ser boa, Papai. Quero ser uma pessoa melhor. Se você tivesse estado lá quando eu tava crescendo, teria sido o durão que eu precisava. Teria sido o pai que eu precisava. Teria me mantido na linha. Mas você não tava lá. Agora não é tarde demais. Você pode me colocar no caminho certo. Você pode me transformar numa garota boa. Você pode recuperar sua família. Tudo que tem que fazer é bater na minha bunda, forte, até eu aprender a lição — a Brenda disse.

— Brenda, hã, eu só não sei — comecei, mas a verdade era que ela precisava de uma boa surra. Se ela fosse criança e tivesse agindo como tinha agido, sendo preguiçosa e mimada, seria punida. Levaria palmadas. Mas obviamente, ela era velha demais pra isso agora.

— Aqui, vou facilitar pra você — a Brenda disse. Com isso, ela começou a desfazer o cinto grosso, então seguiu desfazendo o botão e o zíper da calça. Antes que pudesse impedir ela, ela abaixou a barra do jeans e se jogou no meu colo, o jeans nas coxas, a bunda de fio-dental exposta pra minha visão. Não consegui me impedir de olhar pra baixo... mas então desviei.

— Brenda! Não! Não posso fazer isso — eu disse.

— Qual é, Papai. Tá tudo bem. Eu preciso disso — a Brenda disse, a voz ofegante.

— Brenda, isso é, hã, isso é inapropriado — eu disse, nervosamente, sendo confrontado pela bunda nua da minha filha num fio-dental rosa choque, posicionada no meu colo. Tentei não olhar.

— Papai, você já tocou na minha bunda. Que mal teria se fizesse de novo? — a Brenda postulou.

— Eu... não posso. Isso não é necessário. Por favor, hã... sai — implorei. Não tinha nenhum desejo de bater na minha filha. Ela tinha 18 anos. Não era uma garotinha. Nessa idade, só parecia imoral. Ela olhou por cima do ombro e me observou, esperando que eu tomasse uma atitude.

Ficamos só ali sentados, minha filha quase de bunda nua deitada no meu colo. Como diabos tinha chegado nessa posição? Não podia bater na minha filha, podia? Claro, ela era uma pirralha. Claro, ela precisava de disciplina. Claro, ela precisava mudar os caminhos. Sim, ela precisava de uma boa surra. Sim, uma surra provavelmente realmente reforçaria o fato de que as ações dela eram muito ruins, e ela precisava parar de ser tão criança. Mas ela não podia realmente querer uma surra, podia? Seria tão estranho. Talvez fosse um teste ou algo assim. Tinha que resistir. Bater na minha filha de 18 anos parecia tão errado.

Sim, ela tinha me deixado puto. Mas minha raiva nunca tinha chegado ao nível de eu pensar em discipliná-la fisicamente. Nunca fui esse tipo de homem. Sempre fui bom em nunca ficar bravo demais. Sempre tive jeitos de desabafar. Mas tava me sentindo encurralado, nessa situação insana com minha filha. Minha esposa tinha me deixado. Tinha que escolher entre minha esposa e minha filha. Não conseguia pensar em nenhuma saída dessa situação. Tava confuso. Tava machucado. Tava com raiva. Tava conflitado.

— Papai, não vou sair daqui até você bater na minha bunda — a Brenda declarou. — Causei tanta confusão pra você. Sua esposa te deixou por minha causa! Arruinei sua vida perfeita! Tornei sua vida tão mais complicada! Você quer me fazer pagar, não quer? Você quer me fazer pagar por toda a confusão que causei pra você? Você quer que eu pague por ser tão pirralha? Então me bate, Papai! Me bate!

TAPAAAA!

Fiz por instinto. Ela só continuava trazendo à tona quanta confusão tinha causado, o quão conflitado tinha me deixado, e isso fez meu sangue ferver, então simplesmente fiz. Sem outra saída, bati na minha filha. Puxei o braço pra trás e trouxe minha mão pra baixo e bati nela bem na bochecha esquerda da bunda. O tapa ecoou pela casa inteira. O tapa da minha mão na bunda da minha filha. Meu Deus! O que tinha feito? Tinha acabado de bater na minha filha. Tinha batido na minha filha de 18 anos.

Isso era um teste? Ela tava me desafiando a fazer isso? Agora que tinha feito, ela ia me odiar pra sempre? A reação dela decidiria tudo.

— AAAHHHHHHH, PORRA, ISSOOOO! — a Brenda gemeu, quase em prazer. O quê? Ela gostou disso? Ela curtiu eu bater nela?

— Qual é, Papai, continua — a Brenda implorou. — Por favor.

— Não posso. Desculpa — eu disse, confuso pela reação dela.

— Olha pra minha bunda, Papai. Olha pra ela. Foi feita pra levar palmada — a Brenda implorou. Não pude resistir. Ela observou enquanto eu olhava pra baixo, encarando a bunda praticamente nua da minha filha, realmente vendo pela primeira vez.

— Isso aí, Papai. É muito mais fácil simplesmente fazer o que eu digo — a Brenda sussurrou, mas eu tava zonzo demais pra responder. Era loucura! Tava encarando a bunda de fio-dental da minha filha, quase... admirando.

— Olha pra minha bunda e me diz que ela não foi feita pra levar palmada — a Brenda sussurrou. Não pude deixar de olhar. Ela tinha duas bochechas suculentas e redondas. Eram perfeitamente bronzeadas sem marcas de bronzeado, mostrando que quando bronzeava, fazia de bunda nua. As bochechas eram empinadas e firmes com músculo. O fio-dental rosa realmente se destacava pela pele bronzeada e reluzente. A única imperfeição na bochecha esquerda da bunda era a marca leve deixada pela minha mão. E na bochecha direita da bunda tinha uma tatuagem em letra chique, com só uma palavra:

"Doce."

— Doce? — perguntei.

— Era meu apelido na escola — a Brenda disse. Pensei em perguntar mais, mas me distraí. Atraído como um ímã, não pude deixar de passar meu dedo pela tatuagem, então circulando ela, provocando com meu dedo, admirando a firmeza da carne dela enquanto ressaltava contra meu dedo. Então percebi o que tava fazendo, passando meu dedo pela bunda da minha filha. Me afastei como se tivesse queimado.

— Ah, hã — gaguejei, percebendo o que fiz enquanto tentava levantar, mas o peso dela no meu colo me segurou.

— Viu, Papai, é impossível resistir tocar nela. Por favor! Continua! Continua me batendo! Eu preciso! — a Brenda gemeu.

— Brenda, não posso, eu... — comecei, meu sangue bombeando.

— Faz isso! — a Brenda disse, ficando chateada. — Faz isso, Papai! Me bate por ser tão vadia! Me bate porque sua esposa me odeia pra caralho! Me bate porque não aprendi a lição! Me bate porque se não fizer, vou fazer algo muito pior! Ensina uma lição pra sua filha! Me bate até minha bunda ficar vermelha! É o único jeito de eu ser uma garota boa! Faz isso, Papai! Faz logo porra! — a Brenda implorou, mexendo a bunda, implorando pra levar tapa. E a verdade era... a bunda dela realmente foi feita pra levar palmada.

Então fiz.

TAPAAAA!

— AH, ISSO MESMO! — a Brenda gemeu enquanto eu bati na outra bochecha.

Com cada coisa que ela disse fiquei mais e mais bravo. Então não podia ser culpado por bater nela, né? Ela tava sendo uma pirralha completa, e tava praticamente ameaçando minha esposa. Não tinha escolha. Tinha que ensinar uma lição a ela.

— Continua, Papai! Soca minha bunda! — a Brenda gemeu. Como ela podia estar curtindo isso? Que tipo de garota ela era?

Minha filha era uma pirralha. Era. Não podia fazer desculpas. Ela era uma pirralha mimada completa. E ela precisava aprender uma lição. Ela achava que podia se safar fazendo as coisas que fazia. Tentando arruinar o sustento da minha esposa. Atrapalhando a felicidade minha e da minha esposa. Se recusando a arrumar emprego e fazer qualquer trabalho. Sendo uma vadiazinha.

— Você planeja arrumar emprego? — perguntei rouco, minha voz num tom baixo e monótono.

— Não, Papai! Nunca planejei arrumar emprego. Nunca vou. Sabotei todas as entrevistas. Só quero viver do dinheiro de vocês. Garotas como eu não precisam trabalhar. Sou gostosa demais pra trabalhar — a Brenda disse.

— Você é uma pirralha mimada, não é? — perguntei com raiva.

— Ahhh sim, Papai! Sou tão pirralha mimada! — a Brenda implorou, desesperada pra levar palmada. A única coisa que tava me impedindo era o quão inapropriado isso parecia. Tava lutando com o conflito que essa situação tava causando. Parecia tão estranho estar batendo na minha filha, na minha filha de 18 anos. Mas ela parecia querer. Ela parecia estar desejando isso. Ela queria ser uma pessoa melhor. Queria disciplina dura. Mas me sentia estranho sendo o único a fazer isso. O pensamento disso me deixava extremamente inquieto, confuso e conflitado. Mas havia uma saída desse conflito. A Brenda tava certa. Era muito mais fácil simplesmente dar o que ela queria. Ela precisava levar palmadas. Ela queria. Ela precisava. E eu era o homem pro trabalho. Às vezes um pai tinha que deixar de lado o melhor julgamento pra fazer o certo pelos filhos. Era isso que eu tinha que fazer agora. Eu era o pai dela.

Eu era o papai dela.

TAPAAAA!

— AAAHHHHH! — a Brenda gemeu. — Me diz que garota má eu fui!

— Você foi uma garota má! — eu disse, com raiva, bravo de ela ter me feito fazer isso. Bravo de minha filha ter trazido à tona um lado sombrio e raivoso de mim, me fazendo bater na bunda dela.

TAPAAAA!

— CARALHO, DÓI TÃO GOSTOSO! — a Brenda gritou, esfregando a barriga nas minhas coxas.

— Para de falar palavrão na minha casa! — ordenei.

TAPAAAA!

— AAAHHH, desculpa, Papai! Desculpa ter uma boca tão suja do caralho! — a Brenda gemeu.

TAPAAAA!

— AHHHHH! Continua! Me ensina uma lição! — a Brenda gritou.

— Você é tão pirralha! — eu disse.

TAPAAAA!

— AHHHHH! Eu sei que sou pirralha. Sinto muito. Por favor, preciso disso! Me faz me arrepender de todas as coisas ruins que fiz! — a Brenda gemeu.

TAPAAAA!

— MERDA! PORRA DE MERDA! Não deveria deixar você ver minha bunda, Papai! Olhar de verdade pra ela! Admirar ela! Me fazer sentir tipo uma vadiazinha safada! Garante que vou me arrepender de ter deixado você ver minha bunda! — a Brenda disse.

TAPAAAA!

— CARALHOOOOO! — a Brenda gemeu, batendo a cama com o punho. Obedecendo os desejos dela, olhei pra bunda dela de novo. Realmente era uma bunda ótima. As bochechas pareciam perfeitamente redondas e empinadas. Agora brilhavam vermelhas da palmada. Mas de algum jeito, a tatuagem se destacava da bunda, capturando minha visão ainda mais quando as bochechas brilhavam vermelhas. Agora tavam inchadas e pulsando, e tenho certeza que ela tava com muita dor, mas não parei. Não mostrei misericórdia.

TAPAAAA!

— AHHH! CARALHO! Faz mais forte! Me bate mais forte porra! Me bate, Papai! — a Brenda implorou. Enquanto batia na bunda dela, observava as bochechas balançarem tipo gelatina antes de pararem. A tatuagem era tipo um alvo, bem na parte perfeita da bunda que tava suculenta pra bater.

TAPAAAA!

— AHHHHHHH! PORRA! Isso é forte, Papai. Mas consigo aguentar mais forte! Qual é, Papai! Bate na minha bunda o mais forte que conseguir porra! — a Brenda disse. Enquanto batia nela, observava as bochechas da bunda ondularem. Conforme faziam, o material minúsculo do fio-dental descendo pela rachinha da bunda era exposto entre as bochechas balançantes. Que garota safada. Aquele tapa foi o mais forte ainda, e ainda não foi forte o suficiente pra ela. Não ia parar até ela parar de implorar. Quando ela parasse de implorar por mais eu saberia que tinha chegado no limite. Que tinha aprendido a lição. Que tinha tido o suficiente de disciplina dura. Mas... até lá...

TAPAAAA!

— MERDA! — a Brenda gritou enquanto eu batia mais forte nela.

— Quero que você peça desculpas... — comecei.

TAPAAAA!

— CARALHO! — a Brenda gemeu enquanto eu batia na bunda dela ainda mais forte.

— Por todas as coisas ruins... — continuei.

TAPAAAA!

— AHHH! — a Brenda gritou enquanto eu massacrava a bunda dela com minha palma.

— Que você fez — terminei.

TAPAAAA!

— AAAHHHHH! PORRA! Tá bom, tá bom, tá bom, tá bom... — a Brenda tagarelou. — Desculpa, Papai. Desculpa por ter escondido o pacote.

TAPAAAA!

— CARALHOOOO! DESCULPA! Desculpa por odiar sua esposa! — a Brenda implorou.

TAPAAAA!

— Mmmmmmmmmm! — a Brenda disse, se contendo. — Desculpa! Desculpa por ter tornado sua vida tão difícil!

TAPAAAA!

— DESCULPA! Desculpa por ser tão preguiçosa!

TAPAAAA!

— AHHHHH! Desculpa. Desculpa por gostar de homens mais velhos!

TAPAAAA!

— SINTO TANTO! Desculpa por ser tão vadia!

TAPAAAA!

— PORRA, PAPAI! Desculpa por me vestir tipo puta!

TAPAAAA!

— AI! Desculpa por ter dado pra tanta gente!

TAPAAAA!

— AHHHH! Desculpa por me vestir tão vulgar perto do meu papai!

TAPAAAA!

— CARALHO! Desculpa por ter deixado você me pegar!

TAPAAAA!

— AI, PUTA MERDA! Desculpa por ter gostado!

Eu tava tão na zona que não compreendi o que ela tinha acabado de dizer. Mas a próxima coisa que ela disse me parou no meio do caminho.

TAPAAAA!

— PORRA! Desculpa por ter feito você querer me comer! — a Brenda gritou. Puxei o braço pra trás pra bater na bunda dela de novo, mas as palavras dela pararam. O que ela acabou de dizer?

— O quê? — rosnei.

— Você não precisa mentir mais, Papai. A Fernanda não tá mais aqui. Além disso... consigo te sentir — a Brenda disse, esfregando a virilha nas minhas coxas. E agora livre da minha névoa, percebi que ela também tava esfregando na minha ereção dura feito pedra. Que porra!?

— Hã, Brenda, não é o que você tá pensando, eu hã... — gaguejei.

— Se você precisar tirar pra dar uma folga, vou entender — a Brenda sussurrou. Por que diabos eu tava duro? Por que meu pau tava projetando dolorosamente da minha virilha, saltando claramente contra minha calça, pressionando na minha filha? Era a paixão da situação, as emoções que tavam fluindo? Ou era o que ela disse, que eu... não, não era isso. Não podia ser.

— É isso que você quer? — perguntei.

— Ah, SIM, Papai! Por favor! Quero que a gente seja o mais próximo que um papai e uma filha podem ser. Quero que você faça o que quiser fazer pra manter a gente juntos. O que for preciso! — a Brenda implorou, ainda girando a bunda, implorando pra levar palmada. Não podia acreditar! Ouvi certo? Ela quer que eu tire meu pau... na frente dela. Não poderia possivelmente fazer isso, poderia? Ela quer que eu faça o que for preciso pra manter a gente juntos. Isso significa o que eu acho que significa?

— O que você quer? Quero que você me diga! — rosnei.

— Quero que você me bata. Quero que você arranque as roupas da sua filha! Quero que você me veja pelada! Quero que você veja o corpo gostoso da sua filha ao vivo! Quero que você me puna todo dia esticando minha buceta com sua rola grande de paizão! — a Brenda gemeu, levantando os quadris, implorando pra levar palmada, me permitindo colocar uma mão embaixo dela com a outra posicionada acima da bunda.

Vi tudo vermelho.

TAPAAAA!

— VOCÊ... — rugi.

TAPAAAA!

— É...

TAPAAAA!

— TÃO...

TAPAAAA!

— VADIA...

TAPAAAA!

— SUJA!

TAPAAAA!

— Ah! — a Brenda gemeu.

TAPAAAA!

— AH! — a Brenda gritou.

TAPAAAA!

— PORRA!

TAPAAAA!

— PORRA!

TAPAAAA!

— PORRAAA!

TAPAAAA!

— AI, CARALHO! VOU GOZAR!

TAPAAAA!

— PORRA! TÔ GOZANDOOOO! — a Brenda gritou, os quadris sacudindo espasmódicamente, enfiando nas minhas coxas e na minha virilha.

TAPAAAA!

TAPAAAA!

TAPAAAA!

— AHHHHHHH! — ela gritou, os pés subindo na cama, tentando escapar das palmadas.

TAPAAAA!

TAPAAAA!

— CHEGA! CARALHO! CHEGA! NÃO AGUENTO! POR FAVOR! PORRA! — a Brenda implorou distraidamente, a mão tentando me bloquear de bater nela mais enquanto os quadris enfiavam na minha virilha. Mas parei. Ela tinha tido o suficiente. Tinha aprendido a lição. Teve o bastante. Quando ela parou de sacudir, agarrei ela pelas pernas e joguei ela de costas na cama ao meu lado. Levantei e olhei pra baixo pra minha filha completamente desarrumada.

A Brenda tava de costas, respirando pesado, mas fora isso sem se mexer. O jeans tava nos joelhos, e a virilha de fio-dental agora tava exposta pra mim. Moldava na buceta jovem dela. A virilha e coxas inteiras tavam encharcadas com os líquidos dela. A blusa moldava no peito, os mamilos duros aparecendo através da blusa apertada. A pele tava coberta de suor do esforço. Olhei pro rosto dela. Os olhos tavam molhados de lágrimas, assim como as bochechas. Mesmo tendo se divertido no meu colo durante a surra, levar palmadas na bunda ainda doía muito.

Só olhei pra ela. Essa era minha filha! Minha filha safada e vadia que gozou no colo do Papai enquanto levava palmadas. Que vadia doente e deturpada.

— Você é uma vadia safada, não é? — murmurei, mais desapontado e bravo do que nunca tinha estado antes. Minha filha, a única pessoa carregando meus genes, era uma vadiazinha. Uma verdadeira safada que gozou enquanto levava palmadas do papai. Esse era meu orgulho e alegria bem aqui. Ela nunca mudaria. Nunca seria um membro funcional da sociedade. Uma boa pessoa. Tudo que ela seria é uma vadiazinha.

— Sim — ela ofegou.

— Quero você fora da minha casa. Não quero nunca mais que você volte aqui. Não quero nunca mais que minha esposa te veja de novo — eu disse num tom monótono.

— Papai — a Brenda disse baixinho, levantando a cabeça, olhando pra mim. — Não vou a lugar nenhum. Porque tô exatamente onde você me quer — ela disse com uma risada satisfeita.

— Brenda, sai agora! — rosnei.

— Papai! — ela riu nervosamente. — Olha pra você.

Confuso, olhei pra baixo. E quando olhei, pulei pra trás em choque. Porque pendurado pra fora da minha calça, bem no centro, tava meu pau grosso de 25 centímetros, minhas bolas pesadas penduradas abaixo.

— Que porra!? Como isso aconteceu? Você fez isso? — perguntei confuso, tentando enfiar meu pau de volta na calça rapidamente.

— Você tirou assim que pedi — a Brenda disse presunçosamente, olhando antes de eu guardar. — No que você acha que eu tava esfregando? Por que você acha que gozei tão forte? — ela acrescentou, sentando, deixando o jeans cair nos pés e então saindo dele.

Não conseguia encontrar palavras. Tinha batido na bunda nua da minha filha e ao fazer isso, tinha tirado meu pau da calça. Tinha tirado meu pau pro mundo ver. Pra minha filha ver. Tinha batido na bunda de fio-dental da minha filha com meu pau pendurado pra fora da calça. Que diabos?

Antes que pudesse reagir, a Brenda me agarrou pela camisa, me girou, e me empurrou de volta pra cama.

— Sinto muito — eu disse. — Não sei como isso aconteceu — acrescentei, implorando pelo entendimento dela.

— Eu sei. Sei exatamente por que isso aconteceu. É porque você quer me comer — ela disse numa voz cantada.

— Brenda, eu, hã, você tá entendendo errado... — comecei, tentando me afastar.

— Acho que você é quem tá enganado, Papai. É o que você quis desde o começo — a Brenda começou, chegando mais perto de mim.

— Isso, hã, isso, isso, isso não é verdade — gaguejei.

— Cala a boca! — a Brenda disse firmemente, terminando minha gagueira. — Só fica aí sentado e quieto tipo um bom papai deveria. Como eu disse antes, vai ser muito mais fácil se você só fizer o que eu digo. Agora, como eu tava dizendo! — ela começou de forma mimada. — Você tem sido um Papai mau desde que me mudei. Um Papai safado. Olhando pra sua princessinha de um jeito que um bom papai não deveria.

— Brenda, você tá entendendo errado as coisas, eu... — comecei.

— EU DISSE... — ela começou, me cortando. — Cala a boca — ela acrescentou suavemente. — Agora, Papai, tenho todas as provas que preciso de que você é um papai muito mau. O que a maioria dos papais faria quando confrontada com a filha perdida há muito tempo? Abraçariam, chorariam e dariam boas-vindas pra casa. O que você fez? Qual foi a primeira coisa que fez quando abriu a porta e me viu? Ficou encarando meus peitos balançando!

— Brenda, eu... — comecei.

— A maioria dos bons papais colocaria trancas nas portas pra filhas curiosas não ficarem bisbilhotando. Você não, Papai. Você não tinha trancas. Você começou a fazer barulhos safados no seu quarto, esperando que eu fosse bisbilhotar. Não foi? — a Brenda perguntou.

— Não, foi só... — comecei.

— Você quis! Você queria que eu fosse bisbilhotar. Sentiu uma vontade incrível de mostrar sua rola gigante pra sua própria filha, não sentiu? Você sabia que eu ia bisbilhotar. Você é um papai maaaauuu! — a Brenda disse, me provocando.

— Não, eu... — eu disse.

— Eu sei que você queria que eu assistisse! Quer saber por quê? Porque assim que me viu, gozou feito mangueira de bombeiro! Mesmo tendo gozado em cima da sua esposa, sabia que aquela gozada pertencia a mim — a Brenda disse.

— Brenda, tudo isso pode ser explicado... — comecei, procurando algum jeito de fazer ela entender.

— Você pegou na minha bunda! — a Brenda disse. — Em público! Deu umas boas apertadas na bunda da sua filha. Você tinha que ter sabido que não era a bunda da sua esposa. Você tem que saber como a bunda dela é depois de ser casado com ela por tanto tempo. Você sabia que não era a bunda dela que tava apertando. Você tinha que saber que não era a rachinha da bunda dela que tava passando os dedos. Era da sua filha.

— Posso explicar — comecei.

— Papai! Por que você não tá calando a boca? — a Brenda choramingou, batendo os pés. — Papai, você precisa calar a boca e me escutar. Eu sei que pode ser explicado. Eu sei a explicação — a Brenda começou. — Você quer me comer! Você é sexualmente atraído pela sua própria filha! Você é um Papai safado!

Balancei a cabeça. Não era verdade. Não sou sexualmente atraído pela minha filha! É doentio! Não quero comer ela! Claro, a evidência parecia ruim, mas podia explicar.

— Tá vendo isso? — a Brenda começou, apontando pro umbigo dela, pra uma mancha de umidade, logo acima da virilha encharcada. — Isso não é de mim. Isso é de você. Isso é a porra que tava vazando do seu pau enquanto você esfregava em mim quando me bateu! Isso aí é toda a prova que preciso, Papi.

— Brenda, eu... — comecei.

— CALA A BOCA! — a Brenda choramingou. Minha boca se fechou. Isso fez ela sorrir. — Papai, tá tudo bem! Entendo. Tá tudo bem você ter uma queda pela sua própria filha. Porque... eu me sinto do mesmo jeito. Eu tenho uma queda por você também. Nós dois sentimos isso. Aquela conexão. Mais que o laço entre um papai e sua princessinha. Não, nossa conexão é diferente. Aquela conexão inata que duas pessoas sentem quando ambas sabem que são destinadas a ser amantes — a Brenda disse.

— Brenda, para! Isso é loucura. Eu não tenho uma queda por você. E você não pode ter uma queda por mim! — implorei, levantando e forçando ela pra trás.

— Ah, Papai! — ela disse fofa, mordendo o lábio. — Só olha pra você.

Olhei pra baixo e vi meu pau pressionando na calça, implorando pra ser solto de novo das restrições apertadas.

— Brenda — eu disse, me cobrindo com as mãos. — Não é o que você tá pensando.

— Então o que é, Papai? Por que você tem uma ereção latejando na frente da sua filha? — ela começou, me empurrando de volta pra cama numa posição sentada.

— Papai, pode me mostrar de novo? Adorei ver antes. Quer dizer, ADOREI MESMO ver. Levou a várias noites sem dormir pra mim. Isso te excita, Papai, sua filhinha querida se revirando na cama porque tinha o pau do papai na cabeça? — a Brenda perguntou.

— Não, eu... eu... eu... — gaguejei, não encontrando as palavras pra terminar aquela frase.

— Papai, posso pelo menos... ver, mais uma vez? E talvez tocar. Só um pouquinho. Só parecia tão grande e forte. Por favor, Papai, só um toquinho? Por favorzinho? — a Brenda implorou, mordendo o lábio inferior, olhando pra mim.

— Brenda, sou seu pai. Sou casado! — insisti.

— Papai, pode ser honesto comigo. A Fernanda não tá mais aqui. E não vai voltar. Somos só você e eu agora. Você não precisa dela. Nunca precisou dela. Nunca precisou de uma esposa. O que você precisa agora é de uma filha jovem e apertada. É pra isso que um paizão como você foi feito.

— Brenda, isso não tá certo — eu disse, minha mente um turbilhão de emoção. — Você realmente precisa ir embora.

— Papai! — a Brenda riu. — Se vou embora, você deveria pelo menos me ver pelada primeiro! — ela disse, abrindo o zíper da jaqueta o suficiente pra deixar os peitos de regata caírem pra fora. Tentei desviar o olhar, mas podia praticamente ouvir a carne abundante balançando enquanto simplesmente explodiam de baixo da jaqueta.

— Brenda, eu... — comecei, mas não conseguia encontrar as palavras. A luta foi tirada de mim. Finalmente, fiz o que ela queria. Finalmente calei a boca. De algum jeito, de alguma forma, os encantos mimados dela tinham funcionado em mim. Me deixaram sem palavras. Cada risadinha fofa, cada lábio mordido, cada revirar de olhos mimado, cada risadinha, fazia meu pau latejar pra caralho. A Brenda se inclinou pra frente e colocou o dedo nos meus lábios. Impetuosamente, ela deslizou o dedo na minha boca, me forçando a chupar. Antes que pudesse impedir ela, trouxe as mãos pra debaixo da barra da blusa e começou a levantar. — Brenda, para... — implorei suavemente, mas ela não ia parar não importa o que eu dissesse. Tava determinada a ficar na frente do papai de calcinha. O resto da barriga chapada dela começou a emergir, mas a blusa ficou presa nos peitos. Depois de um pouco de luta, conseguiu descascar a blusa e jogar fora, revelando os peitos de sutiã pra mim.

A Brenda ficou na minha frente, mãos nos quadris, como se posando pra mim na calcinha rosa combinando. Ela tava pedindo pra eu olhar. Não teria olhado em nenhuma outra circunstância. Não era esse tipo de cara. Dito isso, o corpo da minha filha era de outro mundo.

Os peitos dela eram enormes! Só... gigantescos. E o corpo pequeno dela fazia eles parecerem ainda melhores. Eram tão redondos e lisos e cheios e empinados. Tavam empacotados no sutiã, derramando pelas bordas, explodindo pra serem libertados. O sutiã realmente forçava eles juntos, criando uma linha enorme de decote macio e empinado. As alças do sutiã cavavam nos ombros dela, sem dúvida doloroso, mas o efeito do sutiã provavelmente fazia qualquer dor valer a pena.

A barriga dela era em forma, mostrando que ela sabia que tinha um corpo bom e que sabia o que tinha que fazer pra manter no melhor. A calcinha minúscula enfatizava as pernas lisas e firmes e o bronzeado perfeito. Parecia estranho dizer, mas saber que meus genes tinham participado em criar o corpo incrível da minha filha me encheu de um senso estranho de orgulho.

— Não te culpo, Papai... por me querer. Por desejar meu corpo jovem. Vi o que a Fernanda tinha. Peitinhos pequenos, minúsculos e tristes. Ela é meio... gordinha nas beiradas. Todas aquelas rugas nojentas que uma coroa como ela teria. E a bunda dela é simplesmente patética. Ela não te satisfaz, satisfaz? O mais forte que você gozou foi quando me viu assim, na minha calcinha minúscula. Quando me viu assistindo, seu pau explodiu com toda aquela porra grudenta. Sua filha fez você gozar mais forte do que sua esposa jamais conseguiu. Você provavelmente tá prestes a gozar agora. Você sabe que é a verdade. Então por que lutar, Papai? Por que lutar contra seu verdadeiro desejo? — a Brenda sussurrou.

— Você é minha filha, Brenda! — rugi. — Minha filha... E eu sou seu pai. Então o que você tá fazendo aqui é inapropriado. É tão errado. Uma garota jovem como você não deveria estar fazendo isso, tentando tentar seu próprio pai! É tão errado. Não sei o que a Renata fez pra te deixar assim, mas é tão errado!

****

Continua!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Querocasada69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

que maluco fraco e que menina terrível

0 0

Listas em que este conto está presente