Irmãs Wanda e Wanessa: Amigas da Minha Irmã – Parte 1

Um conto erótico de Pietro Ward
Categoria: Heterossexual
Contém 1316 palavras
Data: 10/02/2026 20:30:18

Durante um período de desemprego, apenas minha mãe e uma das minhas irmãs trabalhavam, o que nos obrigou a mudar para uma casa menor em outro bairro. Não foi um grande sacrifício, mas minhas irmãs tiveram de dividir o maior quarto — por sorte, uma suíte — junto com nossa xodozinha, Duda, a bebê de quatro meses de Estela.

Poucos dias após a mudança, Estela, que ficava em casa cuidando da filha, fez amizade com duas vizinhas: duas belas meio-irmãs. Wanda, a mais velha, de 25 anos, era morena, alta, esguia, de cabelos pretos lisos e sorriso encantador — uma beleza que poderia causar inveja à própria Afrodite. Já Wanessa, quatro anos mais nova, tinha pele clara, cabelos castanhos aloirados e crespos, baixa estatura e corpo voluptuoso. Mancava levemente ao caminhar por ter uma perna menor que a outra, mas isso não diminuía em nada sua presença magnética.

As diferenças físicas denunciavam que não compartilhavam o mesmo pai, mas ambas possuíam em comum a beleza e a simpatia. Percebendo meu interesse por Wanda, Estela comentou:

— A morena também é mãe solteira. Trabalha fora e deixa o filho com os avós... às vezes, Wanessa cuida dele.

Certa noite, após sair com amigos para uma choperia e depois para uma boate, direcionei minhas atenções e intenções a Wanda. A morena, porém, mostrou ser jogo duro demais, e, no fim da noite, acabei me rendendo ao charme irresistível de Wanessa.

— Você não precisava insistir tanto nela... — disse Wanessa, com um sorriso malicioso.

— Talvez eu tenha demorado a perceber quem realmente merece minha atenção. — respondi, deixando claro que a noite nos pertencia.

Tentei conseguir um boquete, mas para minha total frustração, não ganhei nem uma punhetinha naquela madrugada. Claro que, em casa, me aliviei sozinho, mas era Wanda minha homenageada.

No domingo saí cedo e só retornei à noite, sem ver as vizinhas. Mas na segunda de manhã, ouvi ao longe uma voz suave repetindo:

— Acorda, dorminhoco...

Ainda sonolento, senti o peso do corpo voluptuoso sobre o meu. Ao abrir os olhos, encontrei o sorriso irresistível de Wanessa, olhos fixos nos meus, os lábios carnudos quase roçando nos meus. Sem pensar, puxei-a para um beijo cheio de volúpia. Só depois me lembrei do meu bafo fedido, resultado da noite anterior, mas ela não pareceu se importar.

— Agora é minha vez... — murmurou, antes de me beijar com intensidade.

Sua língua atrevida explorava cada canto, revelando que, ao menos no beijo, era uma mulher experiente e ousada.

Como se adivinhasse meu pensamento, Wanessa explicou entre sussurros:

— Estou cuidando da pequena Duda... sua irmã foi ao supermercado.

O tom malicioso em sua voz deixava claro que, além de vigiar a bebê, ela tinha outros planos para aquela manhã. Meu pau estava pulsando sob a bermuda e percebi que a safada o sentia. Meus beijos se revezavam entre os lábios grossos, os ouvidos e o pescoço. Quando percebeu minha tentativa de alcançar seus seios volumosos, Wanessa sorriu e facilitou: deslizou o corpo para cima e deixou cair as alças da pequena blusa.

Os montes eram grandes e firmes, os bicos duros como pinos de madeira no centro das auréolas escuras. Eu beijava, mordiscava e sugava, enquanto ela deixava escapar gemidos contidos.

— Assim... não para... — murmurou, arqueando o corpo em resposta às minhas carícias.

Peguei sua mão e a guiei até meu pau, que ela apertou com força por cima dos tecidos, como se quisesse sentir ainda mais a intensidade da ereção. Mesmo ela ajudando, erguendo as ancas, tive que usar as duas mãos para abrir o botão e o zíper da calça justa, de tecido grosso. Com dificuldade minha mão destra adentrou a calcinha e enfiei dos dedos na raxa, completamente encharcada. Os gemidos aumentaram, em meio a avisos que minha irmã ia chegar, mas àquela altura do tesão eu já não importava, só queria a buceta suculenta na minha boca e sentir o calor molhado apertando todo meu cacete.

Com a mão esquerda empurrei a bermuda e cueca para as coxas, libertando o colosso oprimido, que saltou feliz para a liberdade, com sua característica curvatura para a esquerda. A cabeçorra inchada brilhava, devido ao abundante líquido pré gozo. Wanessa sorriu, os olhos brilhando de malícia, e deixou escapar um comentário quase sussurrado:

— Uau...

Não soube dizer se sua admiração era pelo tamanho, dureza ou pela acentuada curvatura. O sorriso provocante dela deixava claro que estava impressionada.

— Você realmente me surpreende — completou, mordendo o lábio inferior com olhar malicioso. Com o indicador, ela esparramou o líquido pré gozo por toda a glande vermelha e punhetou com força e destreza o mastro, arrancando gemidos abafados da minha garganta.

Gemíamos e nos beijávamos com sofreguidão, enquanto nossas mãos trabalhavam afoitas, preparando nossos sexos para se conhecerem. Ela se ajoelhou no chão, na beirada da cama, e o tomou na boca. Engolia, chupava e punhetava com gana e sofreguidão, como se enseasse pelo leite espesso que estava em ebulição nos testículos. Eu abafava os gemidos para não ser ouvido lá fora e sentia tremores convulsivos no abdômen. A menina era exímia numa punheta. Mantinha os lábios grossos sugando a glande, chupando como se desse beijinhos, enquanto usava uma das mãos para punhetar rapidamente e a outra para massagear os testículos doloridos.

Logo senti o gozo chegando e avisei:

— Nossa, você é demais… já vou gozar!

Ela deu uma bicota ao descolar os lábios da glande, esboçou um sorriso sacana e voltou a chupar com força só a saída do canal. Logo a porra explodiu dentro da boca dela, vazando um filete pelo canto da boca. Ela se manteve firme, chupado a cabeçorra vermelha e engolindo o creme, como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.

Quando a porra parrou de jorrar, ela engoliu todo o pau, a glande forçando a entrada da garganta, depois o lambeu todo, deixando limpinho.

— Pronto — ela se justificou. — Não podia deixar você molhar a cama.

— Você é incrível, garota! Amei!

— Você ainda não viu nada, garoto!

— Espero não só ver, mas experimentar tudo! Aliás, quero começar agora, não é justo só eu gozar.

O sorriso maroto parecia dizer que era meu dia de sorte, ela enfiou dois dedos na buceta e os tirou todos melados, levando aos meus lábios. Chupei com gosto e praticamente ordenei, ansioso:

— Tire sua calça!

Mas em seguida ouvimos Estela conversando com alguém lá fora. Wanessa se ergueu de supetão, quase esmagando meus testículos. Soltei um urro de dor, e ela imediatamente começou a pedir desculpas, enquanto se recompunha:

— Ai, desculpa, desculpa... eu não queria te machucar!

Arrumou a blusa, ajeitou os cabelos fartos e lutou para fechar o botão e o fecho da calça branca, extremamente apertada. Então, inclinou-se sobre mim e depositou um beijo suave em minha boca, como se fosse um pedido silencioso de perdão. A dor já começava a ceder e, num gesto instintivo, lambi meus dedos e a palma da mão, encharcados pela deliciosa lubrificação íntima. Wanessa esboçou um sorriso safado, e eu murmurei em seu ouvido:

— Isso não acaba aqui... você ainda está me devendo!

A loira meneou a cabeça afirmativamente e retribuiu o sorriso, enquanto seus olhos maliciosos deslizavam para a mancha de umidade que se destacava na calça branca; sua buceta tinha chorado tanto que ultrapassou a calcinha.

— Eu sei... e vou te pagar com juros. Vou me derreter para e em você — respondeu.

Ela saiu rapidamente e, pouco depois, reapareceu na porta do quarto com Duda nos braços e uma blusa amarrada à cintura, escondendo a umidade da calça. Lançou-me um beijo soprado, sorriu e saiu em seguida, deixando-me em chamas.

— Depois a gente continua! — afirmou, piscando de forma provocante antes de sair.

Novamente aquela frustração me tomou, mas, dessa vez, eu sabia: a culpa não era da menina, e sim da interrupção inevitável. Mas o futuro era promissor, muito promissor. Cheirei meu dedo que conhecera a intimidade dela e meu pau começou a reagir outra vez.

CONTINUA…

pietroward@gmail.com

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