Meu namorado guloso me fez de corno

Um conto erótico de Pedro Aquarios
Categoria: Gay
Contém 1140 palavras
Data: 10/02/2026 20:04:29
Assuntos: Corno, Cuckold, Gay, Traição

Meu namorado sempre foi mais voraz que eu. ele sempre parecia querer transar. sua pika de 22cm sempre parecia pronto para entrar em mim. As vezes sentia que mesmo após uma noite inteira sem dormir ele ainda não parecia satisfeito. Ele me devorava com os olhos pela manhã, e mexia em seu pau duro sob a cueca quase implorando para que eu pudesse cuidar daquilo.

Por vezes amanheci dolorido tentando satisfa-lo, o que parecia ser impossivel.

Então não foi uma surpresa quando em seu celular vi as notificações de um outro cara agradecendo pela noite de ontem. Dizendo que ninguém o havia feito implorar tanto para ser preenchido. Um sentimendo de raiva me consumiu por dentro e quando o vi sair do banho pensei em pular sobre ele e faze-lo pagar por ter feito aquilo comigo. Mas ao invés disso o encarei da cama. Ele sem entender ficou lá parado.

Depois de analiza-lo por inteiro finalmente me decidi. Caminhei devagar até ele para enfim me ajoelhar em frente ao pacote que ganhava forma sem sua cintura. Senti toda a minha boca, depois toda a minha garganta se preencher com seu mastro que parecia pulsar cada vez mais forte. Ele por mim, segurando meus cabelos socou tudo de uam vez me deixando completamente sem ar. Senti sua porra quente me invadindo por completo, o que poderia significar o fim se fosse com outro cara, mas não com Maicon.

Ele me tirou do chão com um puxão de cabelo me deixando frente ao seu rosto. Consseguia sentir contra a minha barriga ele endurecendo mais uma vez.

- O que você tem, ein? Normalmente sou eu que tomo a iniciativa e vc sempre reclama quando gozo na sua garganta sem te avisar - seu rosto proximo ao meu esboçava um sorriso. Ele já estava completamente ereto.

- Eu vi o que no seu telefone - disse por fim

- E o que tem no meu telefone?

- Eu só queria te mostrar que você não precisa procurar em outro lugar o que você já tem aqui em casa.

- Ahh, então você vi minhas conversas? - disse com um sorriso cinico.

- Vi que você é um traidor.

- E por ser um traidor eacabei ganhado uma mamada dessas? - disse, puxando meu corpo contra o seu e já acariciando meu cuzinho - e acho que também vou ganhar um cuzinho rosinha também.

- Sério, como você pode estar dormindo com estranhos? - seu dedo agora estava completamente dentro de mim.

- Isso é tão importante assim para você? Sente só - e em um só movimento me virou de costa, sarrando em mim seu mastra completamente pronto para me comer - hoje um cara no trabalho me mamou dentro do banheiro que nem você fez e mais tarde ainda comi um carinha que ficou me secando no metrô. Mesmo assim eu tô aqui prontinho para fazer do seu cuzinho o lar do meu pau. - disse ainda esfregando sua pika em mim.

- E o cara das mensagens? onde você conheceu ele?

- Quem? Deixa eu ver - disse me jogando na cama e indo até o celular - Ah, nossa, você não lembra? ele foi o nosso garçom naquele restaurante que fomos. Ai, foi tão engraçado, você reclamou que eu fiquei mexendo no celular, mas na verdade eu estava falando com ele.

- Como assim? - só então me dei por conta de quê não estava apenas com raiva, mas também excitado. Queria que ele me contasse mais.

- Ah, quando chegamos eu olhei para ele de cima a baixo e fiz um sinal para que ele me desse o número - disse colocando uma cueca.

- Por que você está se vestindo? - perguntei sem entender.

- Eu tô falando que eu te traí e você me chamou de traidor. - disse me procovando enquanto balançava seu pau duro dentro da cueca com a mão.

- Me desculpa - falei sem pensar e vi ele abrindo um sorriso. Eu estava completamente dominado.

- Ah, agora sim. Eu tinha ficado meio magoado, sabe? Não é culpa minha ter uma pika tão gulosa que todo mundo quer experimentar - disse enquanto se aproximava de mim. O volume ficou frente ao meus labios e como se por instindo tentei tira-lo de dentro para que pula-se para os meus labios. - Peraí, você também tá bem guloso hoje, né? Primeiro me responde, quer que eu continue contando a historia ou não.

- Quero sim - disse exitante.

Como que tomado por um impulso, ele me beijou finalmente e senti o prazer que era acariciar seu corpo.

- Tudo bem, meu amor - disse se afastando um pouco - depois que ele me passou o telefone discretamente eu comecei a conversar com ele. Se você quiser, pode olhar a conversa. - E então me entregou o telefone. Eles haviam conversado bastante pelo que vi.

- Você mandou um "oi, tudo bem?" uma foto do seu pau e perguntou se ele queria mamar - falei olhando as mensagens.

- Você sabe que sou uma pessoa direta, e assim, ter um pau que nem esse faz coisas extraordinarias acontecerem - ele então tirou o pau para forar e me prontifiquei em a começar a chupa-lo. - tipo você aqui me chupando enquanto eu falo como comi outro cara durante nosso encontro.

Ele se divertia me colocando para engasgar enquanto falava.

- Ele ficou fazendo cu doce, mas acabou tirando uma pausa para me mamar no banheiro - ele me olhou nos olhos e enfiou toda a pika na minha garganta - que nem você tá fazendo agora, meu amor. A minha ideia era só ganhar uma mamadinha, mas acabei comendo ele também, sabe? Mas não tive escolha, o cara simplemente implorou.

- E como você comeu ele?

- Quer saber como eu fiz a putinha chorar no meu cacete? - fiz que sim com a cabeça - bem, no banheiro o fdp começou a me mamar como se fosse um bizerrinho. Tava com tanta fome que nem se importou quando eu gozei sem avisar na cara dele. Na hora ele achou que tinha acabado mais avisei que se ele limpasse minha pika só na lambida eu ia rasgar ele no meio.

- E o que ele fez? - falei entre um engasgo e outro.

- Ele lambeu que nem picolé kkkkk. Você acredita que ele achou que eu ia lamber aquele rabo de puta? Só dei uma cuspidinha e meti tudo no seco. Aquele filho da puta deveria tá a meses sem dar, porque aquele cu tava me todo para dentro. Serio, senti que tava cavando um novo caminho haha

- E depois você voltou para a mesa para terminar o encontro comigo? - perguntei.

- Sim, você tava que nem otario me esperando enquanto eu tava leitando um cuzinho apertado kkk - fiquei incredulo com aquilo - o que? você não tá chateado com isso, né? Eu ainda consigo te satisfazer mesmo se comesse todos os garsões daquele restaurante.

- Não tô chateado, meu amor.

- Que bom, meu bem. Porque agora que sei como você gosta de ser meu corninho, vou passar a minha vara em todo mundo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Pedro AL a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários