A inquilina XLI

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Heterossexual
Contém 1741 palavras
Data: 10/02/2026 19:17:35

Fomos caminhando até a casa da casa da irmão dela, eram 5 quarteirões, quando chegamos, o to mais escuro abaixo da calça jeans era mais visível, mas ela ignorou, o cunhado dela, olhou uma duas vezes, mas não falou nada, eles estavam na sala, as duas crianças brincando com o caminhão que dei, assim que chegamos a irmã falou que eu e o marido olhávamos as crianças que elas iam arrumar o café, ele ficou fazendo perguntas aleatórias e eu brinquei com ele que na minha idade eu não caia em interrogatórios aleatórios, ele riu muito e disse que ia inventar coisas boas. Na cozinha hora elas riam, hora saia uma frase mais alta, eu fiquei brincando com as crianças e quando a irmã veio na sala me viu sentado no chão com os dois meninos e brincando. Tomamos café e foi a vez dela de fazer perguntas aleatórios e no final estava eu defendendo mãe dos ataques dela. Combinamos de eles tomarem café conosco no dia seguinte e que eu iria preparar tudo, já que tínhamos o churrasco para ir da amiga. Fomos andando e as duas falando que era estranho que ela tinha gostado de mim, eu só ria e balançava a cabeça com o menino indo embora de cavalinho e depois no colo.

Chegamos na casa e falei que ia dar uma volta, uma caminhada, já que não tinha treinado nesses dias a mãe da inquilina disse que ia dar banho menino e colocar ele para dormir, se que sela quisesse poderia ir comigo caminhar. A inquilina disse que daria o banho e colocaria ele par dormir, mas que gostaria de caminhar então eu me troquei mas fiquei esperando conversando com a mãe dela.

- Obrigada, por me defender - ela sorriu meio vermelha - você realmente acha que sou jovem ainda e que deveria viver? Ou foi só para me defender? - olhei para ela

- Duvido que não tenha dois outros homens mandando mensagem desde que souberam que separou. - ela riu e olhou para o celular - viu só, até olhou para o celular lembrando. - ela deu um riso mais genuíno.

- Sim, mas acho que eles só querem - ficou em silencio e um pouco vermelha. - Acho que não é nada sério. - eu apertei sua coxa.

- E você quer algo sério? Alguém para ficar mandando ou sentado no sofá vendo jogo enquanto você cozinha? - eu sorri ela baixou a cabeça com pensando - Acho que você ainda tem muita coisa para fazer antes de arrumar alguém sério. - ela colocou a mão sobre a minha na sua coxa e riu.

- Ai vou ficar falada, a velha sem vergonha. - e soltou uma risada.

- Prefere ser a mulher linda que ficou de luto porque o Marido a traiu? - eu pisquei para ela, e ela fez cara de que não esperava ouvir aquilo. - E voce só vai ser a sem vergonha, sem alguem descobrir, se não, voce vai ser só a mulher que sabe ser feliz depois do que aconteceu. - ficou um silencio de um ou dois minutos com ela olhando para o celular e para minha mão na sua coxa. - E voce so vai saber o que eles querem se responder as mensagens. - a porta do banheiro fez barulho e ela tirou a minha mão da sua coxa. E me olhou meio séria, meio com a cara a mesma cara que a inquilina faz quando ta pensando besteira.

- Vou lá ajudar ela a secar ele, e coloco ele para dormir e voces poderem andar. - ela se levantou e me olhou - se bem que não vão andar muito - pensou de novo com a cara de safada igual a da inquilina e falou, com o rosto vermelho sem olhar para mim - que pelo que ela conta, voces gostam de uma aventura.

A inquilina chegou uns 20 min depois eu estava na sala, ela entrou de banho tomado, com uma legging curta e um top preto, os corações no ombro , o cabelo cumprido respingado e um sorriso feliz. Me abraçou me puxando para levantar do sofá.

- O que você falou para minha mãe, que ela estava te elogiando e com cara de pensativa. - eu lhe deu beijo e apertei sua bunda, ela deixou os seios se amassarem no meu peito antes de recuar um pouco e arrumar o cabelo. Eu. Coloquei a boca no seu ouvido, e sussurrei:

- Falei para ela sair do luto - peguei em sua mão e abri a potra quando comecei a andar rápido e ela acelerou o passo para me acompanhar eu falei no seu ouvido : - e abrir as pernas. - tomei um tapa e um pedido de explicação e fomos andando pelo bairro que era bem arborizado e só de casas.

Fomos até a parte comercial e depois voltamos, ela estava visivelmente cansada e eu acostumado estava ok, não 100% mas ok. Ela ia me contando as historias dos lugares e as coisas que ja viveu, até que passamos em frente a escola que ela estudou e ela contou algumas historias e do primeiro namorado e do primeiro beijo e da primeira vez que sentiu um penis duro durante um beijo e ficou chocada e curiosa, o portão da escola estava aberto então eu entrei e ela veio atras de mim.

- Vai entrar ai para que? Esta maluco? - eu ri e puxei ela pela mão, conforme fomos andando ela ficava mais tensa, como se fosse algo errado, e ouvimos vozes vindo da quadra da escola.

- Qual o problema está aberto, e tem gente jogando, relaxa - ao invés de ir em direção a quadra vi uma porta que dava para salas de aula aberta e entrei puxando ela pela mão - vem me mostra onde foi o banheiro do seu primeiro beijo. - ela começou a rir.

- Eu não disse que foi no banheiro - eu olhei para ela como se perguntasse e ela continuou - vamos subir - era um prédio de dois andares, com salas de aulas dois lados do corredor e 2 escadarias a que subimos e uma do outro lado, fomos para uma sala no fundo no canto e ela sentou numa carteira. - Foi aqui, que dei meu primeiro beijo, foi rápido e com medo de ser pega.

- Então aqui que você ficou com medo e curiosa? - eu abracei ela sentada na cadeira encorando ela - Foi aqui que essa boca linda descobriu que poderia fazer mais que beijar. - ela me deu um tapa e me beijou sorrindo.

- Foi só um beijo, éramos meio criança tipo 13 anos, não teve - ela passou a mão no meu pau - nada alem do beijo. - eu apertei sua cintura e coloquei a mão a mão na sua nuca puxando para um novo beijo, e ela correspondeu ao beijo e alisou meu pau de novo só que dessa vez tirando ele pela lateral da cueca e do short, pois a boca no meu ouvido - Antes de te conhecer eu achava que ser putinha era ruim. - e começou a abaixar, quando chegou bem perto sorriu - e que chupar era nojento. - abriu a boca e colocou ele dando uma chupada estalada, e depois ficou lambido a cabeça e então descia pressionando com os lábios e voltava raspando com os dentes, fez esse movimento umas quatro vezes e deu uma nova chupada estalada - e hoje eu amo chupar seu pau. - terminou a frase colocando ele inteiro na boca e começando um vai e vem com a cabeça. Eu passei minha mão por seus cabelos e comecei a acelerar o pau em sua boca, quando via que ela estava salivando eu tirava de uma vez e a baba caia da sua boca e respingaba em seu rosto e minha perna. Eu levantei ela pelos cabelos e fui andando com ela assim até a mesa do professor, coloquei ela de quatro na mesa, abaixei sua legging e a calcinha juntos, me agachei atras dela.

- Acho que os seus amiguinhos e alguns professores iam ficar bem animados te vendo agora. - lambi sua buceta com força e ela deu a respirada e até engasgou no meio da gemida - sabendo que aquela menina santa, escondia uma puta dentro dela - minha língua entrava na sua buceta e lambia seu clitoris enquanto meus dedos ficavam brincando entre o clitoris e a buceta - e iam até ficar chocados - dois dedos dentro da sua buceta e um no clitoris - sabendo que agora gosta até de dar o cu - eu lambi seu cu e ela começou a tremer na minha boca, acelerei os dedos dentro da buceta e no clitoris e me levantei e tirei os dedos para enfiar o pau na sua buceta. Ela começou a jogar o corpo para trás com força, eu continuei estocando com força, ela apertava a mesa, eu segurava ela pelo cabelo deixando seu rosto colado na mesa, ela gemia alto e depois abafado pelo braço, ela colocou uma mão para trás me empurrando para trás. Eles tava ofegante, e guiou meu pau para seu cu.

- Sim, eu gosto de te dar meu cu - meu pau entrou na sua bunda ela ficou quieta um pouco - a menininha virou mulher - ela começou a rebolar e jogar o corpo contra o meu - virou safada - eu dei um tapa na sua bunda que peguei ela pela cintura enfiando com mais força - aquele menina nunca tinha encontrado um homem para fazer ela feliz - eu estocava mais forte ela começou a tremer de novo e ela gritou sem perceber - VIRAR UMA PUTA - ela colocou a mão na boca na sequencia, ei eu gozei junto com ela nesse grito. Nos arrumos rápido e saímos, deixando para trás gozo no chão e um melado na beira da mesa onde ela ficou com a buceta encostada, fomos andando rápido para o final do corredor onde tinha a outra escada e ouvimos passos, abemos pela outra porta da escola.

Fomos rindo na volta, no caminho ela apontou para minha coxa mostrando que tinha vestígios do que fizemos, eu parei encostado num carro e fiquei olhando para ela, ela sorriu com ar malicioso e se agachou apoiando nas minhas pernas:

- Já sei a culpa é minha - ela lambeu - sou eu que limpo. - ela levantou e me beijou. Voltamos de mãos dadas até chegar na casa, a mãe dela estava no sofá, eu fui na frente para tomar banho e a ela sentou na sala para ver TV com a mãe.

Quando fechei a porta do banheiro ouvi a mãe dela falando curiosa, se voce não foi tomar banho com ele é que aprontaram no caminho né, ela só riu para mãe.

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