Cara depois de beijar a vitoria, meu mundo foi virado de cabeça pra baixo, sempre amei ela fraternalmente e ter aquele tipo de pensamento maldoso com ela, me encheu de culpa, como.rodo homem frouxo, escolhi o caminho mais fácil, comecei a conversar com a Vanessa, papo vem, papo vai fomos dar uma volta na capital, o mercado público de POA é lindo cara, eu tava de moto então nao tinha horário pra voltar, ficamos lá até o fim da tarde, demos uns beijinhos, mao bobagem aqui, mao bobagem ali, acabamos indo pra umndos motéis mais famosinhos na zona norte, o Coliseu Arena, lugar bom pra caralho, de antemão a Vanessa disse que queria beber vinho e compramos um antes de chegar, eu particularmente nao bebia vinho, mas as poucas vezes que bebi foram da vinícola garibaldi, então pegamos um tinto suave e um rosé, nunca tinha visto uma hidromassagem na minha vida, e que bagulho bom, no meio do quarto tinha um ferro de pole dance, luz ajustável e os caramba, eu e Vanessa começamos criando clima, eu sempre fui bom com massagens nos pés, e por causa da vitoria aprendi algumas ora relaxar músculos, geralmente ela precisava por causa do vôlei então eu aprendi e bem de vez em quando fazia nela, mas na minha madrasta fazia direto, nos pés dela, em fim, comecei a fazer massagem naqueles pezinhos delicados, a unhas pintadas de branco apenas, enquanto ela bebia o vinho, tomei alguns goles, mas nao adianta, nunca fui muito do vinho, minha massagem começou nos pés e já estava nas coxas e a safadinha abria mais as pernas a cada avanço que eu dava, senti a bucetinha dela emanando calor, dei uma passada com o indicador no meio dividindo os lábios, ela mordeu o dedo fazendo cara de safada, dedilhar ela como vinha estudando com vídeos, eu tinha prometido que ela ia gozar, então ela ia gozar sim.
Ela abriu bem as pernas e me fez um convite pra um abraço, me encaixei nela, nos beijamos, e que beijo, molhado, o gosto do vinho amenizado, respiração irregular, desci pro pescoço dei leves lambidinhas que vi a pele dela arrepiar, desci pela barriga dela dando beijos até achar meu alvo, dei uma lambida no grelinho dela e ela gemeu, beijei a parte interna da coxa esquerda dela e dei uma mordida fraca, agarrei as duas coxas deixando marcada com meus dedos, comecei a lamber lento da entrada até o clitoris e finalizava com uma chupadinha no clitoris, depois movimentos circulares em volta de toda a buceta, graças a Deus meu pai criou um homem sem nojinho, subi de volta e beijei a boca dela, e ela nem ligou, aquilo por algum motivo me atiçou mais, ja tava no encaixe do papai e mamãe mesmo, dei uma pincelada e peneirei devagar, ela deu uma levantada no quadril mas me recebeu inteiro, comecei um vai e vem devagar, aproveitando o movimento, mas olhar nos olhos dela tava difícil, os seios dela eram lindo, chupei um depois o outro, fechei os olhos e me veio Vitória na cabeça, mas logo saiu, senti a Vanessa pegar minha mão, guiou até o pescoço
Vanessa - eu gosto disso ta, nao é toda garota que gostaaiiii gostoso...... aperta, mas é pra fazer pressão e nao sufocar entende?
Ajustei a pressão até ela largar minha mão, me endireitei com a coluna reta e aí aumentei a pressão das estocadas, aí sim tirei uma reação sincera dela
Vanessa - agora sim seu filha da puta, fode tua putinha vai, fode gostoso, tá gostoso assim...... aiiiiii..... consegue esfregar meu grelinho com a outra mão?
Obedeci a ordem mas nao sabia se tava certo, mas ela se contorceu toda, o ploc ploc da pele se chocando deixava tudo maos excitando e obsceno, eu sentia coisas completamente diferentes, primeiro meu pau envolto, quente e úmido, era gostoso e apertado, sentia um reverterio bom estômago, meu peito doía mas nao era ruim, até que deixei meu corpo falar mais alto e foqueo so na sensação, comecei a gemer meio envergonhado, depois meio que rosnar, sei lá, era o que dava vontade de fazer, ela me olhou com os olhos arregalados, aliviei a mão mas nao sei por que cargas da agua larguei um tapa na cara dela, *PLAFT*, e a desgraçada sorriu
Vanessa - ficou corajoso né, finalmente gatinho
Ela me girou, tipo uma raspagem do jiu-jitsu, ficou por cima, meu pau tinha escapado e eu senti o mel dela escorrer na minha púbis, ela se endireitou, mirou meu pau e sentou com tudo de uma vez, ela deu extas duas quicadas, e *PLAFT*, tomei um tapa que me deixou meio nervoso, ela segurou meu pescoço com.as duas maos e sentou com raiva, largou meu pescoço e arranhou meu peito, deixou rastros de sangue, arranhou meu pescoço, me beijou, parecia possuída
Vanessa - por que voce tinha que ser irmão da vih, eu...... eu nunca vou me perdoarnunca vou me perdoar por gozar com você
Ela disse esfregando o clitoris e se estremecendo toda, o espasmo da buceta dela por cinta do orgasmo me apertaram tanto e ela seguiu sentando, segurei o quadril dela e tentei tirar ela de cima, mas ela soltou o peso todo e acabei gozando dentro, estávamos bem cansados, suando bastante, aproveitamos a hidro mais um pouco depois deitamos e conversamos um pouco.
Eu - caramba isso foi top
Vanessa - foi sim, mas é graças a isso tudo que tua irmã nao fala mais comigo
Eu - uma hora ela vai ter que superar, tipo ela faz com o Gabriel e eu nao posso?
Vanessa - nao posso te contar nada, mas tua irmã nao faz nada com o Gabriel, tua irmã ama outro guri e tá com o Gabriel so por que sim, tá ligado
Eu - poxa, mas ai eu nao tenho culpa né, nada a ver isso comigo
Vanessa - seria tão bom se fosse simples assim.
Nos recompomos e fomos embora, larguei a Vanessa em casa era meia noite, meia noite e quarenta eu estava em casa, nem me liguei mas eu tava com o perfuma da Vanessa na camisa, sinceramente? Perfume de puta barata, Gabriel tava lá, viu os arranhões em mim e fez uma brincadeira boba, mas quando olhei pra Vitória a decepção tava na cara dela, se o "namorado" nao tivesse, ela teria se avançado em mim com certeza