Sofia, a trans 13

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Trans
Contém 1326 palavras
Data: 10/02/2026 13:18:58
Assuntos: Trans

Capítulo 13: A Despedida de Solteiro

Sofia era minha, e eu queria que fosse pra sempre. Depois de quitarmos a dívida com Pedro e Jorge, com aquela transa suja que ainda ecoava na minha cabeça, decidi que era hora. Então preparei tudo, comprei um anel lindo, fiz um jantar simples regado a bastante vinho e quando o momento apareceu, puxei a caixinha do bolso e pedi ela em casamento. “Quero você pra vida toda,” disse, o coração na boca. Ela sorriu, os olhos azuis brilhando, e aceitou com um sorriso e lágrimas “Mas isso merece uma despedida de solteiro decente” provocou, rindo. Eu sabia que com Sofia, “decente” significava algo bem sujo. Naquela noite transamos como dois animais.

Dias depois, ela bateu na porta do meu apartamento à noite, “Oi amor,” me comprimentou sorrindo, “vim trazer as meninas pra se despedir do meu marido.” Sofia entrou com duas mulheres: Mariana, uma cis morena, curvilínea, num vestido verde colado, e Larissa, uma trans loira com uma bunda gigante que mal cabia na saia preta, o pênis marcando o tecido. “Suas amigas pro seu presente,” Sofia disse, a voz cheia de malícia, e meu pau endureceu na hora, o cheiro de sexo já pairando.

“Vamos brincar, suas putas,” mandei, e Sofia riu, tirando o vestido vermelho, o pênis de 23 cm pulando livre, os seios balançando. Mariana e Larissa se despiram, Mariana revelando seios fartos e uma buceta depilada, Larissa com seios médios e um pênis médio, duro e brilhante. Caímos no sofá, e Sofia ajoelhou, chupando meu pau, a boca quente engolindo tudo, baba escorrendo. Mariana chupou o Sofia, gemendo, enquanto Larissa lambia a buceta de Mariana, o som molhado enchendo o ar. Cuspi na cara de Sofia, o cuspe pingando, e dei um tapa forte, a bochecha ardendo. “Chupa, sua vadia,” grunhi, e ela sorriu, pedindo: “Mais.” Outro tapa, e ela chupava com força, o pênis de Larissa na mão dela.

Puxei Mariana pelos cabelos, jogando-a de quatro no sofá. “Empina a bunda, sua puta,” disse, cuspindo na buceta dela, enfiando meu pau com força. Ela gritou, a buceta apertada, enquanto eu socava, tapas na bunda estalando, a pele vermelha. “Toma, sua vagabunda,” rosnei, puxando o cabelo. Meu pau entrando na buceta molhada dela, meu corpo contra o dela, olhei para Sofia que pós Larissa de quatro no tapete, dava pra ver o pau dela entrando todo no cu safada, e ela começou a socar com brutalidade, nunca tinha visto alguém levar um pau daquele tamanho e com tanta maestria, tapas na bunda dela ecoavam. “Fode, sua cadela,” Sofia gritou, que gemia, o pênis pulsando. “Come meu cu cachorro” pediu Marina olhando pra mim.

Tirei meu pau da buceta dela, abri a bunda da piranha e cai de lingua no cuzinho dela, lambendo enfiando dentro do rabo dela. Aí enfiei meu pau no rabo daquela vagabunda que gemeu gostoso sentindo minha rola, não era o rabo da minha puta favorita minha noiva, Sofia, que fodia o rabo da outra cadela sem dó. Empurrei meu caralho no cuzinho da Marina em uma estocada só, ele entrou inteiro até o saco, “fode seu filho da puta” ela gemeu. Eu bombei sem dó, estocadas firmes e rápidas, mas Marina era acostumada a dar o cu, e pedia mais.

Enquanto isso Sofia tirou seu pau do rabo da Larissa e mandou ela chupar, a puta não chupou só o pau, mas também o saco e cuzinho da minha puta que gemia e pedia mais. “Amor, também quero levar no rola” pediu ela ficando de quatro no sofá ao lado de Marina, “quer vara, vagabunda?” Perguntei dando um tapa forte na bunda dela. “Quero” respondeu com voz chorosa, não pensei duas vezes, e troquei de cu, penetrando ela com força. Mas Marina não ficou sem rola, pois caiu de boca no pau de Larissa.

Foi aí que tive certeza do tamanho da minha sorte, Sofia pedia para que todas ficarem lado a lado com ela de quatro no sofá com a bunda bem empinada, “ vai coroa come nosso cu.” Ordenou e o que mais eu poderia fazer?, obedecer, e assim começou minha maratona de cu de puta. Tirava meu pau do cu de uma e colocava no cu do outra, caralho nunca imaginei que fosse fazer alguma coisa assim, do cu treinado da minha musa para o cu guloso da Larissa, de lá de volta para rabo da minha noiva e depois para o cuzinho da Marina com direito a umas bombadas na ppk da safada e depois tudo novamente.

O tesão subiu rápido nessa escada de cus gulosos, do meu saco para a cabeça do meu do meu pau que entrava em cu após o outro, e não consegui segurar mais gozando muito no cuzão tesudo da Sofia, quando terminei de jogar todo meu leite naquela raba gostosa, a Mariana já se colocou pra chupar meu pau e a Larissa meteu a língua no rabo da Sofia, tomando meu leite direto do cu da puta

Tudo isso já era espetacular, mas tinha mais.

Sofia se levantou e pôs Larissa novamente na sua frente com um dos pés sobre o sofá e não perdeu tempo metendo sua rola gigante no rabo da amiga, Mariana não perdeu tempo e se colocou na frente de Larissa chupando seu pau, Larissa estava ao mesmo tempo tendo seu rabo destruído por Sofia que socava sem dó e tento seu pau engolido por Marina. Cada estocada de Sofia Fazia o pau de Larissa bater no fundo da garganta de Mariana, caralho que visão. Não demorou Larissa encheu a boca e o rosto de Mariana de porra e Sofia fez o mesmo no rabo dela, foi lindo de ver.

Ficamos uns bons minutos ali jogados pela sala, servi vinho para as meninas enquanto tomava uma cerveja gelada e logo a putaria recomeçou. Sofia puxou Larissa pro chão, de quatro, e enfiou o pênis no cu dela, socando com violência. “Toma, sua puta,” grunhiu, dando tapas na bunda, a pele marcada. Eu me juntei, cuspindo no cu de Larissa, meu pau entrando ao lado do de Sofia, uma dupla penetração que a fez gritar. Mariana se masturbava, gozando no sofá, o líquido pingando no couro. “Olha essas vadias, Lucas,” Sofia disse, rindo, e cuspi na cara de Larissa, outro tapa estalando. Larissa gozou, jatos brancos acertando o tapete, o pênis dela jorrando enquanto a fodíamos sem dó.

Mudamos de posição, Mariana deitada no sofá, pernas abertas. Sofia fodeu a buceta dela, o pênis batendo fundo, enquanto eu socava o cu de Sofia, meu pau esticando, tapas na bunda dela deixando vergões. “Fode, sua puta,” gritei, puxando o cabelo de Sofia, o pescoço arqueado. Ela gemia, socando Mariana, que gritava: “Mais, suas vadias!” Cuspi na cara de Sofia, o cuspe escorrendo, e ela gozou, jatos fartos acertando o peito de Mariana, o gozo quente pingando nos seios. Eu gozei no cu de Sofia, o sêmen enchendo, escorrendo pela coxa, e Mariana gozou de novo, a buceta pulsando.

Larissa voltou, empinando a bunda pro meu pau. Socava o cu dela, brutal, tapas estalando, enquanto Sofia chupava o pênis de Larissa, a boca cheia de baba. “Toma, sua cadela,” grunhi, cuspindo na bunda de Larissa, humilhando: “É só uma puta pra gente usar.” Sofia riu, dando um tapa na cara de Larissa, e gozou de novo, jatos brancos manchando o sofá, farto como sempre. Larissa gozou na boca de Sofia, o gozo escorrendo pelo queixo, e eu gozei no cu dela, o sêmen pingando no tapete.

Caímos no sofá, suados, o cheiro de sexo, gozo e lubrificante no ar. “Gostou da despedida, amor?” Sofia perguntou, rindo, o rosto brilhando com gozo. Beijei ela, o gosto salgado na língua, e disse: “Você é foda, Sofia.” Mariana e Larissa riram, vestindo as roupas, e saíram, deixando nós dois ali, o sofá manchado, o tapete sujo. “Agora é só você e eu,” murmurei, puxando ela pro meu peito, o amor mais forte que nunca.

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