Primeiro menage com a esposa - Resort em Cancún

Um conto erótico de Felipe
Categoria: Grupal
Contém 1769 palavras
Data: 10/02/2026 02:10:38

Meu nome é Felipe, tenho 28 anos. Minha esposa Júlia tem 26. Os nomes são fictícios, mas a história é real. A gente tá casado há dois anos, namora desde a faculdade, uns seis anos no total. Sempre fomos bem abertos na cama, e de uns tempos pra cá minha esposa começou a ter umas fantasias que antes ela nem admitia direito. Ela nunca demonstrou interesse em ficar com mulher, tipo zero vontade, nem selinho em balada.

Mas ultimamente, quando a gente transava e tava mais solto (geralmente depois de umas bebidas), minha esposa começava a falar coisas como “imagina outra mina aqui…”. E sempre falava que só ela tocando nela, eu só olhando, nada de encostar. Era a regra que ela sempre botava quando a gente flertava com a ideia.

Depois dessa viagem (e primeira experiência que vou contar) ela ainda confessou que às vezes sentia um tesão “estranho” só de imaginar eu flertando com outra menina, ou até fazendo outras coisas, mas que tinha medo pq sempre teve muito ciúmes.

Até que um dia tirei uma semana de férias no trabalho e fomos pra Cancún num resort all inclusive bem top, na parte só para adultos. No terceiro dia, voltamos da praia e, na piscina, Júlia começou a bater papo com uma americana, que vamos chamar aqui de Britney. Loira, uns 23 anos, peitos médios, bunda média, magrinha mas nem tanto… muito gostosa… biquíni vermelho minúsculo. Ela tava com a família, mas sozinha ali. Minha esposa ficou conversando com ela mais de uma hora, rindo. Pegou o Insta dela no final. Eu olhei de longe e já fiquei de pau duro só imaginando.

Subimos pro quarto e a coisa pegou fogo. Minha esposa me empurrou na cama com uma força que eu não esperava, arrancou o biquíni molhado que grudava na pele dela, sentou na minha cara com a buceta já inchada e ensopada e começou a rebolar devagar no começo, esfregando o clitóris na minha língua.

Eu segurava as coxas dela com força enquanto chupava firme, sentindo o gosto salgado do mar misturado com o tesão dela. Depois eu virei ela de quatro, segurei firme nos quadris e meti de uma vez até o fundo, batendo a bunda dela com cada estocada. O som da pele contra pele ecoava no quarto. Enquanto eu comia a Júlia de quatro, ela gemeu rouca, quase gritando: “Imagina a Britney me chupando agora enquanto você me come assim…”. Na mesma hora que ela falou isso, a bucetinha dela apertou meu pau, pulsando forte, e a Júlia gozou tremendo inteira, as costas arqueadas, as unhas cravadas no lençol, soltando um gemido que dificilmente ela faz. Eu segurei, mas ela veio cavalgar em mim e gozei logo em seguida, enchendo ela de porra quente, sentindo cada contração dela quicando em mim.

Ela virou pra mim, ainda ofegante, o rosto vermelho, os olhos brilhando: “Vou chamar ela no Instagram agora… pra jantar com a gente”. E completou: “Mas amor, se rolar algo você não vai encostar um dedo nela a não ser que eu mande, tá? Só eu faço coisas com ela”. Topei na hora.

Mandou mensagem. Britney topou largar o jantar com a família e veio pro restaurante italiano que a gente já tinha reservado. Chegou com um vestidinho branco curto, sem sutiã, os mamilos rosados marcando o tecido fino. Bebemos três garrafas de vinho branco.

A conversa começou normal, mas foi esquentando aos poucos. Minha esposa encostava a perna na dela de propósito, tocava o braço, passava os dedos no cabelo loiro. Teve um momento que Júlia falou: “Você é linda pra caralho, sabia? Fico olhando e pensando…”. Britney sorriu e respondeu: “Você também não fica pra trás”. No final, minha esposa falou: “A gente tem mais uma garrafa no quarto. Quer terminar lá com a gente?”. Britney fez um doce, falou que precisava voltar pro quarto da familia, mas topou ir “rapidinho”.

No quarto, luz baixa, varanda aberta pro mar, música baixinha na TV. Abrimos o vinho. Sentamos no sofá, Julia colada na Britney. Elas conversaram baixinho uns minutos, rindo. Depois minha esposa segurou o rosto dela devagar, olhou fundo nos olhos e deu um beijo leve. Britney correspondeu. Começou suave, lábios se roçando, depois língua, gemidos abafados crescendo.

As mãos da minha esposa desceram pro zíper do vestido da Britney, que caiu no chão. Peitos médios mas perfeitos, mamilos duros e arrepiados. Júlia chupou um deles devagar, circulando a língua na auréola, mordendo de leve a ponta, puxando com os dentes até Britney gemer “fuck… yes…”.

Eu fiquei na poltrona, pau duro, sem mexer. Só olhando, mas com um tesao do caralho. Minha esposa tirou o próprio vestido, ficaram só de calcinha. Britney deitou Júlia na cama, abriu as pernas dela com calma, beijou a barriga devagar, descendo lambendo a pele arrepiada até arrancar a calcinha. Quando a língua encostou no clitóris inchado da minha esposa, Júlia arqueou as costas na hora, soltou um gemido alto, as mãos agarrando os lençóis.

Britney chupou devagar no começo, lambendo em círculos, depois mais rápido, enfiando um dedo, depois dois. Júlia gemia cada vez mais alto, rebolando na boca dela, segurando o cabelo loiro com força: “Porra… continua… assim… não para…”. O tesão subia devagar, o corpo dela tremendo, a respiração ofegante. E eu achava que chupava bem ela.. acho que ninguém melhor que uma mulher com tesao pra chupar outra mulher.

Aí minha esposa olhou pra mim, olhos vidrados de tesão: “Vem amor… me come de quatro agora. Quero que ela me chupe enquanto você me come”. Britney deitou de costas embaixo dela, Júlia empinou a bunda bem por cima do rosto da loira e meteu a boca na buceta dela de novo. Eu entrei na minha esposa devagar, sentindo a entrada quente e molhada, depois comecei a meter forte, fundo, o pau deslizando todo até bater no fundo, nunca vi ela tão molhada e tão apertada ao mesmo tempo. Britney chupava o clitóris da Júlia por baixo, a língua roçando meu saco toda vez que eu metia até o talo, o calor da boca dela misturado com a bucetinha apertada da minha esposa.

Júlia gemia alto na buceta da Britney, o som abafado e molhado. De repente minha esposa não aguentou: gozou muito forte, gritando meu nome, o corpo todo convulsionando, a bucetinha apertando meu pau em espasmos violentos, uma onda atrás da outra. Foi a gozada mais intensa que eu já vi nela (até então), as coxas tremendo, os gemidos virando quase choro de prazer. Eu segurei pra não gozar, continuei metendo devagar enquanto ela tremia e ofegava.

Ela não perdeu o tesão. Continuou rebolando, gemendo baixinho. Virou o rosto pra mim, olhos ainda vidrados: “Amor… quero te chupar junto com ela agora”. Eu não acreditei “Tem certeza?”. Ela: “Tenho. Vem logo”.

As duas se ajoelharam na minha frente. Minha esposa pegou de um lado, Britney do outro. Começaram lambendo juntas, línguas quentes e molhadas se encontrando no meu pau, subindo e descendo. Júlia chupava a cabeça com sucção forte, Britney lambia as bolas, chupando uma de cada vez, depois trocavam. Depois as duas chuparam a cabeça juntas, bocas se encostando, línguas se roçando no meu pau, babando tudo, gemendo enquanto me chupavam.. que delícia.

Minha esposa olhava pra Britney engolindo até o fundo da garganta, e ficava com mais tesão ainda, a mão dela descendo pra se masturbar devagar. De repente parou, olhou pra mim e falou rouca: “Amor… eu quero que você coma ela agora”.

Eu: “Sério? Você não queria nem que eu encostasse…”. Ela: “Eu tenho certeza. Come agora. Estou te mandando. Vai”.

Deitei Britney de costas, abri as pernas dela devagar. A buceta tava ensopada, os lábios inchados e brilhando. Ela estava quase implorando pra eu comer ela, a noite toda, só pelo olhar, mas respeitando minha mulher nem tentou nada. Quando chegou a vez dela ficou louca de tesao. Entrei devagar, coloquei só a cabecinha, olhava para minha esposa pra ver a reação dela, mas só conseguia ver ela com uma cara de tesao que nunca tinha visto, então continuei. Comecei a meter forte, segurando os quadris dela, estocadas profundas que faziam os peitos dela balançarem.

Minha esposa se masturbava olhando fixo, uma mão no clitóris em círculos rápidos, a outra apertando o próprio mamilo com força, gemendo alto: “Porra… que delícia ver você metendo nela… mete mais forte amor…”. Teve um momento que as duas se beijaram loucamente enquanto eu comia a Britney, línguas se enroscando com desespero, gemendo na boca uma da outra, minha esposa mordendo o lábio inferior da loira.

No final, Júlia falou com a voz quase grossa de tanto tesão: “Goza dentro dela, amor. Quero ver você enchendo ela de porra”. Eu obedeci.. meti mais forte, mais fundo, sentindo a buceta da Britney apertar em volta do meu pau. Gozei forte, jatos grossos e quentes enchendo ela inteira, pulsando dentro enquanto Britney gozava no meu pau também, o corpo dela se contorcendo, gemendo alto.

Na mesma hora minha esposa gozou se masturbando rápido, se contorcendo como eu nunca tinha visto, tremendo toda, gritando rouca. Fez um squirt forte, jatos quentes molhando a cama toda, coisa que ela nunca tinha conseguido fazer antes. Ofegante, quase morrendo de prazer: “Não tira o pau dela ainda…”.

Quando ela deixou, eu tirei devagar. Minha esposa colocou a boca na buceta da Britney, chupou toda a porra que escorria devagar, lambendo os lábios inchados, enfiando a língua pra dentro pra pegar tudo. Depois subiu e beijou a Britney com a boca cheia da minha porra. As duas engoliram juntas, línguas se lambendo, sorrindo suadas e saciadas. Nossa que tesao essa cena.

A gente capotou suados, acabados, mas muito satisfeitos. Dormimos os três de conchinha na cama king size eu atrás, minha esposa no meio e a Britney na ponta.

De manhã acordamos e rolou mais uma transa. Britney começou chupando minha esposa devagar, língua preguiçosa circulando o clitóris ainda sensível, lambidas longas e molhadas. Eu entrei por trás na Júlia devagar, sentindo ela quente e molhada de novo, metendo num ritmo lento, preguiçoso, mas profundo, enquanto ela gemia baixinho na buceta da Britney. Foi mais tranquilo, mais íntimo, mas gostoso pra caralho, terminando com gozadas suaves e suspiros longos. Depois a Britney foi embora pro quarto da família.

Depois disso a gente encontrou a Britney mais uma vez na viagem. E depois que isso aconteceu, minha esposa viciou, descobriu esse tesão que ela sentia mas tinha medo: me ver com outras meninas, mas ela no controle de tudo. Não faz tanto tempo, mas a gente já teve algumas outras oportunidades. Fica pra outras histórias.

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