Eu Tinha o Casamento Perfeito; Até Que Aquela Putinha Apareceu Em Minha Vida; A Gostosa Da Minha Filha (Pt. 06)

Um conto erótico de Maridoperfeito
Categoria: Heterossexual
Contém 3789 palavras
Data: 10/02/2026 01:42:10
Última revisão: 10/02/2026 04:24:56

(Marcelo)

Que porra acabou de acontecer? Eu tava transando com minha mulher, transando muito bem, aliás, quando tive a sensação de que tava sendo observado. Olhei pra porta e vi ela. A Brenda. Minha filha. Ela tava nos vendo transar. Ela tava assistindo sem vergonha nem medo. Os olhos dela estavam arregalados, absorvendo o que tava acontecendo, não perdendo nada. Hesitei em dizer alguma coisa com medo de constranger todo mundo envolvido. Não queria chamar atenção da Brenda e deixar as coisas esquisitas entre a gente pra sempre. Eu sei que parece burrice agora. Deveria ter só mandado ela embora, porque os olhos dela encontraram os meus. Ela sabia que eu tinha visto ela, e ainda assim ficou lá. Não queria contar pra Fernanda e estragar o clima.

Então lá estava eu com minha mulher batendo punheta enquanto minha filha assistia. A Brenda tava só parada ali, me observando, nos vendo transar sem vergonha nenhuma. Ela tava me vendo, hã... gozar, em cima da minha mulher, e continuou olhando de olhos arregalados. Mesmo perdido no prazer que minha mulher tava me dando, não consegui deixar de notar o que a Brenda tava vestindo. Mal vestindo, na verdade. Minha filha tava usando um sutiã minúsculo que mal cobria o peito bem grande dela. Os seios dela praticamente transbordavam pelas bordas, ainda maiores do que eu pensava. Não que eu pensasse muito nos peitos da minha filha. Quer dizer, ela era minha filha. Mas seria difícil não notar que minha filha tinha peitos extremamente grandes. Parecidos com os da mãe dela, embora eu ache que os da Brenda eram visivelmente maiores. De novo, não que eu reparasse muito neles. Enfim, a Brenda também tava usando uma calcinha indecentemente minúscula, que mal cobria as... partes íntimas dela. Tinha tanta pele exposta. Pele lisa e jovem. Ela tava respirando pesado enquanto nos assistia, como se estivesse... excitada. Respirando pra dentro e pra fora, fazendo os peitos dela projetarem ainda mais pra fora.

Não consigo explicar por que meu corpo reagiu do jeito que reagiu. Não consigo explicar por que tive um segundo orgasmo, admito que incrível, logo depois do primeiro. Nunca tinha feito isso antes na vida. E tudo que precisou foi minha filha me vendo transar. Me vendo pelado. Encarando meu pau. Foi isso que bastou pra me fazer gozar de novo.

Que porra foi essa? Por que caralhos ver minha filha espiando a gente me fez gozar? Eu tinha alguma tendência voyeurística secreta que não sabia? Eu gostava de transar com outros assistindo? Tinha que ser isso, porque as alternativas eram muito piores. A primeira alternativa era que eu vi o corpo jovem e peitudo da minha filha e por um momento a vi como algo além de minha filha. Vi ela como uma... mulher. Uma mulher voluptuosa com um corpo gostoso usando muito pouca roupa. Uma jovem sexy que tava admirando meu pau grande. Uma adolescente linda impressionada com meu pauzão. Esperava que não fosse essa a razão de eu ter gozado de novo. Mas essa alternativa nem era a pior. A pior era essa: eu gostei de saber que minha filha tava me vendo transar. Gostei que ela ficou impressionada com o que viu. Gostei de ver o corpo da minha filha tão exposto pra mim. Gostei de ver os peitos dela mal contidos. Gostei de ver minha filha tão pouco coberta. O fato de ser minha filha assistindo foi o que me fez gozar.

Que nojo! Não, não podia nem pensar desse jeito. Era tão errado. Tão fodido. Tão sujo. Eu NÃO era esse tipo de homem. Não, não foi isso que aconteceu. O que aconteceu foi que eu secretamente gostava de ser observado. Tinha que ser isso. Não sabia que tinha esse aspecto na minha sexualidade, mas tinha que ser a verdade. Não tinha nada a ver com o fato de ser minha filha. O fato do meu pau ter pulado quando ela mostrou a bunda de fio-dental quando girou pra sair foi só coincidência. Tinha que ser.

Mas uma coisa ainda me roía por dentro. A Brenda tinha parecido tão excitada com o que viu. E no final, não pude deixar de notar que os mamilos dela estavam duros. As coxas dela estavam molhadas. Tava muito claro que ela gostou do que viu. Por quê? Ela era voyeur ou algo assim? Era tão... estranho. Não conseguia imaginar uma garota da idade dela curtindo ver o pai transando com a madrasta. Talvez ela fosse só curiosa. Talvez fosse tipo pornô pra ela. Talvez fôssemos só dois corpos envolvidos em paixão sexual pra ela. Tinha que ser isso. Como qualquer garota poderia curtir ver o pai transando? Não tinha explicação lógica. A menos que... não, não podia ser.

Esses pensamentos giravam na minha cabeça. Nem preciso dizer que não dormi nada aquela noite. Foi só quando ouvi movimento que pensei em levantar, mas não podia ficar sozinho com a Brenda depois do que tinha acontecido. Deixei a Fernanda levantar antes de mim até decidir me levantar.

Me limpei e desci. Abracei a Fernanda por trás e beijei ela, fazendo ela tremer. Peguei uma xícara de café, depois o jornal, e fui pra sala. Foi lá que encontrei a Brenda.

Ela tava no sofá, as pernas encolhidas embaixo dela, comendo uma tigela de cereal vendo TV. Ela tava assistindo algum reality show que seguia umas princesinhas mimadas de Hollywood. Quando entrei na sala, os olhos da Brenda se moveram pra mim, me observando enquanto eu sentava. A tensão tava ali. Não sabia o que dizer pra ela depois do que tinha acontecido. Mas ela falou primeiro.

— Noite longa? — ela perguntou, sorrindo de forma marota. Fiquei tenso e dei de ombros levemente e foquei no jornal na minha mão, tentando ignorar ela. Mas o falatório na TV tava fazendo meu sangue ferver. Odiava me sentir tão conflitado. Tão irritado. Tão chateado. E descontei nela.

— Como você consegue ver essa porcaria? — murmurei, sem olhar pra cima.

— Não é porcaria, Papai. Essas garotas são estrelas. Elas são tão lindas e glamorosas. Queria poder ser igual a elas. Você não quer que sua filha seja uma estrela, Papai? — a Brenda perguntou, o barulho da Fernanda mexendo louça na cozinha ecoando pela casa.

— Você pode precisar arrumar um emprego primeiro — eu disse baixinho. Ela abriu a boca em falsa indignação.

— Relaxa, Papai. Tô trabalhando nisso — a Brenda disse. — Além disso, elas trabalham duro sim. Elas têm o selo de aprovação da Ivete, e ela é, tipo, a mulher que mais trabalha em, tipo, todo o Brasil.

— A Ivete precisa parar de agir como se ainda tivesse vinte anos e crescer. Ela tem a minha idade agora. Precisa parar de se vestir com roupas tão vulgares e mostrar um pouco de classe — eu disse.

— Você não precisa ser tão rabugento, Papai. Além disso, ela ainda tem o corpo. Se tem, mostra — a Brenda disse.

— Por que você se importa com a Ivete? Ela é de antes da sua época — perguntei, olhando pra cima.

— Ela é a cantora favorita da mamãe. E eu, tipo, idolatro ela. Quero ser ela quando crescer — a Brenda disse rindo.

— Tem que crescer primeiro — murmurei. A conversa morreu por um tempo enquanto voltei a olhar pro jornal e ela voltou a comer, a colher batendo na tigela.

— Ei gente, vou tomar banho — a Fernanda disse, subindo, me deixando sozinho com a Brenda. Ela continuou olhando na minha direção. Tinha que dizer alguma coisa. Tinha que. Tinha que descobrir que diabos aconteceu ontem à noite. Tinha que tirar esse peso das costas. Larguei o jornal.

— Brenda, a gente precisa conversar — comecei. — Sobre ontem à noite.

— Vocês me perguntaram sobre minhas tatuagens antes — a Brenda começou. — Achei que já que a gente viu tanto um do outro, seria ok mostrar pra vocês agora — ela terminou com um sorriso.

— Muito engraçado — eu disse. — Mas sério...

— Vocês tavam fazendo muito barulho. Quis ver o que tava rolando — a Brenda explicou.

— Eu, hã, desculpa você ter visto aquilo. A gente se empolgou — gaguejei.

— Relaxa, Papai. Você não tem nada do que se envergonhar — a Brenda riu, levantando e pegando a tigela.

— O quê? — perguntei.

— Tenho que admitir, mesmo você sendo meu Papai, você foi bem impressionante — a Brenda disse.

— Brenda, você não devia falar sobre esse tipo de coisa — falei.

— O quê, não posso elogiar meu Papai? — a Brenda perguntou.

— Não sobre *aquilo*! — eu disse, balançando a cabeça.

— Tá bom, tá bom — a Brenda disse, levantando as mãos.

— Depois que você viu o que viu... por que continuou assistindo? — perguntei.

— Acho que me empolguei um pouquinho com a ação. Desculpa — a Brenda disse.

— Não pode acontecer de novo — expliquei.

— Claro — ela disse, concordando.

— Ok. Ótimo — falei. Ela começou a passar por mim, mas de repente, senti a presença dela no meu ouvido.

— E Papai... — ela sussurrou. — Se você quiser ver minhas tatuagens, é só pedir. Relaxa, não conto pra Fernanda.

Com isso, ela foi pra cozinha. Fiquei congelado no lugar. Que porra? O que ela acabou de oferecer? Por que ela tá tão ansiosa pra se exibir pra mim? Que caralhos tá acontecendo?

**

(Brenda)

Caralho! A tensão tava densa entre mim e o Papai. Cada palavra entre a gente tava cheia de segundas intenções. Cada momento entre nós agora tava pingando de sexo. Ele tava começando a perceber que eu podia ter uma quedinha por ele. Rá! Uma quedinha. Se você pode chamar "querer cavalgar na rola de paizão todo dia até ter um orgasmo gritando e ele me encher de porra" de quedinha, então sim, eu tinha uma quedinha. E ele também tava começando a perceber o quão gostosa eu era. O quão sexy eu era. O quão porra de perfeito meu corpo era. O quão enormes meus peitos eram. O quão perfeita eu era. A linha tinha sido cruzada. Sexo tinha sido inserido no nosso relacionamento, quisesse ele ou não.

Não demoraria muito agora até ele cruzar mais algumas linhas comigo.

**

(Marcelo)

Tinha dirigido umas duas horas pra chegar aqui e agora que tinha chegado, não queria entrar. Mas tinha que. Tinha que entrar no restaurante. Tinha que ir encontrar a mãe da minha filha.

Tinha ligado pra Renata logo depois de todo o incidente entre mim e a Brenda. Tava começando a sentir que alguma coisa sobre minha filha tava... estranha. Alguma coisa sobre ela parecia não estar muito certa. Tinha que descobrir se minhas suspeitas estavam corretas. E a pessoa que saberia melhor seria a Renata.

Liguei pra ela e marcamos um encontro, cara a cara, no ponto médio entre nós, num restaurante pequeno. E finalmente entrei, nervosamente, sendo forçado a encontrar com uma mulher que não via há mais de 18 anos. A mãe da minha filha. Renata Silveira.

Escaneei as mesas, sem saber o que esperar, sem saber como a Renata estava hoje em dia. Olhei ao redor, não encontrando ela, até sentir uma mão no meu ombro. Girei e só assim, lá estava ela. Meu caso de faculdade. Renata Silveira.

Tinha que admitir, ela ainda tava muito boa. Quando a conheci, ela era imatura, jovem, não sabia muito bem como mostrar o corpo além de simplesmente expor tudo. Mas os anos tinham sido muito gentis com ela. Ela tinha crescido e se desenvolvido na linda mulher madura que era agora. O rosto dela ainda parecia jovem, nem uma ruga. Ainda era de tirar o fôlego linda, com lábios carnudos, olhos sedutores e pele cremosa perfeita. O cabelo dela parecia bem cuidado, castanho e brilhante com uma leve ondulação. E o corpo dela ainda se mantinha. Os peitos dela eram tão grandes quanto costumavam ser, provavelmente maiores, e não tinham sucumbido ao tempo ainda. Ainda pareciam tão firmes quanto sempre, e ela tava exibindo uma quantidade generosa de decote na blusa decotada. Ainda tava em forma e firme, mantendo uma silhueta de ampulheta. O jeans dela parecia caro, moldando nas pernas firmes e baixo nos quadris largos. Tava usando sandálias de salto alto, fazendo ela ficar mais alta. Ela tava muito boa, tão boa quanto na faculdade.

— E aí, Renata — eu disse.

— E aí, Marcelo — ela disse, sorrindo radiante, me puxando pra um abraço, os peitos grandes e cheios dela pressionando no meu peito. — Já peguei uma mesa pra gente.

Segui ela até a mesa do outro lado da sala. Não pude deixar de notar a bunda dela no jeans apertado, enquanto ela rebolava ao andar. A bunda dela ainda parecia tão apertada e firme quanto sempre. Sentamos, eu na frente dela. Assim que fizemos isso, a garçonete passou. A Renata pediu uma drink, enquanto eu só pedi uma água.

— Qual é, Marcelo, pede uma bebida. Vive um pouco — a Renata disse.

— Acho que não. Coisas ruins acontecem quando eu bebo perto de você — eu disse, fazendo ela rir.

— Então, como você tá? — perguntei.

— Tô muito bem. E você? — ela respondeu.

— Bem. Tô bem — respondi.

— Como tá a Brenda? — ela perguntou.

— Hã, é sobre isso que vim falar — comecei. Ela sorriu sabendo.

— Ela é algo especial, não é? — a Renata disse.

— Hã, é — eu disse nervosamente.

— O que ela fez? Porque eu conheço esse olhar. Ela te assustou com alguma coisa — a Renata disse rindo.

— Eu só... queria perguntar, tem alguma coisa meio... estranha nela? É que tipo às vezes ela diz e faz coisas que parecem passar do limite — eu disse.

— A Brenda não tem limites. Sempre foi assim. Mesmo quando era pequena, ela... como você disse, tinha alguma coisa estranha nela. Ela era teimosa, era obstinada, e agia como mimada. Acredite, fiz o meu melhor com ela. Seja lá o que ela possa dizer sobre mim, fui uma boa mãe pra ela. Pode crer, não queria que ela crescesse e virasse a garota que eu era. Mas, era, tipo, desde o começo, ela era mimada. Não mimei ela quando era pequena, mas praticamente desde que saiu do útero, ela sentia que esse mundo devia tudo pra ela. Ela sentia que deveria ter tudo o que quisesse. Era a natureza dela. Tava no sangue dela. Quando era criança, acredite, ela era um monstro — a Renata disse.

— Imagino — eu disse.

— Talvez fosse porque ela não teve aquela figura paterna na vida dela. Não sei — a Renata disse.

— Ei, eu não sabia que ela existia. Não me culpa — respondi, quando nossas bebidas chegaram.

— Não tô culpando. Só tô dizendo que era como se ela soubesse que tava faltando algo na vida dela, e ela queria aquilo de volta. Ela sempre queria coisas, roupas, brinquedos. Tive alguns homens na minha vida enquanto ela crescia, e ela nunca se afeiçoou a eles. Era como se ela soubesse que eram impostores. Não a coisa real. Conforme ficou mais velha, ficou louca por moleques. Foi aí que notei coisas nela, como você tá notando agora. Vi ela flertando com homens, homens muito mais velhos. Incluindo os homens com quem eu saía. Não importava que eles estavam comigo. Ela fazia coisas, se exibia, flertava com meus namorados! Tentei conter esse comportamento, mas ela ficava mais obstinada por birra e fazia mesmo assim. É por isso que não fiquei de coração partido quando ela saiu. Ela virou mais problema do que valia a pena. Ela era, como você disse... estranha — a Renata disse.

— Então você desistiu dela? — perguntei.

— Fiz o meu melhor. Fui trabalhar. Dei a melhor vida que pude pra ela. Dei 18 anos pra ela se endireitar. Ela não me escuta mais. É adulta agora. Pode cuidar de si mesma agora. Talvez tenha que aprender da forma difícil que tem que crescer, como eu aprendi — a Renata disse.

— Então você acha que ela não vai mudar até engravidar? — perguntei.

— Talvez. Marcelo, mudança vem de dentro. Ninguém pode mudar quem alguém é. A Brenda tem comportamentos doentios. Mas ela não vai parar até isso afetar negativamente a vida dela. Ela não vai escutar ninguém. A mãe dela. O pai dela. Ela é quem ela é. Algumas coisas não mudam nas pessoas — a Renata disse.

— Então você tá desistindo dela? — perguntei, meio com raiva.

— Claro que não. Ela é minha filha e eu amo ela. Mas não tava disposta a simplesmente ceder e dar tudo o que ela queria. Sou teimosa demais pra recuar, assim como ela. Fiz o que pude. Talvez você tenha mais sucesso. Espero que sim. Espero que você consiga fazer algo que eu não consegui. Talvez tenha algo em você que eu não tenho. Algo que ela quer. Algo que ela precisa. Espero que ela ache o que tá procurando. De verdade — a Renata disse.

— Espero que sim — respondi.

— Então o que ela fez, pra te assustar desse jeito? — a Renata perguntou, bebericando a drink.

— Eu, hã... prefiro não dizer — falei, não querendo confessar que a Brenda tinha me visto transando. Não sabia bem como ela reagiria a isso. Mas enquanto ela me olhava, me estudava, uma parte de mim se perguntou se ela suspeitava da verdade. Mas aquele momento passou.

Pedimos comida enquanto colocamos o papo em dia. Nossas vidas. Parecia que ela tinha crescido bastante. Tinha trabalhado duro e ganhado uma quantidade boa de dinheiro e vivia uma vida bem boa, bem sucedida. Não que eu invejasse esse tipo de coisa. Eu tava muito feliz na minha própria vida. Mesmo que ela provavelmente tivesse mais dinheiro do que eu e a Fernanda, tava muito satisfeito com a vida que tinha. Contei sobre minha vida, e embora ela tenha elogiado, dava pra ver que viver uma vida mais humilde não apelava pra ela. Finalmente terminamos as refeições e eu tava tentando achar um jeito de ir embora. Mas a Renata aproveitou a oportunidade pra falar.

— Então, foi uma refeição muito agradável, Marcelo — a Renata disse.

— Bom, gostei de te ver de novo — eu disse.

— Consigo sentir aquela velha conexão que a gente tinha — a Renata disse.

— Bom, hã, não sei sobre isso — respondi, confuso.

— Claro que sabe. Aquela conexão ainda tá lá. Eu sabia que estaria. Por isso já peguei um quarto de hotel. Achei que poderíamos nos conhecer ainda melhor — a Renata disse.

— O quê? — perguntei, confuso.

— Achei que poderíamos passar o resto do dia trepando até não aguentar mais — ela disse. Quase engasguei com minha bebida. — Não é por isso que você ligou? — a Renata perguntou.

— Não! Claro que não — eu disse, empurrando minha cadeira pra trás.

— Mas Marcelo — ela começou —, tô usando fio-dental. Não quer ver meu corpo gostoso nele?

— Beleza! Tô indo embora! — eu disse, levantando. — Você claramente não mudou nada.

— Ah, qual é, não seja tão dramático! — a Renata disse, levantando, andando até mim. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ela tava diretamente na minha frente.

— Sua mulher não tem um par desses, tem? — a Renata disse, guiando meus olhos pro decote cremoso dela. — A gente se divertiu tanto fazendo um bebê antes? Vamos fazer outro.

Recuei rapidamente.

— É de se admirar que a Brenda não tenha limites com o jeito que você age perto de um homem casado! — falei pra ela. Ela só sorriu maliciosamente. Dei o fora do restaurante. Sabia que era uma péssima ideia.

**

Dirigi pra casa com raiva. Não deveria ter encontrado com a Renata. Sabia que ela ainda era a mesma. Ainda uma vadia. Ela deu em cima de mim! De mim?! Sou um homem casado! Ela sabia disso e fez mesmo assim. Mas por que meu pau tava latejando? Claro, a Renata ainda tava gostosa. Mas... não foi até ela chegar perto e ronronar no meu ouvido, me avisando que tava feliz em fazer outro bebê comigo. Não foi até aquele ponto que reagi. Não foi até aquele momento que meu pau ficou duro. Tentei sacudir isso e pensar em outras coisas.

Era culpa dela que a Brenda tinha se tornado o que era. Sem limites. A Brenda herdou a natureza vadia da mãe. Só queria ter estado lá quando a Brenda era jovem, pra guiá-la pelo caminho certo, pra prevenir que ela se tornasse o que é agora. Uma vadia!

Não contei pra ninguém o que eu tava fazendo, encontrando com a Renata. Nem a Fernanda nem a Brenda iam gostar. Então deixei em segredo.

Meus pensamentos giravam. Tava com raiva da Renata, por ser tão piranha, e passar essas qualidades pra nossa filha. Tava com raiva da Brenda, por quão desconfortável ela tava me deixando. Então claro, esse era o pior momento pro meu carro quebrar. Bati as mãos no volante enquanto encostava.

Uma hora depois eu tava numa oficina. Tinha ligado pro guincho e fui levado pra oficina. O estrago no meu carro ia levar uns dias pra consertar, então ia precisar de carona pra casa. A Fernanda tava viajando a trabalho. Tive que ligar pra Brenda me buscar.

Levou uns 45 minutos pro carro dela aparecer. Sorri quando ela encostou, mas dei um passo pra trás quando abri a porta e fui bombardeado por uma parede de barulho vindo do som. Sentei e abaixei o volume.

— Valeu pela carona! — falei alto por cima da música, olhando pra ela. Ela tava vestida de jeans e uma blusa rosa decotada. Tive que me segurar pra não reparar no decote exposto dela.

— Sem problema, Papi! — ela respondeu.

— Então você realmente curte a Anitta! — eu disse, apontando pro som enquanto ouvia a música que tava tocando.

— Essa música é a minha favorita! — ela disse enquanto acelerava pra estrada. Ela dirigia meio imprudentemente, impulsivamente. Dirigia onde queria, o mais rápido que conseguisse se safar, forçando os outros a saírem do caminho.

— Devagar! — eu disse.

— Qual é, Papai! — ela disse com um sorriso selvagem. — Relaxa! — Chegamos num sinal vermelho mas távamos indo rápido demais. Ela pisou no freio, e paramos bem antes de bater no carro da frente.

— Brenda! Para de dirigir tão rápido! — ordenei. Ela só olhou pra mim sem se abalar. E começou a cantar junto com a música no som.

— Ah baby, me quer! Ah gata, pega meu... corpo e diz que vai sempre ser meu — ela cantava, junto com uma das músicas da Anitta, "Me Gusta". A música entrou numa parte instrumental, fazendo a Brenda dançar junto enquanto estávamos parados no sinal. Ela dançava violentamente, balançando a cabeça e o corpo, sem prestar atenção no sinal vermelho. Isso fazia os peitões dela balançarem pra todo lado, a carne lisa ameaçando derramar da blusa, os peitões quase escapando. Minha filha tava perdida na dança, então não percebeu eu encarando o peito dela. Não conseguia evitar. Eram literalmente impossíveis de não notar. Uma buzina atrás de nós nos tirou do transe. Balancei a cabeça enquanto a Brenda se recompunha.

Que porra foi essa? Por que diabos acabei de encarar os peitos da minha filha feito um tarado nojento? Não sabia na época, mas esse foi o primeiro de muitos momentos entre mim e ela que eram acidentalmente carregados de sexo.

**

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