Eu sou Adriane, fisioterapeuta de 28 anos nesse posto de saúde em Guarapuava, onde o cheiro de álcool e suor fica no ar o dia todo. Meu consultório é uma salinha apertada no fundo, com maca de couro falso, prateleiras de remédios e uma cortina fina que separa mal do corredor barulhento. Sou virgem – nunca deixei ninguém entrar na minha buceta ou no meu cu. Mas isso não me impede de ser safada com o Dr. Rafael, meu colega ortopedista, um cara alto com o pau enorme marcado na calça branca, que me deixa molhada só de olhar.
Tudo começou há umas semanas, quando ele entrou no meu consultório pedindo uma massagem nas costas depois de um plantão cansativo. "Adriane, me ajuda aqui, tô com o lombo travado de tanto carregar pacientes", ele disse, com um sorriso safado. Eu tranquei a porta, baixei as persianas e mandei ele tirar a camisa. Seu peito malhado brilhava de suor. "Deita na maca, doutor, que eu cuido de você direitinho", respondi, já sentindo a calcinha encharcada roçando no clitóris inchado.
Comecei a massagem devagar, minhas mãos untadas de óleo escorregando pelos ombros largos dele, descendo pro peito firme. Ele gemia baixo, "Adriane, aperta mais forte aí, me faz gozar só com os dedos". Meu coração batia forte, e eu via o volume na calça dele crescendo, a cabeça do pau inchando contra o tecido, deixando uma mancha úmida. Desci as mãos pras costas, apertando a bunda durona por baixo da calça, sentindo os músculos contraírem. "Tira isso tudo, Rafael, senão não massageio direito", ordenei, e ele obedeceu, ficando só de cueca boxer preta, o pau semi-duro esticando o pano, veias grossas marcadas, bolas grandes.
Eu me ajoelhei entre as pernas dele na maca, fingindo trabalhar as coxas, mas era pretexto pra cheirar o cheiro dele. O odor forte de suor e pau me deixava tonta, buceta latejando. Peguei o óleo e derramei direto na cueca, massageando por cima, sentindo o pau pulsar na palma da mão. "Adriane, você é gulosa, né? Chupa ele pra mim", ele disse, puxando a cueca pro lado. O pau saltou livre: 18cm, veias inchadas, glande roxa brilhando com umidade, bolas cheias de porra.
Não chupei de cara – sou virgem, minha buceta merece respeito –, mas enfiei a mão no óleo e comecei a bater punheta devagar, subindo e descendo a pele grossa, apertando a base onde as bolas se contraíam. "Olha o tamanho dessa rola, Rafael, ia arrebentar se entrasse", provoquei, lambendo os lábios enquanto via a umidade babando na minha mão. Ele gemia alto, "Bate mais rápido, sua vadia virgem, faz eu jorrar porra na tua cara". Acelerei, girando a mão na cabeça sensível, sentindo ele tremer. Meu outro mão apertava as bolas dele, rolando os ovos cheios, imaginando o leite quente saindo.
Ele virou de bruços, pau duro esmagado na maca, e eu massageei a bunda, abrindo as nádegas suadas pra ver o cu rosado piscando. "Lambe aí, Adriane, lambe meu cu", pediu, e eu mergulhei a cara, língua rodando no anel enrugado, chupando o suor salgado enquanto batia punheta nele por baixo. Ele se contorcia, "Tua língua é perfeita pra isso", e logo gozou na minha boca – jatos quentes e grossos enchendo a garganta, porra salgada escorrendo pelos cantos dos lábios enquanto eu engolia o que podia. Minha buceta pingava no chão, clitóris duro roçando a calça, mas eu não tirei nada – só esfregava as coxas uma na outra pra me aliviar.
Dias depois, viramos rotina. Toda tarde, no consultório vazio, ele me comia com os olhos enquanto eu o masturbava até gozar. Uma vez, ele me deitou na maca, rasgou minha blusa e chupou meus peitinhos pequenos, mamilos duros como pedras, mordendo até doer. "Essas tetas são pra mamar, vadia", rosnava, enquanto eu batia punheta nele com óleo. Ele gozou rios de porra quente na minha barriga, jatos grossos escorrendo pros lados, fedendo a macho. Eu esfregava o clitóris por cima da calça, gozando em ondas, molhando tudo, mas sem penetrar – virgindade intacta, buceta intocada latejando de tesão negado.
Outras vezes, eu o chupava até a garganta: engolia 15cm daquele pau babado, bolas na cara, garganta esticada, cuspe escorrendo pelo queixo enquanto ele fodia minha boca como um buraco de puta. "Engole tudo, sua virgem chupadora", ele mandava, segurando meu cabelo e metendo fundo até eu engasgar. Gozava na minha língua, porra salgada e espessa enchendo a boca, eu engolindo metade e cuspindo o resto nas tetas, lambendo depois. Ele retribuía lambendo minha buceta por cima da calcinha encharcada, dedão roçando o clitóris, mas nunca entrava – "Guardo tua virgindade pra um dia foder sem piedade", prometia.
Uma noite de plantão, com chuva batendo na janela, ele me prensou contra a parede, pau duro na minha bunda, mãos apertando minha buceta por fora. "Sente como minha rola quer te arrombar, Adriane? Mas vou te deixar louca de tesão", sussurrou, esfregando a glande inchada no meu reguinho molhado por cima da roupa. Eu rebolava, gemendo: "Me faz gozar, seu safado, mas não fode!". Ele me dedou por cima, dois dedos pressionando o hímen intocado, e eu gozei forte, molhando a calça toda, pernas tremendo.
Até hoje, continuamos assim: punhetas meladas, boquetes fundeiros, lambeções no cu, gozadas na cara e tetas, esfregadas quentes sem penetração. Meu consultório fede a sexo e porra seca, mas eu permaneço virgem, buceta apertada e intocada, louca por mais desse pau enorme que me usa como brinquedo sem me possuir de verdade. Quem sabe um dia ele me arrebenta... mas por enquanto, sou a fisioterapeuta safada que drena as bolas dele sem perder o selo de pureza.